Blog de Tec

Nada que é digital nos é estranho

 

Twitter é a palavra do ano

O eleito

Biz Stone, um dos fundadores do Twitter, em visita ao Brasil. Foto de Eduardo Knapp/Folha Imagem

A palavra do ano na internet é Twitter, segundo aponta pesquisa do Global Language Monitor. Em segundo lugar aparecem Obama e H1N1, a famosa gripe suína.

"Para nós é uma surpresa que o Twitter chegou como número um, em vez de Obama", disse Paul JJ Payack, presidente da entidade. "Mas isso mostra como o Twitter é grande globalmente." O sucesso da palavra Twitter, diz ele, não ocorre porque as redes sociais estão tomando o mundo como uma tempestade, mas porque [Twitter] é "uma palavra divertida", que gerou um vocabulário próprio _twetts, dicionário de tweets e até twitterature, para quem se aventura a escrever literatura em 140 caracteres.

A pesquisa foi feita em universo de mais de 1,58 bilhão de pessoas. Veja a lista de palavras do ano (www.languagemonitor.com/):

1. Twitter

2. Obama

3. H1N1

4. Stimulus

5. Vampire

6. 2.0

7. Deficit

8. Hadron

9. Healthcare

10. Transparency

11. Outrage

12. Bonus

13. Unemployed

14. Foreclosure

15. Cartel

Via Guardian

Escrito por Daniela Arrais às 17h11

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Kindle bate recorde de vendas

E-reader

A Amazon anunciou que o Kindle, seu leitor eletrônico de livros, bateu recorde de vendas no mês de novembro. O e-reader é o produto mais desejado, o mais enviado como presente e o número um em vendas em todas as categorias, disse a loja on-line.

"Para cada cem livros vendidos fisicamente, nós vendemos 48 livros Kindle", afirmou Cinthia Portugal, porta-voz da Amazon.com. "Nossos clientes nos dizem que leem mais com o Kindle porque nunca precisam se preocupar com livros esgotados."

Escrito por Daniela Arrais às 15h28

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Realidade aumentada funciona como cartão de visitas

Futuro

Imagine que você está vendo uma apresentação de um executivo e quer saber mais informações sobre ele. Você aponta seu celular para o rosto do homem em questão e, em segundos, tem acesso às informações disponíveis sobre ele na internet. Acha que isso é coisa para o futuro? Pois então saiba que a realidade aumentada, conceito que permite visualizar a identidade digital de pessoas que você encontra na vida real, já começa a fazer parte da vida de algumas pessoas. Vejam o vídeo:

 

Escrito por Daniela Arrais às 14h22

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Banda Queen encontra Mario

Mistura

Veja e ouça "Don't Stop Me Now", um dos clássicos da banda Queen, reproduzido com efeitos sonoros do game Super Mario World:

 

Via @dlima

Escrito por Daniela Arrais às 12h15

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Famosos dizem por que usam Twitter

Enquete

O apresentador do "Altas Horas", Serginho Groisman, costuma perguntar aos famosos que passam pelo seu programa por que eles usam (ou não) o Twitter. Vejam algumas respostas!

Luiza Possi (@luizapossi)

 

Maria Rita (@mroficial)

 

Fernanda Paes Leme (@FePaesLeme)

 

Pitty (@pittyleone)

 

Ana Carolina, que não tem Twitter

 

Arnaldo Antunes (@antunes_arnaldo)

 

Laura Pausini (@officialpausini)

 

Escrito por Daniela Arrais às 11h20

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Ópera vai passar ao vivo na internet

"Barbeiro de Sevilha"

A ópera de Rossini "O Barbeiro de Sevilha", atualmente em cartaz no teatro São Pedro, em São Paulo, terá uma de suas exibições transmitida ao vídeo na internet.

Sobre a montagem, a edição de hoje do "Guia da Folha" diz o seguinte: " A Orquestra Jovem Municipal de Guarulhos e o Coral Vozes de São Paulo, regidos por Emiliano Patarra, embalam esta montagem da ópera de Rossini, com seis solistas no elenco".

A transmissão será feita no dia primeiro de dezembro, às 20h. Para saber mais sobre o evento, clique AQUI.

Escrito por Rodolfo Lucena às 17h28

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Se a internet é um vício, que droga seria?

