Blog de Tec

Nada que é digital nos é estranho

 

Site de Obama é hackeado

Invasão

O site hope.net, ligado à campanha do candidato à presidência dos Estados Unidos Barack Obama, foi invadido por hackers, que postaram a seguinte mensagem: "Espalhem a palavra! Barack Obama não tem segurança em seu site? Sua administração não terá segurança?".

Via Digg 

Escrito por Daniela Arrais às 15h18

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Site ensina pronúncia em várias línguas

Sotaque

Forvo é um site muito, mas muito legal. Com conteúdo gerado por usuários, ele agrega palavras em várias línguas, que são gravadas e avaliadas pelos internautas. Por enquanto, não há muita coisa em português --só duas palavras, com pronúncia igual a dos portugueses.

É bem dividido por categorias, como famosos, lugares e palavrões. Ah, e tão querendo saber como se fala Ronaldinho. Vai lá.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 13h35

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Debate sobre política e tecnologia

Ao vivo

A Universidade de Nova York promove agora debate ao vivo e on-line sobre política e tecnologia. A conversa é sobre como a internet está mudando a política nos Estados Unidos.

Para assistir, clique em http://www.groundreport.com/tv

Os convidados são Arianna Huffington, fundadora do portal de blogs políticos The Huffington Post; Jeff Jarvis, do Buzz Machine; Micah Sifry, do TechPresident; Lisa Tozzi, editora de política do NYTimes; e Jay Rosen, professor de jornalismo da Universidade de Nova York.

Via Tiago Dória

Escrito por Daniela Arrais às 20h29

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Vídeo analisa sala de aula do futuro

Conectados

Um grupo de 200 estudantes da Kansas State University produziu um vídeo para refletir sobre como os estudantes de hoje aprendem e qual é a relevância da era digital nesse processo.

O quadro com giz dá lugar ao notebook, o professor como única fonte de conteúdo divide suas reflexões com os alunos e escuta o que eles têm a dizer. Todos passam a maior parte do tempo conectados à internet.

A idéia para o vídeo "A Vision of Students Today" surgiu de um brainstorm da turma de introdução à antropologia cultural. Como eles aprendem, o que eles devem aprender, quais são seus objetivos, esperanças, sonhos, como serão suas vidas e que tipos de experiência eles terão foram algumas das perguntas lançadas.

Um documento disponível na internet foi editado por 367 alunos, que escreveram o roteiro do vídeo e fizeram sugestões de pesquisa para toda a classe _essa revelou números interessantes, como:

2.300 é o número de páginas na internet visitadas pelos alunos no ano letivo

42 é o número de páginas que os estudantes devem escrever ao ano

500 é o número de mensagens de e-mail que eles mandarão no mesmo período

Legal, né? Assistam ao vídeo:

 

Via Arquitetura de Informação

Escrito por Daniela Arrais às 19h08

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Adobe disponibiliza Photoshop gratuito

Imagens

A Adobe lançou hoje o Photoshop Express, uma versão básica on-line e gratuita de seu popular editor de fotos Photoshop. A idéia é aumentar o reconhecimento do software e usar os comentários dos usuários para melhorar o programa.

Para baixar o Photoshop Express, clique em http://www.adobe.com/products/photoshopexpress/?promoid=CBTVM

Escrito por Daniela Arrais às 16h18

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Celular é eleito o mais leve do mundo

Ultraleve

Modu, que pesa apenas 40,1 gramas, foi eleito o aparelho móvel mais leve do mundo pelo Guiness Book, o livro dos recordes.

Lançado no mês passado durante o World Mobile Congress, na Espanha, o celular oferece funções básicas e, também, a possibilidade de assumir outras carcaças, como GPS ou rádio.

Escrito por Daniela Arrais às 16h11

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SP terá competição de futebol em game

Pelada

São Paulo recebe no próximo sábado a Fifa Interactive World Cup, uma competição mundial de futebol em videogame organizada pela Fifa.

Na eliminatória, os participantes vão jogar o EA Sports FIFA 08 no PlayStation 3. A disputa vale uma vaga para a final da competição, que ocorre em maio, em Berlim.

O evento é gratuito, mas é preciso fazer inscrições no dia, das 9h às 10h30, no Kick Bola Urbana, que fica na rua Bacaetava, 250, Brooklin. As disputas ocorrem das 11h às 17h.

Mais informações no site da Fifa

Escrito por Daniela Arrais às 15h57

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Em vez de sites, buscas em embalagens

Sachi!

Algumas empresas japonesas estão mudando a comunicação das suas embalagens e substituindo o endereço de seus sites por uma imagem de busca com a palavra-chave que melhor posiciona sua página.

Apesar do idioma "ligeiramente" diferente do nosso, dá para entender a idéia, né? Afinal, nem sempre os nomes dos sites são tão óbvios para se lembrar de cabeça e o que se faz (não só no Japão, mas aqui também) é usar uma busca.

Obs: O nome do post é como se chama busca em japonês (assim como outras palavras mais modernas, vem do inglês "search")

Via Cabel's Blog

Escrito por Camila Rodrigues às 19h57

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Cantor desiste do CD

Novo retrô

Depois do Radiohead (que lançou o mais recente álbum, "In Rainbows", na internet, com preço escolhido pelos usuários), mais um cantor desenvolve uma estratégia para tentar contornar o impacto que a internet tem no mercado fonográfico.

O cantor britânico Elvis Costello decidiu que seu próximo disco, "Monofuku", será lançado exclusivamente no formato vinil, com um código que permitirá ao fãs baixarem as músicas na internet.

Em 22 de abril, data prevista para o lançamento do álbum, o cantor deve, de uma tacada só, agradar a turma mais retrô, que adora um vinil, e a turma que não desgruda da internet.

 

Via Billboard, com foto do Flickr de volume12

Escrito por Daniela Arrais às 19h33

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Editora disponibiliza títulos para download

Livros

A Editora do Bispo disponibilizou mais dois livros para download gratuito: "Vendo Alma Vagabunda Con Tatuaje del Che", da artista Pinky Wainer, e "Por Que Se Mete, Porra? Delicadezas de Paulo César Peréio", organizado por Lara Velho. A idéia é disponibilizar todo o catálogo. “Nada de direitos reservados, com o Bispo os direitos são revertidos a favor da livre circulação das obras e das idéias", informou a newsletter da editora.

Escrito por Daniela Arrais às 19h01

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Usuários de Mac têm dificuldade para declarar imposto

Leão

Usuários de algumas versões de sistemas operacionais do Macintosh têm tido dificuldades para preencher e enviar a declaração do Imposto de Renda à Receita Federal.  Leia mais no UOL Economia: http://economia.uol.com.br/impostoderenda/ultnot/ult2795u185.jhtm

Escrito por Daniela Arrais às 18h54

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Tire dúvidas por torpedo

Antiesquecimento

Passou pela frente da loja e quer ver o site dela? Viu o cartaz de um filme e quer ver se ele já está disponível em DVD? Ouviu uma música enquanto estava em um restaurante e quer saber de que banda ela é?

Mande uma mensagem de texto do seu celular para o Kwiry, cujo mote é "text it before you forget it" (algo como mande um torpedo antes que você esqueça do assunto). 

O site se propõe a pesquisar o assunto de sua dúvida e mandá-lo por e-mail, com as principais referências a ele em sites como Google, Wikipédia e Amazon. Por enquanto, o serviço está disponível apenas nos Estados Unidos.

Via Know or Never, com foto de Daniel Y. Go

Escrito por Daniela Arrais às 15h23

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Faça sua fita K7 virtual

Mixtape

Antes dos modernosos tocadores de MP3, havia a fita K7. Muita gente passava horas e horas fazendo a seleção perfeita de músicas, tanto para ouvi-las na seqüência quanto para dá-las de presente a uma pessoa querida.

O processo era demorado _não bastava escolher as músicas e puxá-las para um programa, era preciso ouvir uma a uma, enquanto elas eram gravadas. No meio tempo, dava para se distrair colocando os nomes das faixas e das bandas no papelzinho, enfeitando com desenhos, rabiscos e o que mais desse na telha... Haja nostalgia, hein?  =)

Mas você não precisa voltar no tempo para fazer tudo isso de novo (ou pela primeira vez, vai saber...)! O site Mixtwit resgatou a prática, de forma bem mais rápida. Para fazer a fita virtual, você se cadastra, escolhe uma música na internet (nem precisa baixá-la) e começa a fazer uma seleção entre os diversos modelos vintage de K7.

Depois, você customiza o estilo da sua fita: escolhe uma imagem para enfeitá-la, brinca com diferentes cores e elabora um textinho. Em poucos segundos, sua obra de arte fica pronta! 

Basta copiar o link correspondente e espalhá-la por aí _há diversos atalhos para publicação em sites como MySpaceOrkut e Blogger.

* A fita acima eu fiz em homenagem ao nosso blog, com trilha sonora dos Beatles!

Escrito por Daniela Arrais às 14h38

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South Park de graça na internet

Humor

Os criadores de "South Park" disponibilizaram episódios completos das 12 temporadas da série no endereço http://www.southparkstudios.com. As versões podem ser assistidas em streaming _não dá para baixá-las.

