Blog de Tec

Nada que é digital nos é estranho

 

Faça uma busca no Google de 2001

Túnel do tempo

Como parte das comemorações de dez anos da empresa, o Google disponibilizou um site no qual é possível fazer uma busca no mecanismo tal como ele era em janeiro de 2001 (segundo o Google, data do índice mais antigo disponível).

Escrito por Rafael Capanema às 18h18

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O iPhone em 1998

Homônimo

Definição do iPhone: aparelho "com tela de cristal líquido sensível ao toque, capaz de permitir a navegação na Internet e a troca de e-mails".

Tudo certo, não fosse um pequeno detalhe: a descrição acima é de uma matéria publicada em 14 de janeiro de 1998 no caderno Informática da Folha.

Sim, 1998. O iPhone em questão, na verdade, é um telefone de mesa lançado pela Cidco, quase dez anos antes do badalado celular da Apple.

Descobri-o em uma busca por "iPhone" nos arquivos da Folha de S.Paulo. Queria ver quais foram as primeiras referências ao termo no jornal. Achei outros homônimos também, incluindo softwares e outros celulares. Vejam vocês mesmos.

Apesar de contar basicamente com as mesmas funções, o iPhone da Cidco não tem um design tão arrojado quanto o do aparelho da Apple:

Em uma pesquisa no Google, descobri um site muito legal que permite brincar no iPhone Simulator (foi de lá que tirei a imagem acima).

Escrito por Rafael Capanema às 16h42

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Veja todos os planos e preços do iPhone da Claro

Chegou

Veja abaixo todos os preços e planos do iPhone 3G com contrato com a operadora Claro. Não vou comentar, mas perceba que os planos de dados, usados para navegar na internet, são raquíticos.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 16h35

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Android aparece

Android

Ontem apareceu o Android, o sistema para telefones celulares desenvolvido por um consórcio que tem o Google à frente.

A HTC, a primeira empresa a lançar um aparelho com o sistema, aparentemente não vê problemas caso comecem a chamar seu equipamento de Google Phone (como já começaram), já que batizou o celular de G1 (Google 1?).


Demonstração do G1

O melhor nessa história é que o iPhone vai ter um concorrente forte em termos de holofote; e empresas como a Microsoft, que quer avançar com o Windows Mobile, vão ter que investir bastante em inovação (e abertura). A Nokia, que comprou e vai abrir o código do Symbian, já deu um passo grande neste ano.

Enquanto o kit para desenvolvimento de software do iPhone só saiu depois que os hackers já tinham feitos inúmeros programas para o celular, o Google começou, antes do lançamento comercial do Android, um concurso que dará um total de US$ 10 milhõezinhos entre prêmios e subsídios para o desenvolvimento de cem programas para a plataforma.

Além disso, muito biscoito fino do Android Market, a loja de aplicativos para o sistema operacional, vai ser gratuito.

Uma das perspectivas mais interessantes sobre o Android veio de John Bruggeman, executivo da Wind River Systems, que faz parte do consórcio Open Handset Alliance, que desenvolve o sistema.

Ele disse que já tem gente planejando colocar a plataforma em outros dispositivos (abrangendo geladeiras). Mas, muito mais pé no chão, é a previsão de que o software pode equipar uma classe de dispositivos móveis para a internet que faz tudo o que um PC faz, mas que são mais baratos e menores. Netbooks?

Também perguntei para o Augusto Campos, do Br-Linux, sobre a possibilidade de começarmos a ver ports (adaptações) de softwares do Linux para o Android. Para ele:

"Sem dúvida estes ports não irão demorar, assim que a plataforma estiver disponível para o pessoal testar. Faço até um paralelo com o iPhone que, mesmo tendo vindo cheio de bloqueios, é baseado no OS X, que por sua vez é descendente dos BSDs. Assim que deram jeito de rodar aplicativos de terceiros nele, os ports surgiram imediatamente, e dava para rodar Apache, Pythom, PHP, o editor vi, e muito mais. Como o Android aparentemente não é tão ‘capado‘, acho provável que os ports demorem menos ainda"


O software em ação

Escrito por Gustavo Villas Boas às 16h52

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Convite gratuito para site de minivídeos

12 segundos

A edição dsta quarta-feira do caderno Informática traz uma reportagem apresentando o 12seconds, um site que insere vídeo no novíssimo mundo dos microblogs.

É como se o Tweeter substituísse as curtas mensagens de texto

por pequenos vídeos.

No 12seconds, os videos tem necessariamente 12 segundos (óbvio, não?). Nem mais, nem menos. Por enquanto, o site só aceita usuários através de convites (lembra como era o Orkut no início?).

