Blog de Tec

Nada que é digital nos é estranho

 

Envie um cartão virtual da Funerária On-Line

Dica

Chegam muitas coisas no e-mail do caderno de Informática, boa parte delas não relacionadas a tecnologia. Um exemplo é o boletim da Funerária On-Line, que traz informações sobre serviço funerário, cemitérios etc.

Fiquei curioso e fui acessar o site. Descobri que eles têm um serviço de envio de cartões virtuais. Que tal? Fica aí a dica.

Escrito por Rafael Capanema às 15h50

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Discos famosos recriados em Lego

Vintage

Veja no site The Toy Zone uma seleção de 20 capas de discos recriadas em Lego. Tem Beatles, Velvet Underground, Strokes, Nirvana, Morrissey, Muse, Pink Floyd, Norah Jones, Bruce Springsteen...

O link acima não está funcionando, como informou o leitor Douglas. Então tentem pelo Digg.

Escrito por Daniela Arrais às 19h39

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Site ajuda a ler mais rápido

Leitura dinâmica


Palavra por palavra, Spreeder exibe textos em ritmo alucinante

Nunca parei naqueles quiosques que vendem cursos de leitura dinâmica em shopping centers. Até que topei no Digg com o Spreeder e comecei a me interessar pelo assunto.

Funciona assim: você cola um texto lá e ele exibe as palavras, uma por vez, no ritmo que você preferir. O padrão são 300 palavras por minuto, mas alguns comentaristas do Digg sugerem 800. Com as 300 eu já tive dificuldades. Com 800, então... Mas a idéia é justamente essa: ir treinando o cérebro para ler cada vez mais rápido.

O comentarista prisoner24601 postou uma explicação bem interessante sobre o método.

Escrito por Rafael Capanema às 19h28

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Onde você passa mais tempo?

Escritório

O Where We Do What We Do é uma comunidade que convida gente do mundo todo a enviar fotos de espaços onde costuma passar mais tempo fazendo alguma coisa. O curioso é que o computador está presente na grande maioria dos ambientes   =)

Escrito por Daniela Arrais às 19h16

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Veja pendrives com formatos inusitados

USBizarro

Sabe o que é isso? Um USB! Batizado com o nome Lisco, ele se enrola ao redor do seu braço e acaba virando um acessório moderninho.

Vocês já prestaram atenção que existe pendrive para t-o-d-o tipo de gosto?

Confiram, por exemplo, pendrives em forma de comidas gordurosas:

Ou, então, no formato de biscoitinhos, pizza...

Via Gizmodo

Escrito por Daniela Arrais às 19h32

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Veja seu nome se fosse filho de Baby Consuelo

Gerador

Oi, meu nome é Maracangalha Isis. O do Rafael é Brahma Caipora. O do Gustavo, Salvador Nasuah. E o do Rodolfo, Rafos Anunciado. Isso se nós fôssemos filhos da cantora Baby Consuelo, hoje Baby do Brasil.

Veja qual seria seu nome aqui: http://rumandmonkey.com/widgets/toys/namegen/11276/

Via @marildabittah

Escrito por Daniela Arrais às 18h16

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Alpha 1 do Firefox 3.1

Shiretoko

Ctrl+Tab ganha recurso visual no Mozilla Firefox 3.1 alpha 1

Aos entusiastas do Firefox: saiu o Shiretoko, curioso codinome do alpha 1 da versão 3.1 do navegador. O download pode ser feito no Mozilla Developer Center.

OK, sei que versões alpha de browsers não costumam entusiasmar muita gente, mas há novidades interessantes. A mais legal, a meu ver, é a visualização de abas que surge quando se usa o comando Ctrl+Tab. A inspiração é o Coverflow, da Apple.

O recurso é baseado na extensão Ctrl+Tab, que foi incorporada à nova versão. Se você quiser ver como é, não precisa instalar o 3.1 alpha 1; basta adicionar o complemento ao seu navegador atual.

Achei bonita a firulinha, mas o comportamento dela me incomodou. As abas se alternam numa ordem diferente da tradicional (da esquerda para a direita, no caso). Ainda não entendi a lógica nova (se é que há uma), mas não gostei.

Para desativar o recurso, só acessando about:config por meio da barra de endereços e alterando o item browser.ctrlTab.mostRecentlyUsed para false. Imagino que, quando sair a versão final do 3.1, haverá um jeito menos nerd de se fazer isso.

O 3.1 alpha 1 traz ainda melhorias no teste Acid3, que mede a compatibilidade dos navegadores com padrões da web. O 3.1 alpha 1 faz 84 pontos de 100, ante 71 do Firefox 3.0.

Mais informações: Mozilla Links

Escrito por Rafael Capanema às 16h55

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No Google, só da Cuil

Trends

E no Google Trends, só da CUil. Agora, as 10:20, o vigésimo termo mais procurado no Google é Cuil.com.

Depois:

24 é Coil

34 é wiki Cuil

37 é Coil.com

40 é Quil

51 é www.cuil.com (é com isso que o buscador tem que lutar também, para muita gente, o Google É a internet. Eles acham mais normal digitar um endereço no buscador ou decorar: ah, meu blog aparece em quarto se você digita, por exemplo, "blog brasil celular"; aliás, eu faço isso às vezes)

65 é Cool search engine (cool, ou legal, é a pronúncia correta para o nome do novo buscador)

70 é Cai

75 é Guil

86 é Clui

90 é Kuil

91 é Ciul.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 10h28

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Novo gigante?

Cuil


O buscador Cuil já nasceu gigante, pelo menos na boca das pessoas e na própria. Primeiro, diz que é o maior buscador do planeta. Segundo, é formado por ex-funcionários do Google. Um é Russell Power.


A outra, o nome da vez, é Anna Patterson. A PhD em ciência da computação já vendeu um buscador para o Google, em 2004, quando entrou para a empresa e foi responsável pela arquitetura do maior índice de pesquisa do buscador, o TeraGoogle. Isso segundo o currículo dela no site.


A mulher também fazia parte da equipe responsável pelo GoogleBase, uma lista de sites e conteúdo on-line feita por usuários, ainda em teste --e que eu não conhecia.


No Google Trends, que mensura os termos mais procurados no buscador, o Cuil já as caras. Neste momento (0:52), aparece na posição 44 (wiki cuil), na posição 51 (new search engine), na posição 60 (cuil stocks) e na posição 60 (cuil search).
Amanhã eu aposto que chega pelo menos entre os 15 primeiros.


Naveguei pela manhã no buscador --a primeira mudança visível é que a tela é predominantemente preta. Os resultados das buscas foram bastante razoáveis para um primeiro dia. Achei que de manhã, quando eu entrei, ele estava bem mais rápido do que agora a noite. Tráfego? Bom, vai ter que ter mais café no bule para aguentar o tranco que o Google aguenta, com mais de 60% do volume de buscas do mercado norte-americano.

A interface é toda em inglês, não encontrei em outra língua. Os resultados aparecem em bloquinhos na tela, com alguns sites com pequenas imagens. Dependendo da palavra, ele apresenta uma lista na direita com categorias de sugestões, além de abas na horizontal. Achei bom, mas tem que acostumar com a apresentação de resultados.

A busca feita em português é pior do que  em inglês. Enquanto você digita, o Cuil vai sugerindo termos. É possível desabilitar a função, assim como a de busca segura --permitindo sites adultos.  Senti falta de uma forma de filtrar resultados, por exemplo, eliminando palavras ou buscando por termos compostos.

Depois, conte sua opinião --e descobertas-- para a gente.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 00h52

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Blog reúne notas de dinheiro com recados

Cifrão que fala

O De-noted é um blog muito legal: você escreve um recado em uma nota de dinheiro, tira uma foto e manda para lá. Eles publicam.



Tem bastante coisa criativa, o problema é o sistema de navegação no histórico, que é muito ruim.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 11h31

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Se fontes fossem gente

Letras

O College Humor fez uma paródia engraçada com as fontes usadas no computador. A Bookman Oldstyle é um senhor barbudo. A Futura, uma mulher com pinta de heroína. A French Script, um francês meio amargo. A Comic Sans, um super-herói. E por aí vai.

O tocador abaixo só aparece se você estiver usando o Firefox. Caso use o Internet Explorer, clique aqui.

 

Via Tiago Dória

Escrito por Daniela Arrais às 18h20

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Dá para esperar quanto do Android?

