Se fontes fossem gente
Letras
O College Humor fez uma paródia engraçada com as fontes usadas no computador. A Bookman Oldstyle é um senhor barbudo. A Futura, uma mulher com pinta de heroína. A French Script, um francês meio amargo. A Comic Sans, um super-herói. E por aí vai.
O tocador abaixo só aparece se você estiver usando o Firefox. Caso use o Internet Explorer, clique aqui.
Via Tiago Dória
Escrito por Daniela Arrais às 18h20
Dá para esperar quanto do Android?
Sistema
O Android é o sistema de celular baseado no Linux que está sendo desenvolvido por um consórcio de empresas com o Google à frente.
E a empresa do buscador colocou US$ 10 milhõezinhos em dois desafios para desenvolvedores de aplicativos. A premiação é picadinha, óbvio.
Começa com US$ 25 mil para custear o desenvolvimento de 50 projetos que já passaram por triagem. Desses, 10 recebem US$ 100 mil; outros dez, US$ 275 mil.
Depois que o Android chegar ao mercado --a promessa é para este ano-- vem o segundo desafio.
Veja aqui explicações sobre 46 desses aplicativos --quatro desenvolvedores pediram para serem omitidos. Está em ordem alfabética, mas o que eu mais gostei foi mesmo o primeiro.
Vocês acham que o Android vai competir bem em um mercado que já tem o iPhone OS, o Symbian, que também vai ser aberto ao longo dos anos, o Windows Mobile e o BlackBerry OS, entre outros?
Isso para não falar no OpenMoko, também baseado em Linux, que acabou de chegar ao mercado --e que eu conheci a partir de uma dica de um leitor do blog.
Escrito por Gustavo Villas Boas às 17h09
Para reduzir spam, Twitter diminui seguidores
Antispam

Se você usa o Twitter, provavelmente notou uma queda drástica no seu número de seguidores. O que poderia ser encarado como uma falha foi uma tentativa da equipe do site de detectar usuários que fazem spam, segundo o Read Write Web.
Não é de hoje que o Twitter tem sido invadido por empresas e gente como nome esquisito, que, mesmo escrevendo em outra língua, resolve seguir você _talvez para encher sua página com links, talvez para vender a própria página como um produto relevante, tamanho o número de pessoas ligadas a ela.
A equipe do site de microblogging tem trabalhado bastante para remover spammers, como informa o Twitter Status. Biz Stone, um dos criadores da ferramenta, postou no blog do Twitter que diversas empresas têm usado o site para gerar tráfego para seus próprios sites e, para isso, vão criando mais de uma conta e postando milhares de links.
Stone ressalta que postar links é legal e incentivado no Twitter, mas que os spammers fazem isso agressivamente. "Spammers estão postando links em uma escala completamente diferente e estão fazendo o que nós chamamos de Agressive Following [algo como o ato de seguir de forma agressiva]", escreveu.
Para combater a prática, o Twitter impôs limites em relação ao número de seguidores. Os spammers que seguem gente demais têm sido contidos. E isso acabou gerando problemas para sites como o Pandora e a Comcast, que têm uma grande comunidade de seguidores.
Lucia Willow, da Pandora, relatou seu caso, ressaltando que tem bastante cuidado na hora de usar o Twitter, tentando seguir a proporção de um para um. Ou seja, ela tenta ter o mesmo número de seguidores quanto o de pessoas que a seguem.
Enquanto o Twitter não encontra a maneira ideal de lidar com spammers, você pode ver quantos seguidores perdeu por meio do TwitterCounter: http://twittercounter.com/
***
A baleia que ilustra o post aparece toda vez que o site sai do ar. O simpático desenho tem fã-clube para "celebrar nossa página de erro favorita", uma conta no próprio Twitter e até uma loja virtual em que são comercializados produtos como camisetas, bottons, canecas, bolsas, entre outros.


Escrito por Daniela Arrais às 17h02
Um dia sem internet em SP vira comédia de humor negro
SP desconectada
Com atraso, coloco aqui o link para o episódio "Over Logging", que mostra o terror em South Park quando as pessoas da cidade acordam e descobrem que estão sem internet.

http://www.southparkstudios.com/episodes/166179/
É para dizer que a vida imita a arte, ou não?
Escrito por Gustavo Villas Boas às 16h47
Google abre sua (quase) Wikipédia
Knol
Depois do período de testes, o Google abriu, finalmente, seu Knol. Pelo que eu vi, não é uma enciclopédia, mas uma reunião de artigos.
Diferentemente da enciclopédia que qualquer pessoa pode editar, o forte do Knol vai ser conteúdo feito por supostas autoridades no assunto, que terão um modo para certificar sua identidade, que aparecerão no artigo.
Quem tem uma conta Google pode sugerir alterações, mas elas, em geral, têm que passar pelo consentimento do autor.
E um acordo com a revista "The New Yorker" vai permitir que o autor do knol --o correspondente ao verbete-- possa inserir um cartum da publicação.
Eu não gostei da interface e o conteúdo ainda é muito pequeno. Mas abriu hoje ao grande público, e esse tipo de iniciativa demanda participação de milhares.
E aproveitem para dar uma passada no Wikia Search, o buscador aberto da Wikipédia. Ele já melhorou muito desde que foi lançado, mas não tem resultados tão bons quanto o Google.
Escrito por Gustavo Villas Boas às 18h13
Baixe livros em PDF
Estante