O Circuito Integrado, no entanto, conseguiu 500 convites para distribuir aos brasileiros.

Mande um email para folha@12seconds.tv . O seu email será respondido pelo pessoal do site, que assim mandará seu o convite.

Quem não conseguir entrar agora terá que esperar até o site se tornar aberto para todos.

O que eventualmente vai acontecer.

Divirta-se.

Escrito por Rodolfo Lucena às 07h12

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Câmbio digital acelera bicicletas

Magrela high-tech

CAIO GUATELLI
ENVIADO ESPECIAL A SUZUKA

A fabricante japonesa de componentes para bicicletas Shimano prepara o lançamento oficial de câmbio com acionamento digital para bicicletas de estrada em outubro. Conjuntos de câmbios dianteiro, traseiro e acionadores digitais oferecem maior precisão e poupam parte da energia gasta no ato da troca de marchas.

Batizado de Dura-Ace Di2, o conjunto é baseado no sistema tradicional –corrente, coroas dentadas, cassete e polias–, mas sua aparência é quase idêntica ao câmbio mecânico. A grande evolução está no comando das trocas de marcha, que passa a ser sustentado por processamento eletrônico em vez de tração de cabos-de-aço, ou seja, no lugar das alavancas manuais, dos cabos-de-aço e dos conduites estão os botões, os fios e um processador, que comandam o mecanismo de troca de engrenagens. Com um leve toque em um dos quatro botões anexados às alavancas de freio, o ciclista aciona o sistema digital que enviará através de fios o sinal para o câmbio eletrônico operar a troca de marchas.

Não é câmbio automático: a marcha é escolhida pelo ciclista de acordo com a sua necessidade. São 20 combinações de marcha que podem facilitar a subida de uma serra ou fazer o ciclista alcançar velocidades de até 70 km/h em planos e descidas.

O sistema todo é alimentado por uma bateria de lítio-ion de 7,4 V acoplada ao quadro da bicicleta. Pesando menos de 200 gramas e menor do que uma garrafinha de água, ela é capaz de funcionar por até 2 mil quilômetros a cada recarga, promete a fabricante.

Um minimonitor com tela de cristal líquido de 1,5 polegada exibe as informações processadas pelo sistema, que, em conjunto com uma cinta peitoral, mede também a freqüência cardíaca. Dados sobre distância, velocidade, tempo, posição do câmbio e freqüência cardíaca são memorizados ao longo do percurso e podem ser transferidos para PC por meio de conexão sem fio.

O sistema completo estará à venda no Brasil a partir de fevereiro de 2009, a um preço aproximado de R$ 9.600.

A convite da Shimano, a Folha testou o novo sistema no circuito de Suzuka, no Japão. Sob uma chuva torrencial e temperatura de 28° C, dia típico do verão japonês, a expectativa era uma eventual pane elétrica, o que não aconteceu. O sistema funcionou de forma homogênea do início ao fim, com trocas mais rápidas que o modelo tradicional de alavancas manuais e cabos-de-aço.

Uma das únicas alterações que desagradaram os ciclistas que participaram do mesmo teste em Suzuka foi o novo formato da alavanca de freio, que, após remodelagem para abrigar os botões do câmbio eletrônico, ficou com um perfil mais baixo, o que sugere menos segurança de empunhadura e maior risco de deslizar a mão durante trepidações.

Assim como aconteceu na transição das câmeras de filme para as digitais, ainda há muito o que desenvolver para se estabelecer um novo padrão de tecnologia ciclística, mas digitalizar é sem dúvida o caminho a seguir.

O jornalista CAIO GUATELLI viajou a Suzuka a convite da Shimano

Escrito por Rafael Capanema às 01h16

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Suspense penetra segredos da internet

Matando o tempo

 

No último fim de semana assisti a um vídeo em que a internet tem importante papel: é quase um ator coadjuvante, sendo veículo para crime e canal para que ações mortíferas sejam executadas.

Trata-se de "Sem Vestígios" ("Untraceable", 2008), em que a heroína é Jennifer Marsh (Diane Lane, acima), agente do FBI especializada em cibercrimes. Sua missão é localizar um matador em série que usa a internet para praticar seu crimes.

O assassino montou um site (Kill With Me, mate comigo) em que transmite os últimos momentos da vida de suas vítimas. Quantos maior é a audiência, mais rápido funcionam as engrenagens computadorizadas que levam à execução dos prisioneiros.

