Blog de Tec

Nada que é digital nos é estranho

 

Leia entrevista sobre orquestra de iPhones

Sensível ao toque

As respostas de Bjoern Eichstaedt, 35, sobre a orquestra alemã de iPhones demoraram para chegar chegar, mas ele justificou: estava comendo comida brasileira, precisava responder mais tarde. Aproveitou o embalo para tentar conseguir alguma coisa por aqui: “eu acho que Brasília seria um lugar perfeito para uma performance com iPhones”.
Ainda sem previsão de vinda ao Brasil, ele comemora o primeiro ano do projeto de música experimental usando iPhones, que lidera ao lado da bela Nadia Zaboura. Veja entrevista exclusiva concedida à Folha.

FOLHA - Como começou a ideia da orquestra de iPhone?
BJOERN EICHSTAEDT - O projeto alemão Zee (www.zeeing.de) começou comigo e com a Nadia em março de 2009 na feira internacional Cebit. A ideia de usar um iPhone para acompanhar uma palestra na feira foi bem espontânea. Eu trabalho com música experimental há anos e sempre pensei que fazer música era poder carregar seus instrumentos por todos os lugares. Então, quando o iPhone foi lançado e aplicativos de fazer música como o Bloom foram colocados à venda, eu pensei que essa poderia ser uma ferramenta perfeita para fazer música. Isso foi no final de 2008, mas o momento perfeito para estrear foi na Cebit. As primeiras reações à nossa primeira apresentação _eramos só nós dois_ foram bem positivas. Então, pensamos no conceito de uma “orquestra” de 12 pessoas acompanhadas por dois bateristas para a próxima apresentação, que ocorreu em julho de 2009. Para formar o grupo, procuramos no Twitter pessoas com iPhones que fossem interessadas em música experimental. E achamos muitas delas.


FOLHA - Vocês fazem alguma programação específica nos iPhones? Que funções do aparelho usam para fazer música?
EICHSTAEDT - Pelo nosso método, não há programação envolvida. Nós usamos várias aplicações que podem ser compradas na Apple AppStore. Para montar a música, usamos funções do aparelho como a sensibilidade da tela, o microfone e até “balançamos” o iPhone.


FOLHA - Como funciona a rotina de vocês? Existem ensaios semanais?
EICHSTAEDT - Não, no nosso método usamos mais a improvisação. Nós inventamos jeitos de dirigir a orquestra com diferentes símbolos. Antes da apresentação, definimos apenas qual aplicativo será usado e quais sinais serão usados na comunicação. O resto ocorre no campo da música livre e improvisada. Somos muito influenciados pelo trabalho de vanguarda do músico John Zorn, de Nova York. O número de músicos varia. Nós trabalhamos com algo entre seis e 12, e combinamos a orquestra com instrumentos ao vivo. Veja alguns vídeos em www.zeeing.de/videos.


FOLHA - E quando será a próxima apresentação?
EICHSTAEDT - A nossa próxima performance ocorrerá na Cebit 2010, quando vamos celebrar nosso primeiro aniversário.

POR AMANDA DEMÉTRIO

Escrito por Rafael Capanema às 18h22

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Site conta a pré-história especulativa do iPhone

Previsões do passado

Em meio à onda especulativa sobre o suposto lançamento iminente de uma tablet da Apple, o site Technologizer fez uma excelente retrospectiva de rumores que circularam sobre o iPhone antes de seu lançamento, em 2007.

Algumas das previsões foram impressionantemente acuradas, como a do "New York Times", que, cinco anos antes do anúncio oficial do iPhone, acertou até seu nome. Outras, no entanto, erram feio.

As antigas antevisões são ilustradas com mockups –desenhos em que fãs da Apple imaginavam como poderia ser o celular da empresa. Outra fonte interessante de iPhones imaginários pré-lançamento é o blog Apple iPhone Concept.

Felizmente, o telefone apresentado por Steve Jobs em 2007 é muito mais arrojado do que alguns dos mockups abomináveis feitos na época, como o que ilustra este post.

Escrito por Rafael Capanema às 18h26

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Leia a história de Duke Nukem Forever

Vapor


Wallpaper de Duke Nukem Forever divulgado pela 3D Realms (2008)

Há tempos acompanho a saga de Duke Nukem Forever –creio que desde 1997, quando o jogo foi anunciado. Como bem sabem os fãs de games, porém, o sucessor do clássico Duke Nukem 3D nunca foi lançado.

