Pesquisa do Yahoo! permite fazer anotações
Busca

O Yahoo! estreou de ontem para hoje uma nova funcionalidade, o Search Pad, um assistente que guarda as pesquisas que você faz no buscador.
Funciona assim: ao procurar por "Michael Jackson", por exemplo, você recebe os resultados e tem a opção de usar a caixinha Anotações de Busca. Para isso, é preciso estar logado na sua conta do Yahoo!.
O assistente guarda as pesquisas feitas no buscador, assim como os links clicados e navegados. Você pode anotar suas pesquisas e, também, compartilhá-las com amigos.
"A ferramenta funciona como um bloco de anotações. A partir do momento em que ela é ativada, guarda todos os seus cliques. Quando percebe que você mudou de pesquisa, pergunta automaticamente se você quer guardar os links da anotação", afirma Fábio Boucinhas, diretor de produtos do Yahoo! Brasil.
A principal vantagem de usar a ferramenta, diz ele, é enviar o resultado por e-mail e via redes sociais. "Funciona muito bem em trabalhos de escola. Você manda a pesquisa para os colegas", diz.
Boucinhas acrescenta, também, que a conveniência e a facilidade são destaques da ferramenta. "Você não precisa lembrar de guardar o que for importante, ela vai marcando por você. E, depois, você tem a opção de salvar ou não salvar as anotações."
Se estiver preocupado com questões sobre privacidade, basta desativar a função, diz Boucinhas.
Detalhes
Ainda em fase beta, o Search Pad permite que o internauta compartilhe suas anotações por meio do Delicious, do Facebook e do Twitter.
O Search Pad foi implementado simultaneamente no Brasil e em 14 países _Alemanha, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, Cingapura, Espanha, Estados Unidos, Filipinas, França, Itália, Malásia, México, Nova Zelândia e Reino Unido.
Escrito por Daniela Arrais às 18h16
Counter-Strike volta às lojas no Brasil
Fãs, dinheiro e polêmicas Depois de idas e vindas de pendengas judiciais, o jogo Counter-Strike pode novamente ser vendido no país. Suspensa no ano passado por decisão pelo Juízo da 17ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado de Minas Gerais, que considerou o game "nocivo à saúde dos consumidores", a venda foi liberada no mês passado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. A sentença não é definitiva e cabe recurso. Esse é um dos tantos casos em que o mundo da informática se vê às voltas com o mundo da lei. Governos tentam controlar o que pode e não pode ser visto ou visitado, já que a internet é também alvo de leis que procuram controlar o que é feito na rede. Esse é o tema da edição desta semana do caderno Informática. No terreno dos games, há muitos exemplos desse choque, mas o Counter-Strike é ator em um dos mais recentes casos no país. Ao que parece, o maior problema de Counter-Strike para seus acusadores é um mapa não-oficial, intitulado cs_rio, inspirado em uma favela carioca e criado por dois brasileiros. O texto da proibição descrevia o jogo como um título em que "traficantes do Rio de Janeiro sequestram e levam para um morro três representantes da Organização das Nações Unidas. A polícia invade o local e é recebida a tiros". O texto ainda afirmava, sem citar nomes ou pesquisas, que "na visão de especialistas, o jogo ensina técnicas de guerra". Para contar mais sobre a trajetória do game, convidei o especialista nesse tipo de diversão eletrônica THÉO AZEVEDO, profícuo colaborador do caderno, que assume o texto a partir de agora.
Em dez anos de vida, Counter-Strike acumulou fama, dinheiro e polêmicas. A ideia de colocar mocinhos e bandidos em lados opostos, que nasceu como uma modificação de Half-Life, deu certo: já são mais de 9,2 milhões de cópias vendidas pela Valve Software para um dos de tiro mais populares de todos os tempos.
Counter-Strike tornou-se a principal atração de competições de esporte eletrônico como o World Cyber Games, que oferece prêmios milionários para os vencedores. Para se ter uma ideia, o Mibr, uma das equipes mais bem-sucedidas do Brasil, mantém ciberatletas assalariados, que treinam em lan-house particular, são patrocinados e viajam o mundo para treinar e disputar competições.
Por outro lado, o game encontrou adversários em seu caminho, como o advogado norte-americano Jack Thompson, que em 2007 afirmou que o estudante Seung-Hui Cho, responsável pelo massacre que vitimou 32 na Virgínia Tech (EUA), treinara em Counter-Strike antes de colocar seu plano em prática.
Thompson ainda associaria Counter-Strike a outros episódios do gênero, mas o advogado, que se tornou conhecido por militar contra os jogos eletrônicos, hoje está impedido de exercer a profissão no estado da Flórida, devido aos excessos que cometeu.
No Brasil, todos os jogos comercializados oficialmente são classificados por faixa etária pelo Ministério da Justiça. Counter-Strike é vendido para maiores de 18 anos.
No passado, quando não havia a política de classificação, já foram banidos do país jogos como Carmageddon, Postal e Grand Theft Auto. Em 2008, o game Bully, da Rockstar, foi proibido em uma decisão da Justiça do Rio Grande do Sul.
Escrito por Rodolfo Lucena às 19h48
Jornal mostra fotos de sem-teto com computadores
Sem casa, com Wi-Fi



