Blog de Tec

Nada que é digital nos é estranho

 

Fã da Apple diz tocar música de Lady Gaga no iPhone

Música

Com o apelido de Applegirl002, essa menina postou no YouTube um vídeo impressionante. Ela diz conseguir tocar a música Poker face, da Lady Gaga, com aplicativos de iPhone. Veja:

(via blog iPod School)

Escrito por Amanda Demetrio às 20h23

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Roleta traz artigos randômicos do "New York Times"

Roleta

O Chatroulette (chatroulette.com) está fazendo escola: agora artigos do "New York Times" e do "The Guardian" podem ser vistos de maneira randômica.

No New York Times Roulette (nytimes-roulette.appspot.com), o usuário aperta o botão Random NYTimes article! e é levado a um artigo publicado no site nas últimas 24 horas. O autor da brincadeira foi Daniel Vydra, que trabalha no "The Guardian" e também montou a roleta do jornal inglês, que pode ser vista em random-guardian.appspot.com.

Escrito por Amanda Demetrio às 16h40

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Twitter inaugura nova página inicial

Recauchutado

O Twitter acaba de inaugurar uma nova página inicial.

Muito mais dinâmica, ela parece voltada para novos usuários: destaca celebridades e empresas que têm contas no serviço e mostra os tuítes mais populares no momento (não está claro o critério para destacar essas postagens).

Além disso, os trending topics (assuntos mais comentados) rolam horizontalmente, em um efeito de animação parecido com o antigo e célebre Marquee.

Para ver a nova página inicial, vá a twitter.com. Se você estiver logado, clique em Sign out.

Observação: No momento em que eu escrevo este post, a página inicial está de volta ao design anterior. Talvez estejam fazendo os ajustes finais.

Atualização (16h08): O Twitter oficializou a mudança em seu blog oficial.

Escrito por Rafael Capanema às 15h32

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Conheça programas de música para o iPad

Possibilidades

O iPad não é muito mais do que um iPhone gigante –e não há demérito nenhum nisso.

A tela maior sensível ao toque do tablet da Apple abre inúmeras possibilidades para desenvolvedores.

Vejam, por exemplo, estes dois softwares de música.

O primeiro é o Mixr, para DJs:

O segundo é o dPad, um sequenciador de bateria:

Escrito por Rafael Capanema às 15h21

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Programa emula no Windows recurso útil do Mac

Dica

Se você já usou um Mac, deve conhecer o excelente recurso Exposé: basta pressionar a tecla F3 ou F9 (dependendo da idade do teclado) para ver miniaturas de todas as janelas abertas no momento.

O recurso não está presente no Windows, mas pode ser emulado com programas gratuitos. Recomendo o Switcher, que funciona quase exatamente como o Exposé.

No Switcher, você pode fazer vários ajustes, como definir a tecla ou a combinação de teclas que acionará a exibição de todas as janelas e trocar a cor da borda das miniaturas.

Um ajuste que recomendo é mudar para zero a duração das animações, que são uma perda de tempo, apesar de bonitinhas. Para isso, vá a Settings (configurações), no Switcher, e clique em Advanced (avançado).

Infelizmente, o Switcher só funciona no Windows Vista ou no Windows 7. Usuários do XP podem recorrer ao também gratuito iEx.

Gostaram da dica? Deixem suas impressões nos comentários.

Escrito por Rafael Capanema às 16h33

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Mapa rastreia voos na Europa

Serviço


O Flight Radar 24 rastreia e exibe no mapa alguns dos voos que sobrevoam a Europa. Ao clicar sobre um avião, é possível ter informações de voo como a cidade de origem, a companhia aérea e o modelo do avião. O blog Google Maps Mania reuniu serviços semelhantes neste post.

Escrito por Amanda Demetrio às 16h09

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Indústria de encontros na rede é maior que a pornô, segundo infográfico

e-Romance

Um infográfico publicado pelo site Online Schools afirma que a indústria de encontros na rede é maior que a pornô, gerando US$ 1.049 bilhões por ano. Confira outros dados sobre o segmento:

Online Dating Statistics
Via: Online Schools

Escrito por Amanda Demetrio às 15h51

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Especialista liga Facebook ao aumento de sífilis no Reino Unido

Saúde pública

Especialistas de saúde pública do Reino Unido estão ligando o Facebook ao aumento nos casos de sífilis em algumas regiões onde o site é superpopular.