Sistema

O Android é o sistema de celular baseado no Linux que está sendo desenvolvido por um consórcio de empresas com o Google à frente.

E a empresa do buscador colocou US$ 10 milhõezinhos em dois desafios para desenvolvedores de aplicativos. A premiação é picadinha, óbvio.

Começa com US$ 25 mil para custear o desenvolvimento de 50 projetos que já passaram por triagem. Desses, 10 recebem US$ 100 mil; outros dez, US$ 275 mil.

Depois que o Android chegar ao mercado --a promessa é para este ano-- vem o segundo desafio.

Veja aqui explicações sobre 46 desses aplicativos --quatro desenvolvedores pediram para serem omitidos. Está em ordem alfabética, mas o que eu mais gostei foi mesmo o primeiro.

Vocês acham que o Android vai competir bem em um mercado que já tem o iPhone OS, o Symbian, que também vai ser aberto ao longo dos anos, o Windows Mobile e o BlackBerry OS, entre outros?

Isso para não falar no OpenMoko, também baseado em Linux, que acabou de chegar ao mercado --e que eu conheci a partir de uma dica de um leitor do blog.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 17h09

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Para reduzir spam, Twitter diminui seguidores

Antispam

Se você usa o Twitter, provavelmente notou uma queda drástica no seu número de seguidores. O que poderia ser encarado como uma falha foi uma tentativa da equipe do site de detectar usuários que fazem spam, segundo o Read Write Web.

Não é de hoje que o Twitter tem sido invadido por empresas e gente como nome esquisito, que, mesmo escrevendo em outra língua, resolve seguir você _talvez para encher sua página com links, talvez para vender a própria página como um produto relevante, tamanho o número de pessoas ligadas a ela.

A equipe do site de microblogging tem trabalhado bastante para remover spammers, como informa o Twitter Status. Biz Stone, um dos criadores da ferramenta, postou no blog do Twitter que diversas empresas têm usado o site para gerar tráfego para seus próprios sites e, para isso, vão criando mais de uma conta e postando milhares de links.

Stone ressalta que postar links é legal e incentivado no Twitter, mas que os spammers fazem isso agressivamente. "Spammers estão postando links em uma escala completamente diferente e estão fazendo o que nós chamamos de Agressive Following [algo como o ato de seguir de forma agressiva]", escreveu.

Para combater a prática, o Twitter impôs limites em relação ao número de seguidores. Os spammers que seguem gente demais têm sido contidos. E isso acabou gerando problemas para sites como o Pandora e a Comcast, que têm uma grande comunidade de seguidores.

Lucia Willow, da Pandora, relatou seu caso, ressaltando que tem bastante cuidado na hora de usar o Twitter, tentando seguir a proporção de um para um. Ou seja, ela tenta ter o mesmo número de seguidores quanto o de pessoas que a seguem.

Enquanto o Twitter não encontra a maneira ideal de lidar com spammers, você pode ver quantos seguidores perdeu por meio do TwitterCounter: http://twittercounter.com/

***

A baleia que ilustra o post aparece toda vez que o site sai do ar. O simpático desenho tem fã-clube para "celebrar nossa página de erro favorita", uma conta no próprio Twitter e até uma loja virtual em que são comercializados produtos como camisetas, bottons, canecas, bolsas, entre outros.

Escrito por Daniela Arrais às 17h02

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Um dia sem internet em SP vira comédia de humor negro

SP desconectada

Com atraso, coloco aqui o link para o episódio "Over Logging", que mostra o terror em South Park quando as pessoas da cidade acordam e descobrem que estão sem internet.

http://www.southparkstudios.com/episodes/166179/

É para dizer que a vida imita a arte, ou não?

Escrito por Gustavo Villas Boas às 16h47

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Google abre sua (quase) Wikipédia

Knol

Depois do período de testes, o Google abriu, finalmente, seu Knol. Pelo que eu vi, não é uma enciclopédia, mas uma reunião de artigos.

Diferentemente da enciclopédia que qualquer pessoa pode editar, o forte do Knol vai ser conteúdo feito por supostas autoridades no assunto, que terão um modo para certificar sua identidade, que aparecerão no artigo.

Quem tem uma conta Google pode sugerir alterações, mas elas, em geral, têm que passar pelo consentimento do autor.

E um acordo com a revista "The New Yorker" vai permitir que o autor do knol --o correspondente ao verbete-- possa inserir um cartum da publicação.

Eu não gostei da interface e o conteúdo ainda é muito pequeno. Mas abriu hoje ao grande público, e esse tipo de iniciativa demanda participação de milhares.

E aproveitem para dar uma passada no Wikia Search, o buscador aberto da Wikipédia. Ele já melhorou muito desde que foi lançado, mas não tem resultados tão bons quanto o Google.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 18h13

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Baixe livros em PDF

Estante

Se você gosta de ler livros pela internet, dê sempre uma passada pelo site da Editora do Bispo. Na seção downloads, há novos títulos, como "Ttsss... A Grande Arte da Pixação em São Paulo", organizado por Boleta, "José Simão no País da Piada Pronta" e "Mídia, Máfia e Rock'n'Roll", de Claudio Tognolli.

www.editoradobispo.com.br/site/download.php

Escrito por Daniela Arrais às 18h06

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Rumor: MacBook com tela igual à do iPhone

Dizem por aí...

Que a Apple está preparando um MacBook Touch --com tela que aceita múltiplos toques, como o iPhone. Quem lançou o rumor é o MacDaily News, que diz que sua fonte é a mesma que falou sobre a iTune Store sem-fio, direto para o iPhone e iPod Touch, há um ano --e acertou.

O notebook com tela sensível teria um alto custo de produção, mas seria vendido com margem de lucro pequena, para reduzir os preços. Por outra, como se trata de um produto Apple, se ele for realmente lançado, vai custar caro, muito caro.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 16h19

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Veja mais fotos dos mísseis iranianos

Photowar

Há cerca de duas semanas, a Guarda Revolucionária do Irã divulgou, via agência de notícias, imagens de um teste de mísseis do país.

A imagem apareceu na primeira página de vários jornais (Folha, inclusive), mas logo descobriu-se que ela tinha passado por um photoshop básico. Acho que com essa ilustração do NYTimes, não há dúvidas, certo?

Pois os reis do photoshop trataram de repetir a proeza, em versões criativas da foto dos mísseis. Tem mais aqui.

Eu gosto dessa.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 15h24

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Descubra um segredo do Google que nunca deveria vir à tona

Ovo de páscoa


Easter Egg (ovo de páscoa) é como são chamados segredos escondidos em programas de computadores. Pois bem, o Google tem alguns, como mandar alguém ir nadando por algum oceano da vida quando se pede para o Google Earth traçar uma rota.


Outro é esse horripilante joguinho --eu cheguei na terceira fase.



Para desfrutá-lo, coloque google easter eggs no buscador e clique em "Estou com sorte" ou no primeiro link da busca.


E amanhã, no caderno de Informática, veja dicas úteis para usar no buscador.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 19h14

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Rotas a pé no Google Maps

Agora é pra valer

Lembram do post sobre o Google Maps testando rotas a pé? Então: agora é oficial, ainda que em beta (fase de testes). O anúncio foi feito hoje, no Google LatLong, blog oficial das equipes do Google Maps e do Google Earth.

Para usar o recurso novo, clique em Como chegar e escreva a origem e o destino nos dois campos. Dê enter ou clique no botão Como Chegar. No canto esquerdo da página, clique em A pé –a opção aparece em rotas de até 10 quilômetros. Há um aviso –"Seja cuidadoso ao caminhar em áreas desconhecidas"– bastante pertinente no caso de cidades brasileiras.

O mais divertido, depois de criar uma rota a pé, é clicar e arrastar para modificá-la. Assim, dá pra evitar avenidas movimentadas, por exemplo.

Escrito por Rafael Capanema às 17h04

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BR-Linux dá Eee PC em promoção

Ajudapédia

O blog BR-Linux, um dos principais blogs em português, tem uma promoção para arrecadar fundos para projetos on-lines abertos, como a Wikipédia. O BR-Linux, com o Efetividade.net, vai dar uma grana para a enciclopédia aberta conforme a participação de outros blogueiros na campanha.

O Augusto Campos, responsável pelo blog, pede para avisar que a campanha, que dá brindes legais para os participantes, como um Eee PC, está um sucesso, mas acaba na sexta-feira.