E provavelmente nunca será, conta-nos a "Wired" nesta longa e saborosa reportagem que conta toda a história do malfadado jogo.

O texto credita o insucesso de Duke Nukem Forever ao perfeccionismo doentio de George Broussard, coproprietário da 3D Realms. Obcecado em produzir um jogo à frente de tudo que havia no mercado, Broussard torrou milhões de dólares fazendo o projeto regressar à estaca zero inúmeras vezes sempre que surgiam novas tecnologias de desenvolvimento de games.

A matéria menciona um dos trailers de Duke Nukem Forever, apresentado na feira de games E3, em 2001. Apesar de os gráficos parecerem datados para os padrões atuais, Duke Nukem Forever prometia bastante. Vejam só:

Escrito por Rafael Capanema às 15h13

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Veja capas fashion para iPhone

Na moda

Quer deixar seu iPhone mais charmoso? Acima você vê opções de capinhas protetoras. A primeira e a última são da Chilewich; a segunda é assinada por Kate Spade; e a terceira é da Incase.

A seleção foi feita pelo blog Oh Joy!

Escrito por Daniela Arrais às 14h43

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Recupere arquivos apagados acidentalmente

Alívio


Recuva, software para recuperação de dados apagados acidentalmente

Pelos idos de 2004, ao longo de uma tarde ensolarada em Santo André, tirei dezenas de fotos. Mexendo nos menus da câmera, porém, apaguei todas sem querer antes de transferi-las para o computador. Perdi-as para sempre.

Em 7 de outubro deste ano, no caderno Informática da Folha, o colunista José Antonio Ramalho escreveu um texto sobre o programa gratuito Recuva, para recuperação de dados removidos acidentalmente. Ramalho explica:

Quando apagamos um arquivo, ele não é fisicamente tirado do disco. Seu nome e sua localização dentro do disco é que são eliminados de um índice de conteúdo. Os dados permanecem no disco ou no cartão de memória até que outro arquivo seja gravado por cima.

Neste ano, desta vez na praia de Ipanema, vi-me diante do mesmo infortúnio experimentado em 2004: uma tarde inteira de fotografias perdidas porque haviam sido removidas acidentalmente na câmera.

(Parte da culpa, desta vez, pode ser atribuída à interface da máquina: toda vez que se tenta deletar apenas uma foto, surge uma opção de apagar todas as imagens armazenadas no cartão de memória.)

A diferença, desta vez, é que eu conhecia o Recuva. Depois do acidente, não tiramos mais nenhuma foto (procedimento importante para o sucesso da recuperação dos dados).

Chegando em casa, conectamos a câmera ao computador e acionamos o Recuva.

Resultado: todas as fotos foram recuperadas –inclusive algumas que haviam sido apagadas na própria câmera por terem saído feias.

Gostou? O Recuva pode ser baixado em www.piriform.com/recuva.

Escrito por Rafael Capanema às 15h55

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Cantor de salsa faz homenagem ao Twitter

Latinidade

Com vocês, o cantor Oscar D'León, que interpreta "Sígueme", um simpático tributo ao Twitter:

Escrito por Rafael Capanema às 18h29

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Microsoft confessa roubo de código de microblog

Pirataria admitida

A Microsoft suspendeu indefinidamente as operações de seu serviço de microblog MSN Juku, que atuava no mercado chinês, depois de admitir que o código usado para a criação do site foi "copiado", segundo informa a BBC.

Um prestador de serviços contratado pela Microsoft foi pego no pulo roubando código de uma empresa canadense rival, a Plurk. Segundo a vítima, cerca de 80% do código foi roubado.

A Microsoft pediu desculpas à Plurk, dizendo estar desapontada com o fato, mas assumindo responsabilidade pela "situação", de acordo com a BBC.

O MSN Juku foi lançado na China no mês passado, e logo blogueiros e usuários do Plurk em Formosa alertaram a empresa canadense sobre o fato de que grande parte do código do microblog da Microsoft parecia ter sido copiado.

A Plurk afirmou: "Ficamos chocados e ultrajados quando percebemos as semelhanças do serviço da Microsoft. Uma investigação mais profunda constatou que grande parte do código e da estrutura dos dados era uma cópia idêntica de nosso código. Que a própria Microsoft fosse a responsável por essa cópia em plena luz do dia torna a coisa ainda mais inacreditável".