Cansados de verem os episódios em sites como o YouTube e o BitTorrent, Matt Stone e Trey Parker resolveram colocar tudo on-line. "Basicamente, nos estávamos cansados de ter que baixar o nosso próprio show de forma ilegal. Então demos a nós mesmos essa alternativa legalizada", disse Stone à imprensa internacional.

No site dá para assistir a episódios completos. É possível, também, copiar o código para publicá-los em sites ou blogs, como no YouTube. Ainda em versão beta, o site contará com cenas de bastidores, informações sobre as temporadas e gerador de avatares, para você se transformar em Cartman, Stan, Kenny e Kyle.

Escrito por Daniela Arrais às 14h09

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Porque "Lost" é uma droga

Na internet

Muito já foi dito sobre o sucesso da série "Lost" estar intimamente ligado ao auê que existe em torno dela na internet. A Lostpedia em inglês é uma das melhores wikis que eu conheço. A versão em português também é muito boa, mas não tanto quanto a em inglês.

Mas eu descobri hoje um dos melhores blogs sobre a série: Why Lost Sucks. O blog detona episódio por episódio com humor e uma boa dose de razão... convenhamos, contagem regressiva e triângulos amorosos não são as situações mais criativas da ficção. Fora o fato de que, com dezenas de pontas abertas no roteiro, colocar a cada capítulo novos personagens e mais dúvidas é um pouco decepcionante até para os mais pacientes: a série só vai acabar daqui a dois anos!

Eu gosto de "Lost", tenho até minha teoria que com certeza está errada mas explica tudo sobre a série, mas fico com os dois pés atrás: será mesmo que, como os produtores dizem, TUDO será explicado? Mais: será mesmo que os produtores sabem como o programa vai acabar? Será que só eu tenho essas dúvidas?

Só tenham cuidado ao ler os sites indicados: eles seguem a transmissão norte-americana e estragam surpresas de quem ainda não viu os episódios.

Ah, minha teoria é uma mistura de religião e ciência: a ilha é o paraíso (Adão e Eva, maçã, serpente etc.), que existe fisicamente na Terra, como já se acreditou. Cientistas o descobriram e resolveram fazer experimentos lá.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 14h18

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Faça maquiagem on-line

Bem na foto

Lembra quando programas da TV mostravam maquiagens virtuais, feitas no computador em cima de uma foto sua? Pois o Taaz faz a mesma coisa, só que em um aplicativo baseado na internet.

 

O impressionante é que funciona bem mesmo! (tente, mas envie uma foto como eles pedem). Acabei de me maquiar e ficou lindo.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 20h10

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Palestra de Steve Furber sobre o futuro da computação

Para onde vamos

Na edição especial de Informática, hoje, publicamos os principais trechos de uma palestra sobre o futuro da computação ministrada pelo professor STEVE FURBER, presidente do Comitê de Pesquisa em Computação do Reino Unido. Ele foi o principal projetista do microcomputador BBC, na Acorn Computers, na década de 80, quando também liderou o projeto do processador ARM, linha que domina o mercado de chips de celulares e micros de mão. Leia a seguir a íntegra da palestra, publicada sob licença da Oxford University Press.

Têm sido espetaculares os avanços realizados pela tecnologia da computação nas últimas quatro décadas, avanços esses impulsionados pela Lei de Moore (que afirma que, a cada dois anos, a capacidade de processamento dos computadores dobra), que, apesar de seu caráter inicial de mera constatação, transformou-se em uma profecia autoconfirmatória e em um instrumento de planejamento para os executivos.

Não obstante Gordon Moore haver manifestado seu vaticínio sobre o progresso, referindo-se somente ao número de transistores que poderiam ser incorporados de forma economicamente viável em um circuito integrado, a maneira pela qual esse progresso seria atingido se basearia principalmente na diminuição das dimensões do transistor, e com isso deram-se os ganhos colaterais em termos de performance, eficiência no uso de energia e, por último, mas não menos importante, redução dos custos.

A indústria dos semicondutores parece estar segura a respeito de sua capacidade de continuar diminuindo os transistores, ao menos durante cerca de uma década ainda. No entanto, o jogo já começa a adquirir uma nova cara. Não podemos mais pressupor que os circuitos menores terão velocidades cada vez maiores ou consumirão energia de forma cada vez mais eficiente. À medida que nos aproximamos do limite atômico, a inconstância dos dispositivos começa a cobrar seu preço, e os custos com os projetos atingem proporções gigantescas. Isso tem afetado a lógica comercial dos projetos de uma forma que reverberará em todo o setor da computação e das comunicações.

Por exemplo, nos desktops há uma tendência de trocar os processadores simples de alta velocidade por outros com vários núcleos, apesar do fato de continuar sendo um dos maiores problemas insolúveis da ciência computacional a programação em paralelo para fins genéricos.

Caso se deseje que os computadores beneficiem-se dos futuros avanços tecnológicos, então há grandes desafios à frente quanto à compreensão sobre desenvolver sistemas confiáveis com base em uma tecnologia cada vez menos confiável e sobre explorar de forma cada vez mais eficiente os recursos de paralelismo, o que significa não apenas uma melhoria de performance, mas também a superação das conseqüências geradas pelas falhas de componente.

Os sistemas biológicos contam com muitas das propriedades que pretendemos incorporar a nossa tecnologia artificial, de forma que surge a pergunta: Isso poderá oferecer uma fonte possível de idéias que conseguiríamos incorporar nos futuros e inovadores sistemas computacionais?

MEIO SÉCULO DE PROGRESSO

Quando, no dia 21 de junho de 1948, o computador Baby, de Manchester (foto à dir.), rodou pela primeira vez um programa gravado em uma memória de tubo de raios catódicos para produzir um resultado correto, iniciou-se a era moderna da computação. Comemoraremos neste ano as seis décadas desse acontecimento inigualável. Ao longo desses 60 anos, assistimos ao surgimento de um sem número de alterações na arquitetura dos computadores, alterações responsáveis por tornarem essas máquinas mais flexíveis e mais fáceis de serem programadas. Esse fato, porém, perde brilho quando colocado ao lado do progresso verificado na tecnologia usada para construir as máquinas.

A fim de verificar o quanto a tecnologia da computação avançou nos últimos 60 anos, podemos comparar algumas das características principais dos computadores de então e de hoje. O Baby (chamado oficialmente de SSEM Small-Scale Experimental Machine máquina experimental de pequena escala) ocupava várias estantes repletas de dispositivos eletrônicos conhecidos como válvulas termiônicas e obedecia a 700 instruções por segundo, consumindo cerca de 3,5 kW de energia elétrica. Em 1985, o primeiro processador ARM [1] (o ARM1, imagem à dir.) executou 6 milhões de instruções por segundo e usou 0,1 W. Hoje, um computador embutido com consumo eficiente de energia, como o ARM968 [2], do qual voltaremos a tratar, ocupa 0,4 mm2 da superfície de uma placa de silício usando um processo de 130 nm. O processador tem em seus registros tanta capacidade quanto a memória principal do Baby de Manchester. O ARM968 realiza cerca de 200 milhões de instruções por segundo consumindo 20 mW.

Uma forma de comparar essas máquinas computacionais baseia-se na eficiência de seu consumo de energia a na energia consumida para executar uma instrução, o equivalente nos computadores à medida de "litros por quilômetro" usada em um carro.

O Baby utilizava 5 joules por instrução, o ARM1, 15 nanojoules por instrução e o ARM968, 100 picojoules por instrução.

A relação entre o Baby e o ARM968 indica uma melhora estarrecedora no consumo de energia nos computadores, ao longo de 60 anos, uma melhora de um fator de 5x1.010. É esse o progresso que impulsiona a explosão atual dos produtos eletrônicos de consumo e a presença maciça dos computadores. Uma das ironias do panorama atual consiste no fato de que o mercado cresce tão rapidamente que a contribuição líquida dos produtos eletrônicos para o consumo global de energia também aumenta apesar das, ou provavelmente como resultado direto das, crescentes melhorias no consumo de energia, melhorias essas que permitem a criação de usos cada vez mais atraentes para esse tipo de tecnologia.

CONTINUA...

Escrito por Rodolfo Lucena às 16h01

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Palestra de Steve Furber sobre computação - parte 2

Mais ou menos?

O progresso espetacular na tecnologia computacional associou-se imediatamente à previsão feita por Gordon Moore, em 1965, de que o número de transistores em um circuito integrado continuaria a crescer exponencialmente pelos próximos dez anos, ou seja até 1975.

A constatação de que a Lei de Moore, como ficou conhecida mundialmente, continua a se verificar hoje, mais de 30 anos depois de expirado seu "prazo de validade", testemunha a transição de sua condição original de extrapolação objetiva baseada na observação e em conhecimentos específicos para seu status atual, de ferramenta central dos centros de planejamento da indústria global dos semicondutores. Essa transição foi formalizada por seu papel no Industry Technology Roadmap of Semiconductors (ITRS, mapa da indústria da tecnologia industrial para os semicondutores).

