Blog de Tec

Nada que é digital nos é estranho

 

Usuários do Mac não gostam que amigos ponham a mão em gadgets novos

É meu

Dave Munger, do blog Congnitive Daily ficou surpreso quando sua mulher, também cientista e também blogueira, não deixou ele brincar com o Ipod novo dela. Fez então uma pesquisa em seu blog, sobre como se comporta quem compra um produto tecnológico novo. No meio das questões, enfiou um "PC ou Mac?", disfarçadinho. Mas era esse o ponto.

O resultado: os fãs da Apple se incomodam mais, muito mais, com amigos testando seus novos gadgets. Ou pelo menos deixam ele menos tempo usando eles.

Obviamente, não há valor científico, mas é curiosa.

PS: eu sou um usuário de PC e não tenho ciúme das minhas coisas tecnológicas, eu acho.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 16h22

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Vem aí mais um iPhone (ou não)

10 milhões?

A especulação já está rolando solta. Dizem por aí que Steve Jobs vai apresentar a segunda geração do iPhone na abertura da conferência de desenvolvedores promovida pela Apple, no próximo dia 9.

Uma das deixas para a futurologia é o fato de que os estoques do iPhone velho (o atual, de fato) estão se esgotando e, ao que parece, não há movimento de reposição, segundo diz John Markoff, do "The New York Times".

O iPhone 2.0 ou coisa que o valha deve ser 3G (a AT&T, operadora exclusiva para o aparelho nos EUA, está se encaminhando para a inauguração de sua rede de terceira geração). Também deve vir com uma câmera melhorzinha, com mais resolução, de acordo com os comentários de Markoff. E com GPS de verdade.

Outra coisa: além de tornar mais atraente o aparelho, Jobs pode ter de pensar em baixar os preços, se efetivamente quiser atingir a prometida marca de 10 milhões de unidades vendidas neste ano.

Até março, a Apple entregou 1,7 milhão de iPhones. Para chegar ao número mágico, terá de vender, em cada um dos nove meses restantes, mais de 50% a mais que a sua média mensal no primeiro trimestre...

Escrito por Rodolfo Lucena às 17h04

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Windows 7 será preparado para multitouch

Dedinhos

O blog do Windows Vista, que é muito legal, vira e mexe fala do sucessor do sistema, por enquanto chamado de Windows 7. O sistema será preparado para lidar com múltiplos toques, assim como o iPhone e a mesa Surface.

O vídeo abaixo mostra uma demonstração das possibilidades dessa tecnologia. O sistema operacional do computador já é o (embrião do) próximo Windows.


Video: Multi-Touch in Windows 7

Escrito por Gustavo Villas Boas às 14h56

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Internet transforma geração atual em bando de estúpidos

Burrice

A Ilustrada dedicou hoje sua manchete e uma página inteira às diatribes de um certo professor norte-americano que escreveu um livro chamado "The Dumbest Generation", em que diz traçar um perfil dos que nasceram nas últimas três décadas.

Não vou aqui ficar repetindo os estúpidos argumentos do cara, que trabalha, é claro, baseado na realidade norte-americana (o texto publicado hoje está AQUI, para assinantes da Folha e/ou do UOL).

Mas lembro que volta e meia alguém ganha manchetes e dinheiro criticando alopradamente a TV, a internet, o rádio, o carro, a energia nuclear e por aí vai. É a chamada vanguarda do atraso.

A tecnologia, claro, não é neutra. As pesquisas científicas e os avanços tecnológicos são direcionados segundo os interesses da classe dominante em cada período histórico.

Mesmo assim, ela pode ser --em geral, é-- benéfica para toda a sociedade. E a "culpa" de seu mau uso, se é que se pode usar a palavra "mau", tão carregada de juízo de valor, é de quem a usa, não dela.

A televisão é sensacional; a programação que passa nela merece críticas. Eu acho uma porcaria, você adora, aqueloutro não dá a mínima...

Com a internet, é a mesma coisa, ampliada milhares, milhões de vezes. Trata-se de um instrumento de comunicação de massa que, pela primeira vez na história, permite que as massas também atuem, também o instrumentalizem, deixando de ser apenas espectadoras ou ouvintes.

Nunca se leu tanto nem se escreveu tanto quanto hoje em dia. Além disso, pela internet são feitas cirurgias, trocados detalhes de pesquisas, divulgadas imagens, apresentados vídeos, encontrados segredos, formados grupos e por aí vai.

As críticas à linguagem praticada por muitos internautas, supostamente interessadas no benefício da sociedade e na defesa do idioma, escondem o ódio irrefreável de certas elites ao fato de que mais gente está virando ator, personagem, escrevinhador, escritor, agente.

E, se outra coisa não fossem, são inúteis, pois a humanidade segue em frente, aos trancos e barrancos, com enormes deficiências e enormes distâncias sócio-econômicas e políticas, mas sempre um pouquinho melhor do que já foi (quem sabe um dia esse pouquinho vire um poucão, uma enchente amazônica, uma enormidade...).

Enfim, como diz o povo, os cães ladram e a caravana passa.

Escrito por Rodolfo Lucena às 10h14

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Quadrinho sobre relacionamento high tech

Dilbert

"Amor" nos tempos modernos! Achei no Dilbert.com

Escrito por Daniela Arrais às 19h15

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Versão inusitada da música Umbrella

Inri pop

 

Gostando ou não, vocês já devem ter ouvido o hit "Umbrella", da cantora Rihanna. E não é que fizeram uma "versão mística" da música? O motivo é Inri Cristo, que se auto-intitula como "Emissário do Pai" e diz ser a reencarnação de Jesus Cristo. Suas discípulas, Susana e Alibera, cantam em homenagem à figura. Confiram acima!

E elas também fizeram uma versão para o tema do filme "Flashdance"! "Quem é ele? / Como é lindo / Como um arco-íris no céu apareceu / Vou segui-lo e vou amá-lo / Todo o amor que eu tenho guardado eu vou lhe dar".

Que coisa, hein?

Escrito por Daniela Arrais às 18h41

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Rita Lee dá banho de loja na sua vida on-line

Rita do clipe

A rainha do roque nacional deu um banho de loja na sua presença internética, atualizou sites, criou caras e bocas novas.

Enfim, está aí mandando ver.

A TV da Rita do YouTube está AQUI.

Ela também montou perfil oficial no MySpace, além de sua presença colorida no Orkut e uma página na Comunidade MPB em que aparece esta advertência: "ATENÇÃO: Esse perfil é de divulgação de Rita Lee, mas não é administrado pela própria artista".

O site oficial, que ilustra esta mensagem, você encontra AQUI.