Nos Estados Unidos hoje, até pessoas que não têm endereço fixo sentem necessidade de acessar a internet, diz reportagem fotográfica do "Wall Street Journal". Mas, para se manter conectado nas ruas, é preciso determinação
Na primeira foto, Sr. Pitts se conecta a partir do Transbay Terminal, em San Francisco. Ele tem contas no Facebook, no MySpace e no Twitter, diz a reportagem. E também mantém um fórum no Yahoo!, lê notícias e fala com os amigos por e-mail
Na segunda foto, ele se conecta a partir de sua "casa". Pitts costuma procurar locais em que o sinal Wi-Fi seja gratuito, como o metrô
A terceira imagem mostra o Sr. Ross conectando seu computador a uma fonte de energia _ele gasta entre US$ 4 e US$ 5 dólares por dia com o gerador e chega a gastar US$ 66 por mês para a acessar a internet
As fotos são de Brian L. Frank
Veja a reportagem completa: Homeless and Online in San Francisco
Escrito por Daniela Arrais às 14h53
Mesa para nerds
Pac-Man


Já pensou em demonstrar o seu amor pelo mundo dos games no plano físico? Mais especificamente na sala da sua casa?
O fanático por games Syd Bolton quis fazer isso e pediu para a designer Erin McFadden fazer uma mesa de café inspirada no jogo Pac-Man
Escrito por Daniela Arrais às 14h36
Microsoft lança comercial um tanto quanto repulsivo
Vômito
Nos últimos tempos, a Microsoft tem feito comerciais bem esquisitos, como os da inexplicável série com Jerry Seinfeld e Bill Gates. Mas uma propaganda nova, para o Internet Explorer 8, passou bastante do ponto.
O vídeo está abaixo. Se decidir ver, fique avisado: ele envolve uma cena explícita do ato que dá título a este post.
Atualização (2/7, 16h40): A Microsoft tirou o comercial do ar. Mais informações no "Wall Street Journal".
Escrito por Rafael Capanema às 17h47
Lula diz que Lei Azeredo é censura
Fisl - Lula