Peter Kelly, diretor de saúde pública de Teesside (uma das regiões afetadas), disse ao Telegraph que o site "dá às pessoas um novo meio de conhecer parceiros múltiplos para sexo casual". Segundo ele, várias pessoas que contraíram a doença encontraram parceiros para sexo em sites sociais.

Update: O Facebook definiu a correlação feita pelo especialista como "ridícula", veja mais na matéria da Folha Online.

(via Telegraph)

Escrito por Amanda Demetrio às 17h31

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Nova versão do Photoshop automatiza a photoshopagem

Retoques

Fiquei impressionado com o vídeo abaixo, uma demonstração do Content-Aware Fill Sneak Peek, recurso novo da próxima versão do Photoshop, a CS5.

Veja com que facilidade o rapaz remove uma árvore em uma cena bucólica e uma estrada inteira no meio de um deserto. Outra demonstração interessante é a extensão automática do céu e de montanhas na imagem panorâmica.

A versão CS5 da famosa suíte multimídia da Adobe será lançada em 12 de abril. A empresa preparou um site com uma contagem regressiva.

Via Mario Amaya

Escrito por Rafael Capanema às 16h22

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O iPad é uma revolução... para a comédia

iPiada

Mais uma produção do brilhante CollegeHumor, parodiando o primeiro vídeo da Apple sobre o iPad:

Abaixo, o vídeo original:

Escrito por Rafael Capanema às 18h03

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Uma análise sobre o Chatroulette

 

Na edição de hoje do caderno Informática falamos sobre o Chatroulette. Luís Carlos Petry, professor doutor da PUC-SP, do Programa de pós-graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital - Curso de Tecnologia Superior em Jogos Digitais, fez uma análise sobre o site.

Uma pequena ideia crítica sobre o Chatroulette

Chatroulette (http://chatroulette.com/) se constitui em uma das novas criações englobadas pelo conceito de redes sociais (ou de relacionamento) na Web 2.0. Criado por Andrey Ternovskiy, em novembro de 2009, com menos de meio ano de existência, o site Chatroullete conecta o usuário (e sua webcam) com outro usuário on-line que é escolhido aleatoriamente dentro do conjunto de usuários on-line. Ele permite a comunicação em tempo real entre dois usuários através de vídeo e áudio (da webcam) e, também, por meio de um sistema de bate-papo (Chat) na forma de texto. Como os parceiros do Chat são organizados aleatoriamente, eles podem ser trocados, iniciando-se uma nova e randômica conexão. Para isto basta clicar na tecla Next(F9). A média de usuários on-line é atualmente de 20.000 a 30.000, incluindo várias celebridades, como Paris Hilton que foi registrada em uma sessão com uma brasileira do Rio de Janeiro.

De um modo geral o sistema oferecido por Chatroulette viabiliza a situação de  “encontros ao acaso” e, uma nova e eXtranha forma de entretenimento para os tradicionais padrões de comunicação. Experiências análogas anteriores a este tipo de relação social e entretenimento, no universo pré-internet, foram levadas a cabo pelas companhias telefônicas, na década de 1980, por exemplo, quando disponibilizavam bate-papos por telefones para grupos de usuários. Ao contrário de Chatroulette, a proposta telefônica não decolou. Pesam em favor de Chatroulette alguns elementos, tais como a presença da imagem, do áudio, do texto e, diga-se de passagem, a surpresa da aleatoriedade. Do ponto de vista da vivência do homem ordinário no ciberespaço, Chatroulette oferece algo para aqueles que buscam a aleatoriedade do encontro, a surpresa, o inusitado e a novidade alarmante - principalmente se considerarmos os elementos de solidão e abandono ao qual estão lançados os seres humanos nas grandes metrópoles.

 

Chatroulette é oferecido pelo seu autor como um game. Você entra em um jogo de diálogo on-line, recebendo um parceiro de diálogo escolhido para você randomicamente a partir da base de usuários atualmente conectados.  Se o conceito pode ser correto filosoficamente, do ponto de vista do design de games, Chatroulette é carente em muitos dos aspectos para defini-lo como um game por excelência: faltam-lhe metas, tarefas, desafios, todos eles previstos ou construídos em uma sucessão temporal ou de ações, e dentro de uma perspectiva narratológica, não coloca os parceiros na perspectiva de trilhar um dos vários caminhos possíveis de uma narrativa digital dada ou aberta. O experimento pena, neste sentido, pela sua peremptoriedade na construção de uma relação dialógica.