Escrito por Rodolfo Lucena às 17h38

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Depois do Vista, iPhone tem XP

Downgrade

Muitos usuários insatisfeitos com a fome de recursos do Vista e fãs da Apple devem ter ficados satisfeitos com esse post do MeioBit. Eles descobriram que na Austrália o supercelular da Maçã vai ser vendido com o XP.

Claro, é uma ironia e, como eles explicam no post, alguém do Channel 9 fez caca com o photoshop.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 12h37

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Pedaços de câmeras viram acessórios

Reciclado

Lentes de câmeras recicladas viram braceletes pelas mãos de Craig Arnold. Ele criou a linha Re:vision, com oito modelos diferentes _feitos com materiais como alumínio.

Via OyeModern

Escrito por Daniela Arrais às 16h22

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Camiseta para futuros gamers

Bebê nerd

Enquanto não chega a hora de seu filho jogar videogame, que tal vesti-lo com estampas que remetem a clássicos do gênero? A loja Whimsy pensou nisso e fez o fofíssimo modelo acima.

Via Geek Sugar 

Escrito por Daniela Arrais às 16h08

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Roupa aproxima pessoas

Me abraça

A moda pode aproximar as pessoas. Principalmente se elas estiverem dispostas a pagar entre US$ 480 e US$ 600 pela camiseta Embrace Me, cuja estampa é feita com um material condutivo. Quando duas pessoas que estão usando a mesma camisa se encontram e se abraçam, a estampa transfere energia e ilumina as costas de cada modelo. Fofo, né? Mas a chance de a "iluminação" acontecer deve ser tão pequena...

Via OhGizmo

Escrito por Daniela Arrais às 15h59

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CDs e DVDs reproduzem design antigo

Imitação

Se você é da turma dos nostálgicos, pode gostar da novidade da Verbatim: CDs que imitam o design de um vinil, para músicas, e DVDs que imitam antigos rolos de filme.

Via Geek

Escrito por Daniela Arrais às 15h52

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Mistura de bloco de notas e teclado

Híbrido

A Yamaha apresentou em uma feira de eletrônicos um híbrido de teclado e bloco de notas. Ideal para músicos que vivem na estrada, não é? Ainda não se sabe se o produto será comercializado em larga escala.

Via Engadget

Escrito por Daniela Arrais às 15h18

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MacBook vira quadro-negro

Giz

O blogueiro Russell Davis não deu a mínima para o tão exaltado design do MacBook. Ele resolveu customizar seu portátil, transformando-o em um quadro-negro, para torná-lo "mais útil para anotações". Veja o post dele sobre o assunto: http://russelldavies.typepad.com/planning/2008/05/blackboardpro.html

Escrito por Daniela Arrais às 13h48

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BNarrator promete transformar posts em voz

Fale com ele

O BNarrator é um serviço interessantíssimo. Quem tem um blog se cadastra e coloca um widget (um miniaplicativo) nele. Quando um novo post é colocado no ar, uma rede de narradores é avisada e podem narrar aquele post.

O dono do blog então escolhe uma das narrações e um botão de play é adicionado ao blog _dessa forma, o que é escrito poderá ser ouvido também.

O serviço é gratuito e mantido por publicidade de até dez segundos antes de cada narração. A renda publicitária é dividida entre a empresa, o narrador e o blogueiro, além de uma pequena parte ir para organizações que ajudam pessoas com deficiência visual.

Eu não encontrei nenhum blog com o widget ainda (é coisa novíssima, está em fase de testes iniciais); aparentemente é dedicado apenas ao idioma inglês, mas a idéia, prospere ou não, é sensacional.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 18h46

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Saiba como foi a palestra do hacker em SP

Ankit Fadia

Programada para começar às 14h30 do dia 14, a palestra de Ankit Fadia, organizada pela 3Com e pela M13i, começa com certo atraso. No horário marcado, parte do público ainda está a chegar, enquanto no palco – entre uma troca de palavras e outra com os organizadores do evento – o hacker prepara sua apresentação.

INTRODUÇÃO

Já passa das 15h quando Fadia pergunta à platéia – formada em sua maior parte por executivos: quantos aqui usam Yahoo!, Gmail, Hotmail? A maioria levanta os braços. Stop using them! Parem de usá-los! Seus e-mails são escaneados à procura de palavras-chave! Quantos usam o Google? Braços para cima. Stop using it! Ele mantém registros de busca, é uma invasão à privacidade, blá-blá-blá... Quantos usam software da Symantec, da McAfee? Braços. Stop! Windows? Risadas, alguns braços. Stop! Internet? Risadas, poucos braços. Stop!

Lógico, trata-se de uma brincadeira. (É bom deixar isso claro aqui, até porque os comentários no post sobre o skin do Vista para o iPhone mostrou que ironia não é o forte de alguns leitores...) O próprio Fadia utiliza todos os serviços mencionados – inclusive o Windows XP, sistema instalado no laptop Dell que ele usa em suas apresentações.

Fadia explica que a palestra é uma tentativa de introdução ao internet hacking, com dicas de como se preparar melhor para usar a rede.

Um slide de Power Point mostra um gráfico que coloca o conhecimento de linguagens de programação, rede (muito) e Unix (básico) como essenciais para se ter uma “atitude hacking”, ou seja, conseguir pensar como um criminoso – o que, para Fadia, é necessário para conseguir se defender de ataques.

Logo depois, ele expõe suas definições de hacker e cracker. O primeiro seria o mocinho da história, que usa seus conhecimentos para o bem; o segundo seria o vilão, que utiliza suas habilidades para cometer crimes. Tais definições são alvo de contestação de alguns críticos do indiano – falarei mais sobre isso em outro post sobre o hacker; neste, tento limitar-me a narrar sua apresentação.

CAVALOS-DE-TRÓIA

Após exibir alguns dados sobre perigos na internet, o palestrante conta duas anedotas. A primeira dela é o “caso da senhora de Mumbai”: um rapaz enviou um cavalo-de-tróia (programa geralmente malicioso e muito utilizado para invadir e controlar computadores remotamente) para uma mulher da cidade – uma das maiores (em número de habitantes) da Índia e do mundo. O invasor conseguiu ligar a webcam da vítima e via tudo o que ela fazia em frente ao computador – quando ele estava ligado. Ao procurar um emprego, a mulher teria ouvido: “Por que eu deveria lhe dar um trabalho? Eu a vi em um site pornográfico!”

A outra anedota é o “caso da Nasa”: uma criança russa com 11 anos invadiu o sistema da agência e atrapalhou projetos espaciais, a causar um enorme prejuízo financeiro. Um exemplo de como a ação de hackers pode afetar grandes organizações, diz Fadia.

