Veja todos os planos e preços do iPhone da Claro
Chegou
Veja abaixo todos os preços e planos do iPhone 3G com contrato com a operadora Claro. Não vou comentar, mas perceba que os planos de dados, usados para navegar na internet, são raquíticos.
Escrito por Gustavo Villas Boas às 16h35
Android aparece
Android
Ontem apareceu o Android, o sistema para telefones celulares desenvolvido por um consórcio que tem o Google à frente.
A HTC, a primeira empresa a lançar um aparelho com o sistema, aparentemente não vê problemas caso comecem a chamar seu equipamento de Google Phone (como já começaram), já que batizou o celular de G1 (Google 1?).
Demonstração do G1
O melhor nessa história é que o iPhone vai ter um concorrente forte em termos de holofote; e empresas como a Microsoft, que quer avançar com o Windows Mobile, vão ter que investir bastante em inovação (e abertura). A Nokia, que comprou e vai abrir o código do Symbian, já deu um passo grande neste ano.
Enquanto o kit para desenvolvimento de software do iPhone só saiu depois que os hackers já tinham feitos inúmeros programas para o celular, o Google começou, antes do lançamento comercial do Android, um concurso que dará um total de US$ 10 milhõezinhos entre prêmios e subsídios para o desenvolvimento de cem programas para a plataforma.
Além disso, muito biscoito fino do Android Market, a loja de aplicativos para o sistema operacional, vai ser gratuito.
Uma das perspectivas mais interessantes sobre o Android veio de John Bruggeman, executivo da Wind River Systems, que faz parte do consórcio Open Handset Alliance, que desenvolve o sistema.
Ele disse que já tem gente planejando colocar a plataforma em outros dispositivos (abrangendo geladeiras). Mas, muito mais pé no chão, é a previsão de que o software pode equipar uma classe de dispositivos móveis para a internet que faz tudo o que um PC faz, mas que são mais baratos e menores. Netbooks?
Também perguntei para o Augusto Campos, do Br-Linux, sobre a possibilidade de começarmos a ver ports (adaptações) de softwares do Linux para o Android. Para ele:
"Sem dúvida estes ports não irão demorar, assim que a plataforma estiver disponível para o pessoal testar. Faço até um paralelo com o iPhone que, mesmo tendo vindo cheio de bloqueios, é baseado no OS X, que por sua vez é descendente dos BSDs. Assim que deram jeito de rodar aplicativos de terceiros nele, os ports surgiram imediatamente, e dava para rodar Apache, Pythom, PHP, o editor vi, e muito mais. Como o Android aparentemente não é tão ‘capado‘, acho provável que os ports demorem menos ainda"
O software em ação
Escrito por Gustavo Villas Boas às 16h52
Convite gratuito para site de minivídeos
12 segundos
A edição dsta quarta-feira do caderno Informática traz uma reportagem apresentando o 12seconds, um site que insere vídeo no novíssimo mundo dos microblogs.
É como se o Tweeter substituísse as curtas mensagens de texto
por pequenos vídeos.
No 12seconds, os videos tem necessariamente 12 segundos (óbvio, não?). Nem mais, nem menos. Por enquanto, o site só aceita usuários através de convites (lembra como era o Orkut no início?).
O Circuito Integrado, no entanto, conseguiu 500 convites para distribuir aos brasileiros.
Mande um email para folha@12seconds.tv . O seu email será respondido pelo pessoal do site, que assim mandará seu o convite.
Quem não conseguir entrar agora terá que esperar até o site se tornar aberto para todos.
O que eventualmente vai acontecer.
Divirta-se.
Escrito por Rodolfo Lucena às 07h12
Câmbio digital acelera bicicletas
Magrela high-tech
CAIO GUATELLI
ENVIADO ESPECIAL A SUZUKA
A fabricante japonesa de componentes para bicicletas Shimano prepara o lançamento oficial de câmbio com acionamento digital para bicicletas de estrada em outubro. Conjuntos de câmbios dianteiro, traseiro e acionadores digitais oferecem maior precisão e poupam parte da energia gasta no ato da troca de marchas.
Batizado de Dura-Ace Di2, o conjunto é baseado no sistema tradicional –corrente, coroas dentadas, cassete e polias–, mas sua aparência é quase idêntica ao câmbio mecânico. A grande evolução está no comando das trocas de marcha, que passa a ser sustentado por processamento eletrônico em vez de tração de cabos-de-aço, ou seja, no lugar das alavancas manuais, dos cabos-de-aço e dos conduites estão os botões, os fios e um processador, que comandam o mecanismo de troca de engrenagens. Com um leve toque em um dos quatro botões anexados às alavancas de freio, o ciclista aciona o sistema digital que enviará através de fios o sinal para o câmbio eletrônico operar a troca de marchas.