Se você gosta de ler livros pela internet, dê sempre uma passada pelo site da Editora do Bispo. Na seção downloads, há novos títulos, como "Ttsss... A Grande Arte da Pixação em São Paulo", organizado por Boleta, "José Simão no País da Piada Pronta" e "Mídia, Máfia e Rock'n'Roll", de Claudio Tognolli.
www.editoradobispo.com.br/site/download.php
Escrito por Daniela Arrais às 18h06
Rumor: MacBook com tela igual à do iPhone
Dizem por aí...
Que a Apple está preparando um MacBook Touch --com tela que aceita múltiplos toques, como o iPhone. Quem lançou o rumor é o MacDaily News, que diz que sua fonte é a mesma que falou sobre a iTune Store sem-fio, direto para o iPhone e iPod Touch, há um ano --e acertou.
O notebook com tela sensível teria um alto custo de produção, mas seria vendido com margem de lucro pequena, para reduzir os preços. Por outra, como se trata de um produto Apple, se ele for realmente lançado, vai custar caro, muito caro.
Escrito por Gustavo Villas Boas às 16h19
Veja mais fotos dos mísseis iranianos
Photowar
Há cerca de duas semanas, a Guarda Revolucionária do Irã divulgou, via agência de notícias, imagens de um teste de mísseis do país.
A imagem apareceu na primeira página de vários jornais (Folha, inclusive), mas logo descobriu-se que ela tinha passado por um photoshop básico. Acho que com essa ilustração do NYTimes, não há dúvidas, certo?

Pois os reis do photoshop trataram de repetir a proeza, em versões criativas da foto dos mísseis. Tem mais aqui.


Eu gosto dessa.
Escrito por Gustavo Villas Boas às 15h24
Descubra um segredo do Google que nunca deveria vir à tona
Ovo de páscoa
Easter Egg (ovo de páscoa) é como são chamados segredos escondidos em programas de computadores. Pois bem, o Google tem alguns, como mandar alguém ir nadando por algum oceano da vida quando se pede para o Google Earth traçar uma rota.
Outro é esse horripilante joguinho --eu cheguei na terceira fase.

Para desfrutá-lo, coloque google easter eggs no buscador e clique em "Estou com sorte" ou no primeiro link da busca.
E amanhã, no caderno de Informática, veja dicas úteis para usar no buscador.
Escrito por Gustavo Villas Boas às 19h14
Rotas a pé no Google Maps
Agora é pra valer

Lembram do post sobre o Google Maps testando rotas a pé? Então: agora é oficial, ainda que em beta (fase de testes). O anúncio foi feito hoje, no Google LatLong, blog oficial das equipes do Google Maps e do Google Earth.
Para usar o recurso novo, clique em Como chegar e escreva a origem e o destino nos dois campos. Dê enter ou clique no botão Como Chegar. No canto esquerdo da página, clique em A pé –a opção aparece em rotas de até 10 quilômetros. Há um aviso –"Seja cuidadoso ao caminhar em áreas desconhecidas"– bastante pertinente no caso de cidades brasileiras.
O mais divertido, depois de criar uma rota a pé, é clicar e arrastar para modificá-la. Assim, dá pra evitar avenidas movimentadas, por exemplo.
Escrito por Rafael Capanema às 17h04
BR-Linux dá Eee PC em promoção
Ajudapédia
O blog BR-Linux, um dos principais blogs em português, tem uma promoção para arrecadar fundos para projetos on-lines abertos, como a Wikipédia. O BR-Linux, com o Efetividade.net, vai dar uma grana para a enciclopédia aberta conforme a participação de outros blogueiros na campanha.
O Augusto Campos, responsável pelo blog, pede para avisar que a campanha, que dá brindes legais para os participantes, como um Eee PC, está um sucesso, mas acaba na sexta-feira.
Quem tem um blog ou site e se interessou em participar, vai lá
E como eu falei dos protestos contra a Wikipédia esses dias, pedi para o Augusto falar um pouco sobre a enciclópédia:
Eu uso a wikipédia todos os dias, e mesmo não a considerando o exemplo perfeito de projeto aberto e colaborativo, nem uma fonte autoritativa sobre qualquer tema, ela é um bom primeiro recurso na hora de uma consulta rápida. Mas o essencial é que a minha campanha não tem foco no apoio à Wikipédia em si, mas sim na difusão da idéia de que todo mundo tem condições de contribuir com os projetos que são importantes e relevantes no seu dia-a-dia on-line. A web é construída com boa dose de esforço individual e coletivo, e cada um de nós pode definir que papel quer ter no apoio a este esforço.
Escrito por Gustavo Villas Boas às 16h05
Softwares megalomaníacos
Inchados
Vocês devem conhecer o Nero, um dos programas mais populares para gravação de CD. Suponhamos que você vá usá-lo para... gravar alguns arquivos num CD, é claro. Clicando em Iniciar, Programas, Nero 8, eis o que surge:

Onde clicar? Em Nero Burning ROM? Nero Express? Nero StartSmart, talvez? Ou em Nero ControlCenter, quem sabe?
Difícil entender o que se passa na cabeça de alguns fabricantes de software.
Dessa miríade de ferramentas, eu, por exemplo, só uso duas: o Nero Express (versão simplificada do Nero Burning ROM) e o Nero Vision (para criação de DVDs de vídeo).
O Nero é reconhecido por ser um bom programa de gravação de CD/DVD e, creio eu, a maioria dos usuários só o usa para isso.
O problema é a pretensão megalomaníaca. Foram-se somando ferramentas –editor de foto, editor de vídeo, editor de áudio, modelador tridimensional, calculadora intergaláctica– a tal ponto que o Nero se tornou um monstro: o instalador tem 190 Mbytes e o pacotinho requer nada menos que 1 Gbyte de espaço no disco rígido.
Trata-se de um dos maiores exemplos de programas considerados "bloated" (inchados, em inglês).
Assim, não é à toa que tenham surgido versões simplificadas não oficiais, como o Nero Micro e o Nero Lite, só com o essencial.
Outro exemplo de programa inchado, na minha opinião, é o Adobe Reader. Ele tem melhorado nas últimas versões, é verdade, mas ainda o considero muito pesado. Afinal de contas, é só um leitor de PDFs. Não precisa de rococós.
Lembro do tempo em que, quando eu clicava num link de PDF acidentalmente, tinha vontade de chorar. O documento demorava uma eternidade para abrir, enquanto o leitor embutido no browser –uma péssima idéia, na minha opinião– travava o navegador inteiro.
A notícia boa é que existem boas alternativas mais leves e gratuitas. Para substituir o Nero, recomendo o eficiente e simples CDBurnerXP. No lugar do Adobe Reader, há o competente e levinho Foxit Reader. Quem sabe os grandões não reaprendam um pouco com esses pequenininhos.
Escrito por Rafael Capanema às 15h13
Aqui, no final do ano, com bateria de seis células
MSI Wind: R$ 1.299
A notícia sobre o Mirax Freedom espalhou-se de forma ambígua. Mal interpretada, podia dar a entender que a empresa brasileira seria a responsável pela venda do MSI Wind U100 no Brasil. Até por isso, ela tratou de esclarecer que o Freedom não é o Wind.
Essa diferenciação é boa para a MSI, que deverá lançar o Wind original no Brasil por R$ 1.299, no final do ano.
Fotos Divulgação


Lá fora, ele é um dos mais elogiados netbooks, categoria de subnotebooks popularizada pelo Eee PC, da Asus.
Seu grande atrativo é o preço: nos EUA, por US$ 499,99 o usuário leva a seguinte configuração:
MSI Wind U100
• Tela de 10 polegadas e resolução de 1.024x600 pixels;
• Processador Intel Atom N270 de 1,6 GHz;
• 1 Gbyte de RAM;
• 80 Gbytes de armazenamento (HD SATA de 5.400 RPM);
• Wi-fi 802.11b/g, Bluetooth;
• 3 portas USB, leitor de cartões SD/MMC/MS/MS PRO;
• Portas Ethernet, fone de ouvido, microfone;
• Saída VGA;
• Webcam de 1,3 Mpixel;
• Bateria de três células;
• Windows XP Home.
Compare-a com a configuração de seu concorrente direto, vendido por US$ 649,99:
Asus Eee PC 1000H
• Tela de 10 polegadas e resolução de 1.024x600 pixels;
• Processador Intel Atom N270 de 1,6 GHz;
• 1 Gbyte de RAM;
• 80 Gbytes de armazenamento (HD SATA de 5.400 RPM);
• Wi-fi 802.11b/g/n, Bluetooth;
• 3 portas USB, leitor de cartões SD/MMC;
• Portas Ethernet, fone de ouvido, microfone;
• Saída VGA;
• Webcam de 1,3 Mpixel;
• Bateria de seis células;
• Windows XP Home.
Ou seja, por US$ 150 a mais o consumidor leva Wi-fi padrão N, bateria com o dobro de células e leitor de cartões não compatível com Memory Stick. A duração da bateria é a grande vantagem do Eee PC, e, para muitos, a qualidade dos produtos da Asus é superior, com peças e construção melhores. Ainda assim, não sei se compensa essa diferença.
Ambos têm e/ou terão versões com Linux, mas com configurações e preços diferentes.