Os dois casos são contados com poucos detalhes, o que gera muita desconfiança, pelo menos de minha parte. Fadia poderia se esforçar para tornar as histórias mais plausíveis.

Ele fecha o Power Point e abre um dos programas da Microsoft mais elogiados mundialmente, o Bloco de notas. Digita “TROJAN HORSE” – em fontes grandes, a usar o aplicativo de fato como um substituto do Power Point – e fala brevemente sobre eles. Digita também “NETBUS”, “SUBSEVEN”, “BACK ORRIFICE” (sic) e “GIRLFRIEND” – alguns dos trojans mais famosos. Sinto uma leve nostalgia, já que esses programas são coisas muito velhas – o NetBus e o Back Orifice são de 1998! Fadia consegue a proeza de falar deles como se fossem novidades e admitir que eles são antigos – “de uns sete anos atrás”. Minha experiência diz que eles não apenas são velharias, mas pouco eficientes hoje em dia. Mais sobre isso também em post futuro.

A busca do Google impede que sejam realizadas buscas para baixar os trojans, diz Fadia. Estranho. Pesquisei pelos mais famosos e encontrei facilmente, além de links para download, instruções detalhadas de como utilizá-los. De qualquer maneira, Fadia recomenda o site www.packetstormsecurity.org – “o Google da segurança na internet” – para baixar tais arquivos.

Fadia fala também sobre os EXE binders, que servem para juntar dois ou mais arquivos em apenas um executável. Você pode, por exemplo, juntar a Calculadora do Windows com o seu trojan em um único executável. A vítima, ao abrir o arquivo, rodará os dois programas simultaneamente – a Calculadora aparecerá na tela, e o trojan instalar-se-á ocultamente no sistema dela, possibilitando a invasão.

O hacker faz uma breve menção aos trojan open source, ou seja, cavalos-de-tróia de código aberto, que podem ser modificados por quem tem conhecimento de programação. Alterados, os arquivos têm menos chances de serem detectados por antivírus.

O próximo assunto abordado por Fadia é o e-mail spoofing, técnica que permite enviar uma mensagem com remetente falso. Para demonstrar, ele simplesmente acessa o site funmaza.com/fun_mailer.html, preenche alguns campos e envia um e-mail falso – com remetente billgates@microsoft.com – para si próprio. Depois, entra em sua conta no Gmail e exibe o e-mail assinado por Bill Gates.

MENSAGENS DA AL-QAEDA

Mais anedota. Agora, uma pessoal. Enquanto exibe a foto de uma mulher, Fadia conta que, logo após os ataques do 11 de Setembro, ele ajudou o governo norte-americano a decifrar e-mails enviados por homens de Osama bin Laden. Eles vinham com fotografias anexas, mas corpo em branco. Fadia descobriu que, dentro das imagens, havia mensagens de texto codificadas – técnica conhecida como steganography ou, em tradução livre, esteganografia.

“Bomb the Federal Reserve Bank on 18th May @ 2PM” (ataque o Federal Reserve Bank no dia 18 de maio, às 14h). Fadia esconde essa frase em uma foto de George W. Bush por meio do programa gratuito S-Tools, utilizado também para decodificar a mensagem. Ele ainda faz uma rápida menção à esteganografia de texto, em que um arquivo de texto oculta uma mensagem que pode ser completamente diferente da exibida na tela. Espaços em branco em um documento podem ser usados para guardar dados secretos, por exemplo.

Um voluntário com um cartão de crédito! Alguém? Hernán Vilar, da M13i, prontifica-se ao experimento. Fadia pede-lhe que digite seu número do cartão no bloco de notas, selecione-o e recorte-o.  Vilar faz tudo isso sem o hacker olhar, como se fosse um mágico a descobrir uma carta de baralho escolhida pelo voluntário. O indiano diz que não há keyloggers (programas que servem para capturar o que é digitado)ou trojans instalados e alerta: “Depois de colar [a informação copiada ou recortada], a maioria das pessoas se esquece daquilo”. No navegador, ele abre uma página que – tcharam! – exibe o número do cartão de crédito de Vilar. A página – armazenada localmente – contém um script com um código (clipboardData.getData) que lê o conteúdo da área de transferência, ou seja, a informação copiada ou recortada.

Você gostaria de acessar o e-mail de alguém sem ele saber?, pergunta Fadia, com certo gracejo. Basta utilizar o Brutus, que permite descobrir senhas pelo método brute force (força bruta), que consiste na intensa tentativa de várias possibilidades. Assim como com os trojans, o palestrante fala do programa como se fosse extremamente eficiente – apesar de ser um projeto antigo, desatualizado e abandonado.

INVASÃO DE SITES

Finalmente chega o momento que todos esperam: a demonstração “ao vivo” da invasão de um site. Não façam isso, alerta Fadia. “Eu só estou tranqüilo porque, primeiro, a conexão à internet é alugada pela M13i.” Risos. “Segundo, eu tenho um vôo marcado amanhã de manhã.” Risos.

Ele entra no site da Bharat Sanchar Nigam, companhia de telecomunicações da Índia, pelo endereço dotsoft.bsnl.co.in/AdminLogin.asp. Username: admin. Password: '=' OR '='. Submit. Fadia entra no sistema da BSNL. O navegador mostra uma tabela com vários números de telefone e comandos para suspender um assinante ou zerar sua conta, por exemplo. Por que aquela senha bizarra funcionou? A resposta é SQL injection, técnica que explora falhas em bancos de dados. O código inserido por Fadia no campo Password aproveitou uma vulnerabilidade do sistema – que, “enganado”, autorizou o login. (Tentei, há pouco, entrar no sistema com os mesmos username e password, mas não consegui – a página retornou um erro.)

Fadia volta aos slides de Power Point para exibir imagens de caixas eletrônicos modificados. Uma das fotos mostra uma câmera posicionada de modo a gravar o usuário do caixa digitando sua senha. O hacker aproveita para contar mais uma anedota: a do cliente que foi ao banco reclamar sobre o funcionamento de um caixa eletrônico que ficava na Quinta Avenida, em Nova York. Não temos caixa na Quinta Avenida, respondeu a instituição – ou seja, era um caixa falso.

Antes das dicas de segurança, breves palavras sobre o futuro: telefones celulares serão cada vez mais alvos de hackers.

DICAS DE SEGURANÇA

1. Instale um firewall.
Ele destaca apenas um: o ZoneAlarm (
www.zonealarm.com), por ser gratuito. É uma opção razoável, mas Fadia precisa se atualizar – em muitos sites, o programa é recomendado apenas em suas versões pagas, e não são poucos os que colocam o gratuito Comodo (www.comodo.com) como uma solução superior até mesmo a muitos firewalls pagos, inclusive o ZA. Veja algumas dicas de firewalls, antivírus e anti-spywares em www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u400410.shtml.

