Blog de Tec

Nada que é digital nos é estranho

 

Top 50 robótico

Robôs que roubaram a cena

A versão on-line do jornal inglês "Time" fez uma lista com os 50 melhores robôs do cinema. A votação priorizou quatro aspectos fundamentais como os critérios para a eleição: veracidade, periculosidade, senso de humor e estilo (coolness). Talvez por isso, Andrew Martin, de "O Homem Bicentenário" tenha ficado na lanterninha da eleição (e o Robocop tenha sido desqualificado da lista). Confira o top dez abaixo, e a lista completa neste link.

#1 - Terminator Series 800/Model 101 ("O Exterminador do Futuro")
#2 - HAL 9000 ("2001 - Uma Odisséia no Espaço")
#3 - K.I.T.T.  (o carrão de "Super Máquina")
#4 - SID 6.7 ("Virtuosity - Assassino Virtual")
#5 - ED 209  (o robô rival do "Robocop)
#6 - Aranhas-robô (de "Perdidos no Espaço")
#7 - ABC Warriors ("Judge Dredd")
#8 - Bill & Ted do mal (talvez a primeira ficção científica de Keanu Reeves: "Bill & Ted")
#9 - Sonny ("Eu, robô")
#10 - Sentinelas ("X-men 3")
 


Escrito por Juliano Barreto às 16h17

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Jornal escolhe os melhores do YouTube

Sugestão do chef

O jornal britânico Telegraph publicou em seu site um cardápio dos melhores clipes disponíveis no YouTube. Divididos por assunto, como comédia, esporte ou política, eles são apenas uma amostra do que existe de melhor no site de compartilhamento de vídeos. Quem discordar da seleção ou quiser elogiar alguma das produções pode deixar comentários.

Escrito por Mariana Barros às 15h35

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Queremos dicas dos leitores

Mande seu comentário

E-mail é um troço que quase todo mundo usa diariamente, mas que tem muitos truques e facilidades que nem todo mundo conhece. Por isso, queria pedir aos nossos leitores que contassem a sua dica mais legal ou útil.

Valem dicas de configuração, de recursos e de organização das mensagens.

As dicas podem ser para webmails como Gmail, Yahoo! Mail, Hotmail, UOL, Terra e outros.

Deixe sua dica e nome nos comentários ou escreva para circuitointegrado.folha@uol.com.br.

Aguardamos a sua contribuição!

Foto: Lazy_Lightning/Creative Commons/Direitos reservados

Escrito por Paula Leite às 14h34

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P. Diddy procura assistente pelo YouTube

Novos classificados

O rapper norte-americano P.Diddy quer contratar um assistente pessoal. Se você se interessa pelo emprego, nada de mandar currículo: ele quer um vídeo de até três minutos, postado no YouTube, em que você explica porque seria perfeito para o trabalho.

Os assistentes em potencial têm que ter curso superior e disposição para aturar "gritos e trabalhar até tarde", segundo o próprio Diddy.

Veja o que ele diz:

Escrito por Paula Leite às 14h46

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EUA têm ação coletiva contra o iPhone

Terra dos advogados

Em mais um capítulo da série "o primeiro ... do iPhone", foi aberto nos EUA o primeiro processo coletivo contra a Apple por supostas falhas no iPhone.

Só que o autor da ação fez tudo errado: processou porque supostamente a Apple não avisou que a bateria do iPhone era selada (não pode ser trocada pelo usuário) e que a bateria só dura 300 recargas. É uma ação coletiva porque o autor acredita que todos que compraram o aparelho foram prejudicados.

Que eu saiba, a Apple avisou sim sobre a bateria ser selada e a empresa já esclareceu, também, que a bateria funciona com 80% da capacidade depois de 400 recargas. Mas, dependendo do juiz, pode até ser que o processo do carinha vá para a frente.

Vale lembrar, também, que a Apple já enfrentou um processo devido a baterias, que foi para a frente e gerou indenizações para os usuários. Muitos iPods de 3ª geração saíram de fábrica com baterias que paravam de funcionar muito antes do prazo previsto.

Escrito por Paula Leite às 14h44

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Google e Sprint anunciam parceria

Sem fio

Sprint e Google vão fazer parceria no serviço de WiMax da operadora norte-americana. A Sprint vai oferecer até o final do ano que vem internet via WiMax cobrindo áreas com 100 milhões de pessoas.

O Google vai ser o provedor de busca no portal da Sprint WiMax. O WiMax é similar ao Wi-Fi, mas pode cobrir grandes áreas e a idéia é que cada vez mais os portáteis venham com receptor para a tecnologia, como acontece hoje com notebooks que têm Wi-Fi.

Se uma rede WiMax cobre uma cidade inteira, por exemplo, você pode acessar a internet em alta velocidade em seu palmtop ou smartphone em qualquer lugar e mesmo se movimentar sem perder a conexão.

A parceria é boa para o Google porque a empresa quer expandir sua atuação em internet no celular (deve haver cada vez mais aparelhos com WiMax). A rede WiMax da Sprint deve ser paga.

No Brasil, há empresas que usam o WiMax para transmissões intermediárias (por exemplo, de uma torre da operadora ao topo do seu prédio, de onde a internet vai com fio até o seu PC), mas não é possível acessar uma rede WiMax diretamente em um portátil, que eu saiba.

Escrito por Paula Leite às 15h33

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Computador perde para campeões de pôquer

Derrota na madrugada 
 
Não foi desta vez. O programa de computador Polaris perdeu por dois a um nesta madrugada o desafio de quatro partidas de pôquer contra dois campeões mundiais do jogo. A série começou com uma vitória da máquina e um empate no primeiro dia, mas os humanos viraram no segundo dia vencendo os dois jogos.
 
A disputa dos matemáticos e cientistas de computação contra os carteadores Phil Laak e Ali Eslami, que levaram o prêmio de US$ 50 mil, foi o maior desafio de inteligência artificial desde 1997, quando o computador Deep Blue, da IBM, venceu o campeão de xadrez Garry Kasparov.
 
O Polaris foi desenvolvido pelo grupo de pesquisa do canadense Jonathan Schaeffer, da Universidade de Alberta. O mesmo pesquisador anunciou na semana passada ter criado um programa 100% imbatível no jogo de damas, aprensentando uma prova matemática da invencibilidade. Um outro programa de Schaeffer, o Chinook, já havia se sagrado o melhor em damas em 1994, ao derrotar o campeão mundial Marion Tinsley.
 
Segundo Shaeffer, apesar de não ser um jogo tão complexo quanto as damas, o pôquer vem se mostrando um desafio à inteligência artificial porque é um jogo de "informação incompleta". Enquanto nas damas o tabuleiro está sempre visível, no pôquer não é possível saber de antemão quais são as cartas do adversário.
 
disputa de cartas, que durou dois dias, ocorreu no encontro da AAAI (Associação para o Avanço da Inteligência Artificial) em Vancouver, no Canadá.
 
O Polaris foi instalado em dois computadores. que jogaram dois jogos separados, contra Laak e Eslami. Em cada lance, o computador de um jogo recebia a mesma série de cartas que o humano do outro jogo. O resultado final (vitória dos humanos ou das máquinas) era a soma dos pontos dos dois humanos contra a soma dos pontos dos dois computadores.  Isso reduziu a possibilidade de a vitória humana poder ser atribuída à sorte.
 
Em entrevista à Folha (role a página para ler a entrevista), Shaeffer havia dito que já esperava uma vitória dos humanos. O pesquisador, porém, diz que pretende continuar trabalhando em uma versão do Polaris que seja capaz de vencer um desafio contra campeões de pôquer.

Escrito por Rodolfo Lucena às 15h47

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Malware dá lucro

Mina de ouro

Fazer, vender e distribuir vírus, cavalos-de-tróia e outras ameaças eletrônicas é um negócio lucrativo, daí a dificuldade de acabar com essas pragas.

Entre as novidades do mundo dos negócios do mal está um programinha que permite que pessoas sem muito conhecimento técnico criem um malware customizado. O "Pinch", kit de faça-sua-praga identificado pela empresa Panda Software, tem uma interface com abas em que o usuário determina quais senhas quer que o malware roube na máquina infectada, se quer que o computador atingido vire um zumbi etc.

Segundo a empresa, dá para usar o "Pinch" pagando pouco e configurá-lo em pouco tempo. Leia mais sobre ele aqui.

Outra atividade que dá muito dinheiro é o spam. "Ed", um ex-spammer que escreveu um livro lançado na semana passada, diz que ganhava de US$ 10 mil a US$ 15 mil por semana mandando mensagens vendendo de pílulas para aumentar o pênis a pornografia. Ed diz que ele era "basicamente o que as pessoas mais odeiam na internet".

O livro de Ed se chama "Inside the Spam Cartel: Trade Secrets from the Dark Side" (Dentro do cartel do spam: segredos comerciais do lado negro). Leia mais aqui.

