Pérolas do NY Times
O resto é história
O blog kottke aproveitou a abertura do arquivo on-line do NY Times, que agora pode ser revirado de graça, desde o nascimento do jornal, e fez um post muito legal com algumas das pérolas do diário norte-americano.
Por exemplo, a primeira menção à televisão, em 1907!!!, ou à World Wide Web, em 1993.
No embalo, eu procurei a primeira menção ao Brazil (com z, 20 de setembro de... 1851, dois dias depois do lançamento NY Times).
Escrito por Gustavo Villas Boas às 18h17
Game roda em chip de oito núcleos
Milagre da multiplicação
A Intel apresentou hoje o Lost Planet, primeiro game a tirar proveito de um chip de oito núcleos.
Explorar o avanço do paralelismo e de seus chips de dois, quatro e até oito núcleos, é um dos maiores desafios da indústria de software, que sua a camisa para acompanhar o ritmo dos hardwares.
Os gráficos e os efeitos do jogo são bastante convincentes. Enquanto a aventura acontecia, um painel mostrava o desempenho de cada um dos núcleos, que vão sendo mais ou menos acionados conforme a ação se desenrola.
Escrito por Mariana Barros às 14h26
EUA desistem de redes Wi-Fi
Água fria
Enquanto no IDF fervilham propostas de conexão para portáteis, o jornal "USA Today" de hoje vem apresenta um pequeno iceberg: o custo e a complexidade das redes sem fio estão fazendo com que muitas cidades norte-americanas desistam de implantá-las.
Segundo a reportagem, Houston, Chicago e até San Francisco, que sedia o encontro da Intel, alegam que os investimentos são gigantescos e os projetos envolvidos são complicados demais.
Ainda assim, o número de redes Wi-Fi que estão sendo planejadas ou implantadas mais do que triplicou nos últimos dois anos.
No mundo todo, as 122 redes que existiam em 2005 passaram para 281 em 2006. E agora, em 2007, já são 415.
Escrito por Mariana Barros às 13h28
USB ganha versão sem fio
Caça aos cabos
As portas USB poderão em breve ser substituídas por uma nova geração, baseada em conexão sem fio.
Durante o IDF, executivos da Intel falaram sobre projetos que já vêm sendo desenvolvidos com a indústria para lançar aparelhos que se conectam por USB wireless.
Batizada de UWB, sigla para ultra wideband, a tecnologia serve para sincronizar portáteis –como tocadores, câmeras e discos rígidos sem fio-- com o computador e enviar documentos para a impressora, criando uma alternativa ao Wi-Fi e ao Bluetooth.
Com alcance restrito, a UWB foi criada para funcionar em ambientes pequenos, mas oferece bons padrões de velocidade.
Para um alcance de dois metros, chega a 480 Mbps; para um de dez metros, 100 Mbps. A banda que usa para operar fica entre 3,1 GHz e 10 GHz.
Segundo executivos, a UWB pode conviver perfeitamente com o Wi-Fi e o Bluetooth, mas, dependendo do caso, pode entrar em conflito com o WiMax, que usa uma freqüência mais próxima, entre 3,3 GHz e 3,9 GHz.
Já existem ao menos seis aparelhos dotados de UWB sendo desenvolvidos. Microsoft, Philips, Realtek e Alereon estão entre as empresas que se aliaram à Intel no desenvolvimento do novo padrão.
O uso parece realmente fácil: esqueça os plugues; basta emparelhar os equipamentos para que eles comecem a trocar dados automaticamente.
A dúvida é como o USB sem fio pode funcionar quando o assunto é servir para recarregar a bateria dos portáteis. Haverá uma energia elétrica wireless a caminho?
Escrito por Mariana Barros às 20h19
Você carrega o notebook para qualquer canto?
Notebook de mesa
Entre abril e junho deste ano, segundo a IDC, foram vendidos 300 mil notebooks no Brasil, ou praticamente o dobro das vendas no mesmo período do ano passado. A explosão dos portáteis é notável. Os preços caíram, a qualidade aumentou.