 

Mas Chatroulette é extremamente forte em um expediente que lhe forneceu a notoriedade de uma média de 20.000/hora: trata-se de inusitadamente promover uma "função lógico-matemática" (ao modo de uma função matemática do Flash) ao status de uma categoria para o relacionamento humano: o aleatório ou randômico. O fornecimento aleatório de um parceiro de diálogo coloca em primeiro plano alguns pontos que anteriormente eram entregues ao acaso da vida ordinária. Sempre conhecemos pessoas novas em nosso percurso pela vida, na rua, na escola, nos clubes, em viagens e outros lugares. Na perspectiva oferecida por Chatroulette, nós simplesmente instrumentalizamos uma macro-possibilidade e a controlamos dentro do contexto de uma comunidade pública de comunicação no ciberespaço. Imagine a situação de se deslocar solitariamente, dentro da vida noturna de uma grande cidade do mundo, até um Bar ou um Pub, no qual você tem de contar e seguir as regras: entrar sozinho; ser conduzido à uma mesa que é sorteada aleatoriamente; sentar e estabelecer uma conversação com um outro que ali está; caso não lhe interesse a conversa, pode levantar-se e dirigir-se a outra mesa que estiver vazia; etc. Ainda que encontros aleatórios possam acontecer em nossa vida noturna com tais características semelhantes, o fator diferencial aqui é a regulação e o controle que ficam aos cuidados do site-software Chatroulette, uma espécie de irmão-aproximador-cibernético. O sistema resolve para nós o grande problema de decidir, da iniciativa e o da volição em relação a um alvo: basta entrar no sistema e você recebe um parceiro de diálogo. Muitos pensamentos dentro da líquida cultura pós-moderna certamente podem achar tudo isso muito divertido, mas outros podem identificar aqui alguns elementos que tendem ao enfraquecimento das relações humanas, uma sugestão a transformá-las em um objeto descartável, prescindível, resolvido por um simples “Next Game”.

 

As propostas organizadas de encontros aleatórios, “às escuras”, como dizem os portugueses,  já foram realizadas inúmeras vezes no Ocidente, seja na literatura, no cinema e, inclusive, em propostas de seitas ou confrarias secretas bizarras. A ideia da aleatoriedade do encontro entre pessoas é levado às últimas consequências em A Brave New World de Aldous Huxley, quando temos estabelecida a regra do encontro sexual na sua sociedade livre: você deverá trocar de parceiro a cada vez -  isto em favor da ideia do não apego afetivo ao outro (como um dos motivos da miséria humana). Aqui a analogia: Chatroulette aposta em um dos elementos diagnosticados na WEB, um vetor ou saída para a solidão humana hodierna. Neste caso, não intencionalmente mascara um dos elementos de nossa sociedade tecnocrática: a sub-retícia banalização das relações humanas que ronda o perigo de colocar o ser humano como um algo qualquer em meio a uma miríade possível de outros objetos e possibilidades. Neste caso temos uma possível ênfase no investimento de relações humanas banais, associado a ideia de que o randomismo na WEB (que substitui a anterior troca de canais na televisão) possa preencher a sutura que a movimentação e o tédio da vida cotidiana impõe-nos. A estes aspectos se somam as outras críticas que são feitas acerca da apropriação das imagens e gravações das conversas que podem ser usadas para fins malévolos, chacotas, etc.

 

Isto não significa que o experimento de Chatroulette somente possua aspectos críticos, que devam ser observados com cuidado e que somente promovam cada vez mais a massificação e alienação humanas. O experimento tem apresentado alguns usos interessantes, como o visto por estudantes de línguas que tem a oportunidade de manterem diálogos como “nativos” das mesmas e assim aprimorarem a sua fala. Em todo caso, do ponto de vista da construção de uma ferramenta disponível para os usuários na WEB,  Chatroulette nos apresenta algo muito simples e prático: um mecanismo de comunicação, dentro do qual sempre será o usuário (a) que decidirá o caminho a ser seguido, um caminho que pode trilhar as vias do esclarecimento ou não (Kant).