A profecia tornou-se autoconfirmatória; os investimentos realizados pelo setor dão-se em volume suficiente para que ela se realizasse. Ilustrando o quão longe o processo chegou, o cartão de memória microSD de 12 Gbytes incorpora uma ordem de 50 bilhões de transistores em um pequeno artefato, que é menor do que uma unha e que possui apenas 1 milímetro de espessura (usando tecnologia de célula multicamadas, cada transistor armazena 2 bits de dados).

Junto com o crescimento exponencial do número de transistores em um circuito integrado surgiram benefícios importantes. O mecanismo primário por meio do qual se obteve esse crescimento é o encolhimento dos transistores por meio de avanços cada vez mais demandantes na tecnologia de fabricação.

À medida que diminuíram, os transistores tornaram-se mais baratos, mais rápidos e mais econômicos em termos de consumo de energia por função. Como resultado dessa espiral desprovida de aspectos negativos, fixou-se a noção de que a única restrição à velocidade com que encolhiam os transistores seria o tempo necessário para recuperar os investimentos em um nó tecnológico antes de avançar para o próximo nó (menor, geralmente por um fator de raiz de dois em uma dimensão linear).

Há, no entanto, aspectos negativos nesse progresso exponencial. O custo de construir uma fábrica de chips (ou "fab") também aumenta exponencialmente, assim como o custo de projetar um chip de ponta. Mas vantagens superam as desvantagens, e, para os que dispõem de carteiras gordas o suficiente para bancar o imenso investimento inicial, o negócio dos chips tem sido altamente lucrativo em vista de sua expansão potencial quase ilimitada à medida que os produtos eletrônicos tornam-se menores, mais leves, mais funcionais e mais baratos. No entanto, o crescimento exponencial não se sustentará para sempre. Cedo ou tarde, será atingido algum tipo de limite, cuja superação exigirá uma mudança tecnológica de outra ordem que não a responsável por ter feito avançar a indústria da computação nos últimos 50 anos.

O LIMITE

Quando os transistores chegarem às dimensões atômicas, a atual tecnologia deixará de funcionar. Todas as tecnologias têm um ponto de saturação, conforme a curva ‘S‘, que começa com um crescimento exponencial, mas depois termina com avanços lentos, em assímptota (reta que é tangente a uma curva no infinito).

Há várias razões aventadas para explicar o motivo pelo qual o avanço da tecnologia computacional perderá velocidade, e cada comentarista possui o seu motivo preferido: propriedades físicas dos artefatos, razões econômicas, dissipação de energia, inconstância processual.

No entanto, a menos que ocorra um salto hoje imprevisto rumo a uma tecnologia totalmente nova, o momento da desaceleração encontra-se prestes a irromper. Ao longo da próxima década, as melhorias vão se tornar cada vez mais difíceis de serem realizadas, já que as leis físicas dos dispositivos minúsculos prevêem uma crescente dificuldade para controlá-los.

Um reflexo dos custos crescentes dos novos projetos manifesta-se na queda da quantidade de projetos iniciados para sistemas integrados complexos (SOC, Systems-on-Chip) à medida que se torna cada vez mais questionável a rentabilidade desses artefatos.

Um outro é uma desaceleração no ritmo de inauguração de novas fábricas de semicondutores por empresas novas (empresas criadas para desenvolver seus próprios projetos de chip para ser fabricado em regime de terceirização, por "fundições"), nas quais o montante de investimento exigido para empatar os custos fez aumentar o risco para além dos limites em que se sentem confortáveis os investidores de capital de risco.

Todos esses fatores sugerem que o futuro não será simplesmente uma extrapolação do passado. Chegou a hora de os projetistas repensarem os pesos e contrapesos quanto ao uso mais adequado da tecnologia hoje disponível.

CONTINUA...

Escrito por Rodolfo Lucena às 15h59

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Palestra de Steve Furber - parte 3

Vivendo com o fracasso

Uma conseqüência imediata da escala quase atômica dos transistores do futuro próximo traduz-se na carência por projetos capazes de enfrentar as crescentes taxas de oscilação e erros dos dispositivos.

Os modelos demonstram que as características dos dispositivos apresentarão uma oscilação cada vez maior, algo medido pelo montante de variância de uma característica como o limite de voltagem de um transistor em relação a sua aplicação.

A alta taxa de variância somada às estatísticas de cifra alta a serem consideradas, já que o número de transistores em um chip chega à casa das dezenas de bilhões, significa que muitos dispositivos serão descartáveis ou totalmente inoperantes, levando a uma alta incidência tanto de "soft errors" (falhas transitórias) quanto "hard errors" (falhas permanentes).

O desafio de projetar sistemas confiáveis com base em tecnologias instáveis não é novo. John von Neumann escreveu há tempos um artigo sobre o assunto, o que talvez nem é tão surpreendente quando se considera a instabilidade das válvulas termiônicas usadas à época.

Mas os engenheiros de hoje acostumaram-se com o circuito integrado padrão, apto a oferecer níveis extremamente altos de confiabilidade ao longo de várias décadas.

Além disso, os procedimentos técnicos utilizados atualmente para enfrentar as poucas falhas nos aplicativos de alta confiabilidade simplesmente não servirão para tratar dos problemas que nos aguardam nas próximas uma ou duas décadas.

A Redundância Modular Tripla serve bem a seu propósito se a confiabilidade de um subsistema individual como um microprocessador for alta. No entanto, se houver uma probabilidade de até mesmo 0,1% de um transistor falhar, nenhum dos três microprocessadores redundantes dará conta da tarefa.

E colocar três deles para influir no resultado quando todos estão funcionando com erro não adiantará nada! As previsões sobre as tecnologias futuras sugerem que a taxas de erro serão muito maiores do que 0,1%.

A fim de ilustrar os problemas que surgem quando se enfrentam taxas de erro assim altas, a imagem à direita mostra a porcentagem da taxa de informação (em bits corrigidos de dados para cada centenas de bits de dados crus) contra a porcentagem de taxa de bit errado (bits errados por centenas de bits de dados crus) em relação a uma série de codificações redundantes.

Um exemplo: a redundância modular tripla (TMR) requer que cada bit de dado seja repetido três vezes e fornece uma taxa de informação de 33% (um bit de informação para cada três bits usados) ao passo que enfrenta uma taxa de bits errados de 33% (ele consegue corrigir um único bit errado a cada grupo de três bits).

O envelope de pontos corresponde à medida de "entropia" de informação de Shannon, que representa o limite do que é realizável. A princípio, pode parecer estranho que todos os pontos constantes da figura apareçam dentro do envelope, sugerindo que teriam uma performance melhor do que o nível teórico ideal. No entanto, isso se explica facilmente.

A TMR, por exemplo, consegue lidar com uma taxa de 33% de bits errados, mas apenas se exatamente um erro ocorrer a cada código de três bits. Uma taxa randômica de bits errados de 33% colocaria, com grande probabilidade, dois erros dentro de um código de três bits, provocando erros incorrigíveis e, já que é impossível para o dispositivo recebedor determinar onde aconteceram os erros incorrigíveis, uma outra camada de redundância e correção de erro se faria necessária, o que reduziria ainda mais a taxa de informação.

Podemos perceber que qualquer sistema projetado para enfrentar uma taxa de falha de componentes de 30% demanda uma despesa com a redundância de 10x, e uma tolerância de 10% de falha requer uma despesa com a redundância de 100% (no mínimo). Conclui-se, entre outras coisas, que, se a diminuição contínua dos transistores nos levar a um universo em que as falhas de componente tornam-se freqüentes demais, a despesa com a redundância suplementar para enfrentar essas falhas poderiam facilmente superar os benefícios gerados pela potência maior dos transistores disponibilizada pela redução no tamanho deles. Há, portanto, um limite sobre o quanto será tecnicamente vantajoso continuar avançando nessa direção.

Claro que esta análise só vale se as falhas e os erros forem realmente randômicos. Os "hard errors" apresentam um padrão de recorrência entre uma unidade de dado para a outra, e a localização deles pode ser identificada e levada em consideração. Como resultado, os custos adicionais de hardware para enfrentar os "hard errors" e as falhas de componente revelam-se potencialmente muito menores do que no caso dos "soft errors".

Uma área na qual há tecnologias capazes de enfrentar altas taxas de falha é a das memórias.

Dispositivos como o cartão de memória microSD de 12 Gbytes, citado anteriormente, incorporam mecanismos sofisticados para a detecção e a correção de erros a fim de enfrentar os "soft errors" e conseguem testar internamente áreas da memória e identificar as que apresentam problemas com taxas exorbitantes devido a "hard errors" (da mesma forma que as seções defeituosas de um disco rígido deixam de ser usadas).

Esse é um dos motivos pelos quais tais dispositivos atingem contagens tão altas de transistores; a simetria na distribuição física dos elementos dos transistores é outro. Outra área que funciona dessa maneira é a das comunicações, na qual principalmente as transmissões de rádio precisam ter robustez para enfrentar as altas taxas de bits errados. No entanto, nenhum desses recursos parece aplicável para estruturas lógicas complexas como as de um microprocessador.