A Microsoft rapidamente divulgou um pedido de desculpas e afirmou que seu fornecedor reconheceu que "uma parte do código foi realmente copiada". A empresa de Gates disse, na declaração, ser uma companhia que respeita a propriedade intelectual e que nunca pretende ter um site que não respeitasse o trabalho feito por terceiros. Também afirmou estar em contato com a Plurk para dar explicações e informar sobre as medidas tomadas para resolver "a situação".

Escrito por Rodolfo Lucena às 11h15

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FarmVille vira febre no Facebook

Joguinhos

Na edição de hoje do caderno Informática, abordamos jogos que fucionam em redes sociais. Você já deve ter visto um monte de gente por aí falando de um tal de FarmVille, não? Pois trata-se de uma verdadeira febre: mais de 72 milhões de pessoas ao redor do mundo participam desse jogo, em que você deve fazer a manutenção de uma fazenda.

Aqui na Folha encontramos várias pessoas que são "viciadas" em FarmVille e em outros games _que costumam ser jogados, principalmente, no Facebook.

Leiam o bem-humorado depoimento de Alexandra Moraes, redatora da Ilustrada:

Dos meses que passei como fazendeira, mafiosa e chefe de cozinha

Começou assim: um jogo de fazendinha no Facebook. Parece engraçadinho, mas eu mal entrava no Facebook. De repente, ganhei um pedaço de terra virtual, um macacão jeans pra encarar a labuta e uma pá pra mandar ver na minha horta. Comecei plantando morango, soja e berinjela. Numa "promoção" de supermorangos transgênicos, consegui fazer meu caixa e ganhar o direito de diversificar minhas plantações. Comprei bichos, equipamentos rurais, ampliei a fazenda. Já estava me preparando pra marcar uma reunião com a senadora Kátia Abreu _presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Mais gente se juntava a mim no jogo, a quantidade de vizinhos crescia, assim como minha coleção de prêmios: Abraçadora de Árvores, Polegar Verde, Arca de Noé. A minha simpatia pelas lavouras, pelo plantio de árvores e pela qualidade de vida aliada à produtividade dos animais abrigados na minha fazenda cresceu a tal ponto que, em pouco tempo, meus colegas de trabalho começaram a perceber que eu usava nossos parcos intervalos para arar a terra, decidir o plantio estratégico de uma macieira e de uma cerejeira, tirar leite de alguma vaca ou dar abrigo a ovelhas negras. Começou a pegar mal. Mas, como o bobo da corte alcoólatra a quem quase tudo é perdoado, segui em frente.

Ampliei a fazenda e me interessei por commodities a tal ponto que decidi entrar pra uma máfia. Era o Mafia Wars. A plataforma do jogo é a mesma: fazer o dinheiro render com bons investimentos, aparecer de tempos em tempos pra poder arrecadá-lo e aproveitar as barganhas e presentes que deixam os jogadores mais poderosos. Conquistei Nova York, com minha gangue, ganhei o direito de formar uma outra máfia em Cuba e mais tarde eu já estava comprando ushankas pros meus capangas de Moscou.

Nem cheguei a completar minhas missões russas quando um amigo abriu um restaurante no Café World e me chamou pra ser sua garçonete. Na verdade, ele me obrigou a trabalhar como garçonete, mas o que em outro contexto poderia ser visto como escravidão se torna, ali, com bonequinhos simpáticos e peripatéticos, uma gracinha como qualquer outra, e, em vez de obrigar seus amigos a servi-lo, você coloca toda a sua lista de contatos pra ajudar na prosperidade. Ouvi dizer que o filósofo Olavo de Carvalho andou atendendo uns comensais no joguinho. E foi entre a preparação de sopas de cebola, guacamole e cheesecake de morango que meu interesse inicial pela colheita da matéria-prima quase desapareceu.

Deixei minha fazenda de lado, entregue à boa-vontade das vacas, das ovelhas, dos cavalos, dos coelhos e de elefantes que nunca explodiram apesar de malcuidados. O elo do Farmville com a natureza deve ser esse, um laissez-faire de cachorro de rua. Sem ninguém pra invadi-lo, meu latifúndio improdutivo morria assistindo à multiplicação de presentinhos e coquetices dos vizinhos. Com a demanda do restaurante, onde coloquei seis amigos pra dar conta do atendimento, também acabei deixando à míngua minhas marinas e meus prédios comerciais em Nova York, minha fábrica de charutos cubanos, meus capangas russos de ushankas cinzentas.