Escrito por Daniela Arrais às 11h36

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Veja fotos do funeral do Internet Explorer 6

Descanse em paz

Ele se foi, ou ao menos as pessoas querem muito que ele vá. O Internet Explorer 6 apresenta vários problemas (conheça-os melhor aqui) e está sofrendo com campanhas que querem sua morte.

A agência Aten Design Group, por exemplo, montou um "funeral" para o navegador (ie6funeral.com). Veja algunas fotos do inusitado evento aqui.

Escrito por Amanda Demetrio às 15h24

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Tuiteiros detonam operadoras de telefonia

#fail geral

Operadoras de telefonia fixa e celular infernizam a vida de tuiteiros, que dão o troco fazendo delas seu principal alvo de protestos e reclamações identificados com a hashtag #fail, que indica falha de operação, problema de atendimento ou algum outro distúrbio irritante.

Esse é o resultado de uma pesquisa realizada entre 1º de janeiro e 10 de março últimos pela empresa brasileira E.life, que usou o programa Tweetmeter para monitorar a insatisfação dos tuiteiros.

Segundo a empresa, foram registrado mais de 1,35 milhão de tweets com a marcação #fail, expresando a insatisfação dos usuários em relação a produtos e serviços de 19 categorias, envolvendo 165 empresas.

As dez categorias mais citadas foram operadoras de telefonia (fixa e celular), informática, aparelhos de celular, supermercados, alimentos, eletroeletrônicos, provedores de internet, bancos, seguradoras e cartões, TV a cabo e companhias aéreas.

No caso das operadoras de telefonia (2.769 ocorrências de #fail), a insatisfação foi relacionada ao atendimento, à cobertura/acesso e ao preço. Em informática (1.745 ocorrências), destaque para as reclamações sobre os sistemas operacionais e programas que param de funcionar ou forçam a interrupção do trabalho e perda de informações.

Na categoria celulares (956 ocorrências), diz a E.Life, o foco são os aplicativos para smartphones.

Escrito por Rodolfo Lucena às 12h50

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Vazam imagens de minitablet da Dell

No meio

Acabaram de vazar e foram publicadas pelo Engadget imagens promocionais do Streak, tablet da Dell.

Com Android e tela sensível ao toque de 5 polegadas, ele é bem maior que um smartphone, mas bem menor que um iPad, por exemplo.

O Streak tem câmera frontal para videochat, câmera traseira de 5 Mpixels com flash e resolução de 800x480.

O que vocês acham? Entre o smartphone e o iPad (ou mesmo um netbook) cabe mais um?

Escrito por Rafael Capanema às 16h15

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Ex-executivo da Sun relata brigas sobre patentes com Apple e Microsoft

Fofocas


Jonathan Schwartz

No início de fevereiro, o ex-executivo chefe da Sun, Jonathan Schwartz, anunciou sua saída da empresa por meio de um haicai no Twitter.

Agora, Schwartz mantém um blog chamado What I Couldn't Say (o que eu não podia dizer). "Acho que eu já disse tudo que poderia dizer como executivo-chefe da Sun Microsystems. As coisas mais interessantes eram o que eu não podia dizer. E é sobre isso que este blog (e talvez um livro) vai ser", escreve.

E um dos primeiros posts de Schwartz já traz uma pequena bomba para a Apple e para a Microsoft.

O título do post é "Bons artistas copiam, grandes artistas roubam", frase de Picasso que Steve Jobs citou em 1996, no documentário "Triumph of the Nerds". A ocasião foi rapidamente rememorada pela mídia especializada depois do processo que a Apple está movendo contra a HTC por violação de 20 patentes relacionadas à interface do iPhone.

"Nós podemos ficar parados e ver concorrentes roubarem nossas invenções patenteadas ou podemos fazer algo a respeito. Decidimos fazer algo a respeito. Concorrentes devem criar suas próprias tecnologias, não roubar as nossas", afirmou o Steve Jobs de 2010.

Ao atacar a HTC, porém, a Apple mira o Google e seu sistema operacional móvel Android, que começa a incomodar o iPhone e é um dos estopins da degradação das outrora boas relações entre as duas empresas.

Schwartz conta que, em 2003, recebeu uma ligação de Steve Jobs. O fundador da Apple ameaçava processá-lo, alegando que o projeto Looking Glass, da Sun, violava a propriedade intelectual da Apple.