2. Instale um antivírus. E atualize-o semanalmente.
A velocidade com que os dados se propagam hoje faz com que uma atualização diária seja mais recomendada. Ou, melhor ainda, várias atualizações por dia.

3. Instale um anti-spyware.
Ele destaca o SpySweeper (
www.webroot.com), que é pago, e brinca: é fácil achar um cracker (programa que pode permitir o uso gratuito – e ilegal – de um software pago) para ele.

4. Instale um IDS ou IPS.
São sistemas de prevenção e detecção de intrusos. Pouco conhecidos por usuários comuns, geralmente monitoram o comportamento do sistema, detectando atitudes suspeitas ou perigosas. Infelizmente Fadia não falou muito sobre eles, nem fez recomendações. Alguns firewalls possuem IPSs embutidos. Costumo recomendá-los para usuários mais avançados – pois é necessário certo conhecimento técnico para configurar, entender e usar. Quem prefere soluções mais práticas e automatizadas pode se irritar facilmente com um IPS, que, além de complexo, pode ser um grande consumidor de recursos (processador e memória).

5. Atualize seu sistema operacional a cada 15 dias – mesmo que seja Mac ou Unix.

6. Use senhas difíceis.
Combinação de letras e números, caracteres especiais e símbolos, letras minúsculas e maiúsculas. O exemplo de Fadia: A.n.K.i.T007. Fácil de lembrar, difícil – segundo ele – de adivinhar.

7. Instale um keyscrambler.
Esse tipo de programa criptografa as teclas pressionadas, de modo a anular a ação de keyloggers.

8. Crie e reforce fortes políticas de segurança.
Essa dica é direcionada principalmente a empresas e envolve cuidados como restrição e monitoração de acesso dos usuários.

9. Educação/atenção.
Simples assim. Não dá para usar um computador, principalmente com acesso à internet, sem tomar cuidado.

E AÍ?

Minha opinião sobre a palestra de Fadia é semelhante à de Ankur Banerjee, que assistiu a apresentação semelhante e relatou-a em seu blog (www.ankurb.info): para geeks, talvez sejam informações muito básicas; para o usuário comum, no entanto, pode ser bastante útil – se Fadia não ensina muito bem como hackear, nem explica o que está por trás das técnicas utilizadas, pelo menos ele apresenta algumas ameaças disseminadas pela internet. Mas mesmo usuários comuns têm direito a informações verdadeiras e atualizadas – até para melhor se protegerem. Fadia demonstrou apenas técnicas antigas ou ultrapassadas, e suas histórias estão longe de serem convincentes.

As informações são úteis, mas não sei se vale a pena trazer um cara desses para falar de coisas tão básicas. Acho que muitos leitores deste blog, por exemplo, apesar de fracos em ironia, certamente poderiam apresentar uma palestra tão ou mais informativa do que a de dele.

Falo mais sobre Ankit Fadia em post a ser publicado nos próximos dias. Fiquem ligados.

POR EMERSON KIMURA

Escrito por Daniela Arrais às 19h53

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YouTube lança canal para repórteres-cidadãos

Cidadania

O YouTube lançou hoje seu canal de jornalismo participativo, o Citizen News. A idéia é reunir vídeos feitos por usuários, chamados de "repórteres-cidadãos", que usam o site para reportar por conta própria o que está acontecendo pelo mundo. Confira o vídeo de apresentação do canal:

Escrito por Daniela Arrais às 19h08

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Arte feita com pixels

Pixelart

O desenho Men Health: Back Pain é um dos inúmeros listados pela Smashing Magazine. A revista compilou 50 ilustrações, pinturas e pôsteres feitos com pixels. Para conferir: http://www.smashingmagazine.com/2008/05/05/pixels-go-mad-the-celebration-of-pixel-art/

Via @nananeri

Escrito por Daniela Arrais às 18h29

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Pac-Man de verdade

Invenção

 

Pac-Man da vida real!

Escrito por Daniela Arrais às 18h20

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Conrad disponibiliza livro na rede

Literatura

A Conrad disponibilizou o livro "Máquina de Pinball", de Clarah Averbuck, para download gratuito. Diz o site da editora sobre o livro:

Tudo começa quando a personagem Camila (ou seria a própria Clarah?) se muda de Porto Alegre para São Paulo, deixando para trás os confortos de uma vida regrada, vários gatos, livros e um namorado-quase-marido. No momento seguinte, o cenário é Londres. Depois o Rio. E a volta a São Paulo. Rápido, direto e impactante. É a história da vida de uma garota. E como ela mesma escreve no início, ``sou feliz assim. Mulherzinha. Mas com bolas´´. Repleto de referências, o livro é filho bastardo da geração beat. Fante, Bukowski e Leminski deram uma olhada por cima do ombro da autora enquanto ela escrevia. E os três devem ter sorrido. Não que o conteúdo seja semelhante - mas a atitude é.

Para baixar o livro, acesse: http://www.lojaconrad.com.br/Pop/Maquina_de_Pinball_int.asp

Escrito por Daniela Arrais às 18h18

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Arte com teclas de computador

Colagens


Navegando por aí me deparei com o trabalho de García, que se define apenas como outro García, por existirem mais de 5 milhões de pessoas com esse mesmo nome. Ele faz colagens, desenhos e ainda posta várias imagens de referência em seu blog. Gostei da brincadeira que ele fez com letrinhas soltas de um teclado   =)

Para conhecer: http://elsrgarcia.blogspot.com/

Escrito por Daniela Arrais às 18h11

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Veja uma brincadeira com logos

Mistura

 

 

O Logologos faz uma brincadeira com marcas e desenhos para descobrir de onde veio a inspiração para eles.

Dica de @zenzi

Escrito por Daniela Arrais às 17h51

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Ouça a mais antiga gravação da voz humana

1860

Faz tempo não? A gravação, que está no site FirstSounds, é de uma pessoa cantando uma música popular francesa chamada Au Clair de la Lune. Foi apresentada em um evento em março na Universidade de Stanford.

Ela foi feita em um papel, em um processo que riscava as ondas sonoras em uma folha escurecida pela fumaça de óleo; os pesquisadores usaram um scanner de alta resolução para transformar esse papel de volta em som.

A gravação é a mais antiga da voz humana encontrada até hoje. Tem dez segundos, é horrorosa, mas é história.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 15h10

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Deixe o iPhone com a cara do Vista

Esses fãs

Todos sabem que o Windows Vista é um sistema querido e que o iPhone precisa de um gás. Por isso, um hacker criou uma interface que mimetiza o sistema operacional no telefone da Apple.