O Café World revelou-se mais persuasivo que os outros dois jogos porque, caso a comida não seja servida no prazo certo, apodrece no fogãozinho outrora mimoso e é coberta por moscas e uma gosma verde. Desmoraliza o restaurateur, envergonha a família, escancara falsos pudores higienistas, remete à salmonela, faz linha direta com a vigilância sanitária. Enfim, pega mal.

Já cheguei a pensar que nunca fosse me curar do vício. Mas a tradição novidadeira da própria internet (aqui preciso de uma pausa pra me conectar com meu nanico Pierre Lévy interior), enfim, essa urgência por coisas interessantes e inéditas faz a fazendinha, a máfia e o restaurante de potencial crackogênico se tornarem só mais um passatempo de três meses atrás. Não sinto mais tanta vontade de servir frango à moda vodu diante das perguntas bacanas pra responder no formspring.me. E vamoqvamo. 

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E vocês? Também jogam? Contem nos comentários!  =)

Escrito por Daniela Arrais às 01h43

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Jogue Quake Live de graça diretamente do navegador

Carnificina

Lançado em 1996, Quake I é um dos meus jogos preferidos de todos os tempos. A batalha on-line era a modalidade mais divertida.

Na semana passada, joguei pela primeira vez o Quake Live e gostei muito.

O Théo Azevedo, que escreve sobre games para o caderno Informática, já falou uma vez sobre o jogo, que roda diretamente do navegador. É só baixar um plug-in, que funciona em Windows, Mac e Linux. O melhor: é tudo de graça.

O objetivo do jogo é simples. Basta entrar em uma sala e sair atirando em todo mundo. Ganha quem matar mais gente.

Na primeira vez que você joga, precisa disputar uma partida contra um robô para avaliar sua habilidade. Assim, o jogo indica salas que tenham jogadores com nível equivalente ao seu.

Os requisitos mínimos são extremamente baixos: Internet Explorer 7.0 ou superior/Firefox 2.0 ou superior, processador de 800 MHz, placa gráfica Nvidia GeForce 4 MX ou superior, ATI Radeon 8500 ou superior, Intel i915 chipset ou superior.

Na prática, o jogo funciona bem até em netbooks, que estão entre os computadores mais modestos dos dias de hoje.

Testei Quake Live num netbook HP Mini (processador Intel Atom de 1,6 GHz e memória RAM de 2 Gbytes) e rodou praticamente tão bem quanto em um computador de mesa muito mais potente (processador Core 2 Duo de 2,93 GHz e 4 Gbytes de memória RAM, com gráfico integrado).

Os gráficos não estão entre o que há de mais avançado, mas são, na minha opinião, excelentes. A jogabilidade é ótima e as batalhas são muito divertidas, apesar de eu sempre ficar entre os últimos colocados.

Ficou interessado? Vá a www.quakelive.com, jogue e volte aqui para contar o que achou.

Escrito por Rafael Capanema às 19h02

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Gráfico

Navegadores

A morte do Netscape, a ascenção do Firefox e o crescimento de nevagadores como Chrome e Opera podem ser vistos de uma maneira bastante didática no gráfico disponibilizado neste site. A porcentagem do mercado abocanhada por cada programa é mostrada desde janeiro de 2002.

Escrito por Amanda Demetrio às 15h35

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Artista transforma sites em livros antigos

Releitura

O que aconteceria se sites populares da internet, como o Facebook, o Twitter, a Wikipéia e o LinkedIn, se transformassem em capas de livros  feitas na década de 1960? A artista Stéphane Massa-Bidal resolveu fazer essa releitura, e o resultado é bem interessante  =)

Vejam mais: http://www.flickr.com/photos/hulk4598/sets/72157622848122389/

Escrito por Daniela Arrais às 14h38

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Camiseta feita para quem quer privacidade

Sem identificação

Se você não gosta de ser identificado nas fotos postadas em redes sociais como Orkut e Facebook, vai apreciar a camiseta que diz "Don't Tag me in This Photo" (não me marque nesta foto, na tradução do inglês).