A resposta de Schwartz: "Steve, eu estava vendo sua última apresentação e o Keynote [software de apresentação da Apple] é idêntico ao Concurrence -você é dono dessa propriedade intelectual?". O Concurrence era um software desenvolvido pela Lighthouse Design, empresa que Schwartz ajudara a fundar. Segundo Schwartz, Jobs ficou em silêncio. No fim das contas, a Apple não processou a Sun -até porque o Looking Glass acabou sendo abandonado.

O ex-chefão da Sun relata ainda uma reunião que teve com Bill Gates e Steve Ballmer, na qual os executivos da Microsoft tentaram fazer com que a Sun pagasse royalties para cada download do OpenOffice.org, pacote de escritório gratuito em código aberto apoiado pela Sun, porque ele teria violado patentes do Office.

Vale a pena ler o post na íntegra, uma interessante reflexão sobre patentes e propriedade intelectual.

Escrito por Rafael Capanema às 14h55

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HP e Adobe demonstram concorrente do iPad

Olhos nos olhos

Quando você me deixou, meu bem
Me disse pra ser feliz e passar bem
Quis morrer de ciúme, quase enlouqueci
Mas depois, como era de costume, obedeci

Quando você me quiser rever
Já vai me encontrar refeita, pode crer
Olhos nos olhos, quero ver o que você faz
Ao sentir que sem você eu passo bem demais

Chico Buarque - Olhos nos Olhos

Quando vi o vídeo acima, em que um funcionário da Adobe demonstra sites com Flash no Slate, tablet que a HP promete lançar neste ano, veio-me à cabeça a música "Olhos nos Olhos", do Chico Buarque.

Rejeitada pela Apple, que quer o Flash longe do iPad, a Adobe parece querer mostrar que está feliz, sim. Muitas frases ditas ao longo dos cinco minutos do vídeo parecem ser indiretas à Apple. Já no começo, Alan Tam, da equipe de marketing do Flash, afirma: "Aqui na Adobe estamos trabalhando com muitos de nossos parceiros, incluindo a HP, para dar aos desenvolvedores e aos editores conteúdo a liberdade de entregar sua produção a qualquer dispositivo".

Steve Jobs, fundador da Apple, chamou a Adobe recentemente de preguiçosa e tem sérias restrições quanto à performance, à segurança e à estabilidade do Flash. Para Jobs, o complemento multimídia da Adobe é uma "tecnologia velha", como disquetes, e sua substituição seria "trivial".

Durante o Oscar, no domingo passado, a Apple exibiu o primeiro comercial para TV do iPad, que começará a ser vendido nos EUA em 3 de abril. Ontem, a HP também divulgou uma propaganda, bem parecida, do Slate. Os dois produtos, aliás, têm um visual bastante similar. Vejam os vídeos abaixo:

iPad, da Apple

Slate, da HP

Diferentemente da música do Chico Buarque, muitas águas ainda vão rolar no mercado de tablets.

E você, preferiria comprar um iPad ou um Slate?

Escrito por Rafael Capanema às 15h46

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Como seria o sexo virtual no Google Wave?

Paródia

O timing não é tão bom -há tempos o Google Wave deixou de ser assunto-, mas a piada, do College Humor, é excelente.

Escrito por Rafael Capanema às 14h29

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Nokia domina mercado de navegadores de celular no Brasil

Mapa da mina


Esse belo infográfico (clique aqui para ver a versão maior) mostra a divisão do mercado de navegação na internet em celulares de alguns países. Como disse o site Fast Company, algumas surpresas foram reveladas.

O navegador Opera, por exemplo, se mostrou forte em países como Brasil, Índia e Nigéria (onde -pasmem!- ele abocanha 94% do mercado). Apesar do destaque do Opera, a Nokia domina boa parte do mercado brasileiro.

Já o iPhone/iPod Touch parece dominar países europeus e da América do Norte. O Blackberry, por sua vez, se destaca tendo mais da metade do mercado da Austrália. Surpreendeu a fraqueza do Android, que só aparece entre os três campeões nos Estados Unidos (com 12% do mercado).

Escrito por Amanda Demetrio às 19h01

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Teclado virtual inovador chega ao Android em fase de testes

Swype

Se você tem um celular com Android e gostaria de testar um novo teclado virtual para ele, vá agora a este link.

