Circuito Integrado - Blog do Informática da Folha
 

Novo serviço para criar seleção de músicas

Tumbletape

Inspirado pelo Muxtape, que continua fora do ar para resolver problemas com a Riaa, surge o Tumbletape.

Para compilar uma seleção musical, basta colocar seu nome de usuário do Tumblr. O serviço junta todos os arquivos que você já subiu em seu blog.

Confira em: www.tumbltape.com

Escrito por Daniela Arrais às 12h42

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Microsoft Research lança mais um soft para brincar com fotos

Colagem

Depois do Photosynth, um aplicativo que monta visualizações de uma mesma cena a partir de inúmeras fotos, criando um efeito 3D, a Microsoft lançou outro programa para fotos.

O AutoCollage é, aparentemente, bem simples (eu não fiz o download); o programa monta um joguinho (uma colagem) com fotos escolhidas pelo usuário. Acho que vai fazer sucesso entre os fotoblogueiros do Brasil. No site tem um vídeo.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 15h04

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Lançado o subnotebook da Dell

Antes tarde...

Divulgação

Finalmente saiu o subnotebook (ou netbook) da Dell, o Inspiron Mini 9. E não, ele não vai custar US$ 300.

À venda nos EUA, no Japão e em alguns países da Europa, seu preço começa em US$ 349, na versão mais básica –Ubuntu, memória de 512 Mbytes e armazenamento de 4 Gbytes. Quem quiser a maquininha com o sistema gratuito baseado em Linux, porém, vai ter que esperar 15 dias úteis.

A versão mais cara –Windows XP, memória de 1 Gbyte e armazenamento de 16 Gbytes– sai por US$ 449. Com extras como Bluetooth e carcaça branca (US$ 25 a mais, não me pergunte por quê), ele pode chegar a US$ 504. Só há opção de tela de nove polegadas.

Quem comprar um laptop Studio 15XPS M1530 ou XPS M1330, leva o Inspiron Mini por mais US$ 99. Mas esses custam pelo menos US$ 1000.

A Laptop Mag já testou e gostou, mas tem ressalvas quanto ao teclado. O Crave, da CNet, também publicou suas impressões em texto e vídeo.

Abaixo, um vídeo em que Brian Pitstick, da Dell, fala sobre o netbook:

Escrito por Rafael Capanema às 12h26

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Conheça o laboratório móvel do MIT

Celulares


The Cloud, projeto do laboratório de experiência móvel do MIT

Estudantes usam seus celulares para adicionar tags (etiquetas) e postar mensagens em prédios históricos da Catalunha (Espanha). Em uma feira de moda em Florença (Itália), os telefones móveis servem para trocar cartões de visita virtuais e registrar peças de roupa, que podem ser consultadas mais tarde via internet.

Esses são dois dos projetos desenvolvidos pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) em seu laboratório de experiência móvel (mobile.mit.edu), cujo diretor, o italiano Federico Casalegno, esteve em São Paulo para palestras na semana passada.

A recente lei seca tornou especialmente interessante para a platéia brasileira um dos projetos da equipe de Casalegno: um bracelete com bafômetro integrado. Se o nível alcoólico do usuário estiver acima do permitido para dirigir, o adereço transmite ordens ao celular para chamar um táxi ou um amigo confiável.

Leia abaixo a íntegra da entrevista que ele concedeu à Folha.

FOLHA - Como fazer com que o Brasil atinja o nível de avanço, em termos de integração do celular com o cotidiano, que se vê nos seus projetos e no Japão, por exemplo?
FEDERICO CASALEGNO - Uma possibilidade é optar por um método em código aberto. Se você abrir o código, permite que as comunidades decidam seus próprios projetos e serviços que podem desenvolver. A segunda possibilidade não é baseada em alta tecnologia, mas o usuário precisa entender o que ele pode ter. Pode-se ter um caso muito avançado, como no Japão, onde há celulares muito poderosos, ou projetos menos sofisticados, como em Bangladesh, em que se usam telefones para micropagamentos e para empréstimos de dinheiro. O ponto não é a tecnologia, mas que serviços as pessoas precisam ter. E aí, a resposta tecnológica pode ser muito fácil. Você pode usar tecnologias baratas e já difundidas, como o SMS, por exemplo.

FOLHA - De que forma o celular pode ser útil para a população de países pobres?
CASALEGNO - Você tem muitos exemplos, na África, de trabalhadores que trocam informações sobre preços por meio de SMS. De novo, essa não é uma questão relacionada a tecnologia de ponta, mas o que já é possível fazer com o que a atual já oferece. Flashmobs, por exemplo, ou mobilizações que usam telefones celulares para coordenação política. Você lembra o que houve em Madri, onde foi feito um flashmob depois do primeiro ataque terrorista em uma estação de trem? Isso é uma forma muito poderosa de coordenar ações e idéias de pessoas e que não precisa ser de última geração ou cara. Então, todo país, potencialmente, pode usar isso -o que, claro, inclui o Brasil. A população no Brasil tem mais dificuldades de acesso a planos de dados, por exemplo. Mas você pode encontrar muito mais formas inovadoras de usar os telefones celulares. E a criatividade e a inovação em Brasil são muito altas.