Quem tem um blog ou site e se interessou em participar, vai lá

E como eu falei dos protestos contra a Wikipédia esses dias, pedi para o Augusto falar um pouco sobre a enciclópédia:

Eu uso a wikipédia todos os dias, e mesmo não a considerando o exemplo perfeito de projeto aberto e colaborativo, nem uma fonte autoritativa sobre qualquer tema, ela é um bom primeiro recurso na hora de uma consulta rápida. Mas o essencial é que a minha campanha não tem foco no apoio à Wikipédia em si, mas sim na difusão da idéia de que todo mundo tem condições de contribuir com os projetos que são importantes e relevantes no seu dia-a-dia on-line. A web é construída com boa dose de esforço individual e coletivo, e cada um de nós pode definir que papel quer ter no apoio a este esforço.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 16h05

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Softwares megalomaníacos

Inchados

Vocês devem conhecer o Nero, um dos programas mais populares para gravação de CD. Suponhamos que você vá usá-lo para... gravar alguns arquivos num CD, é claro. Clicando em Iniciar, Programas, Nero 8, eis o que surge:

Onde clicar? Em Nero Burning ROM? Nero Express? Nero StartSmart, talvez? Ou em Nero ControlCenter, quem sabe?

Difícil entender o que se passa na cabeça de alguns fabricantes de software.

Dessa miríade de ferramentas, eu, por exemplo, só uso duas: o Nero Express (versão simplificada do Nero Burning ROM) e o Nero Vision (para criação de DVDs de vídeo).

O Nero é reconhecido por ser um bom programa de gravação de CD/DVD e, creio eu, a maioria dos usuários só o usa para isso.

O problema é a pretensão megalomaníaca. Foram-se somando ferramentas –editor de foto, editor de vídeo, editor de áudio, modelador tridimensional, calculadora intergaláctica– a tal ponto que o Nero se tornou um monstro: o instalador tem 190 Mbytes e o pacotinho requer nada menos que 1 Gbyte de espaço no disco rígido.

Trata-se de um dos maiores exemplos de programas considerados "bloated" (inchados, em inglês).

Assim, não é à toa que tenham surgido versões simplificadas não oficiais, como o Nero Micro e o Nero Lite, só com o essencial.

Outro exemplo de programa inchado, na minha opinião, é o Adobe Reader. Ele tem melhorado nas últimas versões, é verdade, mas ainda o considero muito pesado. Afinal de contas, é só um leitor de PDFs. Não precisa de rococós.

Lembro do tempo em que, quando eu clicava num link de PDF acidentalmente, tinha vontade de chorar. O documento demorava uma eternidade para abrir, enquanto o leitor embutido no browser –uma péssima idéia, na minha opinião– travava o navegador inteiro.

A notícia boa é que existem boas alternativas mais leves e gratuitas. Para substituir o Nero, recomendo o eficiente e simples CDBurnerXP. No lugar do Adobe Reader, há o competente e levinho Foxit Reader. Quem sabe os grandões não reaprendam um pouco com esses pequenininhos.

Escrito por Rafael Capanema às 15h13

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Aqui, no final do ano, com bateria de seis células

MSI Wind: R$ 1.299
 
A notícia sobre o Mirax Freedom espalhou-se de forma ambígua. Mal interpretada, podia dar a entender que a empresa brasileira seria a responsável pela venda do MSI Wind U100 no Brasil. Até por isso, ela tratou de esclarecer que o Freedom não é o Wind.
 
Essa diferenciação é boa para a MSI, que deverá lançar o Wind original no Brasil por R$ 1.299, no final do ano.

Fotos Divulgação
 


 
Lá fora, ele é um dos mais elogiados netbooks, categoria de subnotebooks popularizada pelo Eee PC, da Asus.
 
Seu grande atrativo é o preço: nos EUA, por US$ 499,99 o usuário leva a seguinte configuração:
 
MSI Wind U100
Tela de 10 polegadas e resolução de 1.024x600 pixels;
Processador Intel Atom N270 de 1,6 GHz;
1 Gbyte de RAM;
80 Gbytes de armazenamento (HD SATA de 5.400 RPM);
Wi-fi 802.11b/g, Bluetooth;
3 portas USB, leitor de cartões SD/MMC/MS/MS PRO;
Portas Ethernet, fone de ouvido, microfone;
Saída VGA;
Webcam de 1,3 Mpixel;
Bateria de três células;
Windows XP Home.
 
Compare-a com a configuração de seu concorrente direto, vendido por US$ 649,99:
 
Asus Eee PC 1000H
Tela de 10 polegadas e resolução de 1.024x600 pixels;
Processador Intel Atom N270 de 1,6 GHz;
1 Gbyte de RAM;
80 Gbytes de armazenamento (HD SATA de 5.400 RPM);
Wi-fi 802.11b/g/n, Bluetooth;
3 portas USB, leitor de cartões SD/MMC;
Portas Ethernet, fone de ouvido, microfone;
Saída VGA;
Webcam de 1,3 Mpixel;
Bateria de seis células;
Windows XP Home.
 
Ou seja, por US$ 150 a mais o consumidor leva Wi-fi padrão N, bateria com o dobro de células e leitor de cartões não compatível com Memory Stick. A duração da bateria é a grande vantagem do Eee PC, e, para muitos, a qualidade dos produtos da Asus é superior, com peças e construção melhores. Ainda assim, não sei se compensa essa diferença.
 
Ambos têm e/ou terão versões com Linux, mas com configurações e preços diferentes.
 


 
No Brasil, inicialmente será oferecida apenas a versão com Windows XP, nas cores branca e preta (mas não se descarta a possibilidade de trazer outras). E o melhor: com bateria de seis células.
 
Originalmente o Wind seria lançado no exterior com bateria de seis células, mas isso foi adiado para agosto/setembro. No mesmo mês, a MSI começará a vender a bateria de seis células de forma avulsa – útil para quem comprar a versão com bateria de três.


 
Enquanto isso, o velho-que-começou-tudo-isso Asus Eee PC 701 (com tela de sete polegadas) é vendido na Americanas.com pelos mesmos R$ 1.299 e na Comprafacil.com por R$ 999. Desse jeito, vai encalhar.

 

POR EMERSON KIMURA

Escrito por Rafael Capanema às 17h57

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Mirax quer evitar associação entre os modelos

Mirax Freedom e MSI Wind

Fotos Divulgação

Mirax Freedom e MSI Wind U100. A imagem do primeiro, retirada do Gadgets Info, foi levemente modificada por mim.

Dias atrás, o Rafael postou aqui sobre o lançamento do Mirax Freedom, com um link para o blog Gadgets Info. A notícia logo se espalhou pela internet, em listas de discussões e sites de informática – inclusive estrangeiros.
 
A notícia teve uma repercussão inesperada, contou-me o presidente da Mirax, Alexandre Machado. "Foi uma loucura."
 
E aí... Silenciosamente, sem avisos ou observações, o Gadgets Info alterou o post original, intitulado "Mirax trará MSI Wind para o Brasil por R$ 999" e que dizia que "o Mirax Freedom terá como base o elogiadíssimo MSI Wind".
 
Se vocês conferirem agora, verão que eles retiraram qualquer menção ao MSI Wind.
 
Isso porque, quando a notícia se espalhou, a Mirax logo tratou de contatar a Info para esclarecer que o Mirax Freedom não é o MSI Wind e que eles gostariam que a referência ao produto original, do OEM (original equipment manufacturer), fosse retirada. O blog acatou o pedido.
 
Após conversar com o presidente e a assessoria da Mirax, ficou claro para mim que a intenção da empresa é distanciar o Freedom do Wind U100, evitar essa associação.
 
Essa é uma prática comum entre fabricantes do mundo inteiro. O usuário comum, não entusiasta, raramente sabe o OEM ou ODM (original design manufacturer) do seu computador.
 
A maior fabricante de notebooks do mundo é a Quanta, de Taiwan, que produz ou já produziu para HP, IBM, Dell, Apple, Fujitsu, Sharp e Toshiba, entre outras. Algumas dessas empresas também já usaram modelos de outra fabricante do mesmo país, a Compal, segunda maior fabricante e responsável pela produção do netbook Dell E.
 
No Brasil, posso dar o exemplo da Positivo, que usa alguns modelos da Clevo – também de Taiwan. Percebi assim que lançaram os primeiros modelos, pois tenho um Clevo com marca da japonesa Mouse Computer, e o "gabinete" dele é igual ao de um da Positivo.
 