Vejam mais: http://donttagmeinthisphoto.com/

Escrito por Daniela Arrais às 14h32

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Aplicativo para Android faz buscas por imagens

Visual

O Google não para de inventar. A empresa lança o Google Goggles, aplicativo criado para smartphones com sistema operacional Android. A ideia é que você mude a forma como faz buscas: não é preciso digitar ou falar um termo, basta apenas apontar para o objeto e fotografá-lo. A partir daí, o aplicativo faz uma busca visual e exibe o resultado na tela.

Segundo o Google, o aplicativo pode reconhecer mais de mil lugares, obras de arte, rótulos de vinho e capas de livro, por exemplo. O programa está disponível para download gratuito no site Android Market, que também pode ser acessado pelo seu celular.

Vejam o vídeo com a explicação sobre o novo serviço:

 

Escrito por Daniela Arrais às 12h43

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Jogo Tetris inspira design de cadeira

Decoração

O designer Gabriel Cañas se inspirou no jogo Tetris para criar essa cadeira, que foi feita com módulos independentes de fibra de vidro

Via Coroflot

Escrito por Daniela Arrais às 12h08

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Confira câmeras testadas pelo caderno Informática

Imagens

A atriz Camila Murano em cena da peça "O Fio das Missangas". Ela foi fotografada com a Olympus E-620

Fotos Daniela Arrais/Folha Imagem

Os atores Fábio Leal e Bryan Ruffo na referida peça, fotografados no modo Grainy Film

Prédios na avenida Paulista capturados com o filtro artístico Pin Hole

Decoração de Natal fotografada no modo Pin Hole da Olympus E-620

As imagens acima foram feitas com uma Olympus E-620, com lentes Zuiko 12-60 mm. Na edição desta semana do caderno Informática, testamos várias câmeras. Aqui, vocês veem as câmeras e a algumas fotos tiradas com elas.

Olympus

Na Folha, para assinantes: E-620, da Olympus, tem filtros artísticos

Kodak

Na Folha: Kodak Z950 é compacta e produz vídeos em alta definição

Panasonic

Na Folha: Lumix FZ35 tem zoom poderoso

Samsung

Na Folha: ST1000 permite enviar imagens por Bluetooth

Fuji

Na Folha: Z300, da Fuji, faz fotos a partir do toque na tela

Escrito por Daniela Arrais às 20h11

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Google Chrome agora suporta extensões

Amigo fura-olho

Quando o Chrome foi lançado, em setembro de 2008, houve quem visse na investida do Google uma ameaça ao Mozilla Firefox. Afinal, uma das principais fontes de renda da Mozilla é a caixa de pesquisa do Google no canto superior direito do Firefox (cada vez que você a usa, a Mozilla ganha alguns trocados da gigante das buscas).

Além de ser bastante rápido, o Chrome trouxe novidades interessantes, como tratar cada aba como um processo separado –assim, se uma página travar, fecha-se apenas ela, e não o navegador inteiro.

Até hoje, porém, o Chrome não passou de 4% do mercado global de navegadores, enquanto o Firefox tem 25%, de acordo com a Net Applications.

Isso talvez se explique, parcialmente, pelo fato de o Chrome não dispor de um recurso essencial para fãs do Firefox: suporte a extensões (pequenos programinhas que acrescentam funcionalidades ao navegador).

Pois isso mudou ontem, quando o Google anunciou a chegada das extensões ao Chrome, além de versões beta (de testes) do navegador para Mac e Linux.

Para instalar os complementos, é preciso ter a última versão beta do Chrome, que pode ser baixada aqui.

Já testei algumas das extensões, que estão disponíveis em chrome.google.com/extensions. Quase todas das que não abro mão no Firefox, como Shareaholic e Xmarks, já chegaram ao Chrome.

O mais interessante é que não é preciso reiniciar o navegador para instalar complementos no Chrome, ao contrário do que acontece no Firefox. E, assim como no caso das abas, cada complemento funciona como um processo separado –o que, segundo o Google, evitaria travamento e lentidão do navegador.

Pergunto aos leitores do blog, principalmente usuários do Firefox: o que acham do Chrome? Pretendem migrar para ele agora que foram lançadas as extensões?