Hoje, em coletiva na USP, no prédio de engenharia elétrica, percebi que 6 das 13 mesas ocupadas na lanchonete ostentavam um laptop em uso. Metade, na prática.
Claro que o ambiente era propício, já que os estudantes e professores da politécnica precisam de computadores e, provavelmente, gostam deles. Mas, principalmente, a USP é um lugar seguro --pelo menos em comparação com o resto da capital, do Estado, do Brasil.
O meu notebook, eu uso só em casa. Não é, na verdade, o portátil que eu gostaria. Mas não me sinto seguro em carregar e usar em qualquer canto, na rua, na praça, como deveria ser.
Escrito por Gustavo Villas Boas às 16h33
Emoticon comemora 25 anos
:-)
Dá para acreditar que o simpático acima tem dia e hora de nascimento? Pois é. Hoje repercutiu pelo mundo da informática os 25 anos do emoticon. São aquelas letrinhas que dão sabores gráficos à escrita no computador.
Oficialmente _ou burocraticamente_ o sorrisinho nasceu em 19 de setembro de 1982, às 11h44, no horário da universidade Carnegie Mellon, sua maternidade. O pai é Scott Fahlman.
A mensagem de parto das carinhas pode ser vista aqui.
Na Wikipédia e em outros sites tem uma curiosidade. Em abril de 1857, um guia para operadores de telégrafo institucionalizava o número 73 no código morse como alguma coisa do tipo "beijos carinhosos", que depois se transformou em uma despedida fraternal. Em morse, 73 é --... ...--
Escrito por Gustavo Villas Boas às 14h47
Gordon Moore fala no IDF
O homem da lei
Gordon Moore, um dos fundadores da Intel (em 1968), fez uma das mais disputadas palestras do IDF, o fórum de desenvolvedores da Intel, em San Francisco.
O carismático executivo é autor da famosa lei de Moore, pela qual o número de transistores em um chip dobra a cada dois anos --constatação que continua sendo comprovada pelo desenvolvimento da indústria.
Em um bate-papo com Moira Gunn, que pode ser assistido aqui, Moore falou sobre os primórdios da Intel e a evolução dos processadores.
Quando questionado sobre a dificuldade que uma empresa do porte da Intel tem na hora de tomar uma decisão importante, ele foi categórico:
"Você precisa decidir, de um modo ou de outro. A pior decisão é não decidir coisa alguma.
A decisão mais difícil representa a menor diferença entre duas escolhas. Então, uma decisão difícil é quase jogar uma moeda para cima. São nas decisões fáceis que você precisa tomar muito cuidado para acertar."
Escrito por Mariana Barros às 13h05
Conheça o Partido Pirata sueco
"O rei está nu"
Se um país mudar as leis de propriedade intelectual, uma mudança global se desencadeará. Será como dizer: "o rei está nu". Essa é a opinião de Christian Engström, vice-presidente do Piratpartiet, ou Partido Pirata, que quer fazer da Suécia esse país. Com ligações com o mega-site de pirataria PirateBay, o partido é legal na Suécia e tem ambições eleitorais. Sua plataforma resume-se a três pontos: reforma das leis de direito autoral, fim do sistema de patentes e o respeito absoluto à privacidade do público.
Conheça um pouco mais de como são os piratas na política. Piratas suecos, é bom ressaltar.
Circuito Integrado - A luta contra as leis de direitos autorais, com a cópia não comercial totalmente permitida, não vai desmotivar produtores e, especialmente. financiadores da produção cultural?
Christian Engström - Nós não queremos acabar com as leis de copyright completamente. Nós queremos que cópias não comerciais sejam gratuitas, e nós queremos um limite de cinco anos para o termo de copyright, mas queremos manter a lei de copyright para distribuição comercial de novos trabalhos.
Para os músicos, isso vai mudar muito pouco em comparação com hoje. Os superstars mundiais provavelmente vão fazer um pouco menos de dinheiro no nosso sistema do que fazem hoje, mas continuariam podendo ganhar milhões de dólares com shows, assim como hoje.