Daniela Arrais/Folha Imagem
Adesivo distribuído no Fisl hoje à tarde, quando o presidente Lula fez uma visita
“Podem ficar certos, companheiros, neste governo é proibido proibir”. Foi com essa frase que o presidente Luis Inácio Lula da Silva começou a discursar sobre a Lei Azeredo, na tarde de hoje, durante o 10º Fisl (Fórum Internacional do Software Livre). Prontamente ovacionado pela plateia, o presidente discorreu sobre a lei que tipifica crimes cometidos pela internet e é um dos temas mais recorrentes desta edição do fórum _que contou, pela primeira vez, com a participação de um presidente da República. Críticos da lei afirmam que ela vai contra os direitos do cidadão e que o projeto conta com brechas que podem transformar o simples ato de baixar música em crime que pode levar à cadeia. “A lei que está aí não visa proibir abuso de internet. Ela quer fazer censura”, disse Lula, acrescentando que é preciso fazer modificações no código civil para responsabilizar questões que envolvem o mundo digital, e não sair fazendo condenações, porque “esse interesse é policialesco”, uma vez que visa permitir, até mesmo, o sequestro de computadores. O presidente afirmou, ainda, que não se pode condenar a maioria por conta de ações pontuais negativas. “As pessoas de bem são maioria. Não vamos ficar assim porque de vez em quando aparece um maluco. (...) Os que promovem a vida são muito mais numerosos”, afirmou. Lula também relembrou o momento em que o governo optou por usar o software livre. “Nós tínhamos duas escolhas: ou íamos para a cozinha preparar o prato, colocar nosso tempero e fazer tudo do nosso jeito brasileiro ou a gente iria comer o prato que a Microsoft queria”, disse o presidente, acrescentando que prevaleceu a ideia de liberdade.
Escrito por Daniela Arrais às 19h19
Palestrantes discutem regulação da rede
Fisl - Regulamentação
Em um debate sobre regulamentação da internet no Brasil, durante o Fisl, o professor e ativista do software livre Sérgio Amadeu arrancou aplausos da plateia ao fazer uma comparação simples, porém certeira: “Se eu estou andando no meio da rua, falando ao celular, ninguém me para para me perguntar com que eu estou falando. A internet reproduz o mundo da rua, o mundo da vida. Ninguém tem o direito de ficar me ouvindo. Quero navegar sem vigilância.”
O debate contou com a participação de Marcelo Branco, coordenador do Fisl, Ronaldo Lemos, diretor do Creative Commons no Brasil e professor da FGV, Pedro Paranaguá, também professor da FGV, Ivo Correa, do Google Brasil, e José Vaz, coordenador geral de Gestão Coletiva e de Mediação em Direitos Autorais da Diretoria de Direitos Intelectuais.
Branco começou o debate afirmando que "estamos passando por um período histórico de transformações nas relações sociais, onde a revolução não é somente tecnológica, como principalmente social e de comportamento, como foi a Revolução Industrial. Não podemos viver uma nova era com regras que pertencem a um modelo antigo de negócio."
Lemos abordou a questão cada vez mais rígida do direito autoral. “Nos últimos 15 anos, a indústria do contúdo conseguiu tudo o que queria do ponto de vista legal. Todas as decisões judiciais foram faváveis a essa indústria. Foram fechados o Napster, o mp3.com, o Groktsy. O direito autoral foi se tornando cada vez mais severo, a ponto de não ter como torná-lo mais rígido.”
Sobre a lei Azeredo, em tramitação, Lemos destacou que é necessário atender a três demandas: “O que a gente está buscando é um equilibrio de três demandas: a primeira é por coibir condutas mais graves na internet. A segunda é a ampliacao das possibilidades de investigação. E a terceira é a de proteção de direitos fundamentais e de garantias institucionais”.
Pedro Paranaguá falou sobre a rigidez dos direitos autorais brasileiros, que mantêm qualquer obra protegida após 70 anos da morte do autor. "Nem o mais criativo dos autores levantaria de seu túmulo para continuar criando," disse.
Ivo Correa, do Google, lembrou que a cópia é um princípio básico da internet. E citou a importância de haver uma regulamentação sobre o uso da internet durante as eleições. “O tipo de regulação que se dá para a internet vai afetar como o Brasil vai se inserir nesse novo panorama tecnólogico.”
Ele disse ainda que as discussões que ocorrem não destoam dos debates no mundo todo. "Espero que o Congresso Nacional entenda a importância da criação de um marco civil básico para a internet, que seja proveitoso para o país."
Escrito por Daniela Arrais às 19h09
Cofundador do Pirate Bay fala sobre liberdade
Fisl - Peter Sunde

Daniela Arrais/Folha Imagem
Peter Sunde,30, confundador do Pirate Bay, site de compartilhamento de arquivos, conversou agora há pouco com jornalistas e blogueiros. O sueco falou sobre liberdade, compartilhamento de arquivos, como a indústria do entretenimento quer mais ganhar dinheiro do que criminalizar quem baixa músicas, filmes e demais conteúdos protegidos por direitos autorais, entre outros assuntos.
Sunde citou estudos que mostram que quanto mais as pessoas compartilham as músicas de um artista, mais dinheiro ele consegue. “As gravadoras não querem achar um novo modelo de negócios. Eles não querem trabalhar com a gente [Pirate Bay], com ninguém. Se não acharem alternativas, elas vão simplesmente desaparecer.”
No entanto, as gravadoras não querem mudar esse modelo e preferem cobrar US$ 80 mil de pessoas físicas por música em processos por download ilegal, disse. “Para fazer uma comparação, para cada vítima da tragédia da Air France, a indenização será de US$ 24 mil. Olha só o valor que a indústria julga ter."
Segundo ele, apenas artistas que não produzem há muito tempo se contrapõem ao compartilhamento de arquivos. “Prince e Village People tentaram processar a gente. Nenhum deles está fazendo música desde os anos 1980. Mas eles se incomodam por não venderem coletâneas de melhores sucessos. No entanto, sem a internet, os novos músicos não seriam nada. A internet abriu uma grande possibilidade. E a distribuição gratuita de músicas ajuda a chegar a mais pessoas."
Sobre a indústria de entretenimento, Sunde apontou que as constantes condenações de usuários comuns mostram que o órgão encontrou uma maneira de ganhar mais dinheiro. "É um modelo de negócios. Eles estão processando as pessoas para ganhar dinheiro, e não porque elas cometeram um crime, como eles dizem."
"Nós precisamos defender a liberdade, é o primeiro passo. Essa liberdade está sob o ataque de companhias, de governo. Nunca foi tão importante lutar por liberdade. Também temos que ampliar essa discussão. É uma grande batalha", completou.
O sueco ainda falou sobre a situação do Irã, dizendo que não tem conhecimento suficiente para analisar o caso, mas que junto ao Pirate Bay defende uma nova eleição e, principalmente, a liberdade de discurso.
Escrito por Daniela Arrais às 19h20
Começa o Fórum do Software Livre
Fisl - Abertura

