Bela atriz esconde perigos
O risco da curiosidade

Pesquisar na internet em busca de fotos e fofocas de celebridades pode parecer uma atividade inócua, mas tem também um quê de aventureira.
Isso porque os cibercriminosos da vida já perceberam que os fãs e fetichistas são também muito descuidas. Aproveitando-se disso, escondem armadilhas em páginas referenciadas com nomes ou fotos de celebridades, que passam a ser fonte de risco, além de inspiração para seus seguidores.
O mocinho Brad Pitt era o nome de maior risco, mas perdeu o posto para a bela Jessica Biel (foto EFE), segundo o mais recente relatório da fabricante de antivírus McAfee.
Segundo o relatório, quem lança uma busca com o nome na atriz ou "Jessica Biel downloads" ou ainda buscando fotos ou vídeos da musa tem uma chance em cinco de chegar a um site que traz algum tipo de ameaça (spyware, vírus, phishing e quetais).
No segundo posto como tema mais arriscado de busca está a atriz e cantora Beyoncé. A brasileira Gisele Bündchen aparece na sexta colocação entre as 15 celebridades de risco...
Para fazer o ranking de celebridades mais perigosas na Internet, que está na sua terceira edição, a McAfee utilizou uma tecnologia própria para compilar os nomes de celebridades que geram o maior número de sites arriscados e a maior porcentagem geral de risco através das pesquisas na web.
Escrito por Rodolfo Lucena às 15h55
Ilustração para quem passa horas na internet
Vício

Você também perde horas do seu dia usando Gmail, Blogger, Twitter, Facebook? Então deve ter se identificado com a ilustração acima, que diz "quero minha vida volta!"
Via The Next Web
Escrito por Daniela Arrais às 16h54
Qual é a cara de cada site?
Personagens
Se sites e redes sociais tivessem a cara de uma pessoa comum, qual seria? O usuário do Deviantart elotirien resolveu ilustrar a cara e o jeitão do Facebook, do Twitter, do MySpace, da Wikipédia, do Deviantart, do YouTube e do Google
Enquanto o Twitter é o mais novinho, o YouTube parece ser o mais "revoltado". O Google, como era de se esperar, tem cara de "sabe-tudo"
Vejam em tamanho maior: http://elontirien.deviantart.com/art/Internet-University-Cast-120846620
Via Mashable
Escrito por Daniela Arrais às 15h25
Entrevista com Mark Warshaw e Geoffrey Long
O futuro das histórias
Durante a última semana, conversei com dois pensadores que não ficam aquém da expressão “gênio”. Mark Warshaw, um americano de 34 anos, já trabalhou nos seriados “Heroes” e “Smallville” e hoje tem uma empresa que pensa como os jeitos de contar histórias podem ajudar as pessoas no processo de aprendizado. Geoffrey Long, outro americano, de 31 anos, é pesquisador do MIT (Massachusetts Institute of Technology) e trabalha querendo expandir o que as pessoas pensam sobre os videogames. Os dois têm em comum o interesse pela narrativa transmídia – o ato de contar as histórias em múltiplas plataformas, segundo Warshaw.
Os dois estarão com o brasileiro Maurício Mota no “Descolagem”, evento que irá pensar o jeito como a convergência de culturas afeta a educação e o entretenimento. A discussão ocorre no dia 22 de agosto, às 15h, no Rio de Janeiro. A entrada é franca, mas é necessária uma inscrição prévia. Veja mais detalhes em nave.oi.com.br.
O resultado final das conversas saiu nesta quarta-feira na Folha. Confira aqui as íntegras das entrevistas concedidas com exclusividade.
Segue a a primeira parte da entrevista feita com o Mark Warshaw (as perguntas foram feitas originalmente em inglês):

FOLHA – O que é a narrativa transmídia e como ela afeta o jeito que as pessoas ouvem histórias?
MARK WARSHAW – Narrativa transmídia é usar múltiplas plataformas de mídia para contar uma história maior. Mas, invés de copiar e colar a história para cada meio, nós criamos e desenvolvemos histórias de jeitos diferentes, usando o que há de melhor em cada meio.
FOLHA – Quando você começou a trabalhar nessa área?