Uma questão a ser respondida trata do nível aceitável de taxa de falhas. Em aparelhos de mídia como as TVs digitais e os players portáteis de música precisa haver garantias de que nenhum erro passará pelo sistema?

Distorções bastante raras na imagem acontecem nas TVs digitais devido a erros incorrigíveis de comunicação. Porém, em virtude da codificação da imagem esses erros costumam ser altamente visíveis e incomodantes.

Com certeza, pode-se perguntar se seria necessário garantir que os pequenos erros incorrigíveis na comunicação provoquem erros imperceptíveis na tela, talvez afetando apenas os bits menos significativos (LSBs) do valor de cor. O argumento pode ser usado para a computação numérica. Os recursos atuais gastam tanta energia para corrigir os LSBs quanto para os bits mais significativos (MSBs).

Certamente se pode perguntar se, estando os recursos em falta, deveria ser usada para proteger os MSB uma parte maior deles do que aquela voltada para os LSBs. O conceito da correção balanceada de erros tem sido utilizado nos protocolos de comunicação (protegendo a informação em trânsito com mais afinco do que a carga útil de dados), mas parece haver um potencial maior nesse recurso do que o atualmente explorado.

No limite, no ponto em que os gargalos da tecnologia restringirem todos os aspectos de um sistema para apresentar erros ocasionais, seria possível projetar um microprocessador no qual um pequeno erro no fluxo de instrução provocasse um erro incomensuravelmente pequeno na execução de um programa?

CONTINUA...

Escrito por Rodolfo Lucena às 15h57

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Palestra de Steve Furber sobre computação - parte 4

Vários núcleos em ação

 Uma conseqüência da forma como a tecnologia computacional vem se alterando é a recente mudança de paradigma nos microprocessadores de alta performance. Durante várias décadas, arrancaram-se todas as gotas possíveis de performance dos processadores de ponta com núcleo único, e isso ao custo de uma complexidade arquitetural feroz. Acrescentaram-se recursos que ultrapassavam em muito o limite dos retornos cada vez menores segundo a lógica de custo e benefício, e isso porque todos os softwares dependiam de um modelo particularmente simples de programação em linha única. O meio século de pesquisas sobre a computação em paralelo precisa justificar o uso do paralelismo para os usos mais comuns, de forma que o modelo de processador único dominou o mercado de consumo de massa e as ineficiências dos processadores supercomplexos justificavam-se tendo em um vista o contexto do sistema como um todo.

Agora, de uma hora para outra, tudo mudou. Os processadores dual core tornaram-se o padrão, os com quatro núcleos começam a aparecer e o setor já fala sobre o crescimento futuro em termos de processadores com um número ainda maior de núcleos em um chip. O que aconteceu? O paralelismo para uso geral certamente não foi solucionado e, até que o seja, a utilidade de processadores de vários núcleos continua a ser questionável (para os aplicativos de desktop de uso geral; não há dúvida sobre a utilidade deles em muitos aplicativos de servidores, nos quais as múltiplas transações independentes oferecem com facilidade um montante suficiente de paralelismo para manter todos os núcleos ocupados). A verdade é que os lucros cada vez menores oferecidos pela complexidade adicional, os custos de projeto e a mudança da relação entre as defasagens de processamento e de comunicação nos chips somam-se para tornar o investimento nos processadores de núcleo único menos atraente. A operação de cortar e colar é tão fácil no silício quanto em qualquer outro lugar, de forma que colocar dois ou quatro núcleos em um chip não se revela tão mais difícil do que colocar um (não obstante a complexidade de manter um modelo de memória coerente e equilibrar as exigências da largura de banda). O setor simplesmente abandonou o caminho do processador de núcleo único, considerando-o difícil demais e optando pela rota que oferecia menos resistência. Os fabricantes conseguem aumentar a capacidade de processamento por meio do investimento nos núcleos múltiplos; se você consegue ou não utilizar esse potencial, isso é problema seu, não deles.

Há uma motivação consideravelmente maior para realizar avanços no paralelismo de uso geral porque não há mais outra forma de seguir adiante. Uma conseqüência interessante disso é que, quando uma solução apresenta-se, essa pode causar uma mudança avassaladora no equilíbrio de forças que determina o ponto ideal para uma arquitetura computacional. Os processadores podem ser avaliados segundo seu custo de fabricação (que diz respeito à performance por unidade de área de silício) e segundo seu custo de rodagem (que diz respeito a sua eficiência no consumo de energia, conforme discutimos anteriormente). No primeiro caso, os processadores de alta performance, como os usados nos desktops, e os processadores embutidos do tipo ARM, como os usados em celulares e em players de música, são basicamente equivalentes. No segundo, os processadores embutidos ganham de olhos fechados. Esses ficam atrás na performance de direção única de processamento, mas, se e quando o paralelismo estiver realmente disponível, essas máquinas terão mais eficiência no consumo de energia ao usar um grande número de processadores simples ao invés de um pequeno número de processadores de ponta. Muitos núcleos simples poderiam de fato tornar mais fácil a tarefa da computação, no sentido de que esses contribuem diretamente para melhorar de forma significativa o consumo de energia.

Grandes desafios para a microeletrônica

Como vimos, muita coisa está mudando na tecnologia computacional. Isso exige posturas novas e visionárias da parte da comunidade de projetistas da microeletrônica caso se deseje enfrentar os desafios apresentados pela tecnologia e explorar a fundo o potencial dos novos tipos de projeto e produto. A comunidade britânica de pesquisadores de projeto na área de microeletrônica identificou um conjunto de quatro Grandes Desafios para os esforços a serem realizados nessa área, um conjunto que oferece uma agenda para os avanços futuros:

-Baterias Não Inclusas - minimizar as demandas de energia dos produtos eletrônicos. À medida que os produtos eletrônicos tornam-se cada vez mais invasivos, será impraticável alimentá-los por meio de baterias que precisam ser constantemente trocadas. Conseguiremos utilizar o montante de energia desperdiçada ou obter um consumo de energia tão baixo que uma única bateria alimentará o aparelho ao longo de toda a vida dele?

-O Silício Ganha Vida - unir a eletrônica com a biologia. Próteses de retina, diagnósticos médicos implantados, interfaces de cérebro-máquina essas todas são tecnologias promissoras do ponto de vista do tratamento médico que demandam uma integração muito maior entre a eletrônica e a biologia.

-Mais por Menos - projetos de performance maior para a tecnologia de chips da geração internet. Os esforços para obter potenciais de computação cada vez maiores continuarão. No entanto, precisa-se dar mais atenção para os custos envolvidos nisso: os custos para o meio ambiente e os custos em termos de projeto.

-Construindo Cérebros - sistemas eletrônicos inspirados na neurologia. Nossos cérebros são muito mais eficientes em termos de consumo de energia do que os aparelhos eletrônicos e muito mais tolerantes quando às falhas de componente. Se conseguíssemos vislumbrar como funciona o sistema biológico poderíamos aprender como aplicar essas lições nos novos sistemas computacionais e como construir sistemas confiáveis com base em tecnologias não-confiáveis. Nesse processo, talvez aprendêssemos também algumas coisas interessantes a respeito de nós mesmos!

Esses Desafios revelam alguns dados sobre como a comunidade de pesquisadores vê o desenvolvimento futuro da tecnologia computacional e sobre nossa habilidade de explorá-la por meio da criação de dispositivos artificiais úteis. Esses Desafios são todos, claro, multidisciplinares e os projetos eletrônicos respondem somente por um aspecto deles. Esses pontos, no entanto, arrolam uma agenda de pesquisa de longo prazo baseada nas idéias da comunidade científica sobre a meta que a tecnologia nos permitirá atingir nas próximas uma ou duas décadas.

CONTINUA...

Escrito por Rodolfo Lucena às 15h55

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Palestra de Steve Furber sobre computação - final

A professora biologia

A fim de encontrar um exemplo que suporta as falhas de componente, explora níveis bastante altos de paralelismo e apresenta um patamar excelente de eficiência no consumo de energia, podemos nos voltar para a biologia. Não se conhecem muito bem os princípios do processamento de informação a partir dos quais funciona o cérebro, mas a tecnologia subjacente tem sido estudada muito detalhadamente. Perdemos cerca de um neurônio por segundo ao longo de nossa vida adulta, mas sofremos uma perda de desempenho pouco evidente como resultado disso. Os nossos 100 bilhões de neurônios funcionam lentamente e utilizam uma quantidade mínima de energia, mas juntos realizam funções impossíveis de serem realizadas pelos nossos computadores mais poderosos. Se conseguíssemos entender como o cérebro produz esse nível de funcionalidade, talvez aprendêssemos como construir máquinas mais resistentes e mais eficientes quanto ao consumo de energia.