Daniela Arrais/Folha Imagem
O Fisl começou oficialmente na tarde desta quarta-feira. Marcelo Branco, coordenador do fórum (e, também, da Campus Party), falou para o público, ressaltando a importância de a internet continuar livre. “Não queremos uma interenet censurada, vigiada, controlada, queremos uma internet livre. Por isso estamos aqui com esse tema de liberdade. ”
Branco também citou a crise econômica, afirmando que ela é reflexo dos valores da era anterior. “A superação da crise se dará pela inovação aberta, colaborativa e distribuída.”
Richard Stallman, fundador da Free Software Foundation, arrancou risos da plateia ao falar “me disseram que era melhor falar espanhol, ok?”
Ele afirmou que é necessário educar as pessoas pasra que elas valorizem sua própria liberdade. “Travar o compartilhamento de arquivos é travar a sociedade.”
Escrito por Daniela Arrais às 18h46
Pré-adolescentes aprendem robótica
Fisl - Robôs


Fotos Daniela Arrais/Folha Imagem
André Brum começou a brincar com robótica quando ainda era bem pequeno. Não que ele tenha crescido muito _afinal, tem apenas 12 anos. Mas já encara a construção de robôs como um grande aprendizado.
Ele faz parte da equipe de robótica do Colégio Marista Assunção, do Rio Grande do Sul. A disciplina é opcional e tem como objetivo aplicar conceitos de robótica educacional, refletir sobre o uso consciente da internet e utilizar, ecologicamente, material de descarte.
Nos corredores do Fisl, André e Rafael Ribas, 11, mostram o resultado das aulas: Penelo-py, um robô feito com materiais reciclados. Além de andar, o robô canta _o efeito é conseguido graças a um tocador de MP3. Foi feito por uma equipe de dez alunos, sob orientação do professor Marcos Aranda.
“Tudo nela é reaproveitado. O monitor, o controle, que era de um carrinho”, diz André, acrescentando que desde pequeno é “chegado em tecnologia”.
Penelo-py, os meninos explicam, é uma adolescente apaixonada por tecnologia, principalmente pelos recursos da internet. Ela gostava de conversar apenas dor MSN, seus amigos eram do Orkut... Um dia, ela acabou sendo engolida pelo computador e virou a Penelo-py.
“As pessoas ficam muito na internet, esquecem dos amigos. A gente quis falar disso”, diz André.
Patrícia de Camillis, professora responsável pelo turno integral do colégio, acrescenta que os meninos discutem bastante o uso do computador no dia a dia. “Eles falam sobre passar muito tempo na internet, de que é preciso usar o computador de forma moderada.”
Rafael diz que ele e os colegas pensam em criar um timer para controlar o tempo on-line. “Você tem um tempo para ficar no computador. Quando esse tempo acaba, tem que sair dele”, diz o menino, acrescentando que costuma passar apenas uma hora por dia no micro.
Escrito por Daniela Arrais às 16h22
Software Livre em Porto Alegre
Fisl