WARSHAW – Eu comecei a trabalhar com isso em 2001, o ano do começo de “Smallville” [a série de televisão]. A Warner Bros. estava procurando um jeito de trazer para a TV o sucesso da narrativa transmídia criada para o filme “A Bruxa de Blair”. Eu me interesso pela internet como um meio de contar histórias desde que eu filmei um curta em 1997. O personagem principal do filme era um desenvolvedor de web. Ele plantou em mim a ideia do vídeo feito por meio de um clique. A aplicação disso na narrativa transmídia me deixou fascinado. Então, quando a produção me ofereceu o trabalho em “Smallville”, eu me joguei na oportunidade para ajudar a contar a história do Super-Homem na internet. Eu cresci com os filmes do Christopher Reeve, os quadrinhos de super-heróis e “Star Wars”. Foi uma oportunidade perfeita para mim na época e a Warner me apoiou bastante. Eles nos permitiram testar os limites dessa narrativa nesse novo meio [a internet] e outros, como celulares. Fazendo isso, eu aprendi o conceito de criar uma narrativa transmídia.
FOLHA – Você pode falar um pouco das mudanças no jeito de contar histórias desde que você começou a trabalhar com isso?
WARSHAW – Desde que eu comecei, os meios mais maduros baixaram as paredes de medo e resistência aos meios emergentes. Agora, isso está virando uma parte essencial do ato de se contar histórias. Muitos produtores de TV estão se ligando a plataformas como Twitter e aplicativos de iPhone para estender suas histórias. Todos os estúdios estão com seus olhos voltados para a próxima geração de ferramentas que poderá ajudá-los a distribuir seus conteúdos. É tudo sobre trazer as histórias para lugares cheios de significados.
FOLHA – Quais são as próximas plataformas que você pretende adicionar ao seu jeito de contar histórias nos próximos anos?
WARSHAW – Eu estou trabalhando com a nova fase do “Melrose Place” [seriado de TV] e o Twitter faz parte do plano de narrativa transmídia. Eu quero usar meios e tecnologias emergentes para criar mais ações off-line, como cartazes, grafite, pontos de ônibus e eventos ao vivo. Para conectar o digital com a vida real. As pessoas precisam ter mais experiências concretas, invés de ficar só on-line.
Escrito por Amanda Demetrio às 02h44
Entrevista com Mark Warshaw e Geoffrey Long
O futuro das histórias
Confira a segunda parte da entrevista com Mark Warshaw:
FOLHA – Você tem uma fórmula básica com o que é necessário para construir uma história em transmídia?
WARSHAW – Interatividade e participação – que são coisas completamente diferentes – são as mais importantes, porque causam uma ligação mais forte entre a audiência e a história. Eu acho que esses elementos são básicos em qualquer plano de transmídia.
FOLHA – Você trabalhou com "Smallville", quando você pode tentar coisas novas em narrativa transmídia. Qual foi o maior risco que você teve que correr e qual projeto te deixa mais orgulhoso?
WARSHAW – Eu gostei de trabalhar com “Vengeance Chronicles” [leia mais no IMDb]. Nós pudemos formar uma ligação entre publicidade (as marcas) e conteúdo.
FOLHA – Sobre seu trabalho em Heroes, a ideia inicial já era criar o “Heroes Evolutions”? Como surgiu essa ideia? Você acha que o público a aceitou bem?
WARSHAW – Para o “Heroes Evolutions” [veja mais no site oficial], a NBC queria que fosse uma experiência 360º. Alguns dos produtores da série já eram familiares com a narrativa transmídia. Jesse Alexander, um deles, já tinha feito alguns experimentos no seriado “Alias”. Então, havia um DNA forte da história quando eu comecei. Nós pegamos essa narrativa inicial, os desejos da rede de televisão e minha experiência em "Smallville" para criar o “Heroes Evolutions”. A audiência de “Heroes” estava faminta por mais partes a história, especialmente na primeira e na segunda temporada. O público reagiu positivamente porque a nova história satisfez esse desejo.
FOLHA – Ainda sobre "Heroes", vi que no site eles têm vídeos, galerias e outras ferramentas ligadas à web 2.0. Sei que não está mais no programa, mas gostaria de saber como você pensaria em expandir o projeto.
WARSHAW – Não estou no programa desde a segunda temporada. Agora, acho que mais interatividade e deixar um papel maior para a audiência são importantes.
FOLHA – Soube que você também trabalha com histórias em quadrinhos. Seria esse um jeito mais “conservador” de se contar uma história?
WARSHAW – A narrativa transmídia deixa o contador de histórias usar todos os tipos de mídia – dos mais velhos (como sentar em torno de uma fogueira) às mais novas aplicações em telefones celulares. Histórias em quadrinhos são jeitos ótimos de contar grandes histórias a baixo custo. Eu amo isso. É por isso que vamos contar mais histórias interativas nos quadrinhos nos próximos anos. É um ótimo jeito de contar uma grande história on-line ou pelo celular. Eu fui sortudo o suficiente para trabalhar com Jeph Loeb em “Heroes” e “Smallville”. Então, vou dizer que o trabalho dele teve um grande impacto no que eu fiz de quadrinhos até agora.