O projeto SpiNNaker, uma parceria entre a Universidade de Manchester e a Universidade de Southampton, e do qual participam também as empresas ARM Ltd e Silistix Ltd, pretende colocar 1 milhão de núcleos de processamento ARM em um computador maciçamente paralelo com o objetivo de modelar grandes sistemas de neurônio com pontas em tempo biológico real. A máquina baseia-se em um chip com processador de vários núcleos projetado especialmente para esse fim e que incorpora 20 processadores ARM968, conectados por um tecido de comunicação intra- e inter-chip criado para dar apoio aos níveis bastante altos de conectividade encontrados entre os neurônios do cérebro. Cada chip de núcleos múltiplos conecta-se a um chip de memória local de 128 Mbytes. O sistema possui no total 8 terabytes de memória e pode executar 256 tera (1.012) instruções por segundo. Mesmo esse montante de capacidade computacional consegue modelar em tempo real apenas 1 bilhão de neurônios com pontas bastante simples, o que talvez seja o equivalente a 1% do cérebro humano.

Um sistema dessa escala seria inconcebível, ou ao menos proibitivamente caro, a apenas uma década atrás. A tecnologia de hoje permite montá-lo dentro de um orçamento de pesquisa relativamente modesto; a tecnologia de amanhã pode depender de algumas das lições que tirarmos dele a respeito da redundância e da tolerância a falhas dos sistemas biológicos se desejamos continuar com o progresso notável testemunhado quanto à capacidade da tecnologia computacional nos últimos 60 anos.

CONCLUSÕES

As primeiras seis décadas da tecnologia computacional pautaram-se por um progresso admirável, exemplificado pelo aumento de dez vezes na eficiência com que os computadores consomem energia. Esse progresso subjaz à explosão dos produtos eletrônicos de consumo que vemos hoje. A continuidade do progresso, no entanto, não está de forma nenhuma garantida à medida que a tecnologia aproxima-se da escala atômica e uma série de problemas, que inclui as leis fundamentais da física, a complexidade de projeto e a viabilidade econômica, ameaça obstruir o caminho.

Os sinais de desgaste já se tornam aparentes, e as mudanças visíveis na prática empresarial e a migração para os processadores de núcleos múltiplos (antes de haver softwares capazes de os explorarem) oferecem manifestações prévias dos problemas vindouros. Uma tecnologia muito menos confiável deve aparecer, obrigando a novas mudanças na arquitetura dos chips, a mudanças na forma de projetá-los e, se os projetista não conseguirem responder satisfatoriamente a esses problemas, a mudanças sensíveis na robustez e na performance dos sistemas.

Há muitos desafios científicos no caminho a ser trilhado, e uma avenida promissora é aumentar nossa compreensão sobre como a biologia oferece sistemas confiáveis baseados em plataformas não-confiáveis. Da biologia, podemos aprender também alguma coisa sobre o consumo eficiente de energia. Não obstante termos avançado muito desde os primeiros computadores, ainda temos um fator de 1 milhão a ser superado antes de nossas máquinas serem competitivas com a natureza a esse respeito, uma distância cujo encurtamento poderia significar uma contribuição importante para o futuro sustentável do nosso planeta!

Tradução de RODRIGO CAMPOS CASTRO

Escrito por Rodolfo Lucena às 15h47

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Lego vira cartaz de filmes

Pedacinhos

Reconheceu os cartazes dos filmes acima? Foram criados pelos "Lego artists" Craig Lyons e ImpreSariO.

A dica é do Brother´s Brick, especializado em Lego. 

Escrito por Daniela Arrais às 15h39

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Tecnologia nos humaniza

Arte

Bonito, né? É um trabalho de Tim Hunkin, que é engenheiro, escritor, cartunista, artista...  Saiba mais sobre ele na Wikipédia.

Achei no Flickr de alexandra666

Escrito por Daniela Arrais às 15h33

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Gil fala sobre software livre, videogames etc

Gilberto "Geek"

O ministro da Cultura do Brasil tem posições conhecidas sobre inclusão digital, software livre e sobre a cultura digital. No especial de 25 anos do caderno de Informática, ele fala sobre a importância da inclusão digital (para assinantes). Para Gil, ampliar o acesso aos computadores e a internet é uma chance de "países como o Brasil, como os países da África, darem a largada junto com os países tradicionalmente na ponta em ciência e tecnologia" na economia digital.

"E o software livre, claro, faz parte disso. É aberto, é gratuito. Hollywood tem usado o software livre nos efeitos especiais, porque é inteligência, efeito especial é inteligência e software livre é muita inteligência junta, uma comunidade ativa", diz Gil

Mudanças

Para Gil, a cultura digital vai muito além das mudanças bastante visíveis na distribuição de produtos culturais que a internet propicia. "É claro que os músicos podem distribuir suas canções gratuitamente e ganhar com shows. O cinema também tem distribuído trechos gratuitos que fazem publicidade de seus produtos pagos, mas a cultura digital também tem impacto no que é produzido, nas questões estéticas."

Gil cita como exemplo as artes visuais. "Eu estive em uma exposição na Espanha e pude ver isso. E tem a própria arte digital, que é isso, é fruto da sociedade da informação".

Mesmo sem querer entrar "em uma polêmica pontual", como foi dito no começo deste texto, Gil entra, quando perguntado se considera os videogames, como arte. "É claro. É muito talento, muita criatividade. Você vê, esses artistas de rua, do grafite, que há dez anos tem se destacado. Eles têm muito interesse nessas artes digitais, têm uma migração para as artes digitais, têm o interesse nos videogames."

Escrito por Gustavo Villas Boas às 14h06

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Produtos modernos em anúncios antigos

Das antigas

Já imaginou como seriam feitas as propagandas do console Wii, da Nintendo, e do Playstation, da Sony, antigamente? O Worth1000 imaginou. Confira o resultado aqui. 

Escrito por Daniela Arrais às 16h30

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Poema em 140 caracteres

Microsonho

Tem gente que gosta tanto do Twitter que resolveu até fazer um poema. A idéia foi de Kevin, que atende também por dogtrax. Ele escreveu o "I Dream in Twitter", em que fala sobre sonhos limitados a 140 caracteres. Se quiser ouvir o poema recitado pelo seu autor, acesse a página do podcast.

I dream in Twitter
in 140 characters
that cut off my thoughts before they are complete
and then I wonder, why 140?
Ten more letters would serve me right
as I write about what I am doing at that moment
in time,
connecting across the world with so many others
shackled by 140 characters, too,
and I remain amazed at how deep the brevity can be.

I find it unsettling to eavesdrop on conversations
between two
when you can only read one
and it startles me to think that someone else out there
has put their ear to my words
and wondered the same about me.
Whose eyes are watching?

Twitter is both an expanding universe
of tentacles and hyperlinks that draw you in
with knowledge and experience
and a shrinking neighborhood of similar voices,
echoing out your name
in comfortable silence.

I dream in Twitter
in 140 characters,
and that is what I am doing
right
at
this
moment.

Escrito por Daniela Arrais às 16h20

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Justiça manda Google quebrar sigilo

Segredo rompido

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal determinou que o Google quebre o sigilo de um usuário que divulgou no You Tube trechos de escutas telefônicas relacionados à Operação Aquarela. Um usuário, identificado como "xingunotícias", colocou ilegalmente na internet em setembro do ano passado conversas sigilosas obtidas pela Justiça durante investigação sobre desvio de recursos do BRB (Banco de Brasília).

"È uma determinação judicial para que possamos identificar os responsáveis pela divulgação das conversa e isso se cumpre", disse o juiz Roberval Belinati, da 1ª Vara Criminal, que tomou a decisão.

Segundo ele, dados que são sigilosos e acabam divulgados na rede podem levar à prisão dos autores ou responsáveis pela disseminação das informações.

"Determinei a quebra do sigilo ao Google porque, ao sabermos que foi o autor ou quem foram os autores da divulgação das escutas, entraremos com uma ação criminal. Por isso é importante que a determinação seja seguida", afirmou.

Entre os trechos divulgados na internet, estão conversas comprometedoras entre o ex-governador do DF Joaquim Roriz (PMDB) e o ex-presidente do BRB (Banco de Brasília) Tarcísio Franklim de Moura e também entre Moura e o governador José Roberto Arruda (DEM).

Em algumas das escutas que caíram na rede, Roriz conversa com Moura sobre a partilha de um cheque de R$ 2,2 milhões. Os trechos das conversas não estão mais no ar.

O juiz disse acreditar que o autor da divulgação tenha retirado o material da internet por saber que sua identidade está sendo investigada.

O Google disse não ter recebido ainda notificação da Justiça. Segundo a assessoria de imprensa, não há nos arquivos recentes usuário com o nome "xingunotícias".

Há duas semanas, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro determinou a retirada de conteúdo relacionado ao presidente do Vasco da Gama, Eurico Miranda, do YouTube e do Orkut. Miranda entrou com ação contra os sites porque uma pesquisa com seu nome leva a mais de cem comunidades com conteúdo considerado pelo cartola ofensivo. Em 2006, a apresentadora Daniela Cicarelli entrou com ação contra o YouTube por ter divulgado imagens dela e do namorado em uma praia na Espanha.