Escrito por Paula Leite às 08h18

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Entrevista - Jonathan Schaeffer, parte 1

Cérebro de jogador

Até o momento em que escrevo estas linhas estava empatado o que é apresentado como primeiro Mundial de pôquer entre humanos e um computador. O desafio começou segunda-feira, em Vancouver, Canadá, e coloca os campeões Phil Laak e Ali Eslami contra o Polaris, sistema criado por Jonathan Schaeffer, cientista canadense que apresentou na semana passada um programa imbatível no jogo de damas.

No Mundial homem x máquina, o prêmio é de US$ 50 mil. A primeira rodada terminou empatada; na segunda, Polaris obteve uma inesperada vitória, e os humanos se recuperaram na terceira. A rodada decisiva ainda está em andamento (provavelmente prestes a terminar). Você pode acompanhar tudo AQUI.

A disputa, na verdade, é um grande desafio para os sistemas de inteligência artificial, conforme Jonathan Schaeffer diz nesta entrevista exclusiva para o repórter Rafael Garcia, da Folha. Ele conta, é claro, como foi seu trabalho para provar que o jogo de damas é um jogo de empate, mas vamos começar falando de pôquer.

FOLHA - Como é o seu trabalho com o sistema capaz de enfrentar jogadores de pôquer?

SCHAEFFER - Nós temos o melhor programa de pôquer do mundo, que está sendo vendido. Você pode comprá-lo na web e é um ótimo presente de Natal! (Risos), Nas próximas segunda-feira e terça-feira [a entrevista foi feita na sexta, dia 20], começa o primeiro Mundial de pôquer de humanos contra máquinas, em Vancouver. Um computador nosso é o que vai competir contra dois grandes mestres de pôquer humanos. O prêmio é de US$ 50 mil, e esse será o primeiro de uma série de eventos para decidir quem é melhor: homem ou máquina. Agora, reconheço que humanos são provavelmente melhores que as máquinas, mas veremos isso em breve.

FOLHA - O sr. vai tentar solucionar o pôquer?

SCHAEFFER - Nós já tentamos solucionar o pôquer, mas ainda não temos os recursos computacionais para isso. Fizemos um programa que não é perfeito, mas é quase perfeito. Infelizmente, ser quase perfeito não é suficiente, porque humanos são provavelmente melhor que nossas máquinas. Talvez, num futuro próximo, poderemos dizer que solucionamos o pôquer. Estamos trabalhando nisso, sim, mas não é coisa para a semana que vem.

FOLHA - O problema é com a complexidade do jogo? Ela é maior que a das damas?

SCHAEFFER - O pôquer de duas pessoas, na verdade, é menos complexo que as damas. O número de jogadas possíveis é 10 na potênccia 18. Aquilo que torna o pôquer difícil de solucionar é o fato de que ele não é um jogo onde você obtém informação perfeita. Em xadrez e damas, você sempre sabe onde as peças estão. Ao jogador de pôquer falta uma informação crítica: ele não sabe quais são as cartas do oponente. Na variedade de pôquer que jogamos, a "Texas hold’em", em duas cartas ocultas temos 1.326 possibilidades. Pôquer é muito mais difícil que damas porque é preciso lidar com probabilidade.

Escrito por Rodolfo Lucena às 07h07

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Entrevista - Jonathan Schaeffer, parte 2

Jogo de empate

FOLHA - Como o sr. começou a trabalhar com o jogo de damas?

JONATHAN SCHAEFFER - Sou pesquisador, trabalho com inteligência artificial, e em minha linha de pesquisa aconteceu de eu usar jogos como uma bancada de experimentos. Nos anos 1980 eu trabalhei com programas de xadrez e fiz um dos melhores programas do mundo da época, mas em 1989 as perspectivas não eram boas. Muitos de meus colegas desistiram de continuar ou foram contratados pela IBM _onde acabaram se tornando a equipe do Deep Blue. Eu não tinha condições de competir com eles. Na época, por uma estranha coincidência, dois amigos meus notaram que os problemas de pesquisa que estávamos tentando resolver usando xadrez também existiam nas damas. Eu disse: "Bem observado!" e em 1989 comecei a trabalhar no programa de damas. No começo fui um pouco ingênuo, achei que poderia solucionar o jogo e coloquei os computadores para trabalhar nisso. Mas logo vi que não dava e adotei uma meta mais realista: ganhar o Campeonato Mundial de Damas dos humanos. Nós conseguimos, em 1994, e desde então o horizonte da pesquisa com o jogo passou a ser achar sua solução. Agora, em 2007, nós conseguimos.

FOLHA - O sr. joga bem damas?

SCHAEFFER - Não. Eu adoro jogar xadrez, e sou bastante bom, mas em se tratando de damas, não. Posso dizer que joguei muitos jogos na minha vida, mas ninguém me consideraria um jogador forte. Se você entrar no nosso site, você pode jogar contra o Chinook, o programa que ganhou o campeonato mundial. Eu, mesmo ajustando o programa no nível para iniciantes, nunca consegui vencê-lo. Empatei alguns jogos, mas nunca ganhei. E essa é uma pendência na minha vida: vencer o programa no nível para novatos. Ainda vou conseguir.

FOLHA - Qual o avanço da versão atual do programa em relação à que bateu os campeões em 1994?

SCHAEFFER - Em 1994 o programa já era bom o suficiente para vencer qualquer humano, mas não era perfeito. Ele poderia cometer erros e chegar a perder alguns jogos. Uma das razões pelas quais ele era imperfeito é que ele era baseado em conhecimento humano _que é bom mas não é perfeito. O que eu fiz para solucionar o jogo de damas foi abrir mão de qualquer tipo de conhecimento que fosse imperfeito. O único conhecimento prévio que o computador usa, na verdade, são as regras do jogo. E só. Baseados nisso conseguimos determinar que as damas são um jogo de empate. Usando informação perfeita, sem erro, significa que esse programa jamais perderá um jogo. Contra um campeão humano, que comete erros, o programa pode até mesmo ganhar. O Chinook, que venceu os melhores jogadores do mundo em 1994, era muito forte e provavelmente ninguém no mundo poderia vencê-lo, mas ele não era imbatível.

FOLHA - Como o sr. fez para provar que o programa é imbatível?

SCHAEFFER - O ponto mais importante é que o computador trata a posição de uma peça do tabuleiro como sendo uma entre quatro valores. Ou ela é uma vitória comprovada [leva o jogador a ganhar se nenhum erro for cometido], ou uma derrota comprovada, ou um empate comprovado ou o valor é desconhecido. Uma posição continua sendo desconhecida até provarmos qual é seu valor. A maneira com que a lógica funciona é que você comprova verificando se ela contem o valor de alguma das posições-mãe que a precederam. Depois continua propagando a informação retroativamente até chegar ao início do jogo. A posição inicial _nós comprovamos_ é uma posição de empate.

FOLHA - Por que a solução demorou tanto para ser obtida?

SCHAEFFER - Quando eu comecei os trabalhos em 1989, eu era ingênuo, achava que as damas eram solucionáveis na época, mas logo ficou claro que o problema era muito maior. Basta olhar para o número de posições possíveis em damas, que é 5 x 10 na potência 20 [o algarismo cinco seguido de vinte zeros, ou 500 bilhões de bilhões]. É enorme. Eu não tinha a menor chance de conseguir algo com poder computacional que eu tinha em 1989.

O que eu comecei a desenvolver então foi um algoritmo que me permitiria ter a resposta para solucionar o jogo de damas com muito menos trabalho do que eu teria analisando cada uma das posições possíveis. Mas só de alguns anos para cá é que eu tive acesso a computadores suficientes e os coloquei para rodar. Aí eu me vi com chance de solucionar o jogo. Em 2001 eu percebi que era algo certo, que eu iria conseguir logo, e finalmente consegui, em 2007. Mas foi uma longa espera.

FOLHA - Existia algum grupo concorrente, ou o sr. estava sozinho nessa tentativa?

SCHAEFFER - Não. Não houve uma corrida. Ninguém era louco o suficiente. Bastava olhar para o tamanho do problema. Ele era mais de 1 milhão de vezes maior do que qualquer outro problema solucionado de maneira ótima até então.

Em ciência, você vê com freqüência as pessoas fazendo melhorias incrementais, como solucionar um problema 10% maior, ou com o dobro do tamanho. Mas eu decidi _de maneira estúpida ou ingênua_ atacar um problema que era um milhão de vezes maior.

Se eu tivesse sido mais prático eu teria escolhido um problema menor _como uma pessoa sã e racional. Mas eu me decidi pelas damas, e não havia mais ninguém, porque era mesmo algo grande demais.

FOLHA - O sr. tem idéia de quanto poder computacional teve de usar?

SCHAEFFER - Não sei dizer. Analisamos mais ou menos 10 na potência 14 posições possíveis, mas realmente não sei quantas operações computacionais fizemos por posição. Obviamente foram muitas, mas é impossível para mim chutar. Eu precisaria de um tempo para estimar um número razoavelmente realista para isso. Não é fácil.

Escrito por Rodolfo Lucena às 07h04

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Entrevista - Jonathan Schaeffer, conclusão

Sem mercado

FOLHA - É possível criar uma versão comercial do jogo imbatível?