Não é diferente com outras marcas nacionais, como Itautec, CCE, Microboard, Amazon PC...
 
A posição da Mirax é compreensível. Normalmente, não há muita vantagem (não que haja grande prejuízo) em divulgar o OEM/ODM dos modelos, o que pode até confundir a cabeça do consumidor.
 
Mas, no caso específico do Freedom, acho que tal posição não é necessária – pelo contrário, acho que a Mirax até ganharia com isso, já que o Wind U100 é um dos netbooks mais elogiados em sites especializados.
 
Como muitos ainda olham torto, com certa desconfiança, para as marcas nacionais, associar o Freedom ao Wind poderia ser vantajoso para a Mirax. "Não me preocupo com a marca porque, na verdade, é um MSI Wind."
 
A Mirax, ao que parece, pensa diferente.
 
Em breve, coloco mais informações sobre o Freedom.


POR EMERSON KIMURA

Escrito por Rafael Capanema às 14h20

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Firefox atualiza sozinho. E para trás.

2.0

Eis que meu Firefox avisa que foi atualizado para a versão mais recente. No primeiro momento, achei ótimo. Mas logo percebi que ele atualizou para trás. Depois de ter experimentado as delícias da versão 3.0, estou usando a 2.0.

O pior: onde estão minhas dezenas de favoritos, tudo marcado com tags, uma beleza?

Escrito por Gustavo Villas Boas às 12h50

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Saiba o que Victor Fasano pensa sobre o Twitter

Entrevista

Vitor Fasano passa seus dias entre taças de dry martini, visitas a restaurantes luxuosos e observações que só um autêntico bom vivant sabe fazer. Mais do que descrever o que faz, ele observa o dia-a-dia de forma tão peculiar e sofisticada que até brincaram de inventar um verbo para isso: vitorfasanear.

Mas, calma lá, o Vitor Fasano em questão não passa de uma farsa. No site de microblogging Twitter, em que os usuários publicam mensagens curtas, alguém que não quer se identificar criou um perfil e se faz passar pelo ator de novelas como "Torre de Babel" e "Paraíso Tropical".

Ao escrever frases como "Olhar Moema! Sexta-feira de Sol é um churros da Kopenhagen" e "E não é que a profecia da Chris Torloni sobre esta audaciosa fase 'Barack Obama' da minha vida é verdade? 1 seguidor por minuto", o fake conquista diversos seguidores –até agora, são mais de 1.200.

Para saber o que o verdadeiro Victor Fasano acha de tamanha repercussão, passamos duas semanas tentando agendar uma entrevista com ele, que atualmente é 
secretário de proteção e defesa dos animais no Rio de Janeiro. Primeiro, ele não sabia o que era Twitter. Depois, justificou a demora: seu computador foi atingido por um vírus, que o impossibilitou de acessar o Twitter. Hoje, finalmente, conversamos com o ator, por telefone. 

FOLHA - Como está a repercussão? As pessoas estão comentando com você?

VICTOR FASANO - Cara, por incrível que pareça –você vai morrer de dar risada–, eu não acesso o computador há uns dez dias porque estava com um vírus. Quando a minha secretária falava que você estava me ligando, eu nem sabia o que era Twitter, porque não sou um internauta –uso a internet exclusivamente para trabalhar. Eu sou de outra geração. Sei que hoje tem avatar e blog, todas aquelas formas eletrônicas de ter contato com as pessoas, mas, para mim, são formas tão frias... Não acho muita graça nisso. Em vez de ver a floresta no computador, eu prefiro ver a floresta na própria Amazônia. Muita gente, principalmente o pessoal mais jovem, usa isso e faz disso quase uma vida paralela.

O que me deixa meio perplexo é as pessoas terem vergonha de ser elas mesmas. Pessoas talvez tímidas que não consigam ser elas, ou não consigam mostrar a foto delas, e se dizem assim ou assado, serem altas e loiras quando na verdade são morenas e gordinhas. Cada um acha uma coisa interessante. Não é porque eu sou o Victor Fasano que tudo que eu falo é interessante para todo mundo.

Por isso é que eu até pensei em fazer um blog. Se eu não fiz nada e deu essa repercussão, quem sabe, se eu fizer alguma coisa, pode ser interessante. Eu sei que tem pessoas se utilizando da minha imagem no Orkut, mas, como a legislação é tão falha nisso, prefiro não pensar no assunto e deleto do meu cérebro que isso esteja acontecendo. Mas quando você começou a ligar para a minha secretária, eu comecei a ficar curioso. Então vi que a pessoa que estava se passando por mim, no fundo, era uma pessoa articulada, culta, mencionava restaurantes que nem eu conheço. Ele falou de um restaurante que era bom, mas cujo atendimento era ruim, que fazem esperar muito por um prato. 

FOLHA - Você conheceu o Twitter ontem. Achou interessante?

FASANO - Não tive tranqüilidade e tempo para viajar nessa história do Twitter. Acho que cada vida é uma vida. Não dá para imitar duas vidas. Toda vida é interessante. Se a pessoa que está se passando por mim contasse sobre a vida dela, talvez para muitas pessoas fosse mais interessante do que a minha vida. A minha vida é interessante para mim, mas, de repente, para outra pessoa, não é tanto assim. Pessoas ocupadas ou menos ocupadas, mais famosas ou menos famosas têm vidas interessantes também. O que eu me pergunto é por que as pessoas não se mostram como elas são. Todos têm histórias para contar. Fico pensando no tempo que essa pessoa [Vitor Fasano fake] perde pensando como é que eu pensaria para escrever alguma coisa. É muito louco isso. Se, por um lado, eu acho engraçado, por outro acho paranóico. Acho que uma pessoa viver a vida de outra, passar a ser a outra, isso é uma doença. Deixa de ser uma brincadeira engraçada para ser uma brincadeira perigosa.

FOLHA - Você se sentiu ofendido?

FASANO - Não vi nada que tenha me ofendido. O que eu li só falava que eu não tinha gostado de um restaurante que serve mal. Falaram também que eu teria feito uma dieta indicada pela Glória Maria. Eu não fiquei ofendido, mas talvez ela fique, por ser uma dieta falsa. O problema é quando se começa a envolver um monte de outras pessoas que não sabem de nada. Nesse caso da Glória Maria, ele está me colocando numa situação muito difícil. Porque a Glória Maria pode até ter um dia me passado alguma dieta, mas não essa que ele está passando. Agora, eu me admiro muito que as pessoas ainda hoje acreditem no que a internet está falando. Parece que elas acham que sou eu mesmo que estou falando ali.

FOLHA - Está na cara que não é você, não?

FASANO - Muita gente acredita piamente que aquela pessoa seja eu. Será que essas pessoas estão fazendo o que "eu" estou falando para elas fazerem, estão acreditando no que "eu" estou falando? Acho que, em algumas situações, o cara tem um bom senso de humor. Mas tem um momento em que começa a ficar delicado. Se ele falar para as pessoas: "comam piche com manteiga", porque a Glória Maria disse para o Victor e o Victor fez a dieta, as pessoas vão comer piche com manteiga. Vão deixar eu e a Glória Maria numa situação muito difícil. E podem morrer com o piche! (risos) É uma situação que eu não causei, mas que, indiretamente, estou causando.

FOLHA - Você pretende processá-lo?

FASANO - Você sabe muito bem que a nossa legislação é muito falha em relação à internet. Não existe uma legislação específica. Então, o que adianta eu processar e não dar em nada, eu perder meu tempo? A gente sabe que é tudo improvável, porque não existe legislação.

FOLHA - Corre-se o risco de acontecer algo como no caso da Daniella Cicarelli, quando bloquearam o YouTube inteiro.

FASANO - Bloquearam o YouTube, mas apareceu na TV, em outros sites. A internet é tão poderosa que você não a controla. Como eu sei disso, não vou me preocupar, senão vou ficar doente. Só vou fingir que não está acontecendo. As pessoas cultas sabem que isso é passível de ser falso. E é o que está acontecendo, é falso. Agora, como eu interrompo isso se a legislação não prevê que eu consiga interromper? A própria internet é mais forte do que qualquer legislação que venha a existir. Sempre existirá uma brecha na internet. Alguém copia e passa adiante, e isso vira uma montanha de neve que você não controla.