Aos interessados, mais informações no fórum Modmyifone.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 18h10

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Saiba o que foi tirado do YouTube

YouTomb

Com um nome bem-sacado, o YouTomb monitora os vídeos que vão sendo retirados do YouTube pela alegação de violação de direitos autorais.

Segundo os criadores do site, um grupo de estudantes do MIT, um dos objetivos é tornar mais claro o modo que o YouTube retira os vídeos que supostamente violam as leis de copyright, principalmente depois que o portal de vídeos disse que pretende utilizar um software que faça isso de forma autônoma. O que, convenhamos, vai levar a uma série de injustiças.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 15h54

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Você pagaria mais de US$ 7.500 por MHz?

Lerdo e caríssimo

Se você é um sujeito atualizado, provavelmente o cérebro de seu computador voa a 2 GHz ou mais, deixando no chinelo os chips do passado, carroças velhas etc. e tal.

A alta velocidade é barata, mas a lentidão pode ser muito cara.

Há processadores de apenas 33 MHz (cerca de um centésimo da rapidez do chip de um micro veloz) custando US$ 250 mil. E há quem pague por eles.

São os processadores que equipam satélites e precisam ter proteção especial para enfrentar a dura vida no espaço.

Leia mais informações neste POST do Meio Bit, que foi onde encontrei a história.

Escrito por Rodolfo Lucena às 09h55

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Microsoft discreta lança vídeos na rede

Canal 10

A Microsoft, discretamente, incentiva uma televisão na internet que eu nunca tinha ouvido falar. Bem, ela existe desde 2006, pelo que mostra o filme mais antigo, e tem pouquíssimas visualizações.

O Channel10 tem vídeos para aficionados por tecnologia e lançou hoje um programa sobre fotografia digital, o ShutterSpeed. Só que para ver os filmes, é preciso ter o Silverlight, concorrente do onipresente Flash, da empresa do Windows.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 19h12

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Microsoft quer o Yahoo! e muito mais

De olho no Facebook

As conversações e os desacordos entre Microsoft e Yahoo! já viraram carne de vaca. Vão e voltam ao noticiário, mas parece que agora vai (ou, pelo menos, montes de fontes internéticas querem nos fazer crer que agora vai). Será uma transação um pouco mais complicada que uma compra de porteira fechada, mas deve rolar, dizem.

A novidade é que a sede comprística da Microsoft vai muito mais longe, a ser verdade o que rola na blogosfera.

Como se sabe, a empresa de Gates sempre apostou no seu poder financeiro para se dar bem em áreas onde não conseguia apresentar um produto decente.

A fuzarca em torno do Yahoo! é um exemplo disso, claro. E John Furrier, do Furrier.org, está afirmando que a Microsoft vai seguir adiante e tentar comprar o Facebook, onde já tem investimentos milionários. A coisa, agora, será na casa dos bilhões, diz o blogueiro.

A mensagem completa está AQUI.

Escrito por Rodolfo Lucena às 15h34

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Circuito Integrado testa criador do Spore

Mão na massa

Tive a oportunidade de conhecer o criador de criaturas de Spore. Até fiz um bicho que lembra um louva-deus gigante e, reconheço, não muito harmônico.

 

o vídeo acima mostra uma versão de teste mais velha do que a que eu usei do criador de criaturas

As opções para o bicho são virtualmente infinitas, e você monta ele de acordo com um número de pontos, chamados DNA.

Começa com uma estrutura básica, parece uma lesma. Mas você pode mexer na coluna vertebral dela, esticando, fazendo uma curva etc. Também dá para fazer um pedaço ganhar volume ou perder, para fazer uma cabeça ou a barriga.

Depois você coloca uma --ou mais-- bocas. Cada boca tem um som e a mistura delas mistura o som. As bocas também definem o tipo de dieta do seu bicho, e é possível, como todas as outras partes do corpo, alterar a original, fazendo uma maior ou com a mandíbula proeminente.

O mesmo vale para os olhos, ouvidos e narizes. Cada uma dessas partes do corpo definem como vai funcionar um sentido.

Além disso, seu bicho vai ter armas --um chifre, por exemplo-- ou partes ornamentais. Tudo isso serve para a interação com o mundo, e vai definir a relação de sua criatura com outras raças, com o mundo ao redor etc.

Terminado o animal, é possível testar seu funcionamento em algumas ações do mundo. E aí que fiquei mais impressionado, já que aquele ser bizarro que eu construíra tinha movimentos adequados.

nessa versão, já existe um cenariozinho 

Era possível ver seus movimentos para urrar, para atacar ou para flertar. Pude testar o Verdura --assim que o batizei-- triste e cortejando a fêmea. E tudo isso parecia natural; quer dizer, o bicho, mesmo inédito, movimentava-se sem bugs.

O criador vai ter uma grande integração com a internet: é possível enviar as criações para um amigo, em vídeo diretamente para o YouTube ou em foto para o Flickr. Um banco de dados coletivo recebe seus animais e há até uma rede social para eles --com classificação coletiva, por exemplo. Bem, disso tudo eu só vi a interface, já que mexi em uma versão de testes no escritório da EA.

No Brasil, ainda não se sabe como o criador de criaturas chegará na versão completa, que será vendida em lojas dos EUA por US$ 9,90. Uma versão com 25% das opções estará disponível para download.

A partir do criador de criaturas, não dá para ter muita idéia de como será o Spore completo. Apesar de satisfeito com a inteligência artificial para interpretar como seriam as ações do bicho criado do quase, suspeito que o jogo não terá o nível de sofisticação que eu esperava.

Por exemplo, a criatura da segunda fase do jogo é um animal independente de como for sua célula, na primeira fase do jogo. Achava que muita coisa no animal, e no ambiente, seria definida evolutivamente --a dieta, a forma da boca, a relação com outros animais, o tipo de vegetação-- com alguns pitacos do usuário, claro. 

Agora é esperar pela versão completa de Spore, que deve ser lançada globalmente em setembro.

Will Wright, criador de The Sims e SimCity, mostra e fala sobre seu mais ousado projeto

Escrito por Gustavo Villas Boas às 15h09

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Ilusão de ótica

Soul Wax

Veja de perto e afaste-se da tela

Escrito por Gustavo Villas Boas às 16h22

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Chame um nerd para organizar sua vida on-line

Personalizado

Ele organiza suas pastas de filmes e músicas, seus favoritos e sua coleção de fotos. Instala fiação para TV, som, internet e home theater. E ainda oferece aulas sobre temas específicos, como música e televisão. Ele é o "personal nerd", mais uma prova de que existe espaço para todo tipo de serviço na internet.

O trabalho é oferecido por Fred Leal. No site do "personal nerd", ele diz que "o objetivo principal é atender às necessidades do cliente, oferecendo o impulso inicial e o material necessário para seu desenvolvimento e atualização frente à velocidade do nosso tempo".

