Circuito Integrado - Blog do Informática da Folha
 

Ocupando espaço

Ecos do apagão?

Ontem o telefone tocou cedinho em casa _ainda não estava por dentro do probleminha na rede da Telefônica.

"Sr. Gustavo, o sr. quer comprar o modem USB Tim 3G?".

Como não tinha nenhum interesse na aquisição, fui claro. "Não, obrigado". Depois disso, fiquei um tempinho naquele diálogo exótico que estamos, infelizmente, nos acostumando a ter com a turma do marketing por telefone.

"Por que não?". "Não quero, ué". "Mas qual é o motivo?". "Não quero" "Mas... qual é o motivo?". "NÃO QUERO." "Ok, obrigada."

Como eu estava acordando, nem desconfiava do motivo da ligação. Agora, depois de ler um ou outro depoimento parecido, paranóico que sou, acho que já sei.

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E ainda estamos recebendo várias sugestões de pauta sobre direitos do consumidor. É isso aí.

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Recomendo que todos que querem um norte para reclamar seus direitos leiam a análise da Maria Inês Dolci (para assinantes da Folha e UOL) ou visitem o blog dela, sobre direitos do consumidor.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 15h41

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Quem paga pela queda da internet?

Socialização das perdas

Eu queria saber quem vai pagar pela internet derrubada desde ontem.

Quem vai calcular o tamanho das perdas?

Das vendas que deixaram de ser feitas? Dos contatos que ficaram para mais tarde? Dos produtos que deixaram de ser entregues?

E esses são apenas os prejuízos contabilizáveis, pois os outros, os danos morais, a irritação, a tensão, o estresse, esses são incalculáveis. Eles têm o chamado valor do intangível, como alguns economistas tratam marcas e outros bens assemelhados, não concretos, intocáveis, mas valiosíssimos.

A queda de serviços foi de uma extensão nunca vista --pelo menos, por este escriba, que acompanha o mundo da informática há mais de 15 anos.

Às 22h30 de ontem, minha casa ficou sem telefone. Por alguns minutos, de 15 a 30, talvez, quem ligasse para lá só ouviria uma daquelas mensagens padrão dizendo que o telefone estava fora do ar ou coisa que o valha.

Eu nem notei, ainda bem, porque tinha acabado de me desincumbir de minhas responsabilidades com a Folha, mandando por e-mail uma última matéria, e estava a ver TV. Só mais tarde, em um telefonema à Folha, fiquei sabendo que minhas linhas tinham ido para o espaço. Foi quando percebi que a internet estava perdida, em lugar incerto e não sabido.

Ou seja, para mim, o problema começou por volta das 23h de ontem. Há relatos de que o problema começou ainda mais cedo, à tarde e pela manhã.

Às 7h de hoje, liguei para a Telefônica, e a atendente informou que "os servidores tinham caído" e que o serviço deveria voltar por volta do meio-dia. Se isso ocorresse, teriam sido 13 horas sem internet!!!

Às 10h30, voltei à ligar para a Telefônica, tentando compreender melhor a extensão da meleca. Foi quando ficou claro que era um drama: a atendente nem sequer podia registrar a minha reclamação, pois estava sem sistema, seus computadores não funcionavam. A previsão era a mesma, mas saí de casa depois das 13h, e a internet continuava fora do ar.

A raiva é grande, e maior ainda a preocupação com a quantidade de serviços que foram prejudicados, com as milhões de pessoas atingidas. Como se vê, internet é um serviço público de primeira necessidade e como tal deveria ser tratada pelos provedores de acesso e demais empresas responsáveis pela prestação de serviços.

Mas, por experiência própria e pela vida de jornalista, acompanhando reclamações de consumidores e usuários ao longo de anos, não é isso que acontece. Ninguém vem nem sequer pedir desculpas, devidas a cada um de nós, quanto mais se responsabilizar por assumir os prejuízos.

Basta ver a resposta da Telefônica ao problema, apresentada na principal reportagem desta Folha Online sobre o tema: "A Telefônica informa que a rede afetada atende a grandes empresas privadas e órgãos de administração pública nos âmbitos federal, estadual e municipal‘. Segundo a empresa, uma ‘ocorrência técnica em alguns equipamentos‘ gerou o problema, sentido desde a tarde de quarta-feira (2) e se intensificou durante a madrugada de hoje.

Em suma, parece que está se preparando a velha história de que a empresa fez o possível, as perdas e o problemas são assumidos pela sociedade, e tudo fica por isso mesmo.