Para músicos normais, nossa proposta provavelmente tornará um pouco mais fácil ganhar dinheiro. É certo que shows são a principal fonte de dinheiro para todos os tipos de músicos. O que nós vemos na Europa é que se os fãs gastarem menos dinheiro com CDs, porque podem fazer download, eles vão gastar mais dinheiro indo a shows e ouvindo música ao vivo.
Isso é muito bom para os artistas, porque eles tem uma margem de lucro muito maior com shows do que com CDs. Na Suécia, um artista, normalmente, vai ganhar de 5% a 7% do dinheiro da venda de um CD, mas cerca de 50% do dinheiro de um ingresso do seu show.
As companhias gravadoras com certeza vão perder lucro quando as pessoas gastarem seu dinheiro em música ao vivo no lugar de CDs. Mas isso é problema delas.
Artistas e fãs podem se encontrar diretamente na internet agora, e não precisam mais das gravadoras como intermediárias. Se essas companhias não chegarem com novas idéias e adicionar valores que as pessoas desejem, elas devem quebrar e desaparecer. Ninguém vai chorar por isso. Assim funciona a economia de mercado e é como deve funcionar.
Para a indústria de filme, um termo de copyright de cinco anos é mais do que suficiente. A expectativa é que maioria dos filmes de Hollywood dêem retorno financeiro nas primeiras semanas depois de seu lançamento. Muito poucos filmes continuam a dar dinheiro depois de cinco anos de produzidos, e os poucos que o fazem já terão sido pagos depois de cinco anos.
É verdade que a troca de arquivos legalizada dos filmes vai prejudicar as vendas de DVD pelos estúdios, mas atualmente metade dos lucros de Hollywood vem dos cinemas e das licenças para TVs comerciais. O mercado para cinemas e TVs continuará o mesmo se nossas propostas forem aprovadas, ainda vai existir muito dinheiro para os filmes serem feitos.
Se os grandes estúdios atuais não conseguirem um negócio rentável com esse dinheiro, existem produtores mais eficientes que ficarão mais do que felizes em tomar os seus lugares.
CI - As discussões do partido são voltadas apenas para Europa. E o resto do mundo?
Engström - Nosso objetivo é mudar as leis de copyright e patente no mundo todo, mas é verdade que quando apresentamos nossos argumentos, o fazemos de uma perspectiva sueca e européia.
Nós acreditamos que a Europa é o melhor lugar para começar uma reforma global da propriedade intelectual agora, e a Suécia, em particular, é o melhor na Europa para começar isso. O sistema internacional de copyright e patentes só funciona porque todo mundo acredita que patentes e copyrights representam um valor. Se um país quebrar esse acordo, vai começar uma reação em cadeia em outros países. É só um país dizer “o rei está nu” para começar a mudança global.
O problema para um país que queira mudar as leis de copyright e patente é que os EUA, quase certamente, vão punir esse país com sanções comerciais. Isso é mais problemático em um país como o Brasil. Se o Brasil sozinho ir tão longe na mudança de copyright e patentes, os EUA podem (e vão) prejudicar muito a economia brasileira.
Mas os EUA não podem ameaçar a Suécia com sanções comerciais, porque a Suécia é membro da União Européia. A UE é forte como os EUA em termos econômicos. Os EUA e a UE tem PIBs semelhantes. Os EUA não podem vencer uma guerra comercial contra a UE.
Para a Suécia, isso representa uma oportunidade única. O parlamento pode mudar nosso sistema de copyright e patente porque somos uma nação independente, mas ao mesmo tempo estamos protegidos de sanções comerciais porque somos membros da União Européia.
O objetivo do Partido Pirata é mudar as leis de propriedade intelectual na Suécia, na Europa e no resto do mundo. Pensamos que a melhor forma de fazer isso é nessa ordem.
CI - Quais as vantagens para um país como o Brasil de uma plataforma como do seu partido?
Engström - São inúmeras.