SCHAEFFER - Nós colocamos tudo na web. Decidimos não comercializar isso. Pessoalmente, não acho que haja mercado, e não vou ficar rico com isso. Sou um pesquisador. Não quero ter de criar uma interface bonitinha para o programa, escrever um manual e criar as opções que um usuário gostaria. O site já está funcionando e está até lotado, porque permitimos apenas 24 pessoas por vez jogarem contra o programa. É grátis. Qualquer um pode entrar e jogar.

FOLHA - Você pretende continuar trabalhando no problema para chegar ao que os matemáticos chamam de uma "solução forte", mapeando cada uma das posições do jogo?

SCHAEFFER - Não, por uma boa razão. Pondo em perspectiva, vemos que as damas possuem 5 x 10 na potência 20 posições. Muitas pessoas têm computadores com discos rígidos de 100 gigabytes [10 na potência 11 bytes]. Se você tiver uma máquina "hiper-super" você deve ter um disco de 1 terabyte [10 na potência 12]. Se você for a um dos 50 supercomputadores mais poderosos do mundo, você encontrará um disco de 1 petabyte [10 na potência 15]. Um disco rígido desses custa cerca de US$ 1 milhão. As damas têm 10 na potência 20 posições. Para poder gravar a solução forte do problema eu precisaria de 500 mil petabytes _o que custaria US$ 500 bilhões hoje. Acho que não é muito factível. Se eu processasse a solução, eu simplesmente não teria onde salvá-la.

FOLHA - As damas são também um problema matemático da classe chamada de "np-completo". Quem descobrir um algoritmo bom para resolvê-las pode ganhar um dos prêmios de US$ 1 milhão do Instituto Clay. O seu trabalho pode ajudar numa solução desse tipo?

SCHAEFFER - Não. E há um porém com o fato de as damas serem "np-completas": nós solucionamos as damas para um tabuleiro de oito casas por oito. O problema "np-completo" é aquele que demanda uma solução mais abrangente, para um tabuleiro de "n" casas por "n". Solucionar apenas o tabuleiro fixo de oito por oito não adianta, infelizmente.

O que nossa solução para as damas faz de importante é ampliar a fronteira dos problemas abordáveis. Uma das coisas que espero que aconteçam é que as pessoas percebam que um número como 10 na potência 20, mesmo sendo astronomicamente grande, é algo concebível para solucionar. Nós o fizemos, e esperamos que outras pessoas tentem atacar problemas tão ambiciosos quanto este.

FOLHA - Muitas pessoas acham o jogo-da-velha sem graça porque ele é um jogo de empate, e quase sempre ninguém sai vencedor mesmo. Agora você provou que as damas são um jogo de empate. Isso não tira um pouco da graça?

SCHAEFFER - Comparar o jogo-da-velha com damas pode ser correto, em parte, porque ambos são jogos de empate. Mas o jogo-da-velha tem apenas 760 posições possíveis. Não é o mesmo que 5 bilhões de bilhões. Não dá para comparar nesse sentido.

E nossa solução não vai mudar nada para os jogadores de damas. As pessoas jogam damas porque amam jogar. O jogo tem uma beleza artística com as combinações que ele cria no tabuleiro e tem aspectos sociais, como o espírito de competição.

Eu mesmo sou um jogador de xadrez competitivo e sei que há milhares, talvez centenas de milhares, de pessoas no mundo que são melhores enxadristas que eu. Se alguém vier me contar que há um programa de computador que atingiu a perfeição no xadrez, em vez de eu ser algo como o 100.000º do ranking eu serei o 100.001º. Isso não muda nada para mim ou para o enxadrista médio porque a razão pela qual jogamos xadrez é a diversão do jogo.

FOLHA - Você acha possível que alguém encontre uma solução para xadrez como a que o sr. tem para damas? Quando isso vai ocorrer?

SCHAEFFER - Não consigo conceber alguém conseguindo isso por um longo tempo, a não ser que haja avanços fundamentais de grande impacto. O número de posições do xadrez é da ordem de 10 na potência 45. É até difícil de imaginar quão grande isso é. Não acho que isso possa ser feito com os computadores que temos hoje ou com os que teremos nas próximas décadas.

Há uma tecnologia experimental despontando, chamada computação quântica, que pode um dia vir a se tornar realidade. Talvez a computação quântica possa dar conta desse processamento, mas ainda há muito futuro até lá. Eu gostaria de viver tempo o suficiente para ver isso, mas não acho que vai ser possível.

FOLHA - Se fosse apostar, o sr. diria que o xadrez é um jogo de empate?

SCHAEFFER - Acho que a maioria das evidências hoje apontam na direção do empate. Ficaria surpreso se o contrário fosse provado.

Escrito por Rodolfo Lucena às 06h59

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Compare a complexidade de alguns jogos conhecidos

Homens x Máquinas

Jogo-da-velha - 7 x 10 elevado ao quadrado

765 posições possíveis

Qualquer computador arranca um empate (ou ganha) de um humano. O jogo está solucionado desde o início da era da computação

Damas - 5 x 10 na potência 20

Cerca de 500.000.000.000.000.000.000 posições possíveis

Só em 1994 um programa foi capaz de vencer um campeão mundial. em 2007 o jogo foi "solucionado" a ponto de ser possível um programa imbatível

Poker americano (Texas hold’em) - 10 na potência 18

Cerca de 1.000.000.000.000.000.000 posições possíveis

O campeonato mundial de humanos contra máquinas começou nesta semana, com favoritismo para os humanos. Um programa imbatível pode surgir nos próximos anos

Xadrez - 1 x 10 na potência 45

Cerca de 1.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000 posições possíveis

Em 1997, um supercomputador venceu um campeão mundial depois de penar muito. Para criar um programa imbatível, porém, seria preciso de um computador quântico, uma máquina que por enquanto só existe na cabeça dos cientistas.

Escrito por Rodolfo Lucena às 06h57

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Falha no iPhone

OOooops

A recém-descoberta falha no navegador Safari, que permite a invasão do celular da Apple, já virou manchete em todos os sites de notícias. O CNet foi um pouco além: mostra vídeo demonstrando o telefone sendo 'comprometido' por meio da brecha. Veja.

Escrito por Juliano Barreto às 16h12

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Microsoft confirma novo Zune

Agora vai?

Um representante da Microsoft disse que antes do Natal lançará uma nova versão no Zune, seu tocador de MP3. A informação é do blog Whizbyte.

Os consumidores podem esperar novos tamanhos e estilos de Zune, vídeo e podcasts no tocador e lançamento do aparelhinho em mais mercados (quem sabe chega no Brasil?).

Quem sabe a Microsoft decide também permitir que o Wi-Fi do tocador seja mais útil (atualmente, a conectividade sem fio só serve para enviar músicas a Zunes próximos, faixas essas que desaparecem depois de no máximo três dias).

A Microsoft vendeu 1,2 milhões de Zunes até o momento, contra mais de 100 milhões de iPods vendidos.

Foto: Divulgação

Escrito por Paula Leite às 14h54

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O dia em que fizemos contato

iPhone na mão 1

 

Quando lançam algum filme que envolve grandes expectativas, eu sempre prefiro esperar um pouco para assistir. Nunca fui em pré-estréia de nada, nem cheguei horas antes no cinema para garantir um lugar na fila. Só fiz isso por futebol, mas aí a história é diferente (é mais um problema de organização e recursos escassos).

 

Acredito que críticas positivas e negativas sempre influenciam o julgamento das pessoas. E que quanto maior é a expectativa, maior é a decepção. Foi com essa “política” que, sem querer querendo, acabei tendo meu primeiro contato com o iPhone. Não posso dizer que foi um teste, porque o aparelho estava amarrado no pedestal da Apple Store e fiquei menos quarenta minutos com ele nas mãos.

 

A loja da Apple, em um shopping à céu aberto em Palo Alto, na Califórnia, parecia a piscina de bolinhas de uma festa de aniversário infantil. Ao avistar a maçazinha na porta, todo mundo saia correndo para brincar com o celular apelidado de “Jesus Phone”.

Na bancada, uma dúzia de aparelhos acumulava a gordura dos dedos das centenas de visitantes. É verdade: a tela sensível a múltiplos toques fica nojenta. Isso acontecia com meu Palm velho de guerra, porque não aconteceria com o iPhone?

 

Simplesmente por que é esperado que tudo no aparelho seja perfeito. E não é bem assim. O aparelho custa muito caro, e por isso merece ser analisado com o rigor máximo. Nos posts abaixo, vou demorar algumas linhas para falar das opiniões pessoais que tive do iPhone. Mas, resumindo em poucas linhas: ele é genial, teve mais atenção do que merecia e eu não compraria um.

Escrito por Juliano Barreto às 17h02

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O dia em que fizemos contato

iPhone na mão 2

 

 

Tanto faz falar da versão de 4 Gbytes, que custa US$ 499, ou da versão de 8 Gbytes, de US$ 599. As duas são extremamente caras, principalmente se você pensar no preço dos eletrônicos nos EUA. Um cartão de memória MicroSD com 2 Gbytes custa menos de US$ 50. Um headset Bluetooth todo modernoso (coisa que o iPhone não tem), custa uns US$ 130. E um monte de modelos legais de telefones custa menos de US$ 250.