FOLHA - Sobre o que você escreveria no seu blog?

FASANO - Acho que sobre os assuntos que me fascinam, que me interessam, das coisas que eu acho realmente importante falar. Comentários sobre meio ambiente, que é a minha área. Ou então simples constatações, de um dia bonito como hoje, que está com lua cheia. Acho que as pessoas também têm que ter a sua sensibilidade aguçada e prestar atenção em algumas coisas que estão na nossa cara e a gente não vê. Eu tenho algumas opiniões muito pessoais sobre política, mas não sei se entraria nesse assunto. Falaria também de tipos de treinamento que eu esteja fazendo –as pessoas sempre estão interessadas nisso. Eu tenho 50 anos, e falam que estou superbem. Eu falaria dessa renovação, dessa procura por uma saúde plena, eterna. De viver com saúde. Seriam mensagens que eu acho importantes, de como conduzir a vida. Prática de esportes, de ioga...

FOLHA - O Vitor Fasano do Twitter se define assim: "eu gosto de me curtir". Como você se definiria em poucos caracteres?

FASANO - Não tenho a mínima idéia, nunca pensei nisso. Esse sujeito é uma egotrip fantástica, pelo visto! E ele acha que eu sou isso, né? (risos) Se deu mal! Mas não tenho idéia. Para as pessoas fazerem uma coisa dessas, elas pensam. Você me perguntando assim, de última hora, eu teria que pensar, imaginar. Se você me mandar por escrito, eu penso e, se tiver um tempo, imagino como é que eu me auto-definiria.


****************************************

E, agora, a entrevista com o Vitor Fasano fake, ou @vitorfasano.


FOLHA - O que você acha da inclusão digital?

@vitorfasano - Inclusão digital para mim é poder postar no Twitter no meio do Amazonas, de madrugada, comendo nêsperas frescas.

FOLHA - iPhone ou Blackberry?

@vitorfasano - Uso os dois, porém meu Blackberry está desconfigurado e não funciona o acento. Preciso comprar outro configurado.

FOLHA - Paparazzi: você é a favor ou contra?

@vitorfasano - Contra! Semana passada fui pegar uma calça e tive que ficar mais de meia esperando dois paparazzis desistirem de me fotografar. O mesmo aconteceu com a Brooke Shields saindo de um famoso restaurante em Westwood Village. Um problema mundial, eu diria.

FOLHA - Blog de fofoca: você é a favor ou contra?

@vitorfasano - Acho pequeno, não é algo a ser a favor ou contra. Sou a favor é da Amazônia, e para sempre. Ontem fiquei sabendo que o filho do Estephan Necersian saiu da Yoga porque o pai não pagou a mensalidade. Procurei mais informações em blogs e nada. Não existem blogs que consigam acompanhar a velocidade do nosso meio.

FOLHA - Banho de loja na Oscar Freire ou cooper na avenida Atlântica?

@vitorfasano - Eu não sou de correr feito um molambo... Então sou obrigado a confessar que as duas opções se completam.

FOLHA - Dry martini ou chope no boteco?

@vitorfasano - Não quero parecer cafona, mas não posso negar que um chope de boteco acompanhado de pastéis mistos (Pirajá?) é uma coisa barata porém especial e brasileira.

FOLHA - Tamanho do pixel é documento?

@vitorfasano - ...

FOLHA - Vitor por Vitor em 140 caracteres?

@vitorfasano - Eu gosto de me curtir, repetidas vezes, até completar seus desejados caracteres.

POR DANIELA ARRAIS E RAFAEL CAPANEMA 

Escrito por Daniela Arrais às 22h06

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Cuidado com o tradutor eletrônico

Placas da China

Esse estabelecimento chinês apostou demais em algum tradutor eletrônico da internet:

tirado daqui.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 16h01

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Novidades no mundo dos subnotebooks

Pegando fogo

Está quente, quente, quente, pelando o mercado de subnotebooks (ou netbooks), aqueles laptops pequeninos e baratos com foco em navegação na internet. Vejamos algumas notícias que surgiram nos últimos dias:

Fotos Divulgação

Mirax Freedom (foto retirada do blog Gadgets Info)

O Mirax Freedom, baseado no MSI Wind, deve ser lançado em agosto no Brasil, por R$ 999, o mesmo preço do Positivo Mobo e do Asus Eee PC 701 por estas bandas. A diferença é que o Freedom tem tela de 10 polegadas e HD de 80 Gbytes, contra as 7 polegadas do Mobo e do Eee, que têm respectivamente 2 e 4 Gbytes de armazenamento em SSD (drive de estado sólido).

Acer Aspire One

O Aspire One, aposta da Acer, já está à venda no exterior. Nos EUA, a versão mais barata (com processador Intel Atom de 1.6 GHz, memória RAM de 512 Mbytes, tela de 8.9 polegadas, SSD de 8 Gbytes e Linux) sai por US$ 380.

Dell E

E, finalmente, o misterioso Dell E, segundo rumores, vai custar só US$ 300 –exatamente a metade do que a Asus está pedindo pelo Eee PC 901.

Com tantos concorrentes mais baratos, a Asus vai ter que abaixar seus preços se quiser continuar na festa que ela mesmo começou.

Leiam ainda, no caderno de Informática da Folha de hoje, teste do Asus Eee PC 900 (antecessor do 901) por Emerson Kimura.

Se você se interessa por subnotebooks, recomendo o blog sugestivamente intitulado Liliputing.

Escrito por Rafael Capanema às 16h32

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Jogo roda no favicon

Isso é que é minigame

Está vendo o iconezinho ao lado do endereço do site? É o jogo!

Era só o que faltava: um jogo que roda dentro do favicon –aquele desenhinho de 16x16 pixels usado para identificar sites. Trata-se de DEFENDER of the favicon, baseado no clássico Defender.

Use N para iniciar o jogo e atirar. Os direcionais ou as teclas W, A, S e D movimentam a nave.

A jogabilidade, naturalmente, não é das melhores. Mas que bela "prova-de-conceito", hein?

Só funciona em Firefox e Opera.

Vi a dica em @flaviadurante

Escrito por Rafael Capanema às 10h41

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Faça seu mangá

Brincadeira

No Face Your Manga, você faz um avatar com jeito de mangá. O site é italiano, mas é bem intuitivo. Você escolhe formato do rosto, cor da pele, tipo de olhos e boca, se quer adereços como piercings e tatuagens... Uma boa diversão para aqueles momentos de ócio   =)

Escrito por Daniela Arrais às 19h04

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Nintendo anuncia acessório para Wiimote

Mais sensível

A Nintendo mostrou, antes do dia de sua conferência para a imprensa na E3, um novo acessório que dá mais sensibilidade de movimentos ao Wiimote _que, diga-se de passagem, é bastante irregular na detecção de movimentos atualmente.

O Wii Motion Plus promete identificar em tempo real, repito, tempo real, os movimentos em 3D do braço do jogador.

O pessoal já espera a segunda e parte do lançamento, amanhã, na conferência de imprensa: a Nintendo não lança um hardware sem a companhia de um jogaço para acompanhar.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 15h15

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Disputa na Wikipédia brasileira

Site errado


Tentei entrar no site www.wikipedia.org.br e tive uma surpresa. O domínio não pertence a Wikipédia brasileira e nele encontra-se uma espécie de manifesto: PROTESTO POR UMA WIKIPÉDIA REALMENTE LIVRE.


Diz o site, que não esconde o endereço correto:



Este é uma página de protesto contra absurdos que diariamente são promovidos por alguns administradores da Wikipédia Portuguesa. Este é um protesto contra as claras disputas de poder e politicagem, que tornam a Wikipedia um local cada vez mais difícil de habitar e contribuir. Um local que de "livre" (no sentido de liberdade de consumir e também editar conteúdo) tem apenas o nome, pois é "protegido" e policiado por indivíduos com muito tempo livre, poder no sistema, mas com muito pouco bom senso e sentido de coletivismo, motes originais do projeto.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 18h54

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Faça buscas de vídeos da sua vizinhança no YouTube

No mapa

No YouTube, é possível colocar coordenadas geográficas nos vídeos (se vocês quiserem, posso explicar depois como fazer).

Dessa forma, eles podem ser visualizados automaticamente no Google Earth, por exemplo.