FOLHA – Atualmente, você trabalha na The Alchemists. Como é o trabalho dessa nova empresa?
WARSHAW – Sou coordenador de transmídia e fundei a empresa com Maurício Mota e Rafael Lazarini. Mau [Maurício] cuida de narrativa com o foco no ato de contar histórias. Raf [Rafael] lidera as iniciativas ligadas à educação. Com os nossos escritórios no Rio de Janeiro e em Los Angeles, nós estamos focados em produzir e desenvolver projetos de transmídia. Todas as pessoas podem nos acompanhar no nosso blog (www.oalquimista.com). Eu ainda não acredito que encontramos esse domínio!
FOLHA – Como você decidiu pela educação como um dos pilares da empresa?
WARSHAW – Essa é uma boa pergunta, porque muita gente ainda não entende porque uma empresa de narrativa transmídia tem educação como um pilar. Educação é o presente e o futuro. Nós precisamos usar ferramentas para ajudar as pessoas a aprender mais e mais rápido. E usar estratégias de entretenimento e o melhor de cada meio para educação é algo natural. Contar histórias ricas nos fazer entender melhor qualquer conceito e aprender mais sobre as coisas.
FOLHA – Quais mídias e redes sociais você acha que podem ajudar o jeito que as pessoas aprendem?
WARSHAW – Todas as mídias. O racional de se usar a narrativa transmídia para a educação é a possibilidade de transformar o processo de aprendizado em uma experiência engajada. Quando um conteúdo de educação é colocado em uma história, ele não soa dão didático. É mais fácil para as pessoas absorver e entender. Além disso, é um jeito cognitivo de aprender. É por isso que a narrativa transmídia é uma poderosa plataforma para a mudança social. Honestamente, nós estamos mais preocupados em desenvolver um conteúdo bom e relevante. Se o conteúdo é relevante, as pessoas vão encontrar.
FOLHA – Sobre o “Imagine This!”, como surgiu a ideia?
WARSHAW - Eion Bailey, um ator americano, teve a ideia do projeto. Minha irmã nos apresentou. Ela e eu temos desenvolvido projetos de transmídia. Quando eu soube do “Imagine This!” [veja mais no site] e conheci Eion e o diretor Rafael Monserrate, eu sabia que esse era o tipo de projeto pelo qual eu poderia me apaixonar, porque usa a narrativa transmídia para fazer a mudança acontecer. E eles convidaram a The Alchemists para fazer parte da produção do programa.
FOLHA – Algum projeto apresentado será colocado em prática com a ajuda de vocês?
WARSHAW – Sim, esse é o plano. Estamos construindo uma grande plataforma transmídia que vai tornar “Imagine This!” o primeiro programa de TV colaborativo. Usando todas as estratégias para mobilizar as pessoas para fazerem mudanças. Um “reallity show do bem”, como o Maurício diz. E é um privilégio falar sobre isso pela primeira vez no “Descolagem”. O melhor lugar para fazer isso!
FOLHA – O que nossos leitores podem esperar do futuro do jeito de contar histórias?
WARSHAW – Mais participação e conexões internas. A questão que nós gostamos de fazer nos discursos e workshops é “O que Shakespeare e Nelson Rodrigues fazem hoje em dia com suas histórias?” Agora é a hora para fazer as melhoras histórias de todos os tempos, porque nós temos mais plataformas para torná-las mais profundas e fazer seus universos mais fortes.
FOLHA – Que tipo de leitor é o centro quando você pensa em uma narrativa transmídia? Você ainda pode contar histórias desse jeito “diferente” para os mais velhos (que não nasceram na era da internet)?
WARSHAW – Uma boa história é uma boa história. E uma boa história tem o poder de se espalhar, não importa o meio.
FOLHA – Você pode listar alguns filmes, quadrinhos, livros ou séries que são exemplos de narrativa transmídia?
WARSHAW - “Star Wars”, “The Matrix”, “District 9”, “Saving Sara Marshall”, “Battlestar Gallactica”, “True Blood”, “Blair Witch Project”. Para listar alguns.
FOLHA – Sobre o evento que você irá participar aqui no Brasil, qual o impacto dessa nova cultura de convergência no jeito que as pessoas aprender e se divertem?
WARSHAW – Ela reforça os jeitos para conectar, dividir e participar. Estamos entrando na era da democracia participativa. E educação e entretenimento tem muito o que aprender e ajudar um ao outro.
Escrito por Amanda Demetrio às 02h38
Entrevista com Mark Warshaw e Geoffrey Long
O futuro das histórias
Veja agora a entrevista com Geoffrey Long:
FOLHA – O que é a narrativa transmídia e como isso afeta o jeito que as pessoas se divertem e aprendem?