Escrito por Rodolfo Lucena às 18h44

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Evento reúne artistas em SP

Burburinho

 *

Começa hoje, às 18h, no Itaú Cultural (av. Paulista, 149, em SP), o Pecha Kucha Night São Paulo, que faz parte da programação da Emoção Art.ficial 4.0. O evento, gratuito, reúne apresentações de artistas no estilo Power Point, defendendo a idéia de que uma apresentação ideal deve ter no máximo 20 telas, com 20 segundos cada.

O termo Pecha Kucha se refere ao som que as pessoas fazem quando conversam _algo como burburinho, em japonês. A idéia para o evento surgiu em 2003, quando Astrid Kleine e Mark Dytham, de um estúdio de arquitetura e design de Tóquio, criaram um espaço para que jovens se encontrassem, trocassem idéias e mostrassem seus trabalhos de forma inovadora.

O Brasil já recebeu o Pecha Kucha, mas em Porto Alegre, onde a edição foi organizada por André Czarnobai, o Cardoso, e Paulo Scott.

Conversei por e-mail com Guilherme Kujawski, um dos organizadores do evento.

FOLHA - Qual é a proposta do Pecha Kucha Night? Como você enxerga a questão da urgência nos trabalhos?

GUILHERME KUJAKWSKI - Vejo várias coisas envolvidas na proposta: 

 

1)    Crítica ao modelo de apresentação PowerPoint, em que os palestrantes se valem do programa da MS como uma muleta, e não improvisam em cima do que está sendo mostrado. É uma maneira também de usar o PowerPoint de uma maneira artística, mais ou menos na linha do que o David Byrne executou: http://www.davidbyrne.com/art/eeei/press/EEEI_SanFranciscoChronicle.php

 

2)   Democratiza o modelo monolítico dos simpósios, em que apenas acadêmicos (geralmente) pré-convidados participam. Além disso, abre o espaço ao público que faz perguntas ao final das mesmas palestras.

 

3)   Propõe uma rede social de verdade, tirando as pessoas de frente de seus computadores e colocando-as num espaço de interação real.

 

4) Valoriza a brevidade numa época de excesso de informação.

 

Sobre qual a relação com o evento maior, o Emoção Art.ficial 4.0, que tem como tema o fenômeno da emergência, posso dizer que o formato do Pecha Kucha é emergente por natureza. O fenômeno da emergência pode ser descrito como: elementos interagindo por meio de regras simples provocam eventos complexos e inesperados.

 

No Pecha Kucha, as regras são simples (20 imagens, 20 segundos cada; total de seis minutos e 40 segundos); o resultado disso é um elemento surpresa, pois não tenho idéia de como os apresentadores vão se comportar (medo, excitação?), nem a platéia (frustração, ovação?). Não fizemos um Pecha Kucha temático, pois o próprio formato é emergente.

 

FOLHA - Quem são os artistas que vão se apresentar nos três dias de evento? Quais as propostas que você destaca?

 

KUJAKWSKI - Não há só artistas. Há de tudo. Destaco alguns: Andrea Del Fuego (escritora - palestra ficcional feita pelo presidente de uma indústria de cosméticos); Roberto Keppler (artista visual - apresentação de uma série de poemas visuais); Angelo Palumbo (artista visual / VJ - apresentação de um “projeto xamânico” de VJ); Dr. Wires (personagem fictício -”aula” sobre o fenômeno da emergência); Ronaldo Bressane (escritor - leitura de um capítulo do novo livro de ficção científica + imagens); Bruna Beber (escritora - conversa sobre movimentos essenciais do dia-a-dia que são atrapalhados pela urgência das burocracias e obrigações); Edson Kumasaka & Fernanda D’umbra (fotógrafo & atriz - leituras de textos produzidos a partir de fotos); Marion Velasquez (performer - apresentação de projeto com fotografias de São Paulo feitas das janelas rabiscadas de ônibus em deslocamento); Eloar Guazzelli (desenhista de HQ - imagens de conteúdo para celulares); Cláu Martin (webdesigner - apresentação da pesquisa “Um Mito Planetário: explorando a hipermídia”); Rafael Beznos (designer / artista visual - apresentação do projeto DreamLoading); Daniela Porto (comunicadora - apresentação sobre o conceito de Moblogging); Jesus de Paula Assis (jornalista - mostra interativa de prédios antigos de SP em 3D); Christine Engelberg (designer - apresentação do projeto gráfico da revista de entretenimento japonêsa Metropolis); Kiki Jaguaribe (performer - fotos de rodas gigantes ao redor do mundo); Eva Uviedo (artista gráfica - pensata sobre “as coisas”); Ana Paula Albé (fotógrafa / videomaker - performance fotográfica / Projeto Cabine); Rúbia Paião (atriz - performance sobre as emergências no relacionamento homem/mulher); Daniel Dias (programador - “Objetos Conectados”); Ale Marder & Felipe Morozini (videomaker & fotógrafo - manifesto na linha “Mandamentos do hedonista”); Margarida Girão (webdesigner - apresentação com ausência num clima MUSEU); Rebeca Lenize Stumm (professora - reflexão sobre o tempo rápido); e Paulo Scott (escritor - leitura das intervenções apresentadas nos três dias de apresentações do PKN-SP).