Para conhecer: http://fubap.org/nerd

Escrito por Daniela Arrais às 14h38

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Blip, o Twitter de música

O que você está ouvindo?

O Blip é muito parecido com o Twitter --mensagens pequenas, seguir amigos etc. O interessante é que a pergunta é "O que você está ouvindo?" e a resposta é dada em um buscador.

Você põe o nome de um artista ou música e encontra algumas canções compatíveis com sua procura. Daí seleciona uma, coloca uma mensagem, e ela começa a tocar diretamente no site.

Se você se interessar por alguma canção em um post de um amigo, é só clicar em cima que ela toca também. O problema é que o menu é bem restrito (não encontrei qual é a fonte das músicas), mas é uma idéia interessante: embutir no Twitter (vou ser sincero: o site é uma cópia) um tocador multimídia, já que links para esse tipo de arquivo grassam no microblog.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 18h45

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Personalize seu mecanismo de busca

Enfeite

Quer deixar seu mecanismo de busca com a sua cara? Então experimente o PimpMySearch. Digite seu nome ou qualquer palavra de sua preferência, dê ok e comece a fazer buscas com a sua cara.

Escrito por Daniela Arrais às 17h47

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Paulo Coelho é ídolo entre trocadores de arquivo

Coelho dos mares

Depois que ficou público que o Pirate Coelho era o Paulo Coelho, os sites que falam sobre trocas de arquivos e P2P sempre estão de olho nos saltos do autor.

Agora, o excelente TorrentFreak o entrevistou --ele diz, por exemplo, que suas milionárias vendas aumentaram depois que os livros foram para o Pirate Bay e congêneres.

E o próprio Coelho criou um site mais organizado para que os leitores baixem seus livros.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 15h59

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USB de emergência

Gadget

Um USB em forma de saída de emergência, feita pela Donya e à venda no Japão.

Via Akihabara News

Escrito por Daniela Arrais às 11h23

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Usou o GPS e se perdeu

Mapa velho de guerra

No blog The Frontal Cortex,  Jonah Lehrer conta sobre uma pesquisa que mostrou que um grupo de controle usando o GPS teve pior desempenho na hora de encontrar rotas propostas em relação a quem usou mapas comuns ou a experiência direta (refazer uma rota feita com um dos guias).

Além disso, o blogueiro conta uma experiência própria de um taxista empolgado com seu brinquedinho novo que quase o levou a perder o vôo.

Até achei engraçado, mas se eu tivesse um GPS seria lindo. Às vezes me perco dentro do prédio da Folha.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 15h23

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Mulheres usam blog para falar sobre filhos

Mães on-line

Com a proximidade do Dia das Mães, fomos conversar com algumas que usam a internet para falar dos filhos, sobre os filhos e também com outras mamães. A matéria você lê no caderno Informática de hoje (para assinantes da Folha e do UOL). A íntegra das entrevistas com as publicitárias Laura Guimarães e Juliana Sampaio, que fazem, desde 2002, o blog Mothern, você lê a seguir.

Circuito Integrado - O blog de vocês foi pioneiro em tratar do relacionamento entre mães e filhos. Como surgiu a idéia para ele? Como vocês vêem a popularização de blogs do gênero?

Juliana Sampaio - Surgiu da nossa vontade de compartilhar com as pessoas nosso deslumbramento e nosso absoluto espanto com a maternidade e com todas as questões que ela traz.  Eu mandei um e-mail pra Laura, meio brincando, no meio de um desabafo qualquer: "A gente deveria fazer um site da mãe moderna..." Ela levou a sério e já respondeu sugerindo vários nomes, entre eles esse trocadilho em inglês que eu achei superengraçado. Como na época a gente não sabia nada de HTML, flash, acabamos optando por criar um blog, que é superfácil e não implica despesa nenhuma. Isso era janeiro de 2002 e, na época, não era só blogs sobre maternidade que eram raros (se é que existia algum outro). A blogosfera brasileira ainda era muito pequena. Eu acho natural e bacana que muitas outras mães hoje em dia também usem esse recurso para expor para o mundo e trocar idéias com outras mulheres sobre essa experiência, que no fundo é muito solitária _mesmo com todo o apoio do companheiro e da família.

Laura Guimarães - O blog sempre foi mais focado na vida da mãe do que no relacionamento mãe e filho _no nosso caso, mãe e filha(s). É claro que as crianças estavam presentes nos nossos textos, elas estavam no centro da nossa vida na época do início do Mothern, mas sempre nos perguntamos qual é o lugar da mulher desse começo de milênio, dessa mãe numa sociedade em transformação. Acho que é isso que sempre nos interessou: quem somos nós e como vamos viver nesse mundo? Quando os blogs apareceram, muitos diziam que era uma moda passageira, coisa só de adolescente. Hoje podemos ver que é uma ferramenta de publicação que serve a diversas pessoas, sejam autores ou leitores, e a áreas de interesse diversos, de música a futebol, de maternidade a política. E isso é ótimo, pois gera conversas e trocas, dada a característica geralmente interativa e horizontal desse tipo de publicação.

 

CI - A que vocês atribuem o sucesso do blog? Como foi a experiência de ver os textos transformados em livro e em série de TV? Quando estréia a terceira temporada do seriado?


Juliana - Acho que, além da leveza e do humor com que a gente trata o assunto, fez muito sucesso o fato de nos colocarmos como protagonistas da nossa própria maternidade, questionando tantas culpas, e prescindindo da horda de "especialistas" que até então eram as únicas vozes com espaço nas mídias voltadas para as mães. O Mothern propôs uma maternidade mais "empoderada", mais "faça-você-mesmo". E as mulheres gostaram disto: de sentir que o nosso jeito próprio de lidar com as questões da maternidade também é válido, não precisamos sempre nos apoiar em saberes previamente estabelecidos (nem o dos especialistas, nem mesmo os de nossas mães e avós). A existência do Livro de Visitas do blog, que acabou se transformando num enorme fórum de debates, complementa isso, cria uma relação horizontalizada, de troca: todas as opiniões são ouvidas e debatidas e não tem nenhum moderador que seja o "expert" no assunto (nem as donas do blog nunca se colocaram assim). E achamos maravilhosos os convites que recebemos pra transformar o Mothern em coluna de revista (revista TPM, ed. Trip), depois livro ("Mothern- Manual da Mãe Moderna", ed. Matrix) e série de TV (canal a cabo GNT), porque são maneiras de popularizarmos ainda mais essas idéias e tornar essa nossa abordagem do assunto acessível a um número cada vez maior de pessoas. E tudo o que contribua para aliviar as mães da carga de culpas e inseguranças que nos acompanha é válido e bem-vindo.