Daniela Arrais/Folha Imagem
A abertura oficial ocorre logo mais, mas a PUC-RS (Pontifícia Universidade do Rio Grande do Sul) já está bem movimentada por conta do 10º Fisl (Fórum Internacional do Software Livre), que ocorre em Porto Alegre.
Para esta edição, é esperado um público recorde: cerca de 7.000 pessoas já estão inscritas para participar de cerca de 300 atividades, entre palestras, oficinas e exposições _ainda é possível fazer inscrições no local. O fórum vai até o próximo sábado.
Durante os quatro dias de evento, a estrela é o software livre, cujo uso é abordado em áreas como segurança, economia, educação, política, cultura e tecnologia. A ideia é discutir como esse modelo de distribuição pode ser usado para reduzir custos e aumentar a confiabilidade dos sistemas.
Um dos palestrantes mais aguardados do Fisl é Peter Sunde, um dos fundadores do Pirate Bay, site de compartilhamento de arquivos que foi condenado por incentivar a pirataria.
O presidente Lula também deve aparecer por aqui para fazer o pré-lançamento de seu perfil no Twitter, seu blog e de um canal de vídeos no YouTube.
Outros nomes de destaque são Richard Stallman e John Maddog Hall, gurus do software livre.
O valor da inscrição nas modalidades individual/empresa é de R$ 163. Estudantes e caravanas pagam R$ 81,50 e órgãos governamentais, R$ 203. Para saber mais, acesse:
Escrito por Daniela Arrais às 15h47
Vídeo pergunta o que é um navegador
O que é um browser?
Você sabe o que é um navegador? Muita gente não sabe
Confira o vídeo, em inglês, feito por Scott, do Google, nas ruas de Nova York
A confusão principal que as pessoas fazem é entre navegador e mecanismo de buscas...
Via Swiss Miss
Escrito por Daniela Arrais às 14h40
Veja fotos da sede do Twitter
Espaço








Fotos Daniela Arrais/Folha Imagem
O Twitter é minimalista em seu propósito de expressar qualquer informação em 140 caracteres. Minimalista também é a sua sede, que a Folha visitou na semana passada.
Localizado no quarto andar de um loft na rua Bryant, em San Francisco, o Twitter reúne os elementos que tornam uma empresa "cool" hoje em dia -adeus ambientes formais e burocráticos, bem-vinda personalização que deixa o escritório com jeitinho de casa.
Logo na entrada, um grande sofá na cor preta serve para descansar no tempo livre -em frente, a televisão de tela plana é ideal para jogar videogames.
Uma estante guarda livros, bonecos e prêmios. Nas paredes, adesivos imitam nuvens. Há várias revistas para leitura, como a "Time", cuja capa recente falava sobre... o Twitter!
Uma mesa retangular é lugar para reuniões. Próximo a ela, há um pequeno estacionamento de bicicletas, além de uma cabine telefônica antiga e uma máquina de games.
Na cozinha, funcionários se servem à vontade de refrigerantes, sucos, chocolates e outras guloseimas. Na parte superior do armário, há diversas bebidas alcóolicas, como tequila e gin _resta saber se é possível beber em horário de expediente...
Há, ainda, pequenas salas que servem para reuniões ou descanso. Uma delas é decorada com adesivos de pássaros, o símbolo da ferramenta. Em um mural, outro pássaro indica quem são os "Twitter folks", a equipe que trabalha por lá -que conta com o designer brasileiro Vitor Lourenço.
O escritório é formado por grandes bancadas, separadas por equipes. Cada um personaliza sua mesa com bonecos, adesivos e o que mais quiser.
Não é possível chegar muito perto, pois o que o Twitter está fazendo leva mais do que 140 caracteres para ser explicado.
E onde ficam os poderosos, então, nem é possível entrar -afinal, é lá em que eles escrevem, em uma grande lousa, quais passos terão que dar para "conquistar o mundo".
Escrito por Daniela Arrais às 09h49
Veja fillmes em alta definição na internet
Alta qualidade
O YouTube e o Vimeo são dois portais que hospedam vídeos em alta definição.
O Vimeo é mais tradicional nessa seara. O canal HD --de high definition, ou alta definição-- tem quase 900 filmes já.
Se sua conexão não for muito rápida, deixe o filme carregar um pouco antes de ver, ou é engasgo certo.
Grand Central Terminal NYC: Canon 5Dmk2 from Mike Kobal on Vimeo.
O filme acima está disponível em HD no Vimeo. Clique duas vezes nele para ir para ir para o Vimeo e clique no botão HD is ON, na direita da telinha do vídeo.
Aqui, um exemplo de animação médica em alta no YouTube.
Para procurar filmes nessa qualidade no portal, na entrada Tipo (que fica abaixo da caixinha de buscas), altere para a opção HD, como eu fiz aqui com a palavra Animation.
O Miro, um tocador e baixador de filmes na internet, tem um monte de canais em alta definição, com programas que falam de computadores a turismo. Recomendo.
Escrito por Gustavo Villas Boas às 09h15
Veja vídeos de feira de inventores nos EUA
Engenhocas
Hoje, no caderno Informática da Folha, há uma matéria de Bruno Romani sobre a Maker Faire, feira de inventores em San Mateo (a 25 km de San Francisco) em que foram apresentadas engenhocas de áreas como robótica, combustíveis alternativos, gastronomia, artesanato e computação.
Vejam, abaixo, alguns vídeos feitos no evento:
Escrito por Rafael Capanema às 09h49