Contribuição da repórter Simone Iglesias, da Sucursal de Brasília da Folha

Escrito por Rodolfo Lucena às 13h12

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Dirija pelos mapas do Google Maps

GoogleDrive

Muito bom para treinar a sua coordenação com as setas e conhecer melhor os caminhos de uma cidade, o Google Drive —que não é bem um jogo— exibe as ruas de uma cidade e permite que se ande sobre elas com um carrinho minúsculo.

Para escolher o local, basta digitar a cidade no campo inferior.

Escrito por Camila Rodrigues às 18h37

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Gabi, de 1,5 ano, ensina a usar o iPhone

"Download"

A pequena Gabi, de 1 ano e meio, ensina o tenista André Sá a usar o iPhone que ele acabou de comprar.

Cena doce-tecnológica para alegrar a tarde de domingo.

Escrito por Camila Rodrigues às 18h17

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iPhone desbloqueado no mundo inteiro

Você é bom em geografia?

Mesmo que seja, duvide-o-dó que conheça todos os países dos quais foi detectado tráfego na internet pelo iPhone.

Eu contei e cheguei a 112 países _mais um outros.

Veja aqui a pesquisa da NetAplications mostrando de onde entram pela internet usando o telefone bloqueado (cof cof) da Apple.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 18h23

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Dicas para usar o Gmail

Gmail hacks

O site Best of the Web tem 35 dicas legais para melhorar a experiência com o Gmail.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 12h09

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YouTube no passado

Prêmio 2007

O YouTube deu largada ao YouTube Awards 2007. Já faz uma bocado de tempo, não?

Mas vamos ao que interessa: são seis vídeos concorrendo em cada uma das 12 categorias.

Eu gosto desse, rererere.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 13h50

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YouTube estréia ferramentas para desenvolvedores

Eu sou YouTube

O portal de vídeos reagiu rápido ao lançamento do Hulu --que continua fechado apenas para os EUA. Lançou um pacotão para que desenvolvedores de outros sites usem os recursos do portal. Para os usuários comuns, vai ser possível interagir com o site de vídeos de outras páginas (comentar, classificar etc.)

Espero que ninguém resolva clonar o YouTube, como já fizeram com o Hulu.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 17h21

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Cineasta reúne filmes on-line

No bolso

O Pocket Films for Travelers, projeto da cineasta Juliana Mundim, foi tema de reportagem no caderno Informática de hoje. Confira a íntegra da entrevista:

FOLHA - Como surgiu a idéia para o Pocket Films for Travelers?

JULIANA MUNDIM - Eu tive a ideia de fazer o Pocket Films quando eu morava em Nova York. Primeiro fiz uma série chamada "Films to Go", que eram filmes pequenos pra levar pra viagem. Eu tinha pensado num device, um aparelho imaginário em que a gente comprasse os filmes na banca e colocasse dentro deste aparelho _o que, anos depois, virou o celular de hoje, né? Você pode ver o vídeo desta idéia na sessão Vlog; o filme "When I First Had This Idea".

Nessa época comecei a fazer filmes portáteis, pequenos mesmo... Até por questões de disco rígido. Eu tinha que usar pouca memória, pois não tinha o equipamento necessário, então fazia filminhos de tamanho 320x240, de poucos minutos de duração e que só poderiam mesmo ser vistos na internet, e olhe lah, pois era 1999.

No fim de 1999, a idéia foi evoluindo pra "Filmes de Bolso Para Viajantes", que era a de mostrar sempre estrangeiros. Um africano em Nova York, um americano no Brasil, um norueguês na Austrália, um pássaro em migração... Turistas, refugiados etc. Aos poucos o conceito foi se trasnformando e hoje em dia ele mostra mais o olhar estrangeiro, que é o meu próprio.

A idéia sempre foi a de fazer um filme, mas eu acho o mundo muito cheio de coisas diferentes! Ele está em
formação constante! São muitas texturas, cheiros, pessoas, formatos, e achei que um filme estático como
a gente é acostumado não seria o caso pra este projeto. Por isso resolvi fazer um filme diluído e desconstruído, como o mundo é _acontecendo todo ao mesmo tempo ali on-line, pois a internet é um espaco vivo e ativo, tão orgânico quanto a Terra. A web se assemelha mais com o mundo do que uma sala de cinema. As pessoas que navegam no site fazem seu próprio caminho, constroem seu filme em seus próprios tempos.  A conexão com o público é mais facil on-line. Uso textos, fotos, música, desenhos e vídeo pras pessoas juntarem as partes de um todo e chegarem às
suas proprias conclusões. Portanto falar do mundo em andamento dentro da internet fazia mais sentido pra mim.

FOLHA - Por que lugares você já passou?

JULIANA - Ah... Muitos! Ásia, Oceania, África, Europa, Américas... Mas ainda falta muito! O mundo não é tão pequeno quanto a gente pensa que ele se tornou. Mas pra citar alguns paises: Nepal, Índia, Laos, Tailândia, Vietnã, Camboja, China, Japão, Austrália, Nova Zelândia, Islândia, Estônia, Finlândia, Marrocos, México, Chile, Argentina etc.

FOLHA - Quais foram as maiores aventuras pelas quais você passou nessas viagens ao redor do mundo?

JULIANA - Acho que toda a viagem eh uma aventura, nao é? Ficar um ano longe de casa só viajando é uma
aventura e tanto, e quando a gente volta as coisas nunca mais são as mesmas.. Mas acho que talvez a Índia e o Nepal tenham sido os lugares mais extraordinários de todos. No interior da Índia as pessoas são realmente
amigáveis, e a cultura, totalmente diferente do Ocidente.

Acho também que a aventura está nos pequenos momentos que a gente tem com o lugar, que só a gente sente
dentro da cabeça. Coisas muito simples mesmo, como ficar observando uns meninos esperando o ônibus passar em Bangkok, quando só um faixo de luz batia neles; ou, na Índia, entrar em uma roda gigante movida à força humana, onde eles ficavam pendurados nas alturas fazendo força pra roda mexer, vários deles!; ou andar pela rua ouvindo uma música incrível e cantando alto no interior da Nova Zelândia só porque a gente está feliz por estar ali, andando em um lugar totalmente novo... Essas coisas, pra mim, são aventuras maiores do que, por exemplo, alguns perrengues _como ter homens mulçumanos num hotel que fiquei em Cingapura tentando entrar no meu quarto a noite toda, e o mesmo quarto estar enfestado por baratas. Ou o ônibus andando a 120 km/h nas montanhas do Nepal, perto de um despenhadeiro onde se viam outros ônibus que ali já tinham caido...

FOLHA - E as maiores dificuldades?

JULIANA - Acho que dificuldade está muito na cabeça da gente. Quando se gosta muito de viajar, a gente tende a
"perdoar" qualquer empecilho e se concentrar nas partes boas. Tanto que no fim a gente nem se lembra tanto do que aconteceu de ruim. Acho que a maior dificuldade está nos paises que não falam nada de inglês, como a China. A gente quer se comunicar com as pessoas locais, quer conhecê-las, mas pode ser muito frustrante.

Eu tambem queria ter ido para o Oriente Médio, mas só cheguei mesmo na borda do Paquistão pelo deserto do
Rajastão, a camelo! Talvez se eu fosse homem seria mais fácil viajar para lugares famosos por ser um pouco mais perigosos, né?

FOLHA - Que suportes você usa para fazer os filmes? Vale câmera do celular, por exemplo?

JULIANA - Uso uma câmera Mini DV semi-profissional. É uma câmera pesada e grande, não muito prática pra viajar,
mas foi uma escolha minha, de querer uma certa qualidade para as imagens. Porém, hoje em dia alguns celulares têm cameras ótimas e é muito possível criar coisas incriveis com elas!


FOLHA - Quantos acesso o site já teve?

JULIANA - Não sei ao certo porque mudei de contador algumas vezes. Mas imagino que deve ser perto de cem mil.

FOLHA - Existem planos para transformar o Pocket em livro e filme para internet?

JULIANA - Sim,  já comecei a editar fotos, desenhos e textos para um futuro livro. Quanto aos filmes, a intenção é 
editá-los em um longa.

FOLHA - Como é sua relação com a internet e com os meios digitais, em geral?

JULIANA - Eu acho importantíssimo pra tudo isso que eu faço! Aliás, é primordial. Desde a captação (vídeo, foto, scanear desenhos) até para comprar passagens e mostrar o resultado do trabalho. Eu prefiro mostrar meus trabalhos on-line primeiro, porque é um meio muito mais democrático e ágil para quem faz a arte, o filme, a foto. O contato com o publico é direto e de perto. É bastante gratificante!

Escrito por Daniela Arrais às 14h43

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Hulu não funciona no Brasil

Magoei!

Caramba! O Hulu —que oferece episódios completos de mais de 250 séries de televisão de graça (como "Os Simpsons" e "House"), e cerca de 100 filmes na íntegra como "X-Men 2" e "A Era do Gelo", não funciona no Brasil!!!