No Brasil, inicialmente será oferecida apenas a versão com Windows XP, nas cores branca e preta (mas não se descarta a possibilidade de trazer outras). E o melhor: com bateria de seis células.
Originalmente o Wind seria lançado no exterior com bateria de seis células, mas isso foi adiado para agosto/setembro. No mesmo mês, a MSI começará a vender a bateria de seis células de forma avulsa – útil para quem comprar a versão com bateria de três.



Enquanto isso, o velho-que-começou-tudo-isso Asus Eee PC 701 (com tela de sete polegadas) é vendido na Americanas.com pelos mesmos R$ 1.299 e na Comprafacil.com por R$ 999. Desse jeito, vai encalhar.
POR EMERSON KIMURA
Escrito por Rafael Capanema às 17h57
Mirax quer evitar associação entre os modelos
Mirax Freedom e MSI Wind
Fotos Divulgação

Mirax Freedom e MSI Wind U100. A imagem do primeiro, retirada do Gadgets Info, foi levemente modificada por mim.
Dias atrás, o Rafael postou aqui sobre o lançamento do Mirax Freedom, com um link para o blog Gadgets Info. A notícia logo se espalhou pela internet, em listas de discussões e sites de informática – inclusive estrangeiros.
A notícia teve uma repercussão inesperada, contou-me o presidente da Mirax, Alexandre Machado. "Foi uma loucura."
E aí... Silenciosamente, sem avisos ou observações, o Gadgets Info alterou o post original, intitulado "Mirax trará MSI Wind para o Brasil por R$ 999" e que dizia que "o Mirax Freedom terá como base o elogiadíssimo MSI Wind".
Se vocês conferirem agora, verão que eles retiraram qualquer menção ao MSI Wind.
Isso porque, quando a notícia se espalhou, a Mirax logo tratou de contatar a Info para esclarecer que o Mirax Freedom não é o MSI Wind e que eles gostariam que a referência ao produto original, do OEM (original equipment manufacturer), fosse retirada. O blog acatou o pedido.
Após conversar com o presidente e a assessoria da Mirax, ficou claro para mim que a intenção da empresa é distanciar o Freedom do Wind U100, evitar essa associação.
Essa é uma prática comum entre fabricantes do mundo inteiro. O usuário comum, não entusiasta, raramente sabe o OEM ou ODM (original design manufacturer) do seu computador.
A maior fabricante de notebooks do mundo é a Quanta, de Taiwan, que produz ou já produziu para HP, IBM, Dell, Apple, Fujitsu, Sharp e Toshiba, entre outras. Algumas dessas empresas também já usaram modelos de outra fabricante do mesmo país, a Compal, segunda maior fabricante e responsável pela produção do netbook Dell E.
No Brasil, posso dar o exemplo da Positivo, que usa alguns modelos da Clevo – também de Taiwan. Percebi assim que lançaram os primeiros modelos, pois tenho um Clevo com marca da japonesa Mouse Computer, e o "gabinete" dele é igual ao de um da Positivo.
Não é diferente com outras marcas nacionais, como Itautec, CCE, Microboard, Amazon PC...
A posição da Mirax é compreensível. Normalmente, não há muita vantagem (não que haja grande prejuízo) em divulgar o OEM/ODM dos modelos, o que pode até confundir a cabeça do consumidor.
Mas, no caso específico do Freedom, acho que tal posição não é necessária – pelo contrário, acho que a Mirax até ganharia com isso, já que o Wind U100 é um dos netbooks mais elogiados em sites especializados.
Como muitos ainda olham torto, com certa desconfiança, para as marcas nacionais, associar o Freedom ao Wind poderia ser vantajoso para a Mirax. "Não me preocupo com a marca porque, na verdade, é um MSI Wind."
A Mirax, ao que parece, pensa diferente.
Em breve, coloco mais informações sobre o Freedom.
POR EMERSON KIMURA
Escrito por Rafael Capanema às 14h20
Firefox atualiza sozinho. E para trás.
2.0Eis que meu Firefox avisa que foi atualizado para a versão mais recente. No primeiro momento, achei ótimo. Mas logo percebi que ele atualizou para trás. Depois de ter experimentado as delícias da versão 3.0, estou usando a 2.0.
O pior: onde estão minhas dezenas de favoritos, tudo marcado com tags, uma beleza?
Escrito por Gustavo Villas Boas às 12h50