Trata-se da versão beta (de testes) para Android do Swype, software que pretende aumentar a velocidade da digitação em teclados virtuais de celulares. Em vez de tocar cada uma das letras, basta arrastar o dedo de um caractere para outro.

Para baixar o Swype beta para Android, é preciso fazer um cadastro. As vagas são limitadas. Por isso, corra!

Vale lembrar que os únicos idiomas suportados, por enquanto, são inglês e espanhol.

Instalei o aplicativo em um Milestone, da Motorola, e estou gostando bastante. Em breve pretendo publicar um vídeo de demonstração. Enquanto isso, deem uma olhada neste:

Via Android and Me

Escrito por Rafael Capanema às 18h36

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Como seria o Android se ele não tivesse "copiado" o iPhone?

Conjecturando

Reprodução/www.wired.com

A Apple está processando a HTC por quebra de 20 patentes relacionadas à interface do iPhone, em uma ação que foi vista como um ataque indireto ao Google e seu sistema operacional móvel, o Android.

O blog Gadget Lab, da "Wired", publicou um ótimo post que tenta responder à seguinte pergunta: Como seriam os aparelhos com Android caso a propriedade intelectual da Apple não tivesse sido "roubada"?

Uma bela porcaria: os ícones de aplicativos ficariam todos bagunçados, seria preciso acrescentar um botão físico para desbloquear a tela e a rolagem teria que ser feita com uma barrinha lateral igual às dos sistemas operacionais para computadores.

O post pode ser lido, em inglês, aqui.

Escrito por Rafael Capanema às 17h46

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Netbook é decorado com borboletas

Referências

Em junho do ano passado, a Folha Informática escreveu o seguinte sobre a primeira edição do netbook da HP desenhado pela estilista Vivienne Tam:

Se você quer receber elogios cada vez que mostra seu notebook, aposte no HP Mini assinado pela estilista Vivienne Tam. Em tom vermelho, o aparelho é decorado por desenhos de flores que representam a China, e é a aposta da empresa para mulheres, fashionistas e demais interessados em design.

Era, de fato, um belo netbook. Já o segundo netbook assinado por Tam... A mim, pelo menos, faz lembrar aquelas cafoníssimas tampas de vaso sanitário com borboletas empalhadas.

Vocês concordam?

O modelo estará à venda nos EUA a partir de 19 de março, com preço inicial de US$ 599.

Mais informações no site da HP.

Escrito por Rafael Capanema às 19h15

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Cidade no Kansas muda seu nome para... Google

Gigante da busca



A cidade de Topeka, no Kansas, está tentando agradar o Google e teve uma ideia inusitada. O prefeito da cidade declarou que, durante o mês de março, a cidade mudará seu nome para Google, segundo publicou a AFP. Isso mesmo, o endereço se tornou: Google, no Kansas.

A ideia é tentar atrair a atenção do Google para que os testes do projeto de internet em alta velocidade do gigante das buscas sejam feitas por lá.

No site da cidade (Topeka.org), já é possível ver informações sobre a campanha para que as "fibras óticas" do Google cheguem à cidade. Um pronunciamento do Prefeito surge com o slogan: "Google, Kansas - a capital das fibras óticas".

De acordo com a AFP, as comunidades norte-americanas que tiverem interesse em ser sede dos experimentos devem mostrar interesse ao Google até o dia 26 de março.

Apanhado

Juntamos alguns dos tropeços no caminho do Google na edição de hoje do caderno de Informática. Veja em www.uol.com.br/fsp (para assinantes UOL/Folha).

Escrito por Amanda Demetrio às 17h27

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Software para limpeza do computador

Faxina no PC

Várias pessoas que entrevistei para a matéria Saiba como limpar e organizar seu computador indicaram o software TuneUp Utilities como um dos melhores para manter o computador limpo. Isso vocês já devem ter lido, certo? A novidade é que o programa chegou recentemente ao mercado brasileiro. Na prática, isso quer dizer que ele agora está em português e não precisa mais ser pago em dólares.

O software funciona em Windows XP, Vista e Windows 7 e pode ser baixado em www.tuneup-software.com.br. Ele sai por R$ 79 e pode ser usado em até três computadores, segundo informou a assessoria do TuneUp no Brasil.