Vi o link para os episódios dos Simpsons, cliquei e... Tela preta. Tentei o Top 10 da NBA e... Tela preta! Fui na sessão "Movies" e... a mesma resposta:

"Infelizmente, esse vídeo ainda não está disponível em seu país ou região. Pedimos desculpas pela inconveniência"

A inconveniência que gerou frustração.

Escrito por Camila Rodrigues às 12h16

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Assista a show on-line

Embalo

Quer ver um show de blues e jazz ao vivo, sem sair de casa? Então acesse o Instrumental Sesc Brasil, às 19h. Quem faz o show é o músico Ari Borger.

Escrito por Daniela Arrais às 17h26

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Teste se você manja de games

Quiz

Se você é um gamer experiente, confira se tem boa memória no teste do GameLib. Adivinhe o nome dos jogos com base apenas nos detalhes. Quando você acerta, o quadrado fica verde.

Via Gamereporter.org

Escrito por Camila Rodrigues às 16h24

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Blog mostra mancadas do Photoshop

Fake

As fotos acima são do divertidíssimo blog "Photoshop Disasters", que, como o nome já diz, mostra os desastres cometidos com o uso frenético do software de edição de imagens. Tem hora que a busca pela perfeição transforma atrizes, modelos e esportistas em figuras bizarras!

Escrito por Daniela Arrais às 19h08

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Cantoria contra os excessos do Facebook

Musical

Você está cansado do Facebook? Uma turma bem-humorada fez um vídeo sobre isso. O "Hino do Facebook" é dedicado a todos aqueles que não agüentam mais receber convites para comparar os amigos, saber quem é mais sexy, quem é mais inteligente. Para todos que não querem mais ser mordidos por vampiros nem receber biscoitos da sorte diariamente. Tem hora que muita colaboração acaba com a paciência de alguns usuários, né? O vídeo é divertido, confiram:

 

Escrito por Daniela Arrais às 18h58

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Pirata lendário de volta

aXXo

Depois de meses sem atuar, o uploader famoso nos sites P2P volta a atuar, informa o Torrent Freak. E volta com o sugestivo filme "Eu sou a lenda".

aXXo é tão popular que tem uma oração:

Our Ripper, who art on mininova,
aXXo be thy name.
Thy torrents come.
Seeding will be done,
Here as it was on suprnova.
Give us this day our latest rips.
And forgive us our leeching,
As we forgive those that leech from us.
And lead us not on to private trackers;
But deliver us from the MPAA:
For thine is the ripping, the seeding, and the glory,
For ever and ever.

Em números: procure por axxo torrents no Google e por futebol brasil. Advinhe quais termos têm mais resultados.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 11h26

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Ouça ilusão auditiva

Barbeiro

É muito legal, mas precisa ter fone de ouvido. De preferência, ouça o vídeo abaixo de olhos fechados e em um lugar silencioso. Mesmo que você não entenda inglês, vai ser divertido. É uma ilusão auditiva, parece mesmo que estão cortando seus cabelos.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 11h30

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Dicas para fazer um vídeo amador com qualidade

Do especialista

Paulo Caruso, diretor do departamento digital da produtora de vídeos O2Filmes —que fez o longa-metragem Cidade de Deus e a série da HBO Filhos do carnaval, entre outros trabalhos— respondeu às questões da Folha, por e-mail, de como fazer um bom filme amador.

Folha - Como segurar a câmera?

Paulo Caruso - Existem várias maneiras e também vários tipos de câmera. Partindo do pressuposto que idéia é balançar o menos possível a imagem, sugiro que se encontre uma posição confortável em que o peso não esteja inteiro distribuído apenas na mão. Muitas vezes trazer a câmera junto ao peito pode trazer mais estabilidade e garante que o operador não se canse no meio do plano.

Folha - Como movimentar a câmera?

Caruso - Sites como o YouTube trazem diversos vídeos apresentando soluções baratas para reproduzir movimentos profissionais como gruas e dollys. Recomendo os vídeos feitos pelo WEEKEND EXTRA. É um grupo de adolescentes que faz tutoriais e os disponibiliza no YouTube, ensinando a fazer equipamentos como um mini-jib (pequena grua) com 25 doláres.

Folha - Em que casos usar tripé?

Caruso - Sempre que possível. Umas das coisas que distingue os vídeos amadores dos profissionais é o uso excessivo da câmera na mão. Se o plano for possível de ser capturado com a câmera fixa, eu não vejo por que não fazê-lo assim. Constipa menos o espectador.

Folha - O que mais recomedaria para que o filme fique agradável?

Caruso - A idéia é tudo. Com um roteiro bom ainda é possível fazer um filme ruim, mas com um roteiro ruim é impossível fazer um filme bom. E olha que a edição faz milagres ...

* Para conferir os testes de filmadoras de alta definição e programas de edição de vídeo da edição do caderno de Informática desta semana, clique aqui.

Escrito por Camila Rodrigues às 19h31

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Banda islandesa invade YouTube

Invasão islandesa

Amanhã, a banda islandesa Sigur Rós se transformará na primeira da história a ocupar a home page completa do YouTube durante todo o dia, no mundo inteiro. O motivo é a transmissão do documentário Heima, com 97 minutos de duração, feito durante a última turnê da banda pela banda.

O Sigur Rós fez um concurso, intitulado Minn Heima, incentivando os fãs a fazerem sua própria versão do filme, usando áudio e vídeos online, postados no perfil do YouTube. Os dez melhores clipes também estarão na home page.

Confira o trailer:

 

Escrito por Daniela Arrais às 13h15

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Elefantes pintam elefantes?

Hummm...

Vejam o vídeo abaixo:

E respondam:

a) É armado.

b) É muito armado.

c) É verdade. E eles pintam melhor que eu.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 12h55

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Assista a um vídeo sobre o Twitter

Passo-a-passo

Quer saber como funciona o Twitter? Assista a um vídeo explicativo sobre a ferramenta de microblog, feito pela consultoria Commons Crafts. O vídeo está disponível em inglês. Mas também é possível assistir a uma versão com legendas em espanhol.

Via Tiago Dória

Escrito por Daniela Arrais às 12h40

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NOVIDADE: Google coloca busca dentro da busca

Boneca russa

Acabei de ver no Search Engine Land. O Google parece estar testando um novo recurso de busca dentro do resultado da busca principal. Eu consegui ver a nova caixa em ação só na interface em inglês do buscador e para três termos: Wikipedia, Amazon e White House.

No primeiro resultado, aparece um filtro para restringir uma nova busca dentro do site específico.

Uma dica: para um efeito semelhante com qualquer endereço (restringir as buscas a um site), escreva na caxinha de busca:

              site:endereçocompleto palavra "termo composto"  

palavra e "termo composto" é para ser substituído por aquilo que você quer. 

Por exemplo, experimente site:http://circuitointegrado.folha.blog.uol.com.br/ google

Escrito por Gustavo Villas Boas às 17h12

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Conheça cantora que é fenômeno na internet

Mallu on-line

Mallu Magalhães, cantora paulistana de apenas 15 anos, também foi assunto no caderno Informática de hoje. Depois de colocar quatro músicas de sua autoria no MySpace, a menina viu sua vida dar um giro de 180º. O burburinho começou nos blogs e foi para a grande imprensa _Mallu foi capa da Ilustrada, do Folhateen e virou assunto da Escuta Aqui, coluna de Álvaro Pereira Júnior. Os convites para shows surgiram aos montes, assim como a quantidade de pessoas querendo se tornar amigas da menina, principalmente em redes sociais, como o Orkut e o MySpace.

"No MySpace já aprovei mais de 4.500 pedidos. No Orkut, meu perfil ficou lotado. Criei outro, mas mesmo assim tive que recusar muita gente, porque não cabia mais. Tem dia que eu penso: vou tirar meia hora só para aceitar; mas é tanta gente, que eu clico, clico e não acaba. Depois de 280 pessoas você não agüenta mais!", disse Mallu, em entrevista à Folha na tarde de sexta-feira. "Me esforço, mas não consigo acompanhar o ritmo. E fico até triste. Mas sempre que dá eu tento. Gosto de, pelo menos, deixar um recado para a pessoa, agradecendo."

Mallu escolheu colocar suas músicas _"Don´t You Leave Me", "Tchubaruba", "J1" e "Get to Denmark"_ no MySpace pela praticidade que o site oferece. "Até para aceitar amigos é fácil, dá para aprovar dez [pedidos] de uma vez só. Para pôr música e foto também é bem fácil."

A relação com a internet vem de cedo. "Para mim, internet é música. Gosto de procurar artistas, uso bastante o Google. E agora também procuro o que as pessoas falam de mim", disse. Para as críticas maldosas, Mallu nem liga. "Gente ruim sempre tem, né? Eu sou saudável, tenho amigos, família. Sou feliz. Pra quê eu vou ligar?"

Sobre as propostas de gravadoras (tem quem diga que seis empresas já entraram em contato), Mallu despista. Mas afirma que vai continuar usando a internet para mostrar sua música. "Eu acho que nunca vou largar a internet, afinal ela sempre foi minha aliada." A paixão pelos encartes de CDs a deixa em dúvida sobre se lançaria seu futuro disco totalmente on-line. "O maior problema é que eu gosto muito de encarte. Sonho em fazer o meu, cheio de desenhos, de coisas bonitas... Até tenho alguns!"