Escrito por Rafael Capanema às 18h50

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Segurança

Exposição no Facebook

Você anda aceitando convites de estranhos no Facebook? Estudos conduzidos pela Sophos indicam que grande parte das pessoas está se abrindo demais nas redes sociais. Veja o vídeo:

(visto no blog Lifehacker)

Escrito por Amanda Demetrio às 15h25

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Fotógrafo se inspira no Twitpic para criar editorial fashion

Moda

O fotógrafo Steven Meisel resolveu inovar em seu editorial para a "Vogue" italiana de dezembro. Ele se inspirou no Twitpic, ferramenta que permite o compartilhamento de fotos via Twitter, e criou o Meiselpic, em que modelos consagradas aparecem em poses descontraídas.

No editorial, 20 tops como Gisele Bündchen, Lara Stone e Naomi Campbell aparecem em imagens tiradas pelo fotógrafo com celulares, máquinas digitais e computadores. As fotos são acompanhadas por comentários, bem ao estilo que você e seus seguidores costumam fazer.

Vejam o ensaio: http://www.fashionologie.com/6524321

Escrito por Daniela Arrais às 14h54

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Gigantes da eletrônica participam de cartel de LCD

LCDgate

O JÚLIO WIZIACK, repórter da editoria de Dinheiro, revelou, em reportagem destacada na primeira página da Folha de hoje, que o governo investiga a ação no Brasil de um cartel internacional de frabricantes de telas de cristal líquido. Com texto minucioso e artes detalhadas, o repórter mostra como funciona a tramóia, que já foi punida em outros países vítimas da ação de empresas. Pedi a ele que fizesse um resumo da ópera especialmente para este blog (para ler o material publicado hoje, clique AQUI, para assinantes da Folha e/ou do UOL). Sem mais delongas, segue o texto de WIZIACK.

A SDE (Secretaria de Direito Econômico), um dos braços da Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência, abriu hoje um processo contra um cartel internacional de telas de LCD para apurar os estragos causados a consumidores e fabricantes de eletrônicos no país.

No mundo, participaram do esquema a LG (matriz) e a LG americana, a taiwanesa Chungwa e as japonesas Sharp, Hitachi e Epson Imaging (antiga Sanyo). A Samsung também participou, mas ficou fora por ter recebido imunidade como benefício por ter delatado o cartel, em 2006. No Brasil, as investigações duraram quase um ano e estão sendo acusadas Chungwa, Hitachi, LG, Samsung, Sharp, Epson e diversos executivos.

Esse é um dos casos mais importantes investigados pela secretaria nos últimos anos e que afeta praticamente todos os consumidores do país. Isso porque as telas de LCD são componentes usados em televisores, celulares, calculadoras, câmeras fotográficas _equipamentos que respondem por praticamente metade das vendas de produtos fabricados na Zona Franca de Manaus.

Nos últimos anos, as vendas de LCD explodiram, principalmente a de televisores e celulares. Os brasileiros começaram a trocar seus aparelhos de tubo pelos de LCD em alta definição, um movimento que se verifica até entre os emergentes da classe C. No caso dos celulares, já existem 170 milhões no país.

É verdade que a renda do brasileiro aumentou e a oferta de crédito na praça não cedeu, especialmente após a crise financeira. Mas o sucesso de venda dos produtos com LCD não teria ocorrido se o cartel internacional de LCD não tivesse sido desmantelado nos EUA, em 2006. Foi a partir daí que os preços das telas começaram a cair no mundo.

Esse caso é tão escandaloso que até os fabricantes de equipamentos, como a Nokia, a Apple, a Nintendo, entraram com ações exigindo indenizações de seus fornecedores. Em geral, fabricantes de celulares negociam compras em grande escala e pedem descontos para que seus produtos se tornem mais competitivos nas lojas. Um dos integrantes do cartel chegou a impedir que a Nintendo conseguisse esses descontos nas telas que seriam usadas em seu Nintendo DS, um dos sucessos de venda.

Além disso, os integrantes do esquema combinavam aumento de preços desses insumos e até a redução da oferta para manter os preços em patamares mais elevados. Cálculos iniciais demonstram que o fabricantes chegaram a pagar, em média, até 20% a mais para ter esses componentes.

É possível que suas subsidiárias no Brasil sigam o mesmo caminho, assim que o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) julgar o processo aberto hoje pela SDE. Nesse momento, autoridades de defesa da concorrência em todo o mundo estão avaliando os impactos desse cartel. Como esses componentes são totalmente importados eplo Brasil, eles terão de encontrar nas guias de importação do Ministério do Desenvolvimento quem importou o quê e em qual quantidade entre 2001 e 2006, prazo em que vigorou o cartel.