A policial e seus colegas usam e abusam de termos informáticos, manipulando o ciberjargão como se fosse coisa do dia-a-dia, deixando chefes e outros policias (e, provavelmente, boa parte da platéia) a ver navios quando explicam as técnicas usadas pelo criminoso para impedir (ou, pelo menso, dificultar) a localização do site.

Em alguns blogs estrangeiros, há comentários dizendo que o filme é pouco plausível pois exagera as dificuldades da polícia para identificar ou fechar o site criminoso.

Não sei não.

Até agora, por exemplo, o FBI não conseguiu descobrir a origem da invasão da correspondência eletrônica da candidata a vice-presidente dos EUA pelo partido Republicano, Sarah Palin. Mas, com tempo e dinheiro suficientes, aposto que o cara será descoberto.

Afinal, é disso que se trata, tanto no caso de invasão quanto no de perseguição: o defensor cria tantos cadeados que torna pouco lucrativo o trabalho de quebra; o fugitivo, por seu lado, entra por tantos meandros virtuais que torna proibitivo o acompanhamento de seus rastros.

De qualquer forma, voltando ao filme, é um suspensezinho bem bacana, ótimo para matar o tempo em um domingo chuvoso. Chegaram até a criar um site independente baseado na história. É o Kill With Us (Mate conosco), foto abaixo.

Escrito por Rodolfo Lucena às 16h12

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Chrome vai bem

Para o alto

O navegador em código aberto Chrome vai bem nas primeiras semanas no campo de batalha da guerra dos browsers.

No site do jornal britânico mais vendido, o "The Daily Telegraph", 2% dos acessos são feitos via Chrome. A quantidade coloca o programa à frente do prestigiado Opera (que é chamado por muitos como o melhor navegador que ninguém usa).

Já entre os leitores do excelente blog Read Write Web, a porcentagem é mais vistosa: 7,26%. Mas o RWW é um site voltado aos fãs e adeptos de tecnologia, daí que o navegador mais usado no site é o Firefox, com 52,45% dos acessos.

O mesmo efeito foi percebido pelo blog brasileiro Meio-Bit, também de tecnofilos. O Chrome chegou a morder 10% dos acessos no dia 3 de setembro por lá, um dia depois de ser lançado.

Eu seria mais um a eventualmente engrossar as estatísticas. Seria: o Chrome não funciona de jeito maneira no meu PC.

Além da minha ausência nas estatísticas, outra coisa prejudica o Chrome: ele não tem versão para Linux e Mac. O site do Chromium, o código-fonte do browser, diz que os usuários desses sistemas devem esperar meses, não dias, até ter alguma coisa que possam usar.

E, não devemos esquecer, o Chrome não tem sistema de desenvolvimento de extensões ainda. E, de novo na página do Chromium, nenhuma data ou perspectiva, apenas o aviso de que eles "têm interesse" no assunto.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 17h11

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Programe inteligência artificial em jogo em Flash

IA

O jogo light-Bot é sensacional. Você tem que programar o robozinho para que ele chegue aos quadrados marcados e os acenda. Para isso, coloque as setas, comando de salto etc. no campo quadriculado na direita e dê o comando GO. O bicho sai andando, obedecendo àquilo que você programou.

Apertando o STOP, a fase recomeça sem você perder a programação --dá para avançar bastante na base da tentativa e erro.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 15h16

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Google tem buscadores personalizados para sistemas operacionais

Linux, MS, Mac

Sempre dá para descobrir algo que você não conhece na Googlesfera. Agora, aprendi que o megaportal tem buscadores personalizados que vasculham entre sites que falam sobre sistemas operacionais específicos.

Experimente: www.google.com/mac

www.google.com/microsoft

www.google.com/bsd

www.google.com/linux

Aproveitando que, neste mês, a empresa comemora dez anos, envie sua dica bizarra, desconhecida ou engraçada sobre o Google.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 13h10

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Site do Computador para Todos não funciona direito no Firefox

(Quase) Todos

O site do programa do governo federal Computador para Todos ainda não é para todos. O menu não funciona corretamente com o Firefox.

Pelo menos está tudo OK com a página do Software Livre.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 16h28

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Batalha de rap entre mecanismos de busca

Rimas

A princípio não me pareceu uma boa idéia, mas a execução brilhante me fez mudar de opinião: Batalha de rap entre mecanismos de busca.

Google vs. Yahoo!

MSN vs. Google

Yahoo! vs. MSN

Via Google Discovery e Google Blogoscoped

Escrito por Rafael Capanema às 14h43

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Veja novo viral da turma da Coca com Mentos

Sticky

O pessoal que criou o viral da Diet Coke com a bala Mentos tenta repetir a dose com sticky notes, que são mais conhecidos como post-it no Brasil (e acho que um pouco diferentes, normalmente).