GEOFFREY LONG – A narrativa transmídia é a arte de contar uma única história por meio de vários meios. Nas adaptações, a mesma história é recontada em filmes ou quadrinhos, mas na narrativa transmídia o primeiro capítulo pode ser contado em um filme e o segundo em um quadrinho. E isso é só com os “velhos meios” - muitas histórias transmídia agora são contadas em sites como YouTube, Twitter, Facebook, até realidade aumentada e sistemas de localização. O aumento da popularidade da narrativa transmídia está diretamente ligado à aceitação generalizada da internet.
FOLHA – Qual meio ou rede social irá ajudar a contar as histórias nos próximos anos?
LONG – Todas as mídias e redes sociais contam histórias. Toda vez que você olha uma foto no Facebook, é uma história. O que está mudando é como essas plataformas estão sendo usadas para compartilhar histórias de ficção. Nós já vimos vídeos no YouTube sendo usaados para contar histórias como lonelygirl15 [veja aqui], mas agora estamos vendo histórias sendo ditas no Facebook e no Twitter. A próxima grande onda deve vir dos sistemas de realidade aumentada que estamos vendo aparecer nos smartphones e as funções de localização.
FOLHA – Você acha que o Twitter afeta o jeito que as pessoas contam histórias?
LONG – A coisa impressionante sobre o Twitter, pelo que tenho visto, é o quão rápido colocou os blogs na sombra. As pessoas postavam textos longos, algumas vezes por semana. Agora, aquelas histórias foram substituídas por tweets e status de Facebook. É como se alguém tivesse levado os DVDs e deixado apenas pequenos biscoitos da sorte. Dito isso, algumas pessoas estão usando o Twitter com habilidade para contar histórias interessantes. As melhores são aquelas centradas na questão do tempo, ligada ao site. Então, as histórias acontecem em tempo real. Brent Spiner, que participou do “Star Trek: The Next Generation”, tem contado umas histórias pós-modernas no Twitter como se elas estivessem realmente acontecendo com ele. É uma mistura fantástica do ficcional com o real. Eu também soube de pessoas criando contas de Twitter para alguns personagens de suas histórias. Então, no meio do dia, eu posso olhar minha página do Twitter e ver perfis reais e ficcionais. É muito divertido. Especialmente quando um personagem ficcional engata uma conversa com um real.
FOLHA – Há quanto tempo você trabalha nessa área?
LONG – Eu trabalho com narrativa transmídia desde 2005, mas sempe fui interessado na área das narrativas. Eu cresci com “Star Wars” e “Transformers”, cujo universo trazia filmes, programas de televisão, quadrinhos e brinquedos. Eu sempre fiquei intrigado como algo que acontecia na TV poderia se relacionar com o que eu lia nos quadrinhos. Uma razão pela qual as narrativas transmídia são atrativas para mim é que elas unificam a linha da história. Outra coisa que me fascina é que cada capítulo pode tirar vantagem de propriedades únicas de cada meio. O que é empolgante é que agora os contadores de história estão descobrindo as possibilidades de plataformas emergentes como o Twitter, o Facebook e a realidade aumentada.
FOLHA – Você também é um analista de mídias sociais. Pode apontar como será a rede social do futuro?
LONG – Realidade aumentada, sistemas baseados em funções de localização e smartphones, todos juntos.
FOLHA – Sobre o seu trabalho no Singapore-MIT GAMBIT Game Lab. Como isso tenta mudar o jeito como as pessoas fazem e jogam videogames?
LONG – O Singapore-MIT GAMBIT Game Lab [leia mais] olha possíveis direções para o desenvolvimento e a produção dos games. No nosso primeiro ano, por exemplo, nós produzimos um jogo que pode ser jogado por cegos. No segundo ano, produzimos um game em que o usuário pode desenhar seu personagem e cada limitação do traço é usada nas fases. O GAMBIT espera expandir o jeito como a indústria e o público pensam os games.
Escrito por Amanda Demetrio às 02h27
Pac-Man no supermercado
Humor
O humorista francês Rémi Gaillard decidiu levar o personagem de games Pac-Man para o mundo real. A aventura começa em um supermercado. Vejam:
O artista também já levou o Mario para andar de kart pelas ruas
Via Game Girl
Escrito por Daniela Arrais às 15h50
Site mostra pixels importantes
Pequenos


Mais um site fofo para colocar na lista de favoritos, o Very Important Pixels, que mostra personagens do cinema, como James Bond, e cantores, como Michael Jackson
Vejam mais: http://www.veryimportantpixels.com/
Escrito por Daniela Arrais às 15h03