 

O iPhone custa mais do que um PlayStation 3! E o videogame da Sony, que até toca Blu-ray, é considerado caro por unanimidade. Além dos US$ 499 do iPhone básico, é preciso pagar a taxa da operadora que vai de US$ 59,99 a US$ 99,99. Por essas e outras, ele não pode ser considerado uma boa compra. É como aquelas calças jeans de marca. Custam muito mais por causa de uma etiquetinha, mas ainda são apenas pano costurado.

 

Se um smartphone exatamente igual ao iPhone fosse lançado pela Nokia, pela Motorola ou pela Samsung, ele não seria tratado como luxo para poucos (como o LG Prada) e não teria tanto oba-oba. Ocorre que as três maiores fabricantes de celular do mundo não tiveram o insight certo na hora certa, como a Apple teve. Na questão de preço vale o famoso “ao vencedor às batatas”.

O iPhone é caro porque é bom. Só que ele é tão bom assim?

 

Digitar um endereço no navegador ou mandar e-mails são tarefas para os bravos. Lembrei daquela história de que durante períodos de guerra, as fábricas usavam crianças para fabricar balas por causa das suas delicadas mãozinhas. O teclado virtual é pequeno, mesmo depois de treino. Perde feio se comparado com as teclas Qwerty de plástico e tinta de qualquer smartphone.

Escrito por Juliano Barreto às 17h01

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O dia em que fizemos contato

iPhone na mão 3

 

Depois de lutar e vencer o teclado, a navegação é excepcional. Dar zoom nas páginas com um gesto dos dedos é, além de legal, muito útil. Nesse ponto a Apple fez um golaço. É claro que mais e mais páginas lançarão versões em miniatura para aparecer bem nas telinhas de celular. Mas, enquanto isso não acontece, é muito bom ter um celular que mostra sites com perfeição.

 

O festejado menu inicial do iPhone realmente é um primor de usabilidade. Qualquer não-geek pode operar as opções do telefone tranquilamente. Mas essa simplicidade às vezes incomoda. Indo em frente, você avança entre menus, programas e itens. Na hora de voltar, a opção é retornar para a primeira tela do sistema. Algo bem chato quando se está tentando ajustar algum detalhe de configuração.

 

No geral, tanta simplicidade faz parecer que o smartphone da Apple é limitado, engessado naquelas opções elementares: foto, ligação, e-mail, etc... Não é bem assim, o aparelho tem potencial para ser um dos melhores PDAs de todos os tempos. Vai depender da Apple liberar as entranhas do bichinho para serem melhoradas. Versões hackeadas e tweakadas sempre vão existir, mas soft feito com a benção da fabricante sempre fica com uma cara oficial e mais estável.

 

O iPhone vai precisar do reforço de programas feitos por terceiros. É inadmissível que um celular tão caro tenha uma câmera fraquinha e não envie as imagens por SMS. Ter 2 Mpixels já é superar a maioria dos celulares convencionais. Só que aparelhos da Nokia e da Sony Ericsson tem modelos com 5 Mpixels com um formato muito melhor para tirar fotos. Mais um tapa nas faces do Jesus Phone.

 

Outro detalhe absurdo do telefone da Apple é a bateria encalacrada no corpo do dispositivo. Ela tem a duração legal e dura tanto quanto as outras baterias de eletrônicos. As cerca de 400 recargas com garantia de 100% de eficiência estão na média. O problema é não poder ter uma bateria sobressalente ou ter que mandar o telefone para as assistências técnicas da Apple para corrigir qualquer problema simples na bateria. Isso passaria batido em um celular barato, mas esse não é o caso.

Escrito por Juliano Barreto às 16h59

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Prepare-se para o 7º Harry Potter

Contagem regressiva

Quem está aguardando ansiosamente a meia-noite, horário em que será possível comprar o sétimo e último livro da série Harry Potter ("Harry Potter e as Relíquias da Morte"), pode se distrair visitando sites dedicados ao mago.

O MuggleNet tem informações, notícias e fóruns sobre o mundo de Harry Potter. O site foi fundado há oito anos por Emerson Spartz, que na época tinha 12 anos.

O Harry Potter Lexicon é uma enciclopédia de todos os lugares, poções e personagens inventados pela autora J.K. Rowling.

Por falar em Rowling, o site oficial dela é mais bonitinho do que útil, mas tem notícias sobre eventos com a autora e uma seção em que ela comenta os boatos sobre seus livros.

Também vale lembrar que o "New York Times" já fez resenha do livro (eles dizem tê-lo conseguido em uma livraria de Nova York). O UOL tem o texto traduzido.

Eu li a resenha e ela não tem nenhum "spoiler", mas se você quiser ser totalmente surpreendido, guarde-a e leia depois de terminar o livro.

Foto: Capa do livro. Crédito: Reprodução

Escrito por Paula Leite às 15h35

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Onda verde ameaçada

Verdades inconvenientes

Apesar da vontade da indústria de tecnologia em ajudar a Mãe Natureza (e faturar alto com isso), existem problemas culturais e estruturais que podem esvaziar a chamada 'onda verde'. Em um texto especial para o portal CNet, o investidor Kirk Washington enumera as cinco maiores dificuldades que as companhias deverão enfrentar. Abaixo um resumo dos pontos tratados por Washington:

  1. A maneira de produzir aparelhos politicamente corretos ainda não está clara. É preciso resolver a equação que envolve custo, eficiência, emissão de gases e a sustentabilidade desse negócio como um todo.
  2. As fontes de energia limpa ainda não contam com padrões claros, o que pode dificultar a sua distribuição.
  3. A 'revolução verde' não será resolvida por um punhado de inventores geniais. Grandes empresas multinacionais (e os seus interesses) disputarão uma luta acirrada para garantir seus espaços no novo cenário.
  4. Todos os envolvidos na criação de novas formas de energia limpa precisarão colaborar, e não competir. O que, convenhamos, é bem difícil no mundo capitalista e selvagem de hoje.
  5. Investir em negócios ecológicos pode representar grandes riscos. Enquanto não houver um padrão definido (e lucrativo), provavelmente os investidores passarão por fases exageradas de recato e de euforia.

Escrito por Juliano Barreto às 18h29

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Golpe já explora acidente de avião da TAM

Cuidado

Já circula na internet um e-mail falso sobre o acidente do vôo 3045 da TAM. A mensagem vem com o título "Informativo TAM - 21h (17/07/2007)" e é enviada com remetente que parece ser "ouvidoria@tam.com.br", informa o "IDG Now". No corpo do e-mail, informações antigas e já divulgadas na imprensa sobre o acidente e um telefone falso da assessoria de imprensa da TAM.

O perigo está no link que promete o vídeo do circuito interno da Infraero. Se clicado, ele instala um programa que rouba senhas do computador do usuário. Portanto, se você receber esse e-mail ou outro similar (haverá mais, acredite), não clique, não abra anexos e não reencaminhe.

Vale lembrar que e-mails sobre acontecimentos recentes, vindos de pessoas que você não conhece ou que parecem vir das empresas envolvidas costumam ser falsos. Links e arquivos que prometem ser vídeos ou fotos que todo mundo quer ver (do novo ensaio da Playboy, do Big Brother, de acidentes) também são quase sempre armadilhas para instalar vírus e cavalos-de-tróia no seu computador.

Escrito por Paula Leite às 17h47

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Google avança na mídia tradicional

'Ads by Google' no jornal

O projeto-piloto do Google de vender, pela internet, anúncios em jornais deu certo e está sendo expandido. A idéia do Google é usar o mesmo sistema deles de venda de links patrocinados e outros anúncios para vender propaganda em jornais.

O programa já tem 225 jornais dos EUA participando e centenas de milhares de anunciantes cadastrados. Os veículos, combinados, têm 30 milhões de leitores.

Entre os problemas que o Google enfrenta no projeto, segundo a empresa, está o fato de os anunciantes muitas vezes oferecerem preços baixos demais pelos anúncios nos jornais, pois estão acostumados com os preços de propaganda na internet, bem mais baixos.

Um ponto positivo é que, como o sistema do Google é bem ágil, muitas vezes os jornais conseguem preencher pequenos espaços que sobram nas páginas com anúncios pagos. Nesses espaços os jornais costumam colocar anúncios dele mesmo, ou "calhaus".

Escrito por Paula Leite às 14h47

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Caixinha de surpresas 1

Babá das novidades

A diretora do HP Labs, Susie Wee, sempre termina as suas frases com um sorriso. Também pudera, ela tem o trabalho dos sonhos de todo geek: inventar novidades tecnológicas, com um orçamento generoso e prazos bastante folgados. Para completar, Wee ‘bate cartão’ em Palo Alto, cidade bucólica considerada o berço do Vale do Silício e parque de diversão das mentes mais brilhantes do mundo. Nos arredores da cidadezinha, você pode ver os prédios do Yahoo!, do Google, da Apple...