 

* A animação aí acima é de Nando Rocha, que se apresenta no sábado com Bruna Beber.

Escrito por Daniela Arrais às 16h35

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Firefox entra no livro dos recordes

Chegou lá.

E o Firefox está um pouco mais brega. Ontem eu recebi um e-mail confirmando que o navegador vai mesmo entrar no Guinness como o software mais baixado em um único dia.

Quem participou pode pegar um atestado aqui.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 15h06

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Veja íntegra da final da Copa de 1958

Pelé, Garrincha

Depois de falar da "Playboy" no post abaixo, vamos com uma de futebol.

Uma televisão sueca colocou o jogo final da Copa de 1958 na internet. Eba. Aqui está o link, precisa do Windows Media Player.

Quem quer só os gols, vê abaixo. A qualidade da imagem é ruim, mas o conteúdo é bom. Eu, por exemplo, não conhecia a jogada inteira do gol do Zagallo.

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E tem até teoria da conspiração sobre a Copa. Na Suécia, fizeram um mockumentário, (Konspiration 58), que prega que a Copa não fora realizada no país, mas nos EUA, em um plano conspiratório de CIA, Fifa etc. para analisar os efeitos da propaganda televisiva em tempos de Guerra Fria. Hummm, sempre suspeitei do Garrincha.

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A dica do jogo final na internet é do Alec Duarte, editor-assistente de Esportes, que amanhã, às 17h, fala sobre a conquista da primeira taça para o Brasil no bate-papo do UOL.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 18h49

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Wii Fit em alto mar (e na "Playboy")

No cruzeiro

A Princess Passenger anunciou que vai colocar o Wii Fit em seus cruzeiros.

Também, até a "Playboy" surfa na prancha da Nintendo... Tá bombando no YouTube os vídeos, do canal oficial da empresa, de Jo Garcia testando o brinquedo.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 18h18

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Veja depoimentos sobre spams

E-chatice

No caderno de Informática de hoje, fizemos uma coisa que muita gente sempre quis: abrimos todos e quaisquer e-mails que chegaram a algumas contas. E, infelzimente, fomos convencidos de que aquele e-mail mal escrito, com um foto em miniatura não trazia o último vídeo da Mulher Melancia _ou qualquer fruta_ e sim mais um vírus, que nem dançar axé sabia.

A McAfee também chamou 50 pessoas, espalhadas por 10 países, para ficar um mês navegando sem proteção. Os resultados apontaram o uso intenso de ferramentas psicológicas (também chamadas de engenharia social ou um-sete-um). Veja abaixo o depoimento de dois participantes, e, quem tiver uma história engraçada sobre spams, mande para a gente no comentário ou... e-mail (sem correntes, por favor).

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Renato, 37 anos.

Ocupação/Profissão: estudante (Ciência da Computação – 2º. Ano). É técnico em Informática.

1) O que mais te surpreendeu no estudo?

Algumas coisas me surpreenderam, como a linguagem usada pelos spammers que, em alguns casos, deixa a farsa muito próxima da verdade. Sem os erros de português característicos, se o usuário descuidar pode acabar acessando a mensagem, achando que há algo de interessante ou imaginar que o e-mail é relacionado a algum site sério que visitou anteriormente.

 Também observei a rapidez com que o e-mail é validado [ao fazer cadastro em um site malicioso] e entra numa lista que o faz receber mensagens de todos os tipos. Outras situações também foram comuns como mensagens que anunciam um produto e, ao clicar, seu navegador te direciona para sites de outros produtos.

2) Qual a principal dica que você daria para os usuários se protegerem?

Para proteção do seu computador, além de um bom produto antivirus, eu recomendaria a criação de uma conta de e-mail, como a que usei durante o experimento da McAfee (renato@thspex.com). Uma conta exclusiva para cadastros em sites de seu interesse, e que solicitam seu e-mail, podem ser adotadas para esse único fim.

Como já foi provado que a maior parte das infecções por malware, spyware ou vírus são feitas com a intervenção do usuário, então recomendo ainda que clique somente em e-mail de origem conhecida e se o conteúdo não condiz com o que você esperava, delete-o prontamente.