No Japão, executivos condenados anunciaram desistir de parte de seus salários como forma de recompensar os clientes pela perda. O gesto, tipicamente asiático, está muito longe do ressarcimento a que têm direito milhares de consumidores em todo o mundo.

Artimanha para manter preço alto

Na Zona Franca de Manaus, o fim do cartel, em 2006, derrubou tanto o preço das telas de LCD que fez com que as vendas de televisores, carro-chefe desse mercado, atingissem 2,3 milhões de unidades produzidas, entre janeiro e setembro deste ano. O faturamento bateu em US$ 1,7 bilhão, só perdendo para o ramo das motocicletas.

Não por acaso, os fabricantes que montam LCD em Manaus, procuravam uma fórmula para impedir que o preço continuassem em queda livre. A própria Samsung, que denunciou o cartel nos EUA em troca de escapar das implicações impostas da lei, já vende TVs com LCD por menos de R$ 3.000.

A estratégia para evitar essa queda é embutir o conversor digital nos aparelhos. Com esse "valor agregado", será possível segurar o preço. É o que dizem os presidentes da Samsung, da Panasonic, entre outros. Essa artimanha foi chancelada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio que, por meio de uma portaria interministerial, passou a obrigar os fabricantes a inserir o conversor nos televisores, uma decisão que agradou o polo amazonense e desagradou o Ministro das Comunicações, Helio Costa.

Costa tinha imposto aos fabricantes a produção de conversores digitais no mercado separadamente, como forma de massificar o acesso da população, principalmente a de baixa renda, para receber o sinal da TV digital.

Escrito por Rodolfo Lucena às 14h41

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Noivos twittam e usam Facebook no altar

Casamento 2.0

O noivo (@TheSoftwareJedi) achou que era uma boa atualizar seu status de relacionamento no Facebook e Twittar enquanto casava com sua mulher (@TracyPage). Antes mesmo de poder "beijar a noiva".

Escrito por Amanda Demetrio às 15h03

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Teste a nova interface de busca do Google

De cara nova

No caderno Informática de hoje, falamos sobre a nova interface de busca do Google, que está em fase de testes.

Para experimentá-la, siga as instruções abaixo:

  1. Vá a www.google.com/ncr (a versão em inglês dos EUA do Google - você também pode ir a www.google.com.br e clicar em Google.com in English)
  2. Se estiver logado no Google, faça logoff, clicando em Sign out, no canto superior direito
  3. Copie o código abaixo e cole-o na barra de endereços do navegador (onde você digita o endereço dos sites):

javascript:void(document.cookie="PREF=ID=20b6e4c2f44943bb:U=4bf292d46faad806:
TM=1249677602:LM=1257919388:S=odm0Ys-53ZueXfZG;path=/; domain=.google.com");

Escrito por Rafael Capanema às 14h59

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Balanço da década

Os melhores


A Adweek Media está promovendo um grande concurso para eleger os melhores da década. Entre eles, os melhores sites e blogs. Você pode ver os indicados aqui, e dar seu voto.

Os blogs de tecnologia estão se destacando na votação da categoria, são cinco (Gizmodo, Boing Boing, Engadget, Lifehacker e TechCrunch) das indicações dadas - existe a opção de votar em um blog que não esteja na lista. Nos sites, Google e Wikipédia estão na liderança até o momento.

Escrito por Amanda Demetrio às 18h20

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Mercado de PCs vai crescer em 2010

Previsões

Crise econômica é coisa de 2009. Opa, o ano ainda não acabou, mas empresas já começam a divulgar balanços sobre o ano e previsões para 2010. A Intel reuniu jornalistas hoje em São Paulo para apontar alguns desses dados. Segundo a empresa, o mercado brasileiro de PCs deve registrar forte crescimento no ano que vem _na ordem de dois dígitos.

A tendência para o ano que vem é a mobilidade, o que deve fazer a venda de notebooks e netbooks ultrapassar mais de 50% do volume de vendas de computadores.