Para ver os clipes, no GE, vá no menu do lado esquerdo da tela, abra o índice Featured Content e marque o botão YouTube. Agora, experimente dar zoom em um estádio de beisebol norte-americano e clicar sobre os ícones do YouTube que aparecem...

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Agora, também é possível procurar por vídeos localizados geograficamente direto no YouTube. Para isso, clique no botão Advanced (ou Avançado), do lado do campo de busca (Search).

Desça até o final do quadro de opções e vá em Show Map.

Leve o balãozinho rosa no centro da área que você quer determinar para as buscas. Aumentando ou diminuindo o zoom, você amplia e reduz o raio de busca. Escolha as palavras a serem buscadas e pronto.

 

Aqui um exemplo de busca que eu fiz mostrando as redondezas do Pacaembu e a tag Futebol.

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Também dá para ver os vídeos do YouTube em um Google Maps, direto do navegador. Vá nesse link e adcione a mapplet (que coloca conteúdo georreferenciado no seu Google Maps) Videos from YouTube. É preciso ter uma conta Google (a do Gmail ou a do Orkut, por exemplo).

Seu site de mapas vai ficar assim:

Cada uma dessas fotinhos é um vídeo do YouTube. Quem colocou o clipe no site marcou ele com uma posição geográfica, e diversos programas podem reconhecer esses dados e colocar os filmetes no lugar certo.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 14h37

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Mozilla recebe certificado do Guinness

Parabéns

A Mozilla recebeu o certificado do Guinness como o software mais baixado de todos os tempos em 24 horas.

Agora, a fundação do meu navegador preferido está ao lado de outros potentados humanos, como o homem que mais camisetas colocou de uma vez só:

Ou essa sensacional realização da física: o recorde de pessoas, ao mesmo tempo, dentro de um minicooper.

Frase do dia: "Não participo de clubes que me aceitam como sócio." (Groucho Marx)

Escrito por Gustavo Villas Boas às 15h11

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Entrevista com membro do Guitar Zeros

Guitarra sintética

Fotos Bruno Romani/Folha Imagem

Owen Grace, guitarrista do Guitar Zeros

Conheça no caderno de Informática da Folha de hoje The Guitar Zeros, banda de San Francisco (EUA) que faz música de verdade com as guitarras de brinquedo do jogo Guitar Hero. Leia abaixo a íntegra da entrevista feita por Bruno Romani, autor da reportagem, com Owen Grace, guitarrista do grupo e programador.


FOLHA - A empresa criadora do Guitar Hero procurou por vocês?

OWEN GRACE - Nós escrevemos um e-mail para a companhia e eles responderam, "sim, nós ouvimos falar sobre vocês. A gente gostou do que vocês estão fazendo. Venham até nosso escritório." Nós fomos lá, eu mostrei o software e perguntei se eles queriam trabalhar juntos. Talvez para melhorar o software ou para lançá-lo para Xbox. Era uma idéia, mas eles não estavam muito interessados nela. Eles foram muito generosos ao nos darem duas guitarras wireless. Eles também meio que nos convidaram para fazer uma música para o próximo Guitar Hero. Quem sabe nós seremos sortudos. Ainda não é oficial, mas eles deram bastante apoio.

 

FOLHA - Como vocês se sentem por terem recebido mais atenção em blogs de tecnologia do que em blogs de música?

GRACE - O espaço na imprensa voltada a tecnologia é o mais fácil pela novidade que o que fazemos representa. Os blogs de tecnologia gostam de falar da gente. De vez em quando, eles falam da música. De vez em quando, não. Nos blogs de música não tem muita atenção, mas às vezes aparece algo. E o tipo de resenha que a gente tem é quando comentam o que nós fizemos –e talvez que bom trabalho tenhamos feito convertendo os controles em instrumentos - e também que qualifica as músicas. Eles (os blogs de música) dizem, "ouçam as musicas também. Não é tão ruim. Esses caras já tocaram em outra bandas anteriormente." Então quando falam mais da música é um pouco mais empolgante. No fim, isso é o que estamos tentando fazer. Esse é o produto final.

 

FOLHA - Como vocês tentam se afastar da sonoridade MIDI?

GRACE - Nós poderíamos ter transformado as guitarras em um controle de MIDI. E poderíamos estar presos com moduladores de MIDI e fazendo um som altamente MIDI. Mas foi intencional, pelo design do software, fazer a sintetização do som um pouco mais orgânica. Por exemplo, cada "palhetada" do mesmo acorde num som MIDI seria exatamente o mesmo. E o ouvido notaria isso muito facilmente. Para compensar isso, nós fazemos sintetização em tempo real, o que causa pequenas variações nos sons. Então existe uma pequena mudança em cada toque na guitarra que acaba contribuindo para a aleatoriedade do som. Nós não estamos confinados a samples, o que poderia ser muito limitador.

 

FOLHA - Os pedais também ajudam?

GRACE - Quando a gente toca nosso som através de fones de ouvido, não soa grandioso ou interessante como quando tocamos usando distorção analógica usada na maioria das guitarras e baixos. E claro, quando usamos amplificadores, o som fica grande e vigoroso. Usar os pedais analógicos traz vida ao som.

 

FOLHA - Vocês se vêem como ícones de uma nova geração de músicos tecnológicos?

GRACE - Nós somos inovadores porque somos a primeira banda a realmente transformar os controles em instrumentos e nós mostramos que é possível fazer isso. É possível forçar o limite dos botões do controle e fazer música interessante. Mas nós somos muito cientes de que não estamos começando algo novo. Eu não acho que vai ter muita gente seguindo nossos passos, embora espero ter inspirado de maneira geral de como é possível fazer música com algo que não foi feito para isso. Talvez tenhamos inspirado as pessoas a transformar coisas de maneira criativa. Porém, nós não nos vemos como ícones. Nós esperamos ser inspiradores.

Junior, baixista do grupo

Escrito por Rafael Capanema às 00h08

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Imagens in loco no Google

Procura

Bem real essa busca por imagens no Google...

Achei no Yorit

Escrito por Daniela Arrais às 17h59

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Google Maps testa rotas a pé

Para os transeuntes

Boa notícia para os pedestres: o Google Maps finalmente começa a implementar rotas a pé. Quem reportou foi o blog Google Operating System.

Essa opção, disponível há muito tempo em sites brasileiros como o MapLink, é a de que mais sinto falta no Google Maps –atualmente, só é possível traçar rotas para carros. Criar caminhos a pé nesses sites é um ótimo jeito de conhecer melhor sua cidade. Recomendo.

Como é praxe no Google, o novo recurso, ainda experimental, só está disponível para alguns usuários. Para mim ainda não funciona. Vocês conseguem acessar?

Escrito por Rafael Capanema às 15h51

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O Blu-ray ficou pequenininho

Gigante

A Pionner pôs o Blu-ray no chinelo (téorico, deve tá longe da prateleira). Anunciou hoje um disco óptico com 400 Gbytes. Com a tecnologia de leitura compatível com a do Blu-ray, são 16 camadas com 25 Gbytes cada uma. Dá para guardar umas 6.800 horinhas de música (cabe a sua coleção?).

Por enquanto, a tecnologia foi bem-sucedida com Read Only, mas a empresa diz que vai aplicá-la em mídias graváveis. Dia 13, aparecem os detalhes da pesquisa.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 18h23

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Ocupando espaço

Ecos do apagão?

Ontem o telefone tocou cedinho em casa _ainda não estava por dentro do probleminha na rede da Telefônica.

"Sr. Gustavo, o sr. quer comprar o modem USB Tim 3G?".

Como não tinha nenhum interesse na aquisição, fui claro. "Não, obrigado". Depois disso, fiquei um tempinho naquele diálogo exótico que estamos, infelizmente, nos acostumando a ter com a turma do marketing por telefone.

"Por que não?". "Não quero, ué". "Mas qual é o motivo?". "Não quero" "Mas... qual é o motivo?". "NÃO QUERO." "Ok, obrigada."

Como eu estava acordando, nem desconfiava do motivo da ligação. Agora, depois de ler um ou outro depoimento parecido, paranóico que sou, acho que já sei.

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E ainda estamos recebendo várias sugestões de pauta sobre direitos do consumidor. É isso aí.

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Recomendo que todos que querem um norte para reclamar seus direitos leiam a análise da Maria Inês Dolci (para assinantes da Folha e UOL) ou visitem o blog dela, sobre direitos do consumidor.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 15h41

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Quem paga pela queda da internet?