O filminho é bacana --ligue a caixa de som--, e no site tem instruções de como fazer.


EepyBird's Sticky Note experiment from Eepybird on Vimeo.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 17h22

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CompuLab lança computador minúsculo

PC-chaveiro

Simpaticíssimo esse Fit-PC Slim, da CompuLab.

Com 380 g e dimensões de 110x100x30 mm, tem processador AMD Geode LX800 de 500 MHz, Ethernet, saída VGA, Wi-Fi, 256 ou 512 Mbytes de memória e três entradas USB. Nada mal.

A versão com disco rígido de 60 Gbytes e Ubuntu Linux sai por US$ 295. Windows XP eleva o preço para US$ 335.

Via Engadget

Escrito por Rafael Capanema às 17h11

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OS X no Eee PC e Chrome em Linux e Mac

Gambiarras

"Wired"

Photoshop rodando em um Eee PC com Mac OS X Leopard

Hoje é dia de gambiarra.

Para começar, um wiki da "Wired" que ensina a instalar o Leopard, versão mais recente do Mac OS X, no Eee PC, o famoso subnotebook da Asus. Cabe lembrar que instalar o Mac OS X em um hardware que não seja da Apple é uma violação da licença do sistema operacional.

Como em quase toda gambiarra, há inconvenientes: som, Flash e porta Ethernet (por enquanto) não funcionam; Wi-Fi, só instalando um programa separado. Mas há quem diga que o Mac OS X roda melhor até do que o Windows XP no Eee PC. A conferir.

CodeWeavers

Google Chrome no Ubuntu, sistema operacional baseado em Linux

A segunda gambiarra envolve o Chrome. O navegador só foi lançado para Windows, mas o Google liberou o código-fonte sob o codinome Chromium. Aí veio a CodeWeavers e empacotou versões para Linux e Mac, por meio do Wine, o impressionante projeto que permite executar softwares feitos para Windows em sistemas operacionais baseado em Unix.

Para quem prefere esperar as versões nativas oficiais, o Google avisará por e-mail quando o Chrome estiver disponível para outros sistemas operacionais. É só se cadastrar nas páginas de Linux e Mac.

Escrito por Rafael Capanema às 15h09

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GoogleLabs lança buscador de aúdio dentro de vídeo

Papo de político

O laboratório do Google lançou um serviço interessantíssimo, que busca por áudio dentro de clipes do canal de política do YouTube.

A transcrição do áudio é feita de forma automática e a pesquisa funciona muito bem. Já existia um miniaplicativo que fazia o mesmo serviço, mas agora o recurso pode ser usado com base no navegador.

Fiz um teste com a palavra ‘brazil‘ e foi tudo OK. Mas com Brasil, não funcionou. O momento em que a palavra buscada é pronunciada no vídeo fica marcado com um pontinho amarelo.

reparem na telinha retangular do YouTube

Escrito por Gustavo Villas Boas às 16h59

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Apple e música brasileira

Tom, João e Jobs


No centro, disco da cantora Céu

Steve Jobs –ou alguém da Apple que prepara suas apresentações– deve gostar muito de música brasileira.

No evento de lançamento de ontem (a Apple disponibilizou a íntegra em vídeo), podemos ver, logo no começo, o disco da cantora Céu. Mais para a frente, dois clássicos da cinqüentenária bossa nova: "Getz/Gilberto" e "Elis & Tom".


Na terceira linha, à direita, "Elis & Tom" e "Getz/Gilberto"

 

Escrito por Rafael Capanema às 19h11

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Começa a aparecer o próximo Ubuntu

Jaunty Jackalope

Mark Shuttleworth, fundador da Canonical, que desenvolve o sistema operacional Ubuntu, falou um pouco sobre metas e perspectivas da próxima versão, a 9.04, ou Jaunty Jackalope. Os comentários foram feitas em lista de e-mail da comunidade Ubuntu.

Preparada para sair no ano que vem, uma das metas é que o sistema de boot seja mais rápido, tanto no sistema padrão quanto no desenhado para um dispositivo específico.

Outra meta, de acordo com o Shuttleworth, é diminuir as fronteiras entre os aplicativos desktop e os programas on-line.

Essas duas metas levam a crer que o Jackalope vai ser bastante adequado aos netbooks. O mini da Dell, por exemplo, pode ser comprado já com o Ubuntu instalado. A empresa, conforme pedidos dos usuários, faz todos os computadores compatíveis com o sistema, além de vender notebooks com Ubuntu instalado de fábrica.