 

Mesmo assim, Wee tem lá os seus problemas. E trabalha bastante para resolvê-los.

Para ela, os celulares já estão espalhados por todo o mundo, mas ainda não aproveitam plenamente as suas capacidades. “Atualmente o vídeo no celular não tem um padrão único e isso atrapalha a experiência das pessoas”, explica a Ph.D em engenharia elétrica para começar a falar do seu projeto para criar um formato adaptável de vídeo por streamming. Falando assim, parece que é complicado, mas a idéia por trás dessa tecnologia é facilitar ao extremo a vida dos usuários.“Queremos que a pessoa assista ao mesmo vídeo em vários dispositivos, sem ter que se preocupar com conversão de formatos e outros detalhes técnicos”, explicou.

 

Wee quer que uma mesma fonte transmita o conteúdo, que se adaptaria de acordo com o seu destino. Um filme que será baixado no celular, por exemplo, não precisa ter a mesma resolução de um vídeo que será exibido em uma televisão de várias polegadas. Por isso, um mecanismo inteligente vai decidir qual é a qualidade de imagem necessária, codificar o arquivo e enviá-lo para o dispositivo.

 

No meio dessa mágica, Wee quer incluir processos para garantir a segurança e a privacidade dos usuários. O segredo é uma versão turbinada de um famoso padrão de imagens digitais, o JPEG-2000 Security (JPSEC) –que foi desenvolvido e patenteado pela própria engenheira. Com o padrão, cada arquivo baixado terá uma espécie de assinatura, que protege o conteúdo de olhares curiosos e barra cópias indesejadas.

 

O jornalista JULIANO BARRETO viajou à Palo Alto à convite da HP

Escrito por Juliano Barreto às 13h41

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Caixinha de surpresas 2

Celular, game, blush

Baixar vídeos personalizados e personalizáveis não é a única missão de Susie Wee no HP Labs. Vários projetos inovadores e curiosos são desenvolvidos ao mesmo tempo nas dependências da empresa em Palo Alto. Além de experiências envolvendo a nanotecnologia, o uso inteligente dos telefones celular para games e para tarefas do cotidiado, como escolher a melhor maquiagem.

 

Espécie de videogame ultramoderno, o projeto mscape junta smartphones, câmeras digitais, streaming de vídeos e sistema de posicionamento global (GPS). “A pessoa poderá fotografar uma paisagem e obter automaticamente um vídeo informativo ou histórico sobre o local”, explica Wee. Em um vídeo comercial que serve como demonstração das possibilidades do mscape, um grupo de adolescentes brinca de caça ao tesouro com seus telefones celulares. Cada dica de caminho está escondida em uma parte da cidade. Eles fotografam fachadas e objetos, que são reconhecidos pelo sistema do celular e, em caso de acerto, dão novas coordenadas para serem seguidas via GPS.

 

Outra futurice que está nos fornos do HP Labs é um engenhoso sistema para reconhecimento de cores, que ajudará mulheres a escolherem os melhores tons de maquiagens. “A pessoa vai tirar uma foto de si mesma ao lado de uma paleta de cores com a câmera do celular. O sistema do aparelho vai compensar automaticamente as variações de iluminação, e depois vai ver qual tonalidade de batom ou pó vai combinar melhor com a pele do usuário”, diz Wee. Tanto o mscape quanto o sistema das maquiagens são apenas protótipos, sem uma data definida para o lançamento.

 

O jornalista JULIANO BARRETO viajou à Palo Alto à convite da HP

 

Escrito por Juliano Barreto às 13h35

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Aprenda a usar recursos do Flock

Rapidinho

O Flock é um browser muito legal que se integra a vários sites como Flickr e Blogger; assim, você faz postagens ou uploads rapidamente, sem ter que ir ao site e se logar cada vez.

Queria mostrar alguns recursos interessantes do Flock. Primeiro, vamos ver como usar o Web clipboard do programa, que é um local para o qual você pode arrastar conteúdo para depois usar em outro local.

Pra isso tudo funcionar, primeiro você deve permitir que o Flock acesse suas contas nos sites mencionados; isso pode ser feito clicando em Display accounts and services (botão com uma chavinha) e seguindo as instruções.

Eu usei uma foto minha do Flickr e um link do post de sexta-feira 13 neste blog.

Primeiro, arrastei a foto da página do Flickr para o clipboard.

Depois, arrastei o link do post de sexta-feira 13 para o clipboard.

Cliquei em Create a blog post (botão de peninha). Escrevi um título, um textinho e simplesmente arrastei a imagem e o link do clipboard para o post.

Voilà!

Outro recurso legal é o de fazer upload de fotos e vídeos de dentro do Flock para sites como Flickr e YouTube.

Primeiro, eu cliquei em File e em Open file.

Escolhi a foto que queria postar e escolhi nome, legenda e tags (etiquetas).

Cliquei em Upload e pronto!

Escrito por Paula Leite às 22h58

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Casal nos EUA supostamente negligencia filhos para jogar

A culpa é dos games?

A Wired, em versões impressa e eletrônica, costuma ser uma revista simpática às novas tecnologias e em especial à internet e aos games. Mas ela publicou recentemente em seu site uma reportagem da AP sobre um casal dos Estados Unidos que negligenciou seus dois filhos, de 11 e 22 meses, supostamente porque estavam muito ocupados (talvez viciados) com o jogo "Dungeons & Dragons".

A história também está em português na Folha Online.

Segundo a polícia, as crianças estavam desnutridas e doentes apesar de haver comida na casa e de os pais estarem lá. Os pais confessaram ter negligenciado as crianças.

O problema é que a única fonte para a "teoria do videogame" na história é a promotora responsável pelo caso. Pergunto: como ela chegou a essa conclusão? Assistentes sociais foram à casa e viram as crianças doentes e constataram que os pais jogavam videogames. Por que uma coisa tem necessariamente a ver com a outra? Vejam, não estou dizendo que a versão da promotora está errada, só que a reportagem não a sustenta.

E você, leitor? Acha que o problema são os games? Ou o problema são as pessoas?

Escrito por Paula Leite às 15h42

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Novo Harry Potter no BitTorrent

Varinha mágica pirata

O blog TechCrunch informa: o novo livro do bruxo adolescente já está sendo amplamente pirateado por meio da rede de trocas Bit Torrent

Escrito por Juliano Barreto às 13h37

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Biblioteca universal (e grátis!)

Saber para todos

O portal Internet Archive, que já reúne uma expressiva coleção de arquivos de áudio e de vídeo e mantém a fantástica WayBack Machine (que guarda versões antigas de todos os sites da internet), acaba de lançar a versão de testes do projeto The Open Library.

Como o nome sugere, a biblioteca aberta tem conteúdo livre para ser visto, reproduzido e editado. Tudo no estilo consagrado pela Wikipédia. Apesar de ainda estar em versão fetal, o site já apresenta uma boa coleção de livros. Em uma pesquisa pelo termo "Karl Marx", mais de 900 resultados foram exibidos. Uma busca por "Machado de Assis" retornou 143 links.

Escrito por Juliano Barreto às 13h17

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Londres tem Wi-Fi grátis

Internet com intervalo

Londres ganhou Wi-Fi grátis em um trecho de 22 km ao longo do rio Tâmisa, mas com um porém: o usuário tem que assistir a um comercial de 30 segundos a cada 15 minutos on-line. Se não quiser ser interrompido, pode pagar 2,95 libras por hora. O serviço é do site Free Hotspot.

E você, leitor? Usaria uma rede de internet com intervalo comercial?

Escrito por Paula Leite às 16h50

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Esconderijo seguro

Anti-furto

Quer proteger seu iPod de furtos? Disfarce ele como um Zune, o impopular tocador da Microsoft. A (genial) idéia parece não passar de uma brincadeira, mas mesmo assim mostra a quantas anda o prestígio da empresa de Bill Gates no ramo da música digital. As capas sempre vêm no modelo Zune marrom, para garantir o "máximo de segurança anti-furto".

No site, também seria vendida uma capinha para esconder o iPhone na carapaça de Zune. Os criadores do 'dispositivo de segurança' dizem que 'o Zune é tão enorme, que sua capa pode abrigar um iPod, um saco de lanches e até um pequeno gato.

Escrito por Juliano Barreto às 16h03

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Sexta-feira 13

Superstição

Nesse dia agourento, não custa lembrar: pesquisa publicada no "British Medical Journal" mostrou que o risco de se envolver em um acidente de trânsito pode aumentar 52% em uma sexta-feira 13, comparado ao risco em uma sexta-feira 6.

Enquanto isso, a Wikipédia nos lembra que pessoas simpáticas como Margaret Thatcher e Fidel Castro nasceram em sextas-feiras 13.

Foto: octoberdog

Escrito por Paula Leite às 15h37

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Transformers 2.0

Prime time

O líder Optimus voltou com força total: novo visual, sucesso de bilheteria e um caminhão de especulações em torno de "Transformers, o filme".
A carreta que se transforma em robô (e vice-versa) é peça central do filme que estreou na temporada de verão dos EUA com a maior bilheteria até agora. Nesta semana, estréia o novo "Harry Potter", que deve virar o número um em arrecadação e público. Mas, mesmo assim, o estrago feito pelo robozão e seus seguidores já foi feito.