Socialização das perdas

Eu queria saber quem vai pagar pela internet derrubada desde ontem.

Quem vai calcular o tamanho das perdas?

Das vendas que deixaram de ser feitas? Dos contatos que ficaram para mais tarde? Dos produtos que deixaram de ser entregues?

E esses são apenas os prejuízos contabilizáveis, pois os outros, os danos morais, a irritação, a tensão, o estresse, esses são incalculáveis. Eles têm o chamado valor do intangível, como alguns economistas tratam marcas e outros bens assemelhados, não concretos, intocáveis, mas valiosíssimos.

A queda de serviços foi de uma extensão nunca vista --pelo menos, por este escriba, que acompanha o mundo da informática há mais de 15 anos.

Às 22h30 de ontem, minha casa ficou sem telefone. Por alguns minutos, de 15 a 30, talvez, quem ligasse para lá só ouviria uma daquelas mensagens padrão dizendo que o telefone estava fora do ar ou coisa que o valha.

Eu nem notei, ainda bem, porque tinha acabado de me desincumbir de minhas responsabilidades com a Folha, mandando por e-mail uma última matéria, e estava a ver TV. Só mais tarde, em um telefonema à Folha, fiquei sabendo que minhas linhas tinham ido para o espaço. Foi quando percebi que a internet estava perdida, em lugar incerto e não sabido.

Ou seja, para mim, o problema começou por volta das 23h de ontem. Há relatos de que o problema começou ainda mais cedo, à tarde e pela manhã.

Às 7h de hoje, liguei para a Telefônica, e a atendente informou que "os servidores tinham caído" e que o serviço deveria voltar por volta do meio-dia. Se isso ocorresse, teriam sido 13 horas sem internet!!!

Às 10h30, voltei à ligar para a Telefônica, tentando compreender melhor a extensão da meleca. Foi quando ficou claro que era um drama: a atendente nem sequer podia registrar a minha reclamação, pois estava sem sistema, seus computadores não funcionavam. A previsão era a mesma, mas saí de casa depois das 13h, e a internet continuava fora do ar.

A raiva é grande, e maior ainda a preocupação com a quantidade de serviços que foram prejudicados, com as milhões de pessoas atingidas. Como se vê, internet é um serviço público de primeira necessidade e como tal deveria ser tratada pelos provedores de acesso e demais empresas responsáveis pela prestação de serviços.

Mas, por experiência própria e pela vida de jornalista, acompanhando reclamações de consumidores e usuários ao longo de anos, não é isso que acontece. Ninguém vem nem sequer pedir desculpas, devidas a cada um de nós, quanto mais se responsabilizar por assumir os prejuízos.

Basta ver a resposta da Telefônica ao problema, apresentada na principal reportagem desta Folha Online sobre o tema: "A Telefônica informa que a rede afetada atende a grandes empresas privadas e órgãos de administração pública nos âmbitos federal, estadual e municipal‘. Segundo a empresa, uma ‘ocorrência técnica em alguns equipamentos‘ gerou o problema, sentido desde a tarde de quarta-feira (2) e se intensificou durante a madrugada de hoje.

Em suma, parece que está se preparando a velha história de que a empresa fez o possível, as perdas e o problemas são assumidos pela sociedade, e tudo fica por isso mesmo.

Escrito por Rodolfo Lucena às 18h44

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Evento reúne artistas em SP

Burburinho

 *

Começa hoje, às 18h, no Itaú Cultural (av. Paulista, 149, em SP), o Pecha Kucha Night São Paulo, que faz parte da programação da Emoção Art.ficial 4.0. O evento, gratuito, reúne apresentações de artistas no estilo Power Point, defendendo a idéia de que uma apresentação ideal deve ter no máximo 20 telas, com 20 segundos cada.

O termo Pecha Kucha se refere ao som que as pessoas fazem quando conversam _algo como burburinho, em japonês. A idéia para o evento surgiu em 2003, quando Astrid Kleine e Mark Dytham, de um estúdio de arquitetura e design de Tóquio, criaram um espaço para que jovens se encontrassem, trocassem idéias e mostrassem seus trabalhos de forma inovadora.

O Brasil já recebeu o Pecha Kucha, mas em Porto Alegre, onde a edição foi organizada por André Czarnobai, o Cardoso, e Paulo Scott.

Conversei por e-mail com Guilherme Kujawski, um dos organizadores do evento.

FOLHA - Qual é a proposta do Pecha Kucha Night? Como você enxerga a questão da urgência nos trabalhos?

GUILHERME KUJAKWSKI - Vejo várias coisas envolvidas na proposta: 

 

1)    Crítica ao modelo de apresentação PowerPoint, em que os palestrantes se valem do programa da MS como uma muleta, e não improvisam em cima do que está sendo mostrado. É uma maneira também de usar o PowerPoint de uma maneira artística, mais ou menos na linha do que o David Byrne executou: http://www.davidbyrne.com/art/eeei/press/EEEI_SanFranciscoChronicle.php

 

2)   Democratiza o modelo monolítico dos simpósios, em que apenas acadêmicos (geralmente) pré-convidados participam. Além disso, abre o espaço ao público que faz perguntas ao final das mesmas palestras.

 

3)   Propõe uma rede social de verdade, tirando as pessoas de frente de seus computadores e colocando-as num espaço de interação real.

 

4) Valoriza a brevidade numa época de excesso de informação.

 

Sobre qual a relação com o evento maior, o Emoção Art.ficial 4.0, que tem como tema o fenômeno da emergência, posso dizer que o formato do Pecha Kucha é emergente por natureza. O fenômeno da emergência pode ser descrito como: elementos interagindo por meio de regras simples provocam eventos complexos e inesperados.

 

No Pecha Kucha, as regras são simples (20 imagens, 20 segundos cada; total de seis minutos e 40 segundos); o resultado disso é um elemento surpresa, pois não tenho idéia de como os apresentadores vão se comportar (medo, excitação?), nem a platéia (frustração, ovação?). Não fizemos um Pecha Kucha temático, pois o próprio formato é emergente.

 

FOLHA - Quem são os artistas que vão se apresentar nos três dias de evento? Quais as propostas que você destaca?

 

KUJAKWSKI - Não há só artistas. Há de tudo. Destaco alguns: Andrea Del Fuego (escritora - palestra ficcional feita pelo presidente de uma indústria de cosméticos); Roberto Keppler (artista visual - apresentação de uma série de poemas visuais); Angelo Palumbo (artista visual / VJ - apresentação de um “projeto xamânico” de VJ); Dr. Wires (personagem fictício -”aula” sobre o fenômeno da emergência); Ronaldo Bressane (escritor - leitura de um capítulo do novo livro de ficção científica + imagens); Bruna Beber (escritora - conversa sobre movimentos essenciais do dia-a-dia que são atrapalhados pela urgência das burocracias e obrigações); Edson Kumasaka & Fernanda D’umbra (fotógrafo & atriz - leituras de textos produzidos a partir de fotos); Marion Velasquez (performer - apresentação de projeto com fotografias de São Paulo feitas das janelas rabiscadas de ônibus em deslocamento); Eloar Guazzelli (desenhista de HQ - imagens de conteúdo para celulares); Cláu Martin (webdesigner - apresentação da pesquisa “Um Mito Planetário: explorando a hipermídia”); Rafael Beznos (designer / artista visual - apresentação do projeto DreamLoading); Daniela Porto (comunicadora - apresentação sobre o conceito de Moblogging); Jesus de Paula Assis (jornalista - mostra interativa de prédios antigos de SP em 3D); Christine Engelberg (designer - apresentação do projeto gráfico da revista de entretenimento japonêsa Metropolis); Kiki Jaguaribe (performer - fotos de rodas gigantes ao redor do mundo); Eva Uviedo (artista gráfica - pensata sobre “as coisas”); Ana Paula Albé (fotógrafa / videomaker - performance fotográfica / Projeto Cabine); Rúbia Paião (atriz - performance sobre as emergências no relacionamento homem/mulher); Daniel Dias (programador - “Objetos Conectados”); Ale Marder & Felipe Morozini (videomaker & fotógrafo - manifesto na linha “Mandamentos do hedonista”); Margarida Girão (webdesigner - apresentação com ausência num clima MUSEU); Rebeca Lenize Stumm (professora - reflexão sobre o tempo rápido); e Paulo Scott (escritor - leitura das intervenções apresentadas nos três dias de apresentações do PKN-SP).