O Ubuntu já tem uma versão para os mininotebooks, a Netbook Remix. Mas, pelo que li em fóruns de usuários, a versão demora muito para fazer o boot. Como outros sistemas em netbooks, diga-se.

Por falar em netbook, os leitores daqui gostam desse tipo de equipamento? Quem tem, qual sistema usa? E, por último, alguém já usou o Google Chrome nas telinhas pequenas? Acho que a falta do menu e da barra inferior deve dar um bom ganho de área útil nos monitores de oito, nove, dez polegadas...

Escrito por Gustavo Villas Boas às 18h42

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Por que é azul a luz do novo mouse

Explicações e restrições

Acabo de voltar das apresentações dos novos produtos da Microsoft, aqui em Seattle, e consegui algumas explicações sobre o funcionamento do mouse Explorer, que usa a tecnologia BlueTrack.

De fato, foi possível controlar o cursor mesmo colocando o mouse no carpete da sala ou sobre superfícies bem lisas (mas não tanto quanto o vidro). Ele funcionou bem melhor que os dispositivos a laser também apresentados para comparação.

O Explorer não é a laser (ainda que exista laser azul, e o sistema Blu-ray é um dos exemplos de aplicação dessa tecnologia).

A fonte emissora de luz é um LED (diodo emissor de luz) "gordinho", digamos assim, que produz um raio mais amplo, capturando coordenadas e reconhecendo superfícies em uma área mais ampla que a trabalhada pelo mouse a laser, cujo raio é mais fino.

Em contrapartida, a linha Explorer e as outras linhas de dispositivos de entrada de dados (mouses e teclados) apresentadas hoje usam um sistema de transmissão sem fio especial para se comunicar com o computador ou laptop.

Os computadores não têm o receptor embutido, como já acontece com o sistema Bluetooth; por isso, os mouses vêm com uma espécie de pendrive, que deve ser espetado em uma porta USB do computador ou laptop para poder receber os sinais emitidos pelo mouse e/ou teclado. Ou seja: você perde uma porta USB, o que pode ser um problema (ou, pelo menos, uma chatice) se você usa um portátil com poucas saídas.

Também fui checar as webcams, ambas da linha LifeCam. O tal software que comentei antes, que produz efeitos especiais nos vídeos, é proprietário, ou seja, só funciona com as câmeras da Microsoft. Você compra a webcam e leva o software, mas não pode comprar ou fazer o download do software sozinho.

Aliás, mesmo o sistema de videomensagens on-line, via rede Live, tem restrições. Para se cadastrar, o interessado precisa necessariamente ter uma identidade Windows Live (ou e-mail Hotmail). O recebedor da mensagem não precisa, mas deve necessariamente usar o navegador da Microsoft, o Internet Explorer, nas suas versões 6 ou 7. A videomensagem, que pode durar até dois minutos, não toca, por exemplo, em Firefox ou no novíssimo Chrome.

 O jornalista Rodolfo Lucena viajou a Seattle a convite da Microsoft

Escrito por Rodolfo Lucena às 17h46

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iPod novo implementa melhoria de falsificado?

A cópia da cópia

Fotos Divulgação

E as novidades de hoje da Apple, como sempre, monopolizaram as atenções da mídia especializada.

Sim, os novos iPods são lindos, mas foi outra coisa que me chamou a atenção. Vejam esta foto da apresentação de Steve Jobs, em que as quatro gerações do iPod nano estão enfileiradas:

Robert Garbraith/Reuters

Pois bem. Sempre que sai um novo iPod, aparecem em poucos dias réplicas descaradas nos Muamba Centers espalhados por aí. O curioso é que, desta vez, parece que ocorreu o caminho inverso: a Apple incorporou ao produto oficial uma melhoria perpetrada pelos imitadores.

Explico: notem os espaços não aproveitados nos iPods de primeira e segunda geração. Pois os falsários perceberam isso e há tempos tascaram telinhas mais generosas em seus tocadores de MP4 "genéricos". E eis que o novo iPod nano emerge com... telinhas ao estilo dos produtos falsificados!

cultofmac.com

iPods "genéricos"

O que vocês acham? Seria coincidência? Ou a Apple reconheceu a boa idéia dos imitadores?

Escrito por Rafael Capanema às 16h45

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Twitter Brasil fora do ar por determinação judicial

Bloqueio

O Twitter Brasil, blog que fala sobre o serviço de microblog Twitter, está fora do ar por determinação judicial. E por engano.