Primeiro, seria muito benéfico se o Brasil pudesse produzir drogas farmacêuticas sem se preocupar com patentes. O país já é famoso por sua indústria farmacêutica de genéricos de sucesso. Se as patentes forem abolidas, será permitido para a indústria farmacêutica brasileira produzir remédios novos e não apenas aquelas com vinte anos de idade, como é a lei de patentes atual.
Além da possibilidade de salvar vidas tanto no Brasil como em outros países em desenvolvimento, vai ser muito mais barato para o governo brasileiro providenciar a sua população os remédios necessários. A exportação de remédios para outros países ou para a Europa, depois do fim das leis de patentes, também vai ser um fonte de receita para a economia brasileira
Em segundo lugar, nós apoiamos fortemente o software livre, como o linux. O que eu sei (apesar de não ser um expert em política brasileira) é que o Brasil está incentivando fortemente o uso do software livre, tanto o governo quanto a sociedade. Isso está absolutamente de acordo com a plataforma do Partido Pirata e existem boas razões para isso.
Usando o software livre, o Brasil pode economizar reservas para outras coisas. O software livre também é melhor para a economia local, porque as empresas de tecnologia têm acesso ao código-fonte e podem fazer elas mesmo modificações, sem ter que pedir para empresas estrangeiras. E o software livre é melhor do ponto de vista da segurança nacional, porque existe sempre o risco dos EUA poderem instalar spywares em produtos feitos lá, que podem ser usados como arma se existir uma tensão entre os dois países.
Em terceiro lugar, nós acreditamos que leis de copyright menos restritivas são boas para todas as culturas, em particular outros países que não os EUA e o Reino Unido. Enquanto os grandes estúdios e gravadoras tiverem o controle sobre a maior parte da distribuição cultural, a maioria do que vai estar disponível internacionalmente virá de países de língua inglesa, especialmente aqueles dois.
Mas, com a troca de arquivos na internet, qualquer um de qualquer país, incluindo Suécia e Brasil, pode atingir uma audiência global sem ser por meio dos canais tradicionais. É uma nova oportunidade para músicos, produtores de vídeo e outros artistas e vai incentivar a diversidade cultural.
Escrito por Gustavo Villas Boas às 01h48
iPod Touch se esgota em San Francisco
Pão quente
As filas na Apple Store próxima à Union Square, em San Francisco, parecem filas de padaria.
Ontem, havia cerca de cinqüenta pessoas enfileiradas esperando a sua vez de comprar algum iPod ou acessório para o tocador mais popular do mundo. Resultado: o iPod Touch, modelo recém-lançado e que tem tela sensível ao toque, está esgotado.
Na cidade toda, segundo vendedores da Apple, não há mais um único exemplar à venda. O que resta é esperar a vez de brincar com o iPhone, que pode ser testado nas lojas --às vezes há fila até para botar as mãos nele.
A interface tátil explica a atração fatal pelos novos tocadores: navegar tocando a tela é mesmo uma outra experiência.
É para essa loja da Union Square que os macmaníacos correm a cada vez que Steve Jobs anuncia um novo produto, o que costuma acontecer a alguns quarteirões dali, no centro de convenções Moscone Center.
O complexo de prédios, que sedia a MacWorld, evento anual da Apple, também é o abrigo da Intel e de seu IDF, que vai até quinta-feira.
Escrito por Mariana Barros às 14h03
Chips ganham novos padrões
Na esteira
Estão quase prontos. Entre novembro deste ano e 2008, os consumidores assistirão à chegada de novas linhas de processadores Intel nas prateleiras.
Com estréia prometida para 12 de novembro, está o Penryn, que levará o atual padrão de 65 nanômetros para um ainda menor, de 45 nanômetros, permitindo um melhor aproveitamento de cada watt consumido.
O Penrym promete provocar uma redução de 60% no tamanho das CPUs e um aumento da memória cache, que deve ficar em 6 Mbytes para os modelos dual core e em 12 Mbytes para os quad cores.