Capa da badalada revista "Wired", Optimus Prime ressurgiu em uma repaginada versão que pouco lembra o desenho animado dos anos 80. O novo visual agradou. As cenas de perseguição e de luta entre os Transformers (veja aqui) são impressionantes -apesar de serem divididas na trama com um insosso casal de personagens humanos. As toneladas de aço virtual brigando na telona renderá até uma continuação.

De acordo com reportagem do jornal "USA Today", uma continuação do filme está praticamente acertada. A mesma equipe de produção, que conta com o crivo de ninguém menos que Steven Spielberg, terá mais dinheiro para torrar. Isso quer dizer mais cenas com os robôs e menos enrolação com roteiros paralelos.

Enquanto isso, na terra de Pelé, as distribuidoras fizeram feio: atrasaram o lançamento de "Transformers" alegando que não havia salas suficientes para mostrar o longa. Explica-se: com a animação Ratatouille e "Harry Potter e a Ordem da Fênix", praticamente não sobra espaço para os robôs. Duvida? Veja a interminável lista de salas nas quais o bruxo adolescente mostrará sua nova história. 

Escrito por Juliano Barreto às 10h52

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Governador dos EUA desiste de e-mail

Off-line

Jon Corzine, governador do Estado de Nova Jersey (EUA), desistiu de usar e-mail. Mas ele não declarou falência de e-mail, como aqueles cidadãos que não dão mais conta do recado, apagam todas as mensagens e começam de novo; desistiu mesmo e não vai mais ter conta de correio eletrônico.

O problema dele foi que namorava com Carla Katz, presidente de um sindicato. O relacionamento terminou, mas eles trocavam e-mails. Inimigos políticos entraram com processo pedindo que os e-mails fossem tornados públicos, pois haveria um conflito de interesse; Corzine diz que as mensagens dizem respeito à vida privada dele.

De qualquer forma, para evitar problemas, ele decidiu que, daqui em diante, quem quiser falar com ele vai ter que fazê-lo pessoalmente. Leia mais sobre o caso aqui.

Escrito por Paula Leite às 16h15

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Mais um tira-teima

Vista vs. Ubuntu

O portal Information Week traz uma reportagem especial comparando Windows Vista e Ubuntu Linux. São oito páginas falando sobre cada detalhe dos dois sistemas. Se você está pensando em mudar de sistema, aposentando o cansado Windows XP, a matéria é obrigatória.

Escrito por Juliano Barreto às 13h40

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Pirataria no Canadá

Menos... menos...

O vídeo acima mostra uma perspectiva diferente sobre o cenário de pirataria on-line no Canadá. No filme, o professor Michael Geist mostra dados sobre o uso de redes de troca no país e forma uma teoria bastante crível: as gravadoras e estúdios dos EUA exageram nas contas para culpar a troca de arquivos ilegais por todos os seus males.

Escrito por Juliano Barreto às 12h45

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Xbox 360 também deve ficar mais barato

Na onda do PS3

Assim como a Sony, a Microsoft também está sentindo o peso do sucesso do Nintendo Wii, o console de US$ 250 que surpreendeu e continua vendendo bastante oito meses depois do lançamento.

Shane Kim, vice-presidente da Microsoft Game Studios, disse à agência Bloomberg que o preço do Xbox 360 precisa cair para que a plataforma atraia mais consumidores. Ele não disse, porém, quando a queda de preço aconteceria.

Os Xbox 360 custam de US$ 299 a US$ 479.

A fala do moço vem dias depois de a Sony anunciar que o PS3 vai ficar US$ 100 mais barato nos EUA a partir de amanhã.

Não custa lembrar que a Microsoft revelou, também dias atrás, que ia gastar US$ 1,15 bilhão para consertar falhas de hardware do Xbox 360.

Escrito por Paula Leite às 14h37

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Patch tradicional

Mais falhas no Windows

Quem usa Windows Vista, Windows XP, Windows 2000 e Windows Server 2003 deve baixar as atualizações de segurança lançadas ontem. De acordo com a Microsoft três, das seis correções, são consideradas críticas. O Excel é um dos programas que apresenta brechas para corrigir.

 

Escrito por Juliano Barreto às 10h23

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Novas câmeras têm "modo YouTube"

Vídeo fácil

Em mais uma prova de que o YouTube vai dominar o mundo, a Casio lançou nos EUA duas câmeras digitais Exilim, a S880 e a Z77, que capturam vídeo já no tipo de arquivo e formato ideal para jogar no site de vídeos.

As máquinas fotográficas vêm também com um software que, diz a Casio, facilita fazer o upload das suas obras-primas ao YouTube.

Não satisfeita, a Casio também fez uma parceria com o eBay e as duas câmeras têm também um modo especial para tirar fotos de produtos para colocar no site de leilões.

E não é só isso! A Z77 (US$ 230) vem em preto, cinza, azul-bebê e rosinha e a S880 (US$ 300) vem em preto e vermelho.

A S880:

E a Z77:

Fotos Divulgação

Escrito por Paula Leite às 14h27

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iPhone 2.0?

A nova jornada

Depois de meses de espera e especulações em torno do lançamento do iPhone, o celular da Apple foi lançado, com qualidades e defeitos como qualquer outro produto de topo de linha. Mesmo assim a empolgação dos fofoqueiros do mundo tecnológico promete não arrefecer: a notícia da semana é o iPhone 2.0.

O blog do portal News.com convocou até um consultor de mercado da JP Morgan para ajudar no chutômetro. Resultado do exercício de advinhação: o novo iPhone, que deve ser lançado no final deste ano, será parecido com o iPod nano. Será?

Escrito por Juliano Barreto às 22h18

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PS3 terá desconto

Pegadinha do Mallandro!

O presidente da Sony Ryoji Chubachi fez uma espécie de pegadinha com os fãs do PlayStation que esperavam uma queda no preço do console. Na semana passada, disse que o valor do PS3 não mudaria.

Hoje, a Sony anunciou a diminuição de 16% do preço do videogame, que virá com um disco rígido de 60 Gbytes. O anúncio foi feito na feira E3, maior evento do mundo dos jogos eletrônicos.

Escrito por Juliano Barreto às 22h13

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Quer pagar quanto?

PS3 continua caro

Contrariando especulações da imprensa internacional, o presidente da Sony Ryoji Chubachi disse que a empresa não planeja abaixar o preço do PlayStation 3. Circulavam boatos sobre uma substancial queda no valor do PS3, que anda perdendo nas vendas para o Wii e para o XBox 360.

"Se você ver como o PlayStation e o PlayStation 2 decolaram, este não é um começo diferente", filosofou Chubachi em entrevista à Reuters. Será mesmo que o PS3 terá um futuro brilhante pela frente, enquanto custa US$ 200 a mais que seus rivais?

Escrito por Juliano Barreto às 18h36

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Softs grátis de segurança que funcionam

Sem gastar nada

Todo mundo sabe que existem programas grátis que fazem de tudo, mas como escolher? Para ajudar, o Computerworld escolheu 15 softwares de segurança grátis que, segundo o site, funcionam mesmo. Alguns são conhecidos, como o firewall ZoneAlarm e o anti-vírus Avast, enquanto outros são novidade para mim, como o Trend Micro HijackThis.

E você, leitor, usa algum programa de segurança grátis? Funciona?

Escrito por Paula Leite às 18h31

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Apple dá novo laptop a cliente revoltado

Final feliz

Lembram do Michael, aquele maluco que esmagou seu MacBook com um martelo porque a Apple não queria consertá-lo, apesar de o aparelho estar na garantia? A história acabou bem: ontem, ele disse que a Apple o contatou e que ele poderia ir a uma loja pegar um MacBook novo, de graça.

No primeiro momento, a Apple disse que não iria consertar o aparelho porque havia sinais de dano causado por líquidos dentro do laptop. O Michael dizia que não tinha derrubado nada no aparelho.

A Apple também disse ao Michael que ele poderia ter simplesmente enviado uma carta, em vez de fazer um vídeo quebrando o laptop, e que isso teria o mesmo resultado. Mas vem cá, Apple: se era tão simples, então porque não consertaram logo quando ele pediu da primeira vez?

Está parecendo aquelas empresas brasileiras que, quando você liga com um problema, não querem te ajudar; depois que você faz um auê, vai no Procon, manda carta para o jornal e enviar reclamação para a rádio, elas resolvem seu problema e ainda se vangloriam do seu ótimo atendimento.

Leia mais sobre a história no blog Consumerist, aqui.

