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Nada que é digital nos é estranho

 

Gráfico reúne ícones dos sites mais acessados

Mosaico da rede

Texto enviado pelo colaborador Carlos Oliveira

É possível medir a internet? Muitos cientistas já tentaram, mas os resultados foram relatórios com números estratosféricos cheios de prefixos estranhos e futuristas tais como yotta e zetta.

O site Nmap tentou algo diferente. Em vez de pensar no tamanho da web, buscou entender o peso do que a compõe. Ou seja, pesquisou quais são os sites mais acessados.

Fugindo dos números indecifráveis, o site bolou uma interface visual com favicons --o ícone associado a um site, que aparece, por exemplo, ao lado esquerdo da barra de endereços no Internet Explorer, Chrome e Firefox.

Como conta no site do projeto, foi usado o banco de dados do Alexa, site que monitora tráfego on-line, para montar esse mosaico.

A regra é lógica: quanto mais visitado é o site, maior seu ícone.

Se você forçar bastante a vista, talvez note que há 288.945 ícones no diagrama, de 37.440 pixels por 37.440 pixels (pixels são pontos na tela).

Uma resolução muito comum nos computadores atuais é 1.280x720 pixels. Isso quer dizer que seriam necessários 1.521 monitores interligados para mostrar a imagem em seu tamanho original.

Os coitados dos sites que tiveram visitação mais baixas cabem em 16x16 pixels, enquanto o espaçoso Google ocupa 11.936x11.936 pixels, ou quase 10% do painel.

No site do projeto, há uma versão em que é possível dar zoom.

Que site curioso vocês acharam no gráfico interativo? Reconheceram algum brasileiro?

(via Mashable)

Escrito por Rafael Capanema às 15h57

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Veja o tema de "Rocky" tocado inteiramente com o iPad

Eye of the Tiger

Não gostei do som da guitarra e do baixo, mas a bateria, o teclado e os scratches me pareceram convincentes:

Via The Secret Diary of Steve Jobs

Escrito por Rafael Capanema às 18h01

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Veja demonstração de novos comandos de voz do Android

Fale com ele

Vocês devem ter lido na Folha.com sobre os novos comandos de voz do Android anunciados hoje pelo Google. Infelizmente, eles só funcionam na versão 2.2 do sistema, que acabou de ser lançada e não está disponível em nenhum celular à venda atualmente no Brasil.

De qualquer forma, o vídeo de demonstração publicado pelo Google é muito interessante:

Escrito por Rafael Capanema às 23h50

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Adobe ensina boas práticas de uso do Flash

Assim sim, assim não

Você está procurando o telefone de um restaurante e busca o nome dele no Google.

O primeiro resultado é o site oficial. Ótimo! Você clica no link.

Surge uma animação em Flash. Pesada, lenta, horrenda, inútil. Você procura logo pelo link "Pular introdução".

A situação descrita acima, felizmente, me parece cada vez menos comum.

Mas ainda existem muito sites que fazem mau uso do Flash. A Adobe, responsável pelo complemento multimídia, começou hoje em seu theFlashBlog uma pequena campanha para, digamos, "educar" webdesigners.

No exemplo acima, à esquerda, está o que a Adobe considera um uso adequado do Flash: em páginas cheias de elementos gráficos, dados interligados e tabelas.

À direita, onde não se deve usar o Flash, segundo a Adobe: em uma página composta principalmente por texto --basta usar HTML comum, recomenda a empresa.

Quem certamente discorda disso é a Apple, que considera o Flash ultrapassado e apoia o HTML5, nova versão da linguagem para escrever páginas da internet.

A empresa de Steve Jobs tem uma página em seu site demonstrando "coisas fantásticas que webdesigners podem fazer" com HTML5, como galerias de foto animadas, passeios virtuais e players de áudio e vídeo.

E aí, vai de Flash ou HTML5?

Escrito por Rafael Capanema às 19h52

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Serviço de mapas da Microsoft tenta desbancar Google

Mapa do tesouro

O Bing Maps, serviço de mapeamento da Microsoft, lança mão de recursos diferentes para competir com seu maior rival, o Google Maps.

Ao contrário do Google Maps, é possível definir o nível de zoom por cidade, região ou país, agilizando a navegação. Há a opção “sketch” (rascunho), que dá um visual de mapa do tesouro para as locações. Não é tão útil, mas é muito divertido.

Em relação ao Brasil, o Google Maps está na frente, oferecendo recomendações de transporte público para os trajetos. Ambos os sites oferecem informações do tráfego em tempo real, mas só o Google Maps tem esses dados para o Brasil.

O Bing Maps ainda é lento para carregar e precisa de plugins à parte (gratuitos e disponíveis no próprio site) para ter todas as funções disponíveis.

(Enviado pelo colaborador Carlos Oliveira)

Escrito por Alexandre Orrico às 17h12

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O Blog de Tec é uma extensão da cobertura sobre tecnologia da Folha. É produzido por Alexandre Orrico, Emerson Kimura e Rafael Capanema.

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