 

Laura - Ver minhas falas e meus textos no seriado é sempre um pouco estranho para mim, porque passa de uma experiência particular para a ficção, para o comum, não no sentido pejorativo, mas no sentido de compartilhado, de coletivo. É estranho e gratificante ao mesmo tempo. O Mothern ganhou uma projeção bem maior do que imaginávamos, ainda que brincássemos no começo que o "filho" ia ganhar o mundo. O livro está na quarta edição, o seriado foi indicado ao Emmy International no ano passado e atualmente está sendo exibido em vários países. A terceira temporada está prevista para outubro. A tese de doutorado de Adriana Braga, sobre o livro de visitas do Mothern, ganhou o Prêmio Capes de tese de 2007 em Ciências Sociais Aplicadas. E por aí vai. Não vejo esse sucesso como o resultado de algo genial ou original que tenhamos feito, mas como o reflexo de uma época em que muitas mulheres estão vivendo, pensando e falando sobre os papéis _novos ou tradicionais_ da mãe, do pai, da família.

 

CI - Como uma mothern se comporta na internet? Manda PowerPoint, por exemplo? Que gadgets vocês possuem? E quantas horas passam conectadas por dia?


Juliana - Eu, particularmente, sou bastante hard user de internet, até porque trabalho no departamento de criação para mídias interativas de uma agência de publicidade aqui em Belo Horizonte. Então passo a maior parte do meu dia conectada, tanto no trabalho quanto em casa. Hoje em dia acho que a netqueta básica já está bem interiorizada nos usuários mais antigos, ninguém fica mais mandando Power Points fofinhos e correntes pros amigos. Mas, com a popularização da banda larga, tem sempre gente nova chegando, então não custa repetir esses toques: não mande spam, não repasse e-mails sensacionalistas pra sua rede de contatos, não fique fazendo propaganda do seu blog nas caixas de comentários alheias etc.

 

Laura - Eu raramente repasso coisas que recebo, mas ainda tem muita gente sem noção no mundo. É reciso respeitar o tempo das pessoas e não encher o inbox alheio com besteira. Atualmente me dedico à vida de doutoranda e professora de comunicação, então passo muito do meu dia em sala de aula (às vezes conectada, às vezes não) e/ou lendo livros de papel, que eu adoro, e que não serão substituídos tão cedo. Mesmo assim, fico conectada umas três ou quatro horas por dia, e continuo usando a rede para pesquisa, trabalho, informação, atualização, contato com parentes e amigos, diversão etc.

 

CI - Vocês já usam a internet para se comunicar com as filhas? Como a tecnologia ajuda no relacionamento com as crianças?

Juliana - A minha filha está com sete anos, em pleno processo de alfabetização e encantada com os recursos tecnológicos. Ela já usa MSN Messenger, e é ótimo eu poder dar um suporte pra ela, mesmo à distância. Meu enteado, que tem 15 anos e, como todo adolescente, é superligado em tecnologia, também ensina um monte de coisas pra ela. Outro dia, por exemplo, a Alice tinha que fazer uma pesquisa sobre índios para a escola e, quando eu cheguei em casa, ela já tinha montado sozinha um Power Point sobre o assunto, com fotos que ela baixou da rede e tudo. Claro que a "mãe nerd" ficou toda orgulhosa!

Laura - Sim, claro. Minhas filhas usam muito a rede, com a habilidade e a naturalidade de quem já nasceu em tempos de internet. Hoje mesmo já conversei com a mais nova pelo MSN, com direito a imagem e áudio, pois estamos em cidades diferentes.

CI - Que conselho vocês dão para as mães modernas que ainda estão um pouco distantes da tecnologia?

 

Juliana e Laura - Bom, o conselho não é válido só para mães. Qualquer que seja o assunto de seu interesse, de colecionismo de selos a portadores de alguma síndrome rara, de fofocas sobre celebridades às últimas descobertas da física quântica... Se quiser encontrar outras pessoas tão interessadas nisso quanto você, se quiser trocar idéias, fazer amigos, desabafar problemas, ampliar seus contatos profissionais: conecte-se!

Escrito por Daniela Arrais às 12h40

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Baratas e largartos mecânicos ajudam cientistas

O sexo dos gansos selvagens

Publicamos hoje, no caderno Informática, uma boa reportagem da Associated Press sobre o uso de pequenos robôs e outras ferramentas de alta tecnologia para ajudar no estudo do comportamento de animais.

Os cientistas produzem robozinhos semelhantes aos seus objetos de pesquisa para que possam colher informações mais reais sobre os bichinhos.

Numa universidade dos EUA, por exemplo, um esquilo-robô batizado de Rocky é a porta de entrada para o universo desses bichos, nos parques de Hampshire.

A gente já contou essa história no caderno, mas a reportagem é bem mais detalhada, falando de outros experimentos, como um que investiga o comportamento sexual dos gansos selvagens.

Leia mais a seguir...

Em Indiana, um lagarto artificial exibe um comportamento agressivo enquanto os pesquisadores tentam descobrir quais ações intimidam e quais atraem os lagartos de verdade.

Em Bruxelas, falsas baratas embebidas em feromônio fazem com que os insetos verdadeiros saiam de seus esconderijos escuros.

Na Califórnia, uma minúscula câmera de vídeo colocada dentro de uma gansa selvagem de mentira grava em detalhes as manobras de cortejo e outras feitas pelos machos especialmente promíscuos da espécie. Segundo os cientistas, esse tipo de pesquisa pode até mesmo ajudar a explicar comportamentos semelhantes adotados pelos seres humanos.

‘Os animais e os seres humanos são afetados pelos mesmos comportamentos, postura corporal e sinais um dos outros, fatores esses a respeito dos quais talvez não tenhamos consciência‘, afirmou Sarah Partan, professora-assistente na área de comportamento animal da Faculdade Hampshire, onde é feita a pesquisa com os esquilos.

A utilização de animais falsos para observar de perto os animais verdadeiros é tão recente que poucas empresas vendem ou fabricam tais ferramentas para os pesquisadores.

Muitos dos cientistas que usam os duplos de animais modificaram bichos de brinquedo ou, como no caso de Partan e dos alunos dela, montaram seu próprio animal de mentira, valendo-se de pequenos motores, circuitos e outros materiais. A cientista, que criou Rocky alguns anos atrás com seus alunos da Universidade do Sul da Flórida, está constantemente atualizando a tecnologia do robô e refinando as ações dele.

Os movimentos feitos por Rocky são controlados por meio de programas simples de computador, e o animalzinho conta com pequenos alto-falantes embutidos que tocam gravações compradas por Partan de uma biblioteca de sons da Universidade Cornell.