 

* A animação aí acima é de Nando Rocha, que se apresenta no sábado com Bruna Beber.

Escrito por Daniela Arrais às 16h35

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Firefox entra no livro dos recordes

Chegou lá.

E o Firefox está um pouco mais brega. Ontem eu recebi um e-mail confirmando que o navegador vai mesmo entrar no Guinness como o software mais baixado em um único dia.

Quem participou pode pegar um atestado aqui.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 15h06

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Veja íntegra da final da Copa de 1958

Pelé, Garrincha

Depois de falar da "Playboy" no post abaixo, vamos com uma de futebol.

Uma televisão sueca colocou o jogo final da Copa de 1958 na internet. Eba. Aqui está o link, precisa do Windows Media Player.

Quem quer só os gols, vê abaixo. A qualidade da imagem é ruim, mas o conteúdo é bom. Eu, por exemplo, não conhecia a jogada inteira do gol do Zagallo.

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E tem até teoria da conspiração sobre a Copa. Na Suécia, fizeram um mockumentário, (Konspiration 58), que prega que a Copa não fora realizada no país, mas nos EUA, em um plano conspiratório de CIA, Fifa etc. para analisar os efeitos da propaganda televisiva em tempos de Guerra Fria. Hummm, sempre suspeitei do Garrincha.

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A dica do jogo final na internet é do Alec Duarte, editor-assistente de Esportes, que amanhã, às 17h, fala sobre a conquista da primeira taça para o Brasil no bate-papo do UOL.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 18h49

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Wii Fit em alto mar (e na "Playboy")

No cruzeiro

A Princess Passenger anunciou que vai colocar o Wii Fit em seus cruzeiros.

Também, até a "Playboy" surfa na prancha da Nintendo... Tá bombando no YouTube os vídeos, do canal oficial da empresa, de Jo Garcia testando o brinquedo.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 18h18

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Veja depoimentos sobre spams

E-chatice

No caderno de Informática de hoje, fizemos uma coisa que muita gente sempre quis: abrimos todos e quaisquer e-mails que chegaram a algumas contas. E, infelzimente, fomos convencidos de que aquele e-mail mal escrito, com um foto em miniatura não trazia o último vídeo da Mulher Melancia _ou qualquer fruta_ e sim mais um vírus, que nem dançar axé sabia.

A McAfee também chamou 50 pessoas, espalhadas por 10 países, para ficar um mês navegando sem proteção. Os resultados apontaram o uso intenso de ferramentas psicológicas (também chamadas de engenharia social ou um-sete-um). Veja abaixo o depoimento de dois participantes, e, quem tiver uma história engraçada sobre spams, mande para a gente no comentário ou... e-mail (sem correntes, por favor).

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Renato, 37 anos.

Ocupação/Profissão: estudante (Ciência da Computação – 2º. Ano). É técnico em Informática.

1) O que mais te surpreendeu no estudo?

Algumas coisas me surpreenderam, como a linguagem usada pelos spammers que, em alguns casos, deixa a farsa muito próxima da verdade. Sem os erros de português característicos, se o usuário descuidar pode acabar acessando a mensagem, achando que há algo de interessante ou imaginar que o e-mail é relacionado a algum site sério que visitou anteriormente.

 Também observei a rapidez com que o e-mail é validado [ao fazer cadastro em um site malicioso] e entra numa lista que o faz receber mensagens de todos os tipos. Outras situações também foram comuns como mensagens que anunciam um produto e, ao clicar, seu navegador te direciona para sites de outros produtos.

2) Qual a principal dica que você daria para os usuários se protegerem?

Para proteção do seu computador, além de um bom produto antivirus, eu recomendaria a criação de uma conta de e-mail, como a que usei durante o experimento da McAfee (renato@thspex.com). Uma conta exclusiva para cadastros em sites de seu interesse, e que solicitam seu e-mail, podem ser adotadas para esse único fim.

Como já foi provado que a maior parte das infecções por malware, spyware ou vírus são feitas com a intervenção do usuário, então recomendo ainda que clique somente em e-mail de origem conhecida e se o conteúdo não condiz com o que você esperava, delete-o prontamente.

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Geraldo, de 21 anos - o 3º colocado em número de spams recebidos no mundo. Os brasileiros ficamos em segundo lugar, atrás dos EUA.

1) O que mais te surpreendeu no estudo?

O que mais me surpreendeu no experimento foi o volume de spams que recebi - cerca de 6 mil - em apenas 30 dias. Por ser sempre muito cuidadoso, eu não podia imaginar que apenas um clique pudesse comprometer tanto o comportamento e o desempenho da minha máquina.

Outra observação que faço é sobre uma característica em que a maioria dos sites de spam é alocada temporariamente e logo é substituída. Muitas vezes, os e-mails de ofertas diferentes redirecionavam-me a um mesmo site. Por exemplo, os e-mails que ofereciam produtos ou serviços gratuitos, em grande parte, me redirecionavam para um mesmo site de relacionamento semelhante ao Orkut.

2) Qual a principal dica que você daria para os usuários se protegerem?

O principal cuidado que as pessoas devem ter é sempre verificar quem é o remetente da mensagem e, se você realmente o conhece, checar se o link enviado de fato o direciona para o endereço indicado. Por exemplo, se você recebe um e-mail de um determinando banco, verifique - antes de clicar - se o "clique aqui" o leva para a página do banco ou para outro site apenas colocando o cursor do browser (navegador) sobre o link, sem clicar.

Outro item importante diz respeito às informações que alguns sites solicitam: o endereço, por exemplo. Mesmo que você confie no site, é preciso ter certeza de que ele reconhecerá a informação correta e a utilizará para um fim específico. Ao digitar o CEP:00000-000, num site suspeito hospedado nos EUA, recebi a mensagem de que eu havia sido contemplado numa determinada promoção. Além de o site ter reconhecido como válido o código postal digitado, ele também me enviou um e-mail indesejado.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 09h35

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Disquete sai da CPU e vai para a mesa

Vintage

Tudo bem que hoje em dia você pode guardar seus dados em pendrives com capacidade gigantesca. Mas você sente saudade dos tempos do disquete? Então vai achar um charme essa criação do estúdio de design Supermandolini. São suportes para copos, ou para qualquer outra invenção sua  =)

Escrito por Daniela Arrais às 19h38

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Mundo da tecnologia em todo lugar

Pela rua

O que acontece quando o mundo da tecnologia, dos games, da internet invade o mundo real? Paul The Wine Guy foi passear por aí e descobriu várias intervenções urbanas. Divirtam-se com a galeria que ele criou no Flickr.

Escrito por Daniela Arrais às 18h32

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Cubo mágico para nerds

Encaixe

Até o cubo mágico ganha versão para quem não consegue ficar longe do computador...

Tirei daqui

Escrito por Daniela Arrais às 18h18

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Vídeo da Apple sobre o novo iPhone

Tour guiado

A Apple colocou hoje em seu site um "tour guiado" dos recursos do novo iPhone. O apresentador é o mesmo rapaz que estrelou os vídeos do iPhone original.

Clique aqui para assistir. Recomendo a versão "Large" para quem tem uma boa conexão.

De bônus, um vídeo que vi no Gizmodo do jogo Crash Bandicot Nitro Kart 3D rodando no iPhone. Parece bem divertido.

Escrito por Rafael Capanema às 18h18

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Do computador para a parede

Espera

Gosto de achar essas imagens aleatórias por aí...

Escrito por Daniela Arrais às 18h01

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Fotografia de e-mails físicos

Arquivo

Uma maneira bem diferente de checar e-mail...  =)

Foto tirada por punkinmom {caroline}

Escrito por Daniela Arrais às 17h48

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Google aprende a procurar em arquivos Flash

Boa notícia

O Google Blog avisa: agora, o megabuscador consegue procurar por textos em conteúdo Flash. É ótimo, principalmente para quem, como eu, adora os joguinhos e experiências nesse formato.

Lembro que, há cerca de dois anos, algumas pessoas previam o definhamento do Flash porque o Google não conseguia indexar o conteúdo nesse formato.

Para comemorar, dois sites para quem gosta de Flash: The FWA e Kongregate.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 13h39

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O Blog de Tec é uma extensão da cobertura sobre tecnologia da Folha. É produzido por Alexandre Orrico, Emerson Kimura e Rafael Capanema.

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