Não é câmbio automático: a marcha é escolhida pelo ciclista de acordo com a sua necessidade. São 20 combinações de marcha que podem facilitar a subida de uma serra ou fazer o ciclista alcançar velocidades de até 70 km/h em planos e descidas.
O sistema todo é alimentado por uma bateria de lítio-ion de 7,4 V acoplada ao quadro da bicicleta. Pesando menos de 200 gramas e menor do que uma garrafinha de água, ela é capaz de funcionar por até 2 mil quilômetros a cada recarga, promete a fabricante.
Um minimonitor com tela de cristal líquido de 1,5 polegada exibe as informações processadas pelo sistema, que, em conjunto com uma cinta peitoral, mede também a freqüência cardíaca. Dados sobre distância, velocidade, tempo, posição do câmbio e freqüência cardíaca são memorizados ao longo do percurso e podem ser transferidos para PC por meio de conexão sem fio.
O sistema completo estará à venda no Brasil a partir de fevereiro de 2009, a um preço aproximado de R$ 9.600.
A convite da Shimano, a Folha testou o novo sistema no circuito de Suzuka, no Japão. Sob uma chuva torrencial e temperatura de 28° C, dia típico do verão japonês, a expectativa era uma eventual pane elétrica, o que não aconteceu. O sistema funcionou de forma homogênea do início ao fim, com trocas mais rápidas que o modelo tradicional de alavancas manuais e cabos-de-aço.
Uma das únicas alterações que desagradaram os ciclistas que participaram do mesmo teste em Suzuka foi o novo formato da alavanca de freio, que, após remodelagem para abrigar os botões do câmbio eletrônico, ficou com um perfil mais baixo, o que sugere menos segurança de empunhadura e maior risco de deslizar a mão durante trepidações.
Assim como aconteceu na transição das câmeras de filme para as digitais, ainda há muito o que desenvolver para se estabelecer um novo padrão de tecnologia ciclística, mas digitalizar é sem dúvida o caminho a seguir.
O jornalista CAIO GUATELLI viajou a Suzuka a convite da Shimano
Escrito por Rafael Capanema às 01h16
Suspense penetra segredos da internet
Matando o tempo

No último fim de semana assisti a um vídeo em que a internet tem importante papel: é quase um ator coadjuvante, sendo veículo para crime e canal para que ações mortíferas sejam executadas.
Trata-se de "Sem Vestígios" ("Untraceable", 2008), em que a heroína é Jennifer Marsh (Diane Lane, acima), agente do FBI especializada em cibercrimes. Sua missão é localizar um matador em série que usa a internet para praticar seu crimes.
O assassino montou um site (Kill With Me, mate comigo) em que transmite os últimos momentos da vida de suas vítimas. Quantos maior é a audiência, mais rápido funcionam as engrenagens computadorizadas que levam à execução dos prisioneiros.
A policial e seus colegas usam e abusam de termos informáticos, manipulando o ciberjargão como se fosse coisa do dia-a-dia, deixando chefes e outros policias (e, provavelmente, boa parte da platéia) a ver navios quando explicam as técnicas usadas pelo criminoso para impedir (ou, pelo menso, dificultar) a localização do site.
Em alguns blogs estrangeiros, há comentários dizendo que o filme é pouco plausível pois exagera as dificuldades da polícia para identificar ou fechar o site criminoso.
Não sei não.
Até agora, por exemplo, o FBI não conseguiu descobrir a origem da invasão da correspondência eletrônica da candidata a vice-presidente dos EUA pelo partido Republicano, Sarah Palin. Mas, com tempo e dinheiro suficientes, aposto que o cara será descoberto.
Afinal, é disso que se trata, tanto no caso de invasão quanto no de perseguição: o defensor cria tantos cadeados que torna pouco lucrativo o trabalho de quebra; o fugitivo, por seu lado, entra por tantos meandros virtuais que torna proibitivo o acompanhamento de seus rastros.
De qualquer forma, voltando ao filme, é um suspensezinho bem bacana, ótimo para matar o tempo em um domingo chuvoso. Chegaram até a criar um site independente baseado na história. É o Kill With Us (Mate conosco), foto abaixo.

Escrito por Rodolfo Lucena às 16h12