Na tarde de um dia recente, a professora e os alunos Maya Gounard, 20, e Andrew Fulmer, 19, trouxeram Rocky ao ar livre para mais um teste de campo e colocaram-no perto de esquilos reais. Montado sobre uma prancha, o robô ficou protegido por meio de um capuz camuflado enquanto um longo fio conectava-o ao laptop dos pesquisadores.

Depois de o programa de computador ter aberto o capuz, Rocky começou a realizar uma seqüência de abanos com o rabo, guinchos e outras ações que os esquilos reconhecem como sinais de perigo.

Os experimentos mais bem-sucedidos dão-se quando os esquilos de verdade respondem abanando sua própria cauda, paralisando a busca por comida para verificar a existência de alguma ameaça, subindo em uma árvore ou adotando outras manobras indicativas de que entenderam os sinais, disse Partan.

‘Nós observamos uma troca comportamental‘, afirmou a pesquisadora, apontando para um esquilo que, ao ouvir os guinchos de Rocky, apoiou-se nas patas traseiras e ficou paralisado enquanto vasculhava seu entorno com os olhos.

Os cientistas tentam agora descobrir se os esquilos reagem mais energicamente aos barulhos ou aos movimentos de Rocky, ou a uma combinação dos dois, algo que os especialistas chamam de sinais multimodais.

As criaturas robóticas também ajudariam os cientistas a descobrirem o quanto um determinado animal pode ser levado a agir para além de seus instintos de sobrevivência.

Pesquisadores da Universidade Livre de Bruxelas, por exemplo, descobriram que falsas baratas embebidas com um feromônio conhecido tornavam-se tão semelhantes a outras baratas que os insetos verdadeiros saíam da proteção de seus locais escuros para avaliar o adversário em potencial.

Em outra experiência, um lagarto-robô desenvolvido pela pesquisadora Emilia Martins, da Universidade Indiana, valeu-se de flexões enérgicas com as patas para fazer com que animais verdadeiros realizassem movimentos semelhantes de corte sexual, força e dominância.

A depender da postura adotada pelo lagarto falso, as criaturas de carne e osso reagiram como se estivessem sendo incomodadas, ameaçadas ou estimuladas o que dá aos pesquisadores a chance de estudar os menores movimentos de pata, piscadas de olho e outros trejeitos.

Os pesquisadores dizem que a utilização dos animais falsos em experimentos depende das habilidades, do tamanho, da visão e do olfato das espécies verdadeiras.

‘Quanto maior o animal e quanto mais complicado o animal, mais difícil será ter um robô capaz de imitar os sinais e enviar as pistas visuais corretas‘, afirmou Jack Bradbury, professor de ornitologia em Cornell.

As pesquisas de Bradbury abarcam da imitação vocal de papagaios às opções sexuais das lesmas marinhas hermafroditas. O cientista não usa robôs, mas sim sinais sonoros saídos de alto-falantes escondidos em moitas para manipular os animais em ambiente selvagem ao ‘conversar‘ com eles ou ao emitir sons que reconhecem.

‘Os papagaios selvagens são bastante espertos, mas consegui interagir durante horas com eles por meio dessa técnica‘, disse. ‘Eles vêm até o local do alto-falante e ficam olhando para a moita. Apesar de não verem um pássaro, continuam comunicando-se sob o pressuposto de que há algum outro papagaio em algum lugar.‘

Segundo Bradbury, os animais-robôs não são utilizados ‘apenas para mostrarmos que somos (nós, os cientistas) espertos‘.

‘A verdadeira questão do ponto de vista do cientista é: ’Eu vou conseguir um robô que me ajudará a responder às perguntas que não consegui responder de outra forma?’.‘

 

Escrito por Rodolfo Lucena às 12h13

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Lançada atualização para Windows XP em português do Brasil

Service Pack 3

Discretamente, a Microsoft colocou para download o Windows XP Service Pack 3 (SP3) em português do Brasil (PT-BR) – até então, ele estava disponível apenas em outros idiomas.

Para fazer a atualização, é necessário ter o Windows XP Home ou Professional com Service Pack 1a ou Service Pack 2 já instalado. Os usuários do SP1a não precisam se preocupar em instalar o SP2 porque todas as correções deste estão inclusas no SP3.

Por enquanto o SP3 PT-BR está disponível para download somente no Centro de Download da Microsoft, em versão com 302,3 Mbytes indicada para "profissionais de TI e desenvolvedores". Para usuários comuns, a empresa recomenda a atualização pelo Windows Update (windowsupdate.microsoft.com), mas o SP3 PT-BR ainda não é oferecido por esse canal.

Os mais apressados, portanto, podem baixar o Windows XP Service Pack 3 em português do Brasil no endereço www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=5b33b5a8-5e76-401f-be08-1e1555d4f3d4&DisplayLang=pt-br.

Por Emerson Kimura

Escrito por Gustavo Villas Boas às 18h39

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Twitter no seriado "CSI"

Micro na TV

 

A ferramenta de microblog Twitter apareceu no mais recente episódio do seriado "CSI". Os investigadores observam o perfil de uma vítima, que postou duas horas antes de morrer. Um deles diz que, como blogueira, a menina deixaria pistas na internet se tivesse problemas no mundo real. O outro fala que as pessoas "não esperam por privacidade. Eles valorizam a abertura".

Via @ericmessa

Escrito por Daniela Arrais às 18h01

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Disco de graça na rede

Free

A banda Nine Inch Nails lança seu novo álbum, "The Slip", de graça na internet. Para baixar o disco, é preciso fornecer endereço de e-mail. Em seguida, você recebe um link para download _há várias opções de formato, de MP3 a Wave 24/96 (que, segundo o site, apresente qualidade ainda melhor que a de um CD).

Para baixar: http://theslip.nin.com/

Escrito por Daniela Arrais às 16h17

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Geeks, assistam a esses episódio de South Park

Cartman on-line

Bem, diferentemente do que eu tinha apostado, South Park ficou disponível gratuitamente e com episódios inteiros para o Brasil. Ótimo.

Então que tal algumas dicas de episódios conectados?

Make Love, Not Warcraft - O universo do game on-line (e seus jogadores) está nesse episódio da décima temporada.
Christian Rock Hard - Downloads ilegais fazem parte do show

Guitar Queer-o - O jogo Guitar Hero vira moda entre os personagens

Ainda tem o Over Logging, que vai começar a ser transmitido a partir do dia 17 pela internet. A história? Um verdadeiro pesadelo: a cidade de South Park amanhece sem internet.

Para assistir a mais episódios, vá ao site http://www.southparkstudios.com/episodes/

Escrito por Gustavo Villas Boas às 16h04

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