Escrito por Amanda Demetrio às 15h14

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Interfaces musicais desafinam com Windows 7

Anos difíceis

O salto do Windows XP para o Windows 7 causou muitos problemas de compatibilidade para as interfaces de gravação musical. O caso da Lexicon, empresa tradicional do setor que vem tendo muita dificuldade com o novo sistema operacional da Microsoft, é ilustrativo. Nesta entrevista por e-mail, Paul Faby, diretor de negócios da Lexicon, fala ao repórter colaborador BRUNO ROMANI sobre os desafios da empresa em funcionar com o Windows 7 e como ela está dando suporte aos seus clientes.

FOLHA - Por que a Lexicon tem tantos problemas de compatibilidade com o Windows 7?

PAUL FABY - Os últimos anos foram difíceis no que diz respeito aos drivers não apenas nos sistemas Windows, mas nos Macintosh também. Vários sistemas operacionais novos foram lançados num curto espaço de tempo. Frequentemente, é difícil que nossos engenheiros trabalhem nos problemas até a data de lançamento do sistema operacional. Isso está relacionado à Microsoft e a Apple fazendo mudanças no núcleo dos seus sistemas operacionais no último minuto - algo que, sem dúvida, eles tem o direito de fazer. Isso apenas torna as coisas difíceis para que a gente mantenha nossos drivers e teste nossos equipamentos.

FOLHA - As versões mais novas do Windows são um obstáculo para a Lexicon?

PAUL FABY - Claro. Sempre que algo muda e você está acostumado a fazer as coisas de um jeito, os obstáculos surgem. Tendo dito isso, essa é a indústria na qual estamos e nós lutamos para estarmos em dia com as tecnologias mais novas. Outro grande obstáculo para a Lexicon, além dos sistemas operacionais, é o chipset dentro do computador. Tudo - de bios setups à velocidades de RAM, velocidades do disco rígido, conectividade da rede e programas antivírus - acrescenta magnitudes de tempo as iterações dos testes que devem ser feitos.

FOLHA - A Lexicon dá algum suporte a aqueles consumidores que compraram produtos Lexicon e agora não conseguem usá-los com as versões mais novas do Windows?

PAUL FABY - Nós tentamos manter nossos clientes informados sobre com quais sistemas operacionais nossos equipamentos funcionam. Nosso time que dá suporte aos clientes trabalha bastante para resolver todos os problemas de forma rápida. O Windows Vista de 64 bits e o Windows 7 se mostraram difíceis para que completássemos e testássemos os drivers. A Lexicon ainda tem o problema dos programas de gravação que acompanham as interfaces. Ter certeza de que tudo está alinhado é normalmente uma dança delicada.

FOLHA - Como a Lexicon vê o papel da Microsoft na ajuda aos consumidores e a sua empresa a fazerem uma transição melhor para o Windows 7?

PAUL FABY - Nós dependemos muito pouco da Microsoft em relação ao suporte que eles dão ao consumidor. Já que Alpha, Lambda e Omega se comportam de uma maneira predeterminada em relação ao sistema operacional, nós estamos nas mãos das equipes de desenvolvimento deles. Nós esperamos que a Microsoft ofereça detalhes claros sobre as mudanças que eles planejam para a base de drivers de áudio. Decisões mais cedo e comunicação nos ajuda a verificar compatibilidade mais rapidamente.

FOLHA - Fazer o download de drivers não é sempre uma tarefa fácil ou intuitiva para todos. Como isso pode ser minimizado para que todos tenham uma transição suave?

PAUL FABY - Baixar os drivers da internet é a alternativa mais rápida e barata para oferecer drivers e programas atualizados. A Lexicon criou tutoriais em vídeo e documentos online para oferecer uma experiência melhor para o usuário. Muitos usuários também procuram ajuda em fóruns e comunidades online.

FOLHA - O senhor acredita que o Windows XP viverá ‘para sempre‘ entre os produtores de música que usam o PC como plataforma dada as dificuldades que muita companhias estão tendo com as versões mais recentes do Windows?