Rehab

 

 

Você costuma dizer por aí que é viciado em internet? Passa horas no Facebook, no Twitter, atualiza várias vezes por dia seu Tumblr e ainda arranja tempo para navegar no YouTube?

O ilustrador Patrick Moberg levou essa idéia ao pé da letra e resolveu ilustrar o vício correspondente a cada um desses sites populares. Enquanto o Tumblr é uma elegante taça de vinho, o Twitter é cocaína. O YouTube, por sua vez, vira uma dose de tequila _uma maneira divertida de gastar algum tempo que, provavelmente, você não lembrará depois.

Vejam mais desenhos, com definições em inglês: http://www.patrickmoberg.com/internet-vices/

Escrito por Daniela Arrais às 19h01

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Vídeo alerta sobre exposição na internet

Reflexão

Quando você coloca uma foto na internet, já era: qualquer um tem acesso a ela. E, infelizmente, nem sempre são apenas seus amigos e sua família que estão interessados em ver você. O vídeo abaixo, "Think Before You Post" (pense antes de postar, em tradução livre) foi feito pelo National Center for Missing & Exploited Children, com o objetivo de alertar sobre os riscos de subir informações pessoais na rede.

 

Escrito por Daniela Arrais às 18h06

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Confira quadro de Picasso em 3D

Outra dimensão

Veja uma apresentação de três dimensões de "Guernica", do espanhol Pablo Picasso:

 

Escrito por Daniela Arrais às 15h53

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Veja tênis feito com peças de máquinas

Sucata

O artista Gabriel Dishaw juntou peças de computadores e máquinas de escrever para fazer o par de tênis mostrado aí acima. Ele chama o trabalho de "junk art".

"Minha paixão por trabalhar com objetos de metal e mecânica tem sido crucial na evolução da minha arte e na libertação da minha imaginação. Ela me dá uma avenida para me expressar de uma forma que tanto me ajuda quanto ajuda o ambiente. O metal tem a capacidade de ressoar muito as fantasias e os processos de pensamento que eu imagino", disse.

Ficou interessante, né?  =)

Via Design You Trust

Escrito por Daniela Arrais às 15h46

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Participe de concurso de fotos feitas com celular

Instantâneo

Se você costuma tirar fotos com seu celular, pode se interessar pelo concurso Foto Celular, promovido pelo Centro Cultural da Justiça Eleitoral. As inscrições vão até o próximo dia 1º de dezembro.

Você pode enviar até cinco fotos com resolução de 2 Mpixels. Veja instruções em http://www.foto-celular.com/concurso

"Por estarem constantemente disponíveis em nosso cotidiano, os aparelhos celulares que tiram fotos permitem registrar nosso dia-a-dia de uma maneira nunca antes vista. Porém, mais que isso, permitem também flagrar situações diversas de um modo talvez mais efetivo e democrático do que o fotojornalismo, mesmo que de forma aparentemente amadora. Aliás, o próprio termo 'amador' vem sido questionado devido à qualidade das novas tecnologias", diz o site do projeto

Confiram mais informações em: http://www.foto-celular.com/

Escrito por Daniela Arrais às 15h14

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Veja paródia sobre o Google Wave

Dois lados

Na teoria, o Google Wave seria pura diversão. Mas quem tem usado o serviço se depara com certa lentidão e algumas falhas na comunicação. O desenho acima mostra de forma bem-humorada esse conflito entre a teoria e a realidade.

Via Digg

Escrito por Daniela Arrais às 16h04

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Google Street View vira arte

Fotografia

O artista plástico Jon Rafman fez uma seleção de belos instantâneos capturados pelas câmeras panorâmicas instaladas nos carros do Google Street View, serviço que oferece imagens em 360º no nível da rua.

Veja algumas imagens no site da National Public Radio e baixe os PDFs com todas as cenas coletadas por Rafman em googlestreetviews.com.

Escrito por Rafael Capanema às 14h36

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Sistema operacional

Chrome OS

Como prometido na edição desta quarta-feira, vamos comentar um pouco mais sobre o Chrome OS, sistema operacional do Google que foi mais detalhado pela empresa na última semana.

Com três palavras em destaque -rapidez, simplicidade e segurança- o Google anunciou um sistema extremamente focado em netbooks. Isso porque a empresa disse estar envolvida também na produção do hardware (o computador propriamente dito) que irá receber seu sistema. Os fabricantes terão que atender a alguns requisitos para poder ter o sistema em suas máquinas.