FOLHA - Qual é o futuro dos telefones celulares?
CASALEGNO - Vou dizer algo provocativo, mas tenho certeza de que você vai entender: o telefone celular está morto. O celular, como nós o conhecíamos, não existe mais. Celulares são pré-históricos. Eles eram algo que se usava para fazer chamadas telefônicas, mas, atualmente, até os modelos básicos têm câmera, por exemplo. E, nos mais avançados, você pode navegar na internet, usar mensageiros instantâneos, brincar com jogos, criar vídeos. Então, basicamente, eles são máquinas computacionais portáteis. Com acesso a Wi-Fi, um navegador de capacidade completa... Eu acho que a tecnologia touchscreen é muito poderosa por ser intuitiva e amigável. Não posso prever o futuro, mas a tendência é que os celulares se comuniquem mais e mais com objetos. Há o Bluetooth, comunicação por campo de proximidade e celulares com radiotransmissores cada vez mais baratos, que permitem a você se comunicar em qualquer lugar. E, finalmente, você tem o GPS, a localização no ambiente urbano. A grande diferença entre essas máquinas computacionais e os computadores é que os últimos são basicamente feitos para calcular, para computar. Os celulares, que têm computação portátil, são objetos para se comunicar não só com amigos, mas com serviços, com a cidade, com o ambiente urbano, e assim por diante.

Escrito por Rafael Capanema às 12h55

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Navegador do Google disponível para download

Chrome

Nos sites de tecnologia, não se fala em outra coisa.

Chrome, o navegador do Google, já está disponível para download. Já instalamos e estamos testando.

Atualização (17h10)
Uma das novidades mais interessantes do Chrome é o fato de ele tratar cada aba como um processo separado. Assim, se um site causar algum problema, fecha-se apenas a aba em que ele está, e não o navegador inteiro.
Para isso, o Chrome vem com um gerenciador de tarefas semelhante ao do Windows.

Assim como boa parte dos serviços do Google, o Chrome segue uma linha informal e é cheio de pequenos gracejos. Há no gerenciador de tarefas o link "Estatísticas para nerds", que dá dados mais detalhados sobre cada aba e plug-in. Vejam:

Quando você encerra uma aba, eis o que aparece:

Escrito por Rafael Capanema às 16h02

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Indique seus sites favoritos

BlogDay

 Blog Day 2008

Domingo de BlogDay, iniciativa criada "na convicção de que os bloggers deverão ter um dia dedicado ao conhecimento de novos blogs, de outros países ou áreas de interesse". 

A proposta é que blogueiros recomendem novos endereços de blogs a seus visitantes.

Para participar, siga as instruções do site:

  1. Liste cinco novos blogs que você ache interessantes
  2. Notifique por e-mail esses cinco bloggers de que serão recomendados por você no BlogDay 2008
  3. Publique no BlogDay esse post
  4. Junte a tag do BlogDay usando este link:
    http://technorati.com/tag/blogday2008 um link para o site do BlogDay: http://www.blogday.org

Escrito por Daniela Arrais às 16h44

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Do netbook LG x110 para o Circuito Integrado

Pequenos invasores

Estou na feira de eletronicos de consumo IFA, teclando direto da novidade da LG, o netbook X110. O micrinho eh uma beleza, tem versao com 3G e GPS integrado.

Os netbooks, alias, estao em todos os lugares da feira. Marcas turcas, chinesas, coreanas e alemas, entre outras nacionalidades, exibem seus ultraportateis. Alguns chegam logo ao mercado, outros ateh o inicio do proximo ano.

Por enquanto a concorrencia nao teve um impacto substantivo nos precos. A maioria custa o equivalente aos existentes no mercado. Ainda assim, quem esta em duvida se compra um micro desses, e nao tem urgencia, eu recomendo que espere alguns meses. As opcoes vao aumentar, sem duvida.

Como voces perceberam, nao usei acentos --o teclado nao esta no nosso padrao, e tem gente na fila para ver o aparelhinho.

Aqui na Alemanha, vivi  outro grande problema de adaptacao. O Google nao pode usar a marca Gmail (aqui eh Google Mail). Ainda que o endereco www.gmail.com pertenca a empresa, eles tambem nao podem vincula-lo ao servico. Apenas um recado explicando a situacao eh exibido, com o endereco correto.

Esse eh um problema maior do que parece pela internet, mas agora nao para falar sobre isso.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 11h43

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Ver mensagens anteriores

PERFIL

O blog Circuito Integrado é uma extensão da cobertura dos mundos da tecnologia e da internet publicada semanalmente no caderno Informática da Folha. É produzido pelo editor Rodolfo Lucena e pelos repórteres Daniela Arrais, Amanda Demetrio e Rafael Capanema com a participação de diversos colaboradores do caderno.

BUSCA NO BLOG


ARQUIVO


Ver mensagens anteriores
 

Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página
em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha Online.