PAUL FABY - Uma hora o XP vai passar, embora uma vez que os estúdios tenham tudo funcionando, mudar o software é a última que eles gostariam de fazer. Infelizmente, fabricantes de software e de equipamentos só podem ser compatíveis com produtos antigos por certo período de tempo. Testes para compatibilidade com o passado aumentam significativamente o tempo de desenvolvimento e quando existe alguma nova funcionalidade que só tem suporte em sistemas operacionais novos, a decisão para abandonar o suporte para plataformas antigas deve ser feita. Geralmente, são os programas e equipamentos fabricados por terceiros que forçam o consumidor a mudar para um novo sistema operacional.

Escrito por Rodolfo Lucena às 19h56

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Vítima de câncer "ganha" de volta a própria voz

Fala sintetizada

Isto é espetacular.

Em 2006, por consequência de um câncer de tireóide, o crítico americano de cinema Roger Ebert perdeu o dom da fala. Desde então, comunicava-se por meio de um software de text-to-speech (conversão de texto em voz). Usava uma voz computadorizada chamada Alex, incluída no Mac OS X, sistema operacional da Apple.

Hoje, no programa de Oprah Winfrey, ele demonstrará sua nova voz sintetizada, que soa quase igual à original e foi desenvolvida pela empresa escocesa Cereproc, que Ebert encontrou na internet.

A matéria-prima para recriar a voz de Ebert foi uma série de gravações que ele havia feito para comentários de áudio de DVDs de filmes como "Cidadão Kane".

A versão integral do vídeo acima pode ser vista aqui.

Via TechCrunch

Escrito por Rafael Capanema às 18h24

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Artista faz ilustração usando o Excel

Minucioso

O impressionante vídeo abaixo sintetiza 13 horas de trabalho do usuário do YouTube shukei01.

Via Neatorama

 

Escrito por Rafael Capanema às 10h48

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Membro da Wikimedia fala sobre valores da fundação que mantém a Wikipédia

Web4Dev

As mídias on-line em formato wiki (que são alimentadas por meio de colaborações dos outros usuários) fizeram parte da exposição Ting Chen, um colaboradores da Wikimedia (www.wikimedia.org), fundação que mantém sites como a enciclopédia on-line Wikipédia (www.wikipedia.org).


Falando sobre a governança na rede, Chen explicou que as medias wiki coordenadas pela Wikimedia são especiais, já que a comunidade que faz o site é extremamente diversificada. “A maior parte da nossa comunidade é contra ações autoritárias, eles são contra uma governança vinda de cima”, explicou.

Chen destacou que toda a comunidade compartilha a meta do conhecimento livre, mas a diversidade desemboca em polêmicos assuntos como a página sobre a ilha de Taiwan. “Temos uma situação complicada, nós buscamos o ponto de vista neutro”, explicou. Ele destacou que a Wikimedia valoriza a autonomia de cada projeto local e não interfere "muito" nas Wikipédias de cada país. “Só temos 40 funcionários e não podemos dizer para cada um dos projetos o que eles devem fazer.”

Os slides do membro da fundação traziam o famoso selinho CC, de Creative Commons. Sem se posicionar diretamente contra as leis do direito autoral, Chen avaliou: “A cultura mudou a importância que damos ao assunto dos direitos autorais; somos rígidos em relação aos direitos autorais, precisamos educar as pessoas, as pessoas também mudam e se adaptam a questão, a cultura pode mudar.” Ele disse respeitar e tentar ensinar as leis de direitos autorais aos colaboradores dos seus sites, mas também defendeu o "conhecimento livre".

Em uma conversa exclusiva com a Folha após sua apresentação, Chen falou sobre a relação da Wikimedia com o Google, que recentemente fez uma doação de US$ 2 milhões à fundação. “Eu diria que temos uma relação amigável com o Google, mas somos independentes e não temos planos de fazer projetos em parceria”, desconversou.

Sobre a polêmica em torno do Google Books, ele preferiu deixar claro que dava sua “opinião própria e não a da fundação”: “É um tópico complicado, não é ‘preto’ ou ‘branco’; às vezes o Google acaba ignorando leis locais; estamos vivendo em um mundo multicultural, então precisamos respeitar características legais de cada país; não posso ignorar leis de outro país só porque sou uma empresa norte-americana”, afirmou.

Vídeos

A conferência Web4Dev ocorreu na última semana em Brasília, mas ainda é possível ver alguns vídeos em www.iptvcultura.com.br/web4dev.

*A viagem a Brasília ocorreu a convite da Unesco

Escrito por Amanda Demetrio às 09h36

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