* A foto é de Thiago Bernardes/Folha Imagem

Escrito por Daniela Arrais às 15h25

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Rede social Hi5 terá versão em português do Brasil

Conheça a Hi5

A rede social Hi5 tem 2,5 milhões de perfis de brasileiros _no mundo todo, são 80 milhões de pessoas, de mais de 200 países. Agora em março, ganhará versão em português do Brasil, como adiantou a empresa com exclusividade à Folha. Entrevistamos Ramu Yalamanchi, o criador da Hi5, que hoje atua como presidente-executivo.

 

Folha - Quais são as principais diferenças entre a Hi5 e outras redes sociais?

 

Ramu Yalamanchi -Nós criamos a Hi5, em 2003, para oferecer um serviço internacional que conectasse as pessoas umas às outras, que fosse útil e tivesse sentido em suas vidas diárias. Enquanto outras redes sociais se focaram, primeiramente, nos usuários dos Estados Unidos, nosso interesse era o de aumentar o número de pessoas de outros países ao redor do mundo. Vimos uma oportunidade de oferecer suporte dando diversão e um ambiente on-line relevante em que esses novos usuários pudessem se expressar e interagir com amigos.

 

Focamos em criar um serviço interessante para indivíduos em diferentes países e culturas ao redor do mundo. Começamos com um design simples, pensando que muitos usuários não teriam conexão banda larga a princípio. Para reduzir as barreiras da língua, investimos em traduções de alta qualidade e, agora, estamos disponíveis em 15 línguas, com muitas ainda por vir. Para fazer da propaganda algo relevante e local, estabelecemos parcerias com companhias de mídias em regiões onde temos muito uso. E como somos bastante populares na Amércia Latina, oferecemos suporte em espanhol.

 

Outro diferencial é que os usuários podem customizar o design de seus perfis. Eles não precisam aprender truques de programação nem procurar na web por códigos de design. Temos aproximadamente mil "skins" feitas por comunidades de artistas. Oferecemos mais cerca de 36 "skins" por semana.

 

Folha - O que a Hi5 faz para conseguir cada vez mais usuários?

 

Yalamanchi - Até agora, ainda não fizemos campanhas de marketing. Foram os usuários que promoveram o serviço, convidado seus amigos. Isso ajuda a tornar a experiência significativa. Nós continuaremos a ouvir nossos usuários, para saber o que eles querem ver na Hi5, e o que podemos fazer para tornar a experiência ainda melhor para eles. Em troca, esperamos que eles continuem contando a mais e mais amigos, assim o site vai continuar a crescer em popularidade.

 

Folha - Existe um perfil característico do usuário da Hi5?

 

Yalamanchi - De forma geral, a grande maioria dos usuários têm entre 18 e 35 anos, em um balanço equilibrado de homens e mulheres. Somos bastante populares na comunidade de língua espanhola. No entanto, tendo em vista que nós temos milhões de usuários em diferentes lugares do mundo, não existe um "usuário típico". Na verdade, a Hi5 é uma comunidade de diveros indivíduos que usam o serviço de diferentes maneiras. Ao trazer amigos para a rede, o usuário constrói uma história compartilhada de sua vida, aprende o que está acontecendo ao redor dele e descobre novas pessoas. Nós estamos procurando maneiras de adaptar o serviço para as diversas preferências do usuário, envolvendo-os no processo por meio de fóruns e diálogo direto e, também, trabalhando com desenvolvedores para criar aplicações culturalmente relevantes.  

 

Folha – Quais são planos do Hi5 para o Brasil?

 

Yalamanchi - Nossa abordagem para internacionalização é focada na criação de um serviço que pode ser customizado por usuário e região. Todo mundo começa em www.hi5.com e faz uma seleção de onde está localizado. Da homepage, os usuários escolhem suas línguas. Neste mês, usuários do Hi5 poderão selecionar a versão brasileira do português _permitindo que seus amigos no Brasil, assim como os brasileiros ao redor do mundo, conversem na língua mais comum para eles.

Escrito por Daniela Arrais às 13h48

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Analista da comScore fala sobre redes sociais

Entrevista

As redes sociais foram tema de matéria na edição do caderno Informática de hoje. Como o assunto é enorme, muita coisa ficou de fora. Então a gente aproveita o blog para colocar a íntegra de umas entrevistas. A primeira foi feita com um analista sênior da comScore, empresa que faz análises sobre a internet.

Folha - O fato de uma rede social ser disponibilizada na língua do país é um fator importante?

comScore - A língua é, tradicionalmente, um fator chave para o sucesso de uma rede social. Por isso vemos redes locais indo muito bem no âmbito doméstico, como é o caso da Skyblog, na França, e da Netlog, na Bélgica. O MySpace consegue manter um crescimento no mundo todo com a introdução de páginas de línguas estrangeiras. E com o anúncio recente de que o Facebook introduziu a língua espanhola em suas págnias, fica claro como essas companhias sentem que isso tem a ver com o interesse delas em fornecer múltiplas línguas.

Folha - Como você explica a preferência por uma determinada rede social em detrimento a outra? Nos Estados Unidos, o MySpace é gigante, enquanto no Brasil esse papel fica a cargo do Orkut.

comScore - O sucesso de sites de rede social depende da natureza e também do efeito de rede que elas têm. Eu me cadastro, convido dois amigos, cada um deles convida mais dois amigos, e assim por diante. Conseqüentemente, o site começa a ganhar força em uma área e continua a aumentar o número de visitas enquanto esse efeito continuar.

Folha - O tempo que um usuário passa em uma rede social é tão importante quanto o número de acessos que essa rede social tem?

comScore - Aqui na comScore nós usamos um apanhado de medidas para analisar a performance on-line. E diferentes empresas priorizam diferentes aspectos. Então, de um lado, se você tiver um grande número de visitantes únicos, é um aspecto bem positivo para mostrar para anunciantes, porque isso mostrar o grande alcance do site. Por outro lado, se os usuários estão gastando um grande tempo na navegação de diferentes páginas do site, então essa permanência também pode ser atrativo para empresas em particular. Eu acho que ambos os fatores são importantes para monitorar o sucesso de um site.

Escrito por Daniela Arrais às 12h45

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Franquia cultural: World of Warcraft pornô

Orelha grande

Para quem não acredita que os games são um fenômeno cultural, tem até uma série pornô baseada no mundo de World of Warcraft.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 12h30

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Facebook no mundo da música

Contra o MySpace

E com a Apple. O Facebook abriu ferramentas para que músicos façam suas páginas, assim como no MySpace, e fez uma parceria para vender músicas

Na página do Facebook Music já tem músicas para comprar, mas, pela discografia de cada artista, ainda não dá para fazer o download pago das canções.

Já são 71 artistas cadastrados até o momento (se eu não perdi a conta, hehe), entre eles os populares Beyoncé, Justin Timberlake, Shakira e Alanis Morissette. Em alguns perfis, há músicas para ouvir na íntegra.

Para um músico criar uma página basta clicar aqui.

Via Blog.Macmagazine 

Escrito por Camila Rodrigues às 17h19

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Bichos em formato USB

Zoológico

Os pendrives em forma de animais são criação da marca sueca Minimoo. Está disponível em versões de 1 Gbyte, 2 Gbytes e 4 Gbytes. Fofo e meio bizarro, né?

=)

Via Nesting

Escrito por Daniela Arrais às 16h35

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Como criar um jogo 3D

Blender

Quer ver como um jogo é criado? O Apricot, um jogo opensource desenvolvivo com o Blender, e em torno da comunidade do site, tem um blog sobre seu desenvolvimento. Ele deve estar pronto até julho deste ano, e o desenvolvimento começou em fevereiro.

O blog é legal, com chapas de concepções artísticas e detalhes técnicos do que as pessoas têm que pensar para criar um jogo.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 14h35

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Para quem comprou HD DVD

Discos

Se você comprou um HD DVD, conte-nos o que pretende fazer com ele agora.

Escrito por Camila Rodrigues às 19h39

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50 mil conversores de TV digital vendidos

TV digital

Acabei de ver no IDG Now! que a consultoria Teleco estima que cerca de 50 mil conversores foram vendidos em São Paulo nos últimos três meses, desde que a TV digital foi lançada na Grande São Paulo.

Achei o número alto...

Escrito por Camila Rodrigues às 18h19

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Para centralizar sua vida digital

meadiciona.com

Você que tem blog, MSN, Gtalk, Facebook, Orkut, Twitter, Skype, YouTube, MySpace e não faz nenhuma cerimônia em compartilhar o número do seu celular com o mundo pode facilitar a divulgação de si mesmo com o site meadiciona.com, que ainda está em beta.

Ele centraliza todos os seus contatos digitais e facilitar que as pessoas te encontrem em qualquer lugar.

É... Privacidade é coisa de old school people...

Escrito por Camila Rodrigues às 18h15

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