Outra novidade a aterrissar no mercado é a arquitetura Nehalem, que terá uma versão de oito núcleos em 2008. Para os gamers, vem aí o x38, que ambiciona criar novos patamares para os desenvolvedores e jogos. E, em 2009, deve chegar ao mercado chips de 32 nanômetros.
Esse protótipo e os outros produtos foram apresentados por Paul Otellini, presidente da Intel, durante a abertura do IDF, em San Francisco. Ele explicou alguns dos motivos dessa evolução, como a resolução do problema de vazamento nos modelos que usavam portas de silício.
Aos substituir o silício por metal, o vazamento caiu para 10%, e a performance melhorou em 20%.
Otellini disse também que em vez de a Intel perseguir mais e mais gigahertz, a preocupação agora é aumentar a eficiência, aproveitando ao máximo a energia que alimenta os chips.
Com isso, os notebooks são os principais beneficiados: com mais fôlego, se preparam para assumir o lugar dos desktops como a máquina dominante da indústria. A previsão também saiu da boca de Otellini, que aposta que em dois anos, os notebooks ultrapassarão os desktops.
Escrito por Mariana Barros às 12h56
Intel aposta no WiMax
Superteia
Enquanto a indústria de eletrônicos discute se a melhor conexão para aparelhos portáteis é a 3G, baseada em redes de telefonia celular, ou a WiMax, que funciona via rádio como uma versão do Wi-Fi com alcance muito maior, a Intel já escolheu seu lado: vai de WiMax.
Na palestra de abertura do IDF, o fórum de desenvolvedores da Intel, em San Francisco, Paul Otellini, presidente da empresa, anunciou para o meio de 2008 o lançamento de uma nova plataforma, batizada Montevina.
Sucessora da Santa Rosa, que é a atual geração em que se encontra a plataforma Centrino, a Montevina terá WiMax integrado e será compatível com os dois padrões de alta definição de vídeo, Blu-ray e HD DVD.
Com projeto de estabelecer uma rede WiMax no Japão, a Intel firmou parcerias com fabricantes como Acer, Lenovo, Panasonic, Toshiba e Asus, para fabricarem portáteis compatíveis com WiMax.
Segundo Otellini, em 2012 haverá 1,3 bilhão de pessoas conectadas em redes WiMax, tecnologia que atualmente já está funcionando em cerca de 120 redes, de acordo com dados da Intel.
Escrito por Mariana Barros às 12h29
Buscador visual de imagens
Bagunça organizada
À primeira vista, parece uma bagunça. Mas o oSkope é um buscador útil de imagens (busca no Flickr, no YouTube, no eBay e na Amazon). Dá para escolher a forma que as imagens aparecem na tela _pilha, lista etc_ no menu no meio da lateral esquerda. Depois que os resultados aparecem, você pode arrastar e soltar as fotos para refazer a organização a seu modo.

Escrito por Gustavo Villas Boas às 06h21
PF exige nota no embarque de eletrônicos
Lenço e documento
Desde 3 de setembro, a polícia federal está exigindo a apresentação da nota fiscal de eletrônicos que forem deixar o país.
Se você for fazer uma viagem internacional e quiser levar aquele notebook que comprou no exterior, só poderá declarar o transporte dele mediante apresentação da nota fiscal.
Isso vale para notebooks, câmeras de mais de 5 Mpixels e, dependendo do caso, tocadores multimídia e games portáteis. Antes, bastava fornecer o número de série e uma descrição do aparelho.
Com a mudança, muitos passageiros não conseguiram declarar a saída de seus bens --como a repórter que vos fala... Segundo o fiscal que cuidava do registro de equipamentos, não há alernativa para quem estiver sem a nota; o jeito foi embarcar sem a declaração.
Cheguei hoje a San Francisco, onde começa amanhã o IDF, Fórum de Desenvolvedores da Intel. Ainda não se sabe qual será a novidade-carro-chefe do evento deste ano, que terá uma palestra com Paul Otellini, presidente da Intel, na terça-feira.
Escrito por Mariana Barros às 20h27