Escrito por Paula Leite às 16h25

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Querida, encolhi as crianças

Mundo pequeno

As gigantes da indústria da tecnologia disputam uma corrida sem fim em busca da miniaturização dos aparelhos. Em uma exposição reproduzida pelo blog Gizmodo a idéia foi justamente o contrário: redimensionar coisas pequenas em obras gigantes. Confira o resultado:


"minigame"


chaveiro USB

 

Escrito por Juliano Barreto às 14h13

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Miniaturas

Impressorinha

A Canon aprentou ao mundo a Selphy CP740, impressora portátil que recebe imagens direto de câmeras digitais ou de cartões de memória. Antes da impressão, as fotos são exibidas em uma tela de duas polegadas e podem ser retocadas para evitar o efeito olhos vermelhos. No exterior, conforme divulga o site Akihabara News, a jóia vai sair por US$ 99

Escrito por Juliano Barreto às 14h06

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Mais opções para crianças internautas

Mirim

O caderno Informática de hoje traz reportagem sobre sites para crianças e adolescentes. Mencionamos as páginas Club Penguin, Habbo Hotel, Stardoll e Cartoon Doll Emporium, entre outras.

Vale lembrar que marcas ligadas ao mundo infantil também costumam ter sites com jogos e informações apropriados para os pequenos. Os sites da Disney, do Cartoon Network, da Barbie e da Nickelodeon, por exemplo, tem bastante conteúdo interessante.

Se você tiver uma sugestão de site infantil de qualidade, deixe um comentário!

Também queria aproveitar para dizer que uma das especialistas que entrevistei para essa reportagem, a professora Luciana Gageiro, da UFRJ, está ajudando a organizar um curso sobre os jovens no mundo atual, que abordará, entre outras coisas, a relação dos adolescentes com a internet e com as novas tecnologias. O curso é no Rio. Quem se interessar encontra mais informações aqui.

Escrito por Paula Leite às 16h05

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Os 10 melhores games da história

Velhinho vencedor

Vindo do século passado, The Legend of Zelda: Ocarina of Time aparece no recém-lançado ranking da revista inglesa "Edge" como o melhor game de todos os tempos.

Na lista dos dez primeiros, somente um jogo original para PC consegue lugar: o show de tiros de Half Life 2. Enquanto títulos criados para Nintendo ocupam metade dos Top 10.

O que pode parecer surpreendente é que foram muitos poucos na lista total _apenas cinco entre cem_ os jogos criados para a nova geração de consoles, apesar de seu visual maravilhoso e claramente superior ao dos "velhinhos".

Segundo os editores da revista, que lançou ontem uma edição especial com o ranking completo, isso mostra que um bom design, um bom projeto conta mais que o visual incrementadérrimo.

Para meu gosto, dos Top 10, top mesmo é o Tetris. E você, o que me diz?

Antes, dê uma olhada no ranking:

1. Legend of Zelda: Ocarina

2. Resident Evil 4

3. Super Mario 64

4. Half Life 2

5. Super Mario World

6. Zelda: A Link to the Past

7. Halo: Combat Evolved

8. Final Fantasy XII

9. Tetris

10. Super Metroid

Escrito por Rodolfo Lucena às 14h54

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Entrevista - Asa Dotzler

O pregador da Mozilla

Em visita ao Brasil, o representante da Mozilla Foundation Asa Dotzler não se importou em falar sobre o Firefox durante horas seguidas, no Rio de Janeiro, em São Carlos e em São Paulo. O norte-americano faz parte de um time que está ganhando, e veio para a América Latina dizer isso para programadores e empresas.  "Os sites estão aumentando o seu poder de fogo para fazer com que os programas on-line sejam mais rápidos dos que os tradicionais. A web vai ganhar", diz Dotzler para explicar o quanto é importante ter um navegador rápido e seguro – perfil que, segundo ele, se aplica ao Firefox mais do que a qualquer outro browser atual. A seguir, confira os principais pontos da entrevista de Dotzler à Folha. Na conversar, ele fala sobre as novidades do Firefox 3, que chega ainda este ano, e sobre novos projetos.

Folha - Qual é a importância da Mozilla Foundation para um usuário comum da internet?

Asa Dotzler - Nós somos motivados a defender os usuários e a internet como um todo. Nossa preocupação é manter a rede como um recurso útil e compartilhado, como o ar e a água. Ela precisa ser livre e aberta à participação. Isso significa que indivíduos e empresas estejam aptos para colaborar. A internet foi construída sobre um conjunto de padrões públicos. Então qualquer pessoa ou empresa pode criar um site ou um navegador que compartilhe esses padrões. É como se todos usassem a mesma maneira de medir as coisas. Enquanto todos falam a mesma língua está tudo bem. É por isso que as páginas funcionam em diferentes computadores que usam diferentes sistemas operacionais e diferentes navegadores. Tudo por causa desses padrões livres. O problema é que a maioria das grandes empresas de hoje quer que os seus produtos sejam os novos padrões. Para nós, a pior coisa que pode acontecer para a internet é que só uma empresa domine a coisa toda. Que essa empresa obrigue as pessoas a usar seus programas para acessar e para criar sites. Isso acabaria com a liberdade de escolha e a inovação. E a missão do Firefox é motivar a liberdade escolha e a inovação.

 

Folha - Vocês já são uma ameaça para as grandes empresas?

Asa Dotzler - Uma das coisas que tornam a Mozilla Foundation especial é o fato de sermos uma instituição sem fins lucrativos, que pretende fazer o bem por caridade. Nós criamos produtos com o mais alto nível, e encorajamos as outras empresas a fazerem o mesmo.

Nada do que fazemos pode ser considerado como uma ameaça às grandes corporações, pois somos transparentes. É como um peixe no aquário. As pessoas podem ver o que fazemos o tempo todo. Se a comunidade de usuários não concordar com algo que estamos planejando, eles podem reclamar e nos desafiar a fazer algo melhor.

Somos defensores e apoiadores dos usuários de internet. Estamos aqui para isso.

Se eles reclamarem, vamos mudar o que for preciso.

Escrito por Juliano Barreto às 00h46

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Entrevista - Asa Dotzler

"Firefox e os celulares"

Folha - A disputa das empresas atrapalha o desenvolvimento da internet nos celulares?

Asa Dotzler - Todos os serviços móveis estão nas mãos das operadoras. Você precisa pagar pelos ringtones, que são oferecidos por apenas uma empresa. Você não tem escolha. É diferente da internet. Se você quer um webmail, existem dezenas de opções.

No celular, preciso pagar a mesma prestadora para ter SMS, mapas, ringtones ou qualquer outro tipo de serviço. Ela controla tudo e, por esse motivo, as coisas não melhoram. É um sistema muito fechado. Não há competição, e isso faz com que ela não precise aprimorar os seus serviços. Além de tudo, eles fazem o consumidor assinar contratos de longa duração, o que trava tudo. Os telefones precisam mover-se na mesma direção que a internet. Oferecer maior variedade de opções, de conexões.

 

Folha - Quais os projetos da Mozilla nessa área?

Asa Dotzler - A Mozilla Foundation encara o desenvolvimento para celulares de duas formas. Uma é com o navegador Minimo, que é uma versão encolhida do Firefox. Essa ainda não é a melhor experiência, pois a internet não funciona corretamente em aparelhos pequenos. O outro projeto em que trabalhamos no Mozilla Labs é o Joey, é como o irmão caçula do Firefox. O nome foi inspirado nos filhotes de canguro, que ficam na bolsa da mãe.

Você usa o navegador normalmente no seu computador, com tela grande, teclado e tudo mais. Então, quanto você quer ver algo no celular, o Joey e o Firefox conversam, trocando dados. Se você quer ver um vídeo ou qualquer tipo de conteúdo no telefone, o navegador enviar os conteúdos para o Joey.

 

Folha - Como funciona essa conversa entre os programas?

Asa Dotzler - Ele não é um navegador completo. O Joey usa um componente de servidor que conecta o navegador do PC e um cliente instalado no celular. Os programas contam com um arquivo especial em XML que conta como o conteúdo deve ser formatado para ser transmitido. Esse arquivo é enviado para um servidor, que o Joey acessará para atualizar o conteúdo exibido. É como levar pedaços de seus dados para o telefone, não levar a internet inteira. O programa ainda está em fase de experimentação, se ele funcionar bem devemos transformá-lo em um produto. Pensamos que tanto o Joey quanto o Minimo são soluções experimentais, pois ninguém ainda sabe direito como fazer um navegador para aparelhos móveis. No mundo dos desktops você encontra qualidades e defeitos entre um programa e outro. Um é mais fácil de usar, o outro é mais seguro. Só que no mundo dos celulares ainda não existe um paradigma a ser seguido. Nós não conseguimos vislumbrar qual é a melhor maneira. Além disso, a coisa anda muito devagar, por causa do sistema fechado mantido pelas operadoras e fabricantes.

Escrito por Juliano Barreto às 00h42

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Entrevista - Asa Dotzler

"Questão de segurança"

 

Folha - Quais serão as novidades em relação à segurança do Firefox 3?

Asa Dotzler - Esse é o meu assunto preferido. A novidade no Firefox 3 será o mecanismo para a detecção de programas espiões (spyware). Enquanto estão atualizando seus índices de buscas, as grandes empresas da internet, como o Google e o Yahoo!, encontram trechos de códigos maliciosos nos sites. Com um pequeno aviso, os buscadores podem incluir informações que avisam quando uma página carrega vírus ou qualquer coisa como ‘arquivomaligno.exe’. O Firefox vai ler esse tipo de informação e alertar o usuário: ‘se você acessar esse link, poderá comprometer o seu computador, então caia fora ou tome muito cuidado com o conteúdo dessa página’.