O Chrome OS é um sistema de código aberto baseado em Linux, mas tem o grande diferencial de todas as aplicações rodarem on-line, no navegador. Nas palavras do Google, a ideia é que o seu navegador seja o seu sistema operacional.

Um destaque do sistema é a segurança na hora de rodar os programas. Segundo o Google, cada um deles deve rodar em uma espécie de caixa de areia isolada do resto do sistema para evitar que as atividades prejudiquem o resto do computador. Além disso, a empresa informa que a cada inicialização do sistema o código será verificado e, se algo foi alterado, o programa corrige ou nem abre. E o Google promete que tudo isso será rápido -é preciso testar, é claro.

Escrito por Amanda Demetrio às 13h17

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Veja vídeo sobre a Olympus Pen

Vintage

O ator Kevin Spacey é o garoto-propaganda da câmera fotográfica Olympus Pen. A Folha já testou o modelo E-P1 (leiam aqui). Confiram o vídeo:

 

Escrito por Daniela Arrais às 13h13

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iPod ajuda na recuperação de pacientes

Terapia

Ouvir música no iPod é um hábito solitário, que deixa o ouvinte isolado do resto do mundo, certo? Nem tanto. Para vítimas de ataques ou doenças degenerativas, iPods e outros tocadores de MP3 têm o efeito oposto, como mostra reportagem do "Wall Street Journal".

Um paciente vítima de infarto voltou a andar e a usar as mãos depois de ouvir rap e reggae todo dia. Outro paciente, que caiu de uma construção do quarto andar e machucou a laringe, ficou tão interessado por música que escreveu 400 canções.

"O que eu acredito que está acontecendo é que, por envolver mecanismos muito básicos das emoções e da escuta, a música estimula áreas adormecidas do cérebro que não estão acessíveis devido à doença degenerativa", diz Concetta Tomaino, do Institute for Music and Neurologic Function, uma organização sem fins lucrativos fundada em 1995.

Confira a reportagem completa, em inglês: http://online.wsj.com/article/SB10001424052748704538404574540163096944766.html

Escrito por Daniela Arrais às 13h06

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Veja quadrinhos sobre internet

Humor

O Techno Tuesday faz quadrinhos super bem-humorados sobre a relação das pessoas com a tecnologia

Confiram, em inglês: http://www.technotuesday.com/

Escrito por Daniela Arrais às 12h56

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Internauta comenta futebol

Campeonato

Quarta-feira é dia de futebol. E, de olho nisso, o Yahoo! Brasil convida internautas a mostrarem seus conhecimentos sobre o esporte. Durante as transmissões dos jogos do Campeonato Brasileiro na TV Bandeirantes, torcedores que acessarem o www.yahoo.com.br conseguem fazer comentários sobre a rodada, dar sugestões de alterações técnicas e táticas e também conseguem fazer perguntas para os narradores e comentaristas.

A ação dura até a última rodada do Brasileirão. Não é preciso se cadastrar para participar. Basta acessar a página, passar o mouse sobre o ícone  “Técnico Yahoo!” e clicar em “Quero Comentar”. Os cinco melhores comentários serão enviados para a produção do programa e lidos pelos comentaristas durante as transmissões dos programas “Abre o Jogo” e “Terceiro Tempo”, diz o Yahoo!. O melhor de todos ao final da ação assistirá ao vivo ao programa nos estúdios da emissora, em São Paulo.

Escrito por Daniela Arrais às 19h30

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Veja fotos da nova sede do Twitter

Cara nova

Lembra quando a Folha foi a San Francisco e mostrou em primeira mão a sede do Twitter para vocês?

Aqui: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u583728.shtml

E aqui: http://bit.ly/sededotwitter

Agora o escritório do serviço de microblog está de cara nova. Confiram:

Vejam todas as fotos no Flickr: http://www.flickr.com/photos/twitteroffice/sets/72157622693903079/

Escrito por Daniela Arrais às 17h48

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Você tatuaria um telefone na sua perna?

Esquisitice

Quem teria coragem de "protestar" contra a Apple assim? Eu, hein...

Via Fake Steve

Escrito por Daniela Arrais às 15h51

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Leica lança modelo Hermès

Luxo

Se ter uma câmera Leica já era o sonho de consumo de qualquer apaixonado por fotografia, imagine agora que a empresa lançou uma edição limitada do modelo M7 em parceria com a grife Hermès?

A câmera é analógica e comporta filmes de 35 mm. Tem um acabamento cromado e revestido em couro, nos tons marrom e laranja. Apenas 200 modelos foram produzidos. Dá para imaginar o quanto custa ter um luxo desses nas mãos?

Então eu falo para vocês: 8.550 libras! Ou o equivalente a R$ 24,5 mil.

Via Leica Rumors

Escrito por Daniela Arrais às 15h30

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TEDxSP

Birds on the Wires

Conforme prometido na edição desta quarta-feira, coloco no blog um vídeo com a execução do TEDxSP da música "Birds on the Wires". A canção foi composta por Jarbas Agnelli a partir de uma foto de pássaros em fios elétricos. Veja neste link.

Update: o vídeo está dando problemas, mas já estamos consertando.

 

Escrito por Amanda Demetrio às 01h56

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Acordo

Entidade investe no Brasil

A Web Foundation (www.webfoundation.org) anunciou, nesta semana, uma parceria com o CDI (Comitê de Democratização da Informática, www.cdi.org.br) do Brasil. As duas entidades devem montar juntas cinco projetos pilotos ligados à inclusão digital e produção de conteúdo na Europa, na América Latina e no Oriente Médio.

De acordo com Rodrigo Baggio, fundador e diretor-executivo do CDI, que explicou melhor como o projeto será colocado em prática. Segundo ele, serão quatro fases.

Na primeira, será feita a captação de recursos -serão necessários US$ 700 mil, segundo Baggio. Depois, serão feitos estudos para escolher quais serão as comunidades a receber os projetos e o piloto deve ser colocado em prática. A quarta –e última- fase será a replicação dos pilotos.

Para saber mais sobre a parceria, a Folha falou com o CEO da Web Foundation, Steve Bratt. Veja a entrevista na íntegra e entenda o que significa a parceria:

FOLHA - O que esse suporte ao CDI significa?

STEVE BRATT – A Web Foundation vai ajudar o CDI a extender os seus programas feitos para ensinar jovens a usar as tecnologias. A entidade planeja colocar mais módulos de ensino nas aulas sobre como criar informação para ser distribuída pela web. Queremos também que o conteúdo produzido pelo projeto seja acessível via telefones celulares, porque o conteúdo móvel é muito importante para as gerações mais novas.

FOLHA – Quanto será investido no Brasil e de onde sairá esse dinheiro? Vocês esperam receber dinheiro do governo?

BRATT – Nós estamos comprometidos a fazer esse projeto com a CDI. Neste momento, estamos procurando pessoas que possam se comprometer com o projeto para que ele comece. Além disso, estamos discutindo com uma grande variedade de empresas e entidades governamentais e não governamentais para explorar como nós poderemos financiar o programa com responsabilidade. Grande parte desse trabalho preparatório será conduzido no Brasil.

FOLHA – Como esse dinheiro será gasto? Você pode adiantar alguns projetos e quando eles devem começar?

BRATT – O plano é começar os programas piloto em cinco dos quase 800 centros do CDI, localizados nos bairros de maiores desafios econômicos das cidades. Também estamos considerando outros locais na América Latina e no Oriente Médio. O dinheiro levantado será usado para contratar professores especialistas, desenvolver cursos, traduzir materiais para a linguagem local, treinar os educadores dos cinco centros, entregar esse treinamento aos jovens e avaliar os resultados. Nós esperamos levantar dinheiro suficiente para começar o projeto em 2010.

FOLHA – Por que vocês escolheram a CDI e o Brasil?

BRATT – Nós escolhemos a CDI por causa da similaridade entre metas e objetivos com a nossa organização e porque o CDI tem uma ótima reputação como um líder em educação de jovens no uso da tecnologia para melhorar suas vidas. A Web Foundation quer dar aos jovens o poder que vem com a possibilidade de expressar idéias e se comunicar via internet. Nossa missão é similar e complementar com a do CDI. Já o Brasil é um excelente lugar para a Web Foundation lançar uma das suas primeiras iniciativas enquanto entidade global determinada a expandir o acesso a internet para as pessoas. Nós queremos construir programas que garantam que a internet seja acessível para todas as pessoas, independente de língua, idade ou localização. Para fazer isso, nós precisamos nos concentrar nos aparelhos móveis como o veículo para a distribuição da web, já que quase 70% da população do mundo tem acesso a um celular. Por causa do número crescente de pessoas usando celulares no Brasil, o país é ideal para um de nossos objetivos: fazer o conteúdo móvel mais acessível.

FOLHA – Que tipo de mudança a Web Foundation quer ver no Brasil com o projeto?

BRATT – A internet se desenvolveu como uma plataforma aberta para comunicação e colaboração de todos. Nós esperamos que, como resultado dos nossos esforços com o CDI, mais jovens se sintam confortáveis para interagir como a internet e criar a espécie de conteúdo que lhes beneficie e beneficie sua comunidade. Nosso objetivo é expandir a comunidade de usuários da rede, não só no Brasil, mas começando por aqui.

FOLHA – O que se espera que os brasileiros beneficiados façam em troca?

BRATT – A juventude brasileira que se beneficiar dos nossos programas com o CDI vai se tornar mais confortável com a tecnologia e vai compartilhar essa tecnologia com outros. Nós queremos descobrir os melhores jeitos para treinar as pessoas em como usar a rede. Quando o método for identificado, nós esperamos que as pessoas sejam capazes de compartilhar esse conhecimento e ajudem em programas por muitos anos. Além disso, se o programa piloto tiver sucesso, a Web Foundation e o CDI esperam expandir isso para centenas de comunidades no Brasil e no mundo.

FOLHA – No nosso países, a internet móvel ainda está engatinhando por causa dos planos caros das operadoras e da grande quantidade de celulares pré-pagos. Como vocês planejam trabalhar nesse contexto?

BRATT – O acesso a internet através de aparelhos móveis é lento em vários países ao redor do mundo, pelas razões que você citou e por outras. Nós esperamos desenvolver conteúdo que não seja difícil de baixar e que não exija uma conexão em alta velocidade. Apesar disso, as pessoas estão acostumadas com a internet rápida em nossos computadores de mesa, o que é um luxo que começamos a ter nos últimos cinco anos. Você lembra como era usar uma conexão mais lenta? Era insuportável em alguns momentos, é claro, mas existiam vários casos em que a pessoa estava disposta a esperar um tempo extra para baixar uma informação necessária. Mesmo com a conexão lenta de internet, vale a pena se você poder fazer o download de uma lição depois da escola ou de uma informação de saúde para cuidar de um membro da família. Além disso, o aumento de conteúdo móvel disponível vai aumentar a demanda por um serviço melhor.

Escrito por Amanda Demetrio às 16h01

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Teste

Blackberry Curve 8520



O BlackBerry Curve 8520, recentemente lançado no Brasil pela Vivo e pela RIM, é o típico celular para os que vivem superconectados ou executivos. Sem tela sensível ao toque, o celular tem bons recursos de multimídia (traz um atalho na tela principal para fotos e músicas), mas o fato de ele não ter 3G pode ser determinante na hora da compra.

Como um todo, o celular não é o tipo de smartphone que dá medo de quebrar. A estrutura parece sólida, sem deixar de lado a beleza do aparelho. Outra vantagem é que seu material não risca com tanta facilidade.

Os ícones do menu podem ser um pouco confusos para um usuário iniciante, mas os conhecedores dos aparelhos da marca Blackberry já devem estar adaptados. O teclado QWERTY também pede adaptação, principalmente pelo posicionamento da letra "A", e leva um tempo para o usuário se acostumar com o esquema de maiúsculas e minúsculas. Apesar disso, depois da adaptação, o teclado é um grande ponto positivo do celular.

A navegação na tela é feita com o auxílio de um trackpad sensível ao toque (no lugar da tradicional esfera que a marca usa), que facilita os movimentos do cursor. Em todos os testes feitos, o trackpad funcionou muito bem, sem falhas para a leitura.

A câmera tem resolução de 2 Mpixels e não é um dos pontos altos do aparelho. A qualidade da imagem fica bem ruim com o zoom no máximo. Também nessas condições a imagem perde sua estabilização. Apesar disso, a câmera faz bons vídeos.

Mas, pelo que parece, a ausência de 3G é o maior ponto fraco do aparelho, apesar de ele tentar compensar com o Wi-fi.

Blackberry Curve 8520
Vendas na Vivo, por preços de R$ 49 a R$ 499, de acordo com o plano escolhido.
Veja outras características em http://bit.ly/bbcurve8520

Escrito por Amanda Demetrio às 16h14

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OOMouse tem 18 botões

Épico

Desenvolvido pela WarMouse em parceria com a equipe responsável pelo pacote de escritório gratuito OpenOffice.org, o OOMouse é "o primeiro mouse multibotões desenhado para uma ampla variedade de softwares, incluindo Adobe Photoshop, Autodesk AutoCAD, Microsoft Office e OpenOffice.org".

O mouse tem 18 botões programáveis com funcionalidade de duplo clique.

Fico imaginando qual seria a reação de Steve Jobs ao OOMouse, dada a sua obsessão patológica antibotões (vide o trackpad sem botões dos MacBooks, o iPod shuffle sem botões e o Magic Mouse sem botões). Estranhei, aliás, que o mordaz Fake Steve Jobs não tenha se manifestado até agora.

Escrito por Rafael Capanema às 18h56

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Firefox completa cinco anos

Aniversário

"Construído para tornar a internet melhor", o navegador Firefox completa cinco anos. Vejam a animação produzida pela Fundação Mozilla:

 

Acompanhem, também, o site comemorativo do aniversário do navegador: http://www.spreadfirefox.com/5years/pt-BR/

Escrito por Daniela Arrais às 15h29

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Tecnologia divide homens e mulheres

Comportamentos diferentes

 Homens e mulheres têm um olhar diferente para as traquitanas tecnológicas.

Pelo menos, a julgar por pesquisa divulgada pela Helpline, uma empresa de Londres que presta serviço de assistência técnica por telefone no movimentado terreno da informática.

Segundo o estudo, que é baseado em 75 mil ligações recebidas pelo serviço entre 25 de setembro e 23 de outubro, 64% dos homens pedem ajuda sem nem sequer ter lido o manual de instruções do produto que os atormenta. Já as mulheres são mais precavidas, a julgar pelo que diz a Helpline: apenas 24% delas não tinham lido o manual antes de ligar em desespero de causa.

O resultado disso é que 12% dos problemas relatos por homens foram resolvidos por medidas como colocar o fio na tomada ou apertar o botão de ligar o aparelho... No caso da mulheres, que anedotas costumam colocar como avessas ao mundo eletrônico, isso aconteceu em 7% dos chamados.

As mulheres falam mais durante a conversa para tentar resolver o problema; já os homens, que conversam menos, acabam tendo de ligar de novo (fazem isso o dobro de vezes que as mulheres).

E há uma boa quantidade de chamadas absolutamente inúteis. Segundo a pesquisa, 17% das chamadas feitas por mulheres não são para relatar problemas, mas simplesmente para perguntar se estão fazendo tudo dentro dos conformes. Não pense que os homens também não têm essa dúvida cruel: 9% de suas ligações são para fazer a mesma pergunta...

Escrito por Rodolfo Lucena às 17h14

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Como será a internet em cinco anos?

Futuro

Com o fim do ano se aproximando, especialistas começam a opinar sobre como a internet será daqui para frente. O site Noupe fez uma lista de cinco tendências para a internet que devem fazer parte do nosso cotidiano em cinco anos. São elas:

1) Micropagamentos para conteúdo de qualidade

2) Monitores mais amplos para visualizar conteúdo horizontal em sites

3) Revistas com formatos mais interativos, que incluem Wiki e vídeos digitais

4) Conteúdo mais colaborativo, feito em tempo real

5) Mais conteúdo semântico e aplicativos que os explorem

Leiam o texto completo, em inglês: http://www.noupe.com/trends/the-future-of-the-web-where-will-we-be-in-five-years.html

Escrito por Daniela Arrais às 16h01

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Palavras-chave

Jeitos de procurar

Aprenda a procurar palavras-chave que foram popular por um tempo, que são populares agora e que serão populares no futuro. O guia foi feito pelo Quick Online Tips. Veja os básicos:

- Palavras populares por um tempo no passado: Para isso, você pode usar o Google Adwords Keyword Tool. Segundo o blog, você digita antes uma categoria menos específica (carro foi o exemplo dado pelo Quick) e vê, no resultado, o que as pessoas já falaram sobre o assunto e encontra outras combinações da categoria que estão sendo buscadas.

- Palavras populares agora: Para encontrar o que está acontecendo agora, as dicas são o Google Trends e o Trending topics do Twitter.

- Palavras que serão populares no futuro: Neste caso, você precisará organizar e cruzar os dados obtidos nas duas últimas dicas. É um exercício arriscado e sem muita garantia, onde você vê o que já foi e está sendo falado para projetar o que vem por ai. Não entendeu direito? Dê uma olhada nos exemplos usados pelo blog.

Escrito por Amanda Demetrio às 19h25

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A nova literatura


A Eletric Literature (www.electricliterature.com e @electriclit) está tentando mudar o jeito como as coisas funcionam entre literatura e mundo digital. Sob o lema de "usar novas mídias para distribuir e levar as histórias a um lugar de destaque na cultura popular", ela é uma espécie de revista feita de literatura ficcional.

Na prática, o jeito de fazer multimídia funciona assim: a revista literária é distribuída para leitores eletrônicos, iPhone e em versões de áudio. E, a partir do dia 30 de novembro, eles têm um novo projeto: o escritor Rick Moody vai twiitar uma história ao longo de três dias.

Sobre a iniciativa, conversei com Scott Lindenbaum, professor universitário e um dos editores da revista. Veja a entrevista na íntegra:

FOLHA - Antes de tudo, vocês podem me dar umas dicas sobre o que vocês lêem na internet? O que está no leitor de feed de vocês?

SCOTT LINDENBAUM - Nós gostamos do therumpus.net e do htmlgiant.com para discussões vivas sobre literatura. O Teleread.org é uma excelente fonte de informação sobre publicação on-line. E a gente lê dezenas de blogs excelentes sobre literatura, muitos para listar aqui.

FOLHA – Agora vamos do começo. Como surgiu a ideia de criar uma revista com caráter multimídia? Vocês são jornalistas?

LINDENBAUM – Nós não somos jornalistas, apesar de Andy Hunter, o editor-chefe da Electric Literature, ter sido editor-chefe da revista Mean, em Los Angeles, por um bom tempo há alguns anos. Nós nos conhecemos em um programa de literatura ficcional da Universidade Brooklyn, em Nova York. Nossa primeira aventura de publicação juntos foi em uma revista anual da universidade, a Brooklyn Review. Essa experiência nos deu acesso a pessoas motivadas e criativas interessadas em criar uma comunidade literária viva. Mas, também na universidade, tivemos contato com a difícil realidade de se publicar literatura ficcional. Mais uma vez, nos disseram que vender coleções de pequenas histórias se tornou uma quase impossível e que vários jornais literários estavam em perigo, com pequena ou nenhuma distribuição oficial. Invés de nos amedrontar com isso, decidimos tomar uma direção mais ativa. Com a Electric Literature, estamos trabalhando para criar um tipo de canal para as pequenas histórias de ficção que nós gostaríamos que existisse.

FOLHA – O negócio já está se pagando ou vocês têm outros empregos? Vocês estão conseguindo viver (financeiramente falando) da ideia?

LINDENBAUM – Nós temos tido bastante sorte pela atenção que ganhamos da mídia em tão pouco tempo de existência. Como resultado, nós tivemos sucesso financeiro e, se continuarmos assim, poderemos pagar tudo o que foi investido em cerca de um ano. Mas a criação da Electric Literature é um trabalho de amor. Todos que trabalham para a revista, incluindo nós dois [os dois editores, Lindenbaum e Andy Hunter], são voluntários sem pagamento que acreditam no que estão fazendo. Se você contar, existem mais de 30 pessoas que dão seu tempo ao projeto, porque eles querem se assegurar que a literatura permaneça viva no mundo digital. Nós esperamos que um dia a revista seja uma publicação auto-sustentável, mas até lá todos nós temos outros empregos. Eu trabalho como professor na Universidade do Brooklyn e Andy é escritor e editor para uma ONG das Nações Unidas.

FOLHA – Como vocês vêem a junção da literatura com o mundo digital?

LINDENBAUM – Os aparelhos de novas mídias, como o iPhone e os vários leitores eletrônicos que estão se tornando disponíveis (sem mencionar a internet em si), mudaram totalmente o jeito como a informação é levada aos leitores. Nós gostamos de pensar que essa colisão da literatura com as plataformas digitais não cria um conflito e sim uma oportunidade. Invés de limitar a distribuição da palavra escrita, nós estamos agora em um ponto no qual o leitor pode escolher não apenas o que quer ler, mas como quer ler. Então, a chave para ter um novo modelo tem várias vozes, onde várias opções simultâneas estão disponíveis ao leitor. Nós acreditamos que a proliferação do conteúdo gratuito, as pessoas estão dispostas a pagar uma pequena quantia por “filtros confiáveis” – editores que irão encontrar o melhor e entregar para eles. Nós cobramos US$ 0,99 por história e usamos o dinheiro para pagar os escritores.

FOLHA – Qual é o futuro das novas mídias na visão de vocês? Para onde estamos indo?


LINDENBAUM – Agora estamos falando de várias opções de novas mídias, como elementos separados, mas talvez no futuro todos esses elementos proporcionem uma única experiência de leitura. Nossos vídeos do YouTube são colaborações artísticas que nós ajudamos a acontecer entre nossos escritores e artistas e músicos. A flexibilidade para entregar conteúdo pelas novas mídias está começando a permitir que mais cruzamentos em um único documento. Melhores livros eletrônicos estão começando a ficar mais comuns, e essas são as primeiras sombras das coisas que estão por vir no mundo da publicação. Estamos orgulhosos em sermos pioneiros. Enquanto o padrão para que os leitores esperam de “livros” evolui, nós estamos perto deles para descobrir estas demandas.

FOLHA – Qual vocês acham que será a próxima febre, depois do Twitter?


LINDENBAUM – É difícil de dizer. Nós sabemos que Samuel Beckett foi assistente de James Joyce por um tempo. A história é que ele teve que transcrever uns rascunhos de Ulisses. Eu gosto de imaginar que depois de estar tão profunda e intimamente envolvido com a reescrita de um livro, cujo objetivo parece ser capturar a face da consciência ao longo de um único dia, que ele não teve outra escolha a não ser cortar a abordagem de Joyce adotando um estilo superreduzido que ele continuou usando ao longo dos anos. Eu acho que não existe uma razão para pensar que, se os sites que deram destaque os blogs, aos microblogs, aos status de Facebook, e agora aos tweets, que nós não vamos mudar de direção a não ser que a redução esteja completa. Algo menor está por vir, provavelmente até quando essa entrevista for publicada. Na verdade, agora existe um projeto online chamado Smith Magazine, que ostenta ser o lugar da “biografia de seis palavras”.

FOLHA – Agora queria que você falasse um pouco da experiência com o Rick Moody. O que ele deve fazer exatamente nessa experiência literária no Twitter?


LINDENBAUM – Rick tem sido um dos meus favoritos autores contemporâneos, e é ótimo o quanto ele tem apoiado nossos esforços para encontrar novas maneiras de entregar pequenos contos para a cultura popular. Essa história no Twitter foi ideia dele. De várias maneiras, o Rick é o autor perfeito para levar um projeto de escrever uma história específica para o Twitter. Ele é um ótimo contador de histórias. A história "Wilkie Fahnstock: The Boxed Set", por exemplo, foi escrita em forma de liner notes [uma espécie de texto de encarte de álbuns de música]. Algumas de suas histórias têm evitado algumas importantes marcas de pontuação, como o ponto final. De um jeito, uma história contada através do Twitter deve ajudar a descobrir exatamente quanta atenção para linguagem um autor de contos precisa ter. Pela limitação -140 caracteres por frase-, ele é forçado a prestar uma grande atenção à cada palavra, e ter um impulso criativo para usar a limitação ao seu favor. E, no final das contas, como Rick diz: “é tudo uma questão de frases.”

Escrito por Amanda Demetrio às 16h56

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Obama fornece previsão do clima

Moço do tempo

Como estará o clima na sua cidade ou naquela que você vai conhecer em uma próxima viagem? Que roupa você deve usar? O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ajuda você com a previsão do tempo no divertido Obama Weather.

Vejam mais: http://obama-weather.com/

 

Escrito por Daniela Arrais às 16h12

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Corpo a corpo com o computador

Interação

Já pensou como seria o Kama Sutra do homem moderno?

Via Geek With Laptop

Escrito por Daniela Arrais às 16h05

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Ouça várias gargalhadas

Risos

Quantos tipos de risada o ser humano consegue reproduzir? Clique nas imagens de abertura do site Buzzman TV para descobrir uma amostra disso. O site da agência francesa reúne posts com links para várias notícias interessantes.

Vejam mais: http://www.buzzman-tv.com/

Escrito por Daniela Arrais às 15h49

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