Na verdade, o Tribunal Regional Eleitoral do Ceará queria tirar o Twitter do ar.

Segundo Fernando Souza, um dos criadores do Twitter Brasil, a prefeita e candidata à reeleição de Fortaleza, Luizianne Lins, entrou com uma ação contra o Twitter porque há um perfil falso dela (veja aqui) no site.

"Ela quis tirar o Twitter.com do ar, mas a Justiça entendeu erroneamente que era o Twitter Brasil", disse Souza à Folha.

A razão do bloqueio, segundo Raquel Camargo, outra responsável pelo site, foi escrita assim: "REPRESENTAÇÃO. PROPAGANDA IRREGULAR. INTERNET. CRIAÇÃO PERFIL FALSO. SITE TWITTER". Na verdade, esse texto está escrito no campo assunto no processo.

A equipe do site aguarda a liberação completa do processo para acionar a Justiça, segundo Souza.

Outro lado

A assessoria da campanha de Luizianne Lins afirma que o processo é pela exclusão do perfil falso colocado no Twitter. "Deve ter havido uma confusão [em relação ao bloqueio do Twitter Brasil]", disse Demétrio Andrade, assessor da campanha. 

A advogada da candidata Luizianne, Isabel Mota, afirma que foi solicitada a retirada do conteúdo do perfil falso e a notificação para identificar os responsáveis pelo perfil, "que estava gerando descrédito na imagem da candidata", segundo ela.

A Folha tentou falar, sem sucesso, com o juiz responsável pelo processo, Emanuel Leite Albuquerque, que coordena a fiscalização da propaganda eleitoral.

ATUALIZAÇÃO, às 18h23: O site Twitter Brasil voltou ao ar: http://www.twitterbrasil.org/

Obamania

Enquanto isso, o candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, tem o perfil mais popular do Twitter, com mais de 78,5 mil seguidores.

Mais bloqueio

Coicidentemente hoje, o blog Nova Corja, que aborda temas políticos, foi obrigado a tirar informações de um post do ar.

O texto fala sobre "a compra mi$terio$a da man$ão" da governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius.

Escrito por Daniela Arrais às 16h18

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Azul é o raio do novo mouse da Microsoft

Promessa de mais precisão

Ao som de acordes triunfais, a sala ficou às escuras para dar lugar a um show de luzes azuis, raios girando loucamente pelas paredes e pelo teto, numa promessa de apoteose que, enfim, pariu um rato: a Microsoft apresentou hoje em Seattle o que diz ser a mais inovadora e precisa tecnologia para expressar na tela os movimentos que você faz com o mouse.

Trata-se da BlueTrack, que, segundo a empresa, combina e amplia as qualidades dos sistemas de rastreamento ótico e a laser para funcionar bem mesmo quando o mouse é movimentado sobre superfícies onde nem sempre os sistemas hoje usados têm bom desempenho, como madeira muito lisa, mármore ou metal.

Como diz o nome em inglês, o aparelhinho usa uma luz azul para o rastreamento --como você sabe, a laser dos mouses em geral é vermelho. Mas a cor diferente pode ser apenas uma saída marqueteira, sem ter a ver com a tecnologia usada. Isso só vou saber mais tarde, quando for acompanhar as demonstrações dos produtos e puder falar com os técnicos.

No press-release, eles já avisam que não funciona bem sobre vidro ou espelhos... Em contrapartida, funciona em carpetes... Não estará disponível, na sua versão mais parruda, no Brasil, que só vai receber o Explorer Mini, irmão menor do aparelho, que funciona com pilhas AA e promete mandar sinais precisos mesmo a dez metros de distância do computador. Também é mais barato: deve chegar ao mercado americano em novembro por US$ 79,95; o maior custa US$ 20 a mais.

Os anúncios fazem parte de um pacote mais amplo de novidades apresentadas agora há pouco pela Microsoft aqui em Seattle. A empresa mostrou novos teclados e mouses que, além de suas funções especificas, têm recursos que os tornam eficientes também para que vai brincar com games de computador.

Os lançamentos mais divertidos, ainda que nada muito novidadeiro, me pareceram ser duas linhas de web cams (da linha LifeCam, para uso na rede Windows Live) e, especialmente, um software de comunicação que as acompanha. Ele não só permite deixar videomensagens como tem recursos para, on-line, em tempo real, produzir efeitos especiais (olhos esbugalhados, bocão, narizinho e outras gracinhas).