As ferramentas de detecção usarão uma maneira simples e elegante de interação. Não usaremos jargões, como phishing, malware. Diremos que em linguagem acessível que o site é fraudulento e poderá tentar roubar informações pessoais do usuário. Será como ter o Asa ao seu lado dizendo: ‘irmãzinha não acesse esse site!’.

 

Folha - Mas, com o aumento da popularidade, descobriram falhas no Firefox.

Asa Dotzler - Todos os programas complexos têm falhas. Quem afirmar o contrário está mentindo. Por isso pensamos que a melhor maneira de contornar os bugs é cativar a comunidade de desenvolvedores, para que eles nos ajudem a detectar e corrigir os problemas da forma mais rápida possível. Os outros produtores de software fazem o inverso, colocando o marketing em primeiro lugar e negando que existam problemas.
Trabalhamos em conjunto com as empresas de segurança e pesquisadores, então consertamos os problemas rapidamente. Os outros fabricantes tentam esconder o problema, pagando para que as empresas não divulguem as descobertas. O usuário continua vulnerável, mas menos pessoas ficam sabendo das falhas.

Escrito por Juliano Barreto às 00h40

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Entrevista - Asa Dotzler

"Firefox off-line"

 

Folha - Qual é a relação entre os programas on-line e off-line?

Asa Dotzler - Eu uso internet desde a primeira metade dos anos 90, então posso dizer com certeza que a web vai ganhar. Os programas vão mudar para a internet, é um modelo mais esperto. Pense em distribuição e nas atualizações. Vemos muitas experimentações sendo feitas atualmente. Gosto das novidades que vejo no e-mail do Yahoo!, no Google Docs&Spreadsheets e no Zoho.com.

 

Folha - Mas a Mozilla Foundation também tem programas totalmente off-line, como o Thunderbird, o Sunbird.

Asa Dotzler - Todo o nosso foco está no Firefox. Para a Mozilla Foundation ele é a maior prioridade, pois o navegador é o portão de entrada para a internet. Vemos que muitas pessoas estão usando webmail, mas o Thunderbird pode representar uma boa experiência para várias pessoas que queiram sincronizar suas contas em um computador. De qualquer forma, praticamente toda a nossa equipe é dedicada ao Firefox. O Thunderbird, por exemplo, conta com apenas dois engenheiros contratados pela Mozilla. Todos os outros projetos, como o Sunbird e o Seamonkey, são desenvolvidos por comunidades de voluntários.

São pessoas que querem trabalhar com esses projetos. Do contrário, eles não têm interesse em outras coisas. São apaixonados. Ajudamos a eles com uma certa infra-estrutura, mas nosso maior foco realmente é a web.

A web é diferente da internet. Mensagens instantâneas, e-mails e telefonia VoIP são coisas da internet. Nos concentramos na web, é nessa área que está nosso “expertise”.

Brendan Eich, o cara que inventou o JavaScript, está na nossa equipe! Ele inventou a web dinâmica. Antes dele, as páginas só tinham imagens e texto.

Escrito por Juliano Barreto às 00h38

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iPhone no Brasil

Ligue para os tiras!

Já existe (pelo menos) um iPhone no Brasil. O dono do aparelho, que não quis se identificar, conversou com a reportagem da Folha e comprovou o que o Circuito Integrado havia postado dias atrás: sem a ativação da AT&T, o iPhone não serve para nada - é o peso de papel mais elegante do mundo.

A conversa com o dono do iPhone brasileiro, ao menos nos ensinou algo: apesar de não acessar nenhuma das suas impressionantes funções, o celular da Apple consegue ligar para números de emergência, como o famoso 911. Steve Jobs, "How cool is that?"

Escrito por Juliano Barreto às 16h41

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Google e Procuradoria fecham acordo

Orkut na mira

Depois de muita negociação, o Google e o Ministério Público Federal fecharam uma parceria para facilitar a relação entre os dois. O Ministério Público vinha tendo problemas em contatar o Google dos Estados Unidos para pedir que preservassem informações sobre usuários com comunidades ilegais no Orkut, por exemplo.

Agora, o MPF terá uma página no Orkut pela qual poderá pedir, 24 horas por dia, remoção de conteúdo ofensivo do Orkut e preservação de informações do serviço. O Google manterá uma equipe para responder aos pedidos do MPF em até um dia útil e fará campanhas contra a pornografia infantil e o preconceito.

É bom saber que as partes estão finalmente se acertando, já que é do interesse de todos que o Orkut fique sem conteúdo ofensivo e sem pornografia infantil e que os usuários que praticam ilegalidades sejam responsabilizados.

Escrito por Paula Leite às 15h26

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Vista espião

Alcagüete edition

De acordo com notícia do Softpedia, o Windows Vista possui 20 programas de monitoramento secreto do usuário que serviriam para recolher dados sobre o uso do sistema e enviar tudo para a Microsoft. O uso das ferramentas é legitimado pelo contrato de uso do Vista _aquele mesmo que todo mundo aperta 'Eu concordo' sem ler sequer uma linha. A Microsoft não nega a notícia, mas diz que as informações não identificam os usuários. Assustador?

Escrito por Juliano Barreto às 18h27

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iPhone já está à venda pela internet

Delivery

Quem ficou na fila por horas e horas para comprar um iPhone já pode se morder: o aparelho está à venda pela internet, no site da Apple:

Depois de receber a encomenda, o usuário escolhe o plano e ativa o celular em casa, pelo iTunes, se a AT&T colaborar. Sem chuva e sol na cabeça e sem muvuca, e apenas alguns dias depois do pessoal da fila.

Foto: Reprodução

Escrito por Paula Leite às 13h49

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Cada alô é um flash

Os celulares dos famosos

Em um momento de revista de fofocas, a "Forbes" publicou em seu site uma relação de celebridades e seus celulares. A lista inclui Maria Sharapova, Paris Hilton, Reese Witherspoon, Matt Dillon, Matthew Broderick e outros. A importância dessas informações para a humanidade?

Escrito por Juliano Barreto às 11h24

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Dicas de turismo para informatas e afins

Chips e dinossauros

Há turismo para loucos por esporte, pacotes especiais para gays e simpatizantes, dicas selecionadas para crianças e para a terceira idade. Por que não uma lista de destinos ou programas sob medida para informatas e demais loucos por assuntos científicos?

Um programão, por exemplo, é embarcar em um tour para escavar em busca de restos de dinossauros. O site Dino Russ’s Lair, especializado nos simpáticos animalões, tem AQUI uma lista de projetos de escavações que você pode escolher.

A dica é uma das sugestões do ranking das melhores férias para entusiastas por tecnologia elaborado pelo site InfoWorld.

Dos primeiros destinos citados (amanhã tem mais), eu só fui a um, mas não estava em férias: a sensacional feira Cebit, realizada anualmente em Hanover, na Alemanha.

Estranhei apenas que o bairro high-tech Akihabara, em Tóquio, não constasse dos top 5 (talvez entre na seqüência). E a rua Santa Ifigênia, em São Paulo, também foi esquecida.

Escrito por Rodolfo Lucena às 10h31

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Usuários do iPhone enfrentam problemas

Superfone, ativar (e nada...)

"Supergêmeos, ativar!", gritavam os heróis do antigo desenho animado para chamar seus poderes fantásticos. Os compradores do Iphone também precisam de ajuda para colocar em ação os recursos de seu supercelular. Só que ela está vindo muito devagar, reclamam os iphonistas.

Desde sexta-feira, quando o novo aparelho da Apple finalmente chegou às lojas, blogs e sites de notícias fervilham com comentários de usuários frustrados, irritados, furiosos.

Um sujeito citado pela AP disse que demorou quase dois dias para conseguir ativar sua conta na AT&T (obrigatória para que o iPhone funcione).

Sem a ativação, nem o alarme do aparelho funciona. Em compensação, como disseram alguns compradores frustrados, mas bem-humorados, o aparelho pode ser usado como um sofisticado peso de papel.

Por seu lado, a AT&T, telefônica que tem a exclusividade das linhas "iphônicas", disse que a situação não está tão ruim assim e que os problemas estão sendo analisados caso a caso. Segundo a empresa, "quase todos" os usuários levaram de cinco a oito minutos para conseguir ativar seus aparelhos.

Escrito por Rodolfo Lucena às 09h50

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Robôs disputam campeonato de futebol

Pernas de lata

Lance de partida disputada ontem pela Robo-One Special Cup, torneio de robôs bípedes controlados remotamente realizado em Tóquio (foto Reuters).

A julgar pela qualidade das partidas vistas na Copa América, é bem possível que os homens de lata tenham oferecido espetáculos mais emocionantes.

Escrito por Rodolfo Lucena às 09h32

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O Blog de Tec é uma extensão da cobertura sobre tecnologia da Folha. É produzido por Alexandre Orrico, Emerson Kimura e Rafael Capanema.

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