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Geraldo, de 21 anos - o 3º colocado em número de spams recebidos no mundo. Os brasileiros ficamos em segundo lugar, atrás dos EUA.

1) O que mais te surpreendeu no estudo?

O que mais me surpreendeu no experimento foi o volume de spams que recebi - cerca de 6 mil - em apenas 30 dias. Por ser sempre muito cuidadoso, eu não podia imaginar que apenas um clique pudesse comprometer tanto o comportamento e o desempenho da minha máquina.

Outra observação que faço é sobre uma característica em que a maioria dos sites de spam é alocada temporariamente e logo é substituída. Muitas vezes, os e-mails de ofertas diferentes redirecionavam-me a um mesmo site. Por exemplo, os e-mails que ofereciam produtos ou serviços gratuitos, em grande parte, me redirecionavam para um mesmo site de relacionamento semelhante ao Orkut.

2) Qual a principal dica que você daria para os usuários se protegerem?

O principal cuidado que as pessoas devem ter é sempre verificar quem é o remetente da mensagem e, se você realmente o conhece, checar se o link enviado de fato o direciona para o endereço indicado. Por exemplo, se você recebe um e-mail de um determinando banco, verifique - antes de clicar - se o "clique aqui" o leva para a página do banco ou para outro site apenas colocando o cursor do browser (navegador) sobre o link, sem clicar.

Outro item importante diz respeito às informações que alguns sites solicitam: o endereço, por exemplo. Mesmo que você confie no site, é preciso ter certeza de que ele reconhecerá a informação correta e a utilizará para um fim específico. Ao digitar o CEP:00000-000, num site suspeito hospedado nos EUA, recebi a mensagem de que eu havia sido contemplado numa determinada promoção. Além de o site ter reconhecido como válido o código postal digitado, ele também me enviou um e-mail indesejado.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 09h35

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Disquete sai da CPU e vai para a mesa

Vintage

Tudo bem que hoje em dia você pode guardar seus dados em pendrives com capacidade gigantesca. Mas você sente saudade dos tempos do disquete? Então vai achar um charme essa criação do estúdio de design Supermandolini. São suportes para copos, ou para qualquer outra invenção sua  =)

Escrito por Daniela Arrais às 19h38

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Mundo da tecnologia em todo lugar

Pela rua

O que acontece quando o mundo da tecnologia, dos games, da internet invade o mundo real? Paul The Wine Guy foi passear por aí e descobriu várias intervenções urbanas. Divirtam-se com a galeria que ele criou no Flickr.

Escrito por Daniela Arrais às 18h32

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Cubo mágico para nerds

Encaixe

Até o cubo mágico ganha versão para quem não consegue ficar longe do computador...

Tirei daqui

Escrito por Daniela Arrais às 18h18

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Vídeo da Apple sobre o novo iPhone

Tour guiado

A Apple colocou hoje em seu site um "tour guiado" dos recursos do novo iPhone. O apresentador é o mesmo rapaz que estrelou os vídeos do iPhone original.

Clique aqui para assistir. Recomendo a versão "Large" para quem tem uma boa conexão.

De bônus, um vídeo que vi no Gizmodo do jogo Crash Bandicot Nitro Kart 3D rodando no iPhone. Parece bem divertido.

Escrito por Rafael Capanema às 18h18

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Do computador para a parede

Espera

Gosto de achar essas imagens aleatórias por aí...

Escrito por Daniela Arrais às 18h01

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Fotografia de e-mails físicos

Arquivo

Uma maneira bem diferente de checar e-mail...  =)

Foto tirada por punkinmom {caroline}

Escrito por Daniela Arrais às 17h48

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Google aprende a procurar em arquivos Flash

Boa notícia

O Google Blog avisa: agora, o megabuscador consegue procurar por textos em conteúdo Flash. É ótimo, principalmente para quem, como eu, adora os joguinhos e experiências nesse formato.

Lembro que, há cerca de dois anos, algumas pessoas previam o definhamento do Flash porque o Google não conseguia indexar o conteúdo nesse formato.

Para comemorar, dois sites para quem gosta de Flash: The FWA e Kongregate.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 13h39

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PERFIL

O blog Circuito Integrado é uma extensão da cobertura dos mundos da tecnologia e da internet publicada semanalmente no caderno Informática da Folha. É produzido pelo editor Rodolfo Lucena e pelos repórteres Gustavo Villas Boas, Daniela Arrais e Rafael Capanema com a participação de diversos colaboradores do caderno.

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