Não serve para grande coisa, mas diverte, o que já é alguma coisa (se você já é rodado no mundo da informática talvez lembre de um software chamado Goo ou coisa do gênero --desculpe pois a idade anda comendo a minha memória--, que, lá pelo fim dos anos 90, era uma diversão para transformar fotos digitais em divertidas caricaturas).

O jornalista Rodolfo Lucena viajou a Seattle a convite da Microsoft

Escrito por Rodolfo Lucena às 15h50

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Brasigo lança versão final

Colaboração

Entra no ar hoje a versão final do Brasigo, serviço de perguntas e respostas desenvolvido por brasileiros.

 

Desde o primeiro semestre, o serviço estava em fase de testes e já tinha alcançado cerca de 2 mil usuários.

 

Aos moldes do Yahoo!Respostas, em que usuários trocam perguntas e respostas, o Brasigo abre espaço para a colaboração de usuários.

 

“A idéia é que os usuários criem conteúdo local”, diz Manoel Lemos, 33, diretor-executivo do Brasigo e, também, do BlogBlogs.

 

O Brasigo não pretende ficar só nas perguntas e respostas, afirma Lemos. A idéia é que outros serviços, como crítica de produtos, sejam acrescentados ao site.

 

Para começar a usar o Brasigo, o usuário se cadastra e recebe sua Brasigo ID.

 

Em seguida, customiza seu perfil, em que é possível colocar foto e interesses pessoais e profissionais, por exemplo, nos mesmos moldes de redes sociais como o Orkut.

 

Para criar uma pergunta, basta digitá-la na caixa de texto que fica na parte superior do site.

 

É possível classificar a pergunta com categorias, como “amigos e amores” e “ciência e tecnologia”, e solicitar aviso para quando alguém respondê-la.

Escrito por Daniela Arrais às 11h41

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Novo serviço para criar seleção de músicas

Tumbletape

Inspirado pelo Muxtape, que continua fora do ar para resolver problemas com a Riaa, surge o Tumbletape.

Para compilar uma seleção musical, basta colocar seu nome de usuário do Tumblr. O serviço junta todos os arquivos que você já subiu em seu blog.

Confira em: www.tumbltape.com

Escrito por Daniela Arrais às 12h42

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Microsoft Research lança mais um soft para brincar com fotos

Colagem

Depois do Photosynth, um aplicativo que monta visualizações de uma mesma cena a partir de inúmeras fotos, criando um efeito 3D, a Microsoft lançou outro programa para fotos.

O AutoCollage é, aparentemente, bem simples (eu não fiz o download); o programa monta um joguinho (uma colagem) com fotos escolhidas pelo usuário. Acho que vai fazer sucesso entre os fotoblogueiros do Brasil. No site tem um vídeo.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 15h04

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Lançado o subnotebook da Dell

Antes tarde...

Divulgação

Finalmente saiu o subnotebook (ou netbook) da Dell, o Inspiron Mini 9. E não, ele não vai custar US$ 300.

À venda nos EUA, no Japão e em alguns países da Europa, seu preço começa em US$ 349, na versão mais básica –Ubuntu, memória de 512 Mbytes e armazenamento de 4 Gbytes. Quem quiser a maquininha com o sistema gratuito baseado em Linux, porém, vai ter que esperar 15 dias úteis.

A versão mais cara –Windows XP, memória de 1 Gbyte e armazenamento de 16 Gbytes– sai por US$ 449. Com extras como Bluetooth e carcaça branca (US$ 25 a mais, não me pergunte por quê), ele pode chegar a US$ 504. Só há opção de tela de nove polegadas.

Quem comprar um laptop Studio 15XPS M1530 ou XPS M1330, leva o Inspiron Mini por mais US$ 99. Mas esses custam pelo menos US$ 1000.

A Laptop Mag já testou e gostou, mas tem ressalvas quanto ao teclado. O Crave, da CNet, também publicou suas impressões em texto e vídeo.

Abaixo, um vídeo em que Brian Pitstick, da Dell, fala sobre o netbook:

Escrito por Rafael Capanema às 12h26

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Conheça o laboratório móvel do MIT

Celulares


The Cloud, projeto do laboratório de experiência móvel do MIT

Estudantes usam seus celulares para adicionar tags (etiquetas) e postar mensagens em prédios históricos da Catalunha (Espanha). Em uma feira de moda em Florença (Itália), os telefones móveis servem para trocar cartões de visita virtuais e registrar peças de roupa, que podem ser consultadas mais tarde via internet.

Esses são dois dos projetos desenvolvidos pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) em seu laboratório de experiência móvel (mobile.mit.edu), cujo diretor, o italiano Federico Casalegno, esteve em São Paulo para palestras na semana passada.