Os desktops terão destaque no varejo e serão comprados, principalmente, pela classe C.  "Apenas 25% das famílias da classe C possuem computadores. Se levarmos em consideração que essa fatia do mercado concentra 23 milhões de lares, acreditamos que exista um enorme potencial de crescimento. Além disso, esse segmento dá preferência ao desktop, por já ser mais conhecido pelo consumidor e poder ser compartilhado por todos", afirma Cássio Tietê, diretor de marketing da Intel.

A mobilidade também deve puxar a curva de crescimento do mercado. A Intel afirma que o Brasil será o terceiro maior mercado de PCs do mundo em 2010, ultrapassando Japão e Alemanha e ficando atrás de Estados Unidos e China. 

O que o consumidor quer?

O que o consumidor vai procurar na hora de escolher são equipamentos com múltiplas funções ou com tecnologia embarcada _o processador estará embarcado em carros, "oferecendo opções de info-entretenimento, congregando informações como GPS, dados sobre segurança do carro", diz a empresa.

Outra coisa que vai impulsionar o crescimento na venda de PCs é a compra do segundo computador. Se na hora da compra do primeiro modelo o consumidor médio é atraído mais pelas condições de financiamento, na segunda compra ele fica mais atento às configurações que atendam às suas necessidades, afirma Edvaldo Armellini, gerente de pesquisa de marketing da Intel para a América Latina. "Na segunda compra, o consumidor pesquisa mais. Além disso, o brasileiro é muito curioso e não quer ficar para trás, portanto procura modelos sofisticados", diz.

Em comum, consumidores de todas as classes sociais querem um computador que se conecte à rede. "A internet cria um fascínio muito grande."

E são cinco as faixas de adoção pelas quais esse consumidor passa: primeiramente, ele quer um computador que permita a conexão banda larga para trocar e-mails, ler notícias; depois, ele começa a baixar conteúdo, a armazenar fotos, começa a gravar CDs de música; no terceiro estágio, ele começa a usar ainda mais a capacidade do computador, armazena vídeos, faz upload no YouTube, por exemplo; em seguida, ele passa a produzir ainda mais conteúdo e necessita de mais capacidade de processamento e de espaço em disco; por último, chega ao estágio da web 2.0, em que a internet é o foco principal e oferece possibilidades de ver conteúdo em streaming, por exemplo, o que demanda rapidez do micro.

O design também é outro fator que pesa na hora da decisão _portanto, nada de CPUs pretas e pesadas, diz Armellini. "O consumidor adora o que é fashion e dá status. Ele também quer facilidade. Quer plugar o aparelho e começar a usá-lo, não quer ligar um fiozinho aqui e outro ali."

Por fim, aparece a multifuncionalidade, atrativo para consumidores dos mais diversos perfis. "O consumidor gosta de saber que, ao comprar um notebook, ele vai poder trabalhar, se divertir e, quando fizer uma viagem, aquele aparelho vai servir para passar um filme em DVD para seu filho."

Escrito por Daniela Arrais às 18h10

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Balanço 2009

Invenções do ano

A revista Time elegeu algumas das melhores invenções do ano de 2009. Entre elas o Projeto Natal, da Microsoft. Veja mais:

Escrito por Amanda Demetrio às 18h00

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Estudo

Antropologia do YouTube

 

Vídeo em inglês com uma introdução sobre como o YouTube está afetando nossos hábitos. Postar um vídeo é parte de um ritual coletivo? Entenda melhor no vídeo - comprido, mas vale a pena!

A apresentação não é tão nova, mas faz parte de um trabalho maior. No site http://mediatedcultures.net/ksudigg/ você pode ver outros materiais.

Escrito por Amanda Demetrio às 17h01

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Twitter e Facebook se avermelham contra a Aids

Uma cor une a todos

 

Pois liguei o Twitter hoje e a página de abertura estava diferente, totalmente redesenhada e VERMELHA!!!!

Do azul-bebê de sempre, restava só o passarinho.

Uma tarja vermelha, de lado a lado da página, explicava ser hoje, primeiro de dezembro, dia mundial de combate à Aids. E o Twitter está apoiando uma campanha internacional para arrecadação de fundos para ajudar as vítimas da doença na África e para auxiliar no combate a esse mal.

A causa empolgou outros sites de relacionamento, como o Facebook , que também se avermelhou pela bem da humanidade.

Para saber mais sobre o assunto, clique AQUI para visitar o (Blog) Red, que concentra informações sobre a campanha. O site oficial está AQUI.

Escrito por Rodolfo Lucena às 09h44

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