Tecnologia divide homens e mulheres
Comportamentos diferentes Homens e mulheres têm um olhar diferente para as traquitanas tecnológicas. Pelo menos, a julgar por pesquisa divulgada pela Helpline, uma empresa de Londres que presta serviço de assistência técnica por telefone no movimentado terreno da informática. Segundo o estudo, que é baseado em 75 mil ligações recebidas pelo serviço entre 25 de setembro e 23 de outubro, 64% dos homens pedem ajuda sem nem sequer ter lido o manual de instruções do produto que os atormenta. Já as mulheres são mais precavidas, a julgar pelo que diz a Helpline: apenas 24% delas não tinham lido o manual antes de ligar em desespero de causa. O resultado disso é que 12% dos problemas relatos por homens foram resolvidos por medidas como colocar o fio na tomada ou apertar o botão de ligar o aparelho... No caso da mulheres, que anedotas costumam colocar como avessas ao mundo eletrônico, isso aconteceu em 7% dos chamados. As mulheres falam mais durante a conversa para tentar resolver o problema; já os homens, que conversam menos, acabam tendo de ligar de novo (fazem isso o dobro de vezes que as mulheres). E há uma boa quantidade de chamadas absolutamente inúteis. Segundo a pesquisa, 17% das chamadas feitas por mulheres não são para relatar problemas, mas simplesmente para perguntar se estão fazendo tudo dentro dos conformes. Não pense que os homens também não têm essa dúvida cruel: 9% de suas ligações são para fazer a mesma pergunta...
Escrito por Rodolfo Lucena às 17h14
Como será a internet em cinco anos?
Futuro

Com o fim do ano se aproximando, especialistas começam a opinar sobre como a internet será daqui para frente. O site Noupe fez uma lista de cinco tendências para a internet que devem fazer parte do nosso cotidiano em cinco anos. São elas:
1) Micropagamentos para conteúdo de qualidade
2) Monitores mais amplos para visualizar conteúdo horizontal em sites
3) Revistas com formatos mais interativos, que incluem Wiki e vídeos digitais
4) Conteúdo mais colaborativo, feito em tempo real
5) Mais conteúdo semântico e aplicativos que os explorem
Leiam o texto completo, em inglês: http://www.noupe.com/trends/the-future-of-the-web-where-will-we-be-in-five-years.html
Escrito por Daniela Arrais às 16h01
Palavras-chave
Jeitos de procurar
Aprenda a procurar palavras-chave que foram popular por um tempo, que são populares agora e que serão populares no futuro. O guia foi feito pelo Quick Online Tips. Veja os básicos:
- Palavras populares por um tempo no passado: Para isso, você pode usar o Google Adwords Keyword Tool. Segundo o blog, você digita antes uma categoria menos específica (carro foi o exemplo dado pelo Quick) e vê, no resultado, o que as pessoas já falaram sobre o assunto e encontra outras combinações da categoria que estão sendo buscadas.
- Palavras populares agora: Para encontrar o que está acontecendo agora, as dicas são o Google Trends e o Trending topics do Twitter.
- Palavras que serão populares no futuro: Neste caso, você precisará organizar e cruzar os dados obtidos nas duas últimas dicas. É um exercício arriscado e sem muita garantia, onde você vê o que já foi e está sendo falado para projetar o que vem por ai. Não entendeu direito? Dê uma olhada nos exemplos usados pelo blog.
Escrito por Amanda Demetrio às 19h25
A nova literatura