A recente lei seca tornou especialmente interessante para a platéia brasileira um dos projetos da equipe de Casalegno: um bracelete com bafômetro integrado. Se o nível alcoólico do usuário estiver acima do permitido para dirigir, o adereço transmite ordens ao celular para chamar um táxi ou um amigo confiável.

Leia abaixo a íntegra da entrevista que ele concedeu à Folha.

FOLHA - Como fazer com que o Brasil atinja o nível de avanço, em termos de integração do celular com o cotidiano, que se vê nos seus projetos e no Japão, por exemplo?
FEDERICO CASALEGNO - Uma possibilidade é optar por um método em código aberto. Se você abrir o código, permite que as comunidades decidam seus próprios projetos e serviços que podem desenvolver. A segunda possibilidade não é baseada em alta tecnologia, mas o usuário precisa entender o que ele pode ter. Pode-se ter um caso muito avançado, como no Japão, onde há celulares muito poderosos, ou projetos menos sofisticados, como em Bangladesh, em que se usam telefones para micropagamentos e para empréstimos de dinheiro. O ponto não é a tecnologia, mas que serviços as pessoas precisam ter. E aí, a resposta tecnológica pode ser muito fácil. Você pode usar tecnologias baratas e já difundidas, como o SMS, por exemplo.

FOLHA - De que forma o celular pode ser útil para a população de países pobres?
CASALEGNO - Você tem muitos exemplos, na África, de trabalhadores que trocam informações sobre preços por meio de SMS. De novo, essa não é uma questão relacionada a tecnologia de ponta, mas o que já é possível fazer com o que a atual já oferece. Flashmobs, por exemplo, ou mobilizações que usam telefones celulares para coordenação política. Você lembra o que houve em Madri, onde foi feito um flashmob depois do primeiro ataque terrorista em uma estação de trem? Isso é uma forma muito poderosa de coordenar ações e idéias de pessoas e que não precisa ser de última geração ou cara. Então, todo país, potencialmente, pode usar isso -o que, claro, inclui o Brasil. A população no Brasil tem mais dificuldades de acesso a planos de dados, por exemplo. Mas você pode encontrar muito mais formas inovadoras de usar os telefones celulares. E a criatividade e a inovação em Brasil são muito altas.

FOLHA - Qual é o futuro dos telefones celulares?
CASALEGNO - Vou dizer algo provocativo, mas tenho certeza de que você vai entender: o telefone celular está morto. O celular, como nós o conhecíamos, não existe mais. Celulares são pré-históricos. Eles eram algo que se usava para fazer chamadas telefônicas, mas, atualmente, até os modelos básicos têm câmera, por exemplo. E, nos mais avançados, você pode navegar na internet, usar mensageiros instantâneos, brincar com jogos, criar vídeos. Então, basicamente, eles são máquinas computacionais portáteis. Com acesso a Wi-Fi, um navegador de capacidade completa... Eu acho que a tecnologia touchscreen é muito poderosa por ser intuitiva e amigável. Não posso prever o futuro, mas a tendência é que os celulares se comuniquem mais e mais com objetos. Há o Bluetooth, comunicação por campo de proximidade e celulares com radiotransmissores cada vez mais baratos, que permitem a você se comunicar em qualquer lugar. E, finalmente, você tem o GPS, a localização no ambiente urbano. A grande diferença entre essas máquinas computacionais e os computadores é que os últimos são basicamente feitos para calcular, para computar. Os celulares, que têm computação portátil, são objetos para se comunicar não só com amigos, mas com serviços, com a cidade, com o ambiente urbano, e assim por diante.

Escrito por Rafael Capanema às 12h55

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Navegador do Google disponível para download

Chrome

Nos sites de tecnologia, não se fala em outra coisa.

Chrome, o navegador do Google, já está disponível para download. Já instalamos e estamos testando.

Atualização (17h10)
Uma das novidades mais interessantes do Chrome é o fato de ele tratar cada aba como um processo separado. Assim, se um site causar algum problema, fecha-se apenas a aba em que ele está, e não o navegador inteiro.
Para isso, o Chrome vem com um gerenciador de tarefas semelhante ao do Windows.

Assim como boa parte dos serviços do Google, o Chrome segue uma linha informal e é cheio de pequenos gracejos. Há no gerenciador de tarefas o link "Estatísticas para nerds", que dá dados mais detalhados sobre cada aba e plug-in. Vejam:

Quando você encerra uma aba, eis o que aparece:

Escrito por Rafael Capanema às 16h02

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