A Eletric Literature (www.electricliterature.com e @electriclit) está tentando mudar o jeito como as coisas funcionam entre literatura e mundo digital. Sob o lema de "usar novas mídias para distribuir e levar as histórias a um lugar de destaque na cultura popular", ela é uma espécie de revista feita de literatura ficcional.
Na prática, o jeito de fazer multimídia funciona assim: a revista literária é distribuída para leitores eletrônicos, iPhone e em versões de áudio. E, a partir do dia 30 de novembro, eles têm um novo projeto: o escritor Rick Moody vai twiitar uma história ao longo de três dias.
Sobre a iniciativa, conversei com Scott Lindenbaum, professor universitário e um dos editores da revista. Veja a entrevista na íntegra:
FOLHA - Antes de tudo, vocês podem me dar umas dicas sobre o que vocês lêem na internet? O que está no leitor de feed de vocês?
SCOTT LINDENBAUM - Nós gostamos do therumpus.net e do htmlgiant.com para discussões vivas sobre literatura. O Teleread.org é uma excelente fonte de informação sobre publicação on-line. E a gente lê dezenas de blogs excelentes sobre literatura, muitos para listar aqui.
FOLHA – Agora vamos do começo. Como surgiu a ideia de criar uma revista com caráter multimídia? Vocês são jornalistas?
LINDENBAUM – Nós não somos jornalistas, apesar de Andy Hunter, o editor-chefe da Electric Literature, ter sido editor-chefe da revista Mean, em Los Angeles, por um bom tempo há alguns anos. Nós nos conhecemos em um programa de literatura ficcional da Universidade Brooklyn, em Nova York. Nossa primeira aventura de publicação juntos foi em uma revista anual da universidade, a Brooklyn Review. Essa experiência nos deu acesso a pessoas motivadas e criativas interessadas em criar uma comunidade literária viva. Mas, também na universidade, tivemos contato com a difícil realidade de se publicar literatura ficcional. Mais uma vez, nos disseram que vender coleções de pequenas histórias se tornou uma quase impossível e que vários jornais literários estavam em perigo, com pequena ou nenhuma distribuição oficial. Invés de nos amedrontar com isso, decidimos tomar uma direção mais ativa. Com a Electric Literature, estamos trabalhando para criar um tipo de canal para as pequenas histórias de ficção que nós gostaríamos que existisse.
FOLHA – O negócio já está se pagando ou vocês têm outros empregos? Vocês estão conseguindo viver (financeiramente falando) da ideia?
LINDENBAUM – Nós temos tido bastante sorte pela atenção que ganhamos da mídia em tão pouco tempo de existência. Como resultado, nós tivemos sucesso financeiro e, se continuarmos assim, poderemos pagar tudo o que foi investido em cerca de um ano. Mas a criação da Electric Literature é um trabalho de amor. Todos que trabalham para a revista, incluindo nós dois [os dois editores, Lindenbaum e Andy Hunter], são voluntários sem pagamento que acreditam no que estão fazendo. Se você contar, existem mais de 30 pessoas que dão seu tempo ao projeto, porque eles querem se assegurar que a literatura permaneça viva no mundo digital. Nós esperamos que um dia a revista seja uma publicação auto-sustentável, mas até lá todos nós temos outros empregos. Eu trabalho como professor na Universidade do Brooklyn e Andy é escritor e editor para uma ONG das Nações Unidas.
FOLHA – Como vocês vêem a junção da literatura com o mundo digital?
LINDENBAUM – Os aparelhos de novas mídias, como o iPhone e os vários leitores eletrônicos que estão se tornando disponíveis (sem mencionar a internet em si), mudaram totalmente o jeito como a informação é levada aos leitores. Nós gostamos de pensar que essa colisão da literatura com as plataformas digitais não cria um conflito e sim uma oportunidade. Invés de limitar a distribuição da palavra escrita, nós estamos agora em um ponto no qual o leitor pode escolher não apenas o que quer ler, mas como quer ler. Então, a chave para ter um novo modelo tem várias vozes, onde várias opções simultâneas estão disponíveis ao leitor. Nós acreditamos que a proliferação do conteúdo gratuito, as pessoas estão dispostas a pagar uma pequena quantia por “filtros confiáveis” – editores que irão encontrar o melhor e entregar para eles. Nós cobramos US$ 0,99 por história e usamos o dinheiro para pagar os escritores.
FOLHA – Qual é o futuro das novas mídias na visão de vocês? Para onde estamos indo?
LINDENBAUM – Agora estamos falando de várias opções de novas mídias, como elementos separados, mas talvez no futuro todos esses elementos proporcionem uma única experiência de leitura. Nossos vídeos do YouTube são colaborações artísticas que nós ajudamos a acontecer entre nossos escritores e artistas e músicos. A flexibilidade para entregar conteúdo pelas novas mídias está começando a permitir que mais cruzamentos em um único documento. Melhores livros eletrônicos estão começando a ficar mais comuns, e essas são as primeiras sombras das coisas que estão por vir no mundo da publicação. Estamos orgulhosos em sermos pioneiros. Enquanto o padrão para que os leitores esperam de “livros” evolui, nós estamos perto deles para descobrir estas demandas.
FOLHA – Qual vocês acham que será a próxima febre, depois do Twitter?
LINDENBAUM – É difícil de dizer. Nós sabemos que Samuel Beckett foi assistente de James Joyce por um tempo. A história é que ele teve que transcrever uns rascunhos de Ulisses. Eu gosto de imaginar que depois de estar tão profunda e intimamente envolvido com a reescrita de um livro, cujo objetivo parece ser capturar a face da consciência ao longo de um único dia, que ele não teve outra escolha a não ser cortar a abordagem de Joyce adotando um estilo superreduzido que ele continuou usando ao longo dos anos. Eu acho que não existe uma razão para pensar que, se os sites que deram destaque os blogs, aos microblogs, aos status de Facebook, e agora aos tweets, que nós não vamos mudar de direção a não ser que a redução esteja completa. Algo menor está por vir, provavelmente até quando essa entrevista for publicada. Na verdade, agora existe um projeto online chamado Smith Magazine, que ostenta ser o lugar da “biografia de seis palavras”.
FOLHA – Agora queria que você falasse um pouco da experiência com o Rick Moody. O que ele deve fazer exatamente nessa experiência literária no Twitter?
LINDENBAUM – Rick tem sido um dos meus favoritos autores contemporâneos, e é ótimo o quanto ele tem apoiado nossos esforços para encontrar novas maneiras de entregar pequenos contos para a cultura popular. Essa história no Twitter foi ideia dele. De várias maneiras, o Rick é o autor perfeito para levar um projeto de escrever uma história específica para o Twitter. Ele é um ótimo contador de histórias. A história "Wilkie Fahnstock: The Boxed Set", por exemplo, foi escrita em forma de liner notes [uma espécie de texto de encarte de álbuns de música]. Algumas de suas histórias têm evitado algumas importantes marcas de pontuação, como o ponto final. De um jeito, uma história contada através do Twitter deve ajudar a descobrir exatamente quanta atenção para linguagem um autor de contos precisa ter. Pela limitação -140 caracteres por frase-, ele é forçado a prestar uma grande atenção à cada palavra, e ter um impulso criativo para usar a limitação ao seu favor. E, no final das contas, como Rick diz: “é tudo uma questão de frases.”
Escrito por Amanda Demetrio às 16h56
Obama fornece previsão do clima
Moço do tempo

Como estará o clima na sua cidade ou naquela que você vai conhecer em uma próxima viagem? Que roupa você deve usar? O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ajuda você com a previsão do tempo no divertido Obama Weather.
Vejam mais: http://obama-weather.com/
Escrito por Daniela Arrais às 16h12
Corpo a corpo com o computador
Interação

Já pensou como seria o Kama Sutra do homem moderno?
Via Geek With Laptop
Escrito por Daniela Arrais às 16h05
Ouça várias gargalhadas
Risos

Quantos tipos de risada o ser humano consegue reproduzir? Clique nas imagens de abertura do site Buzzman TV para descobrir uma amostra disso. O site da agência francesa reúne posts com links para várias notícias interessantes.
Vejam mais: http://www.buzzman-tv.com/
Escrito por Daniela